28 de fevereiro de 2009

Novas Eleições com segurança reforçada no estado

Neste domingo, 1º de março, 44.436 eleitores deverão voltar às urnas, nos municípios de Amarante do Maranhão, Bacabeira, Centro Novo do Maranhão e Vila Nova dos Martírios, uma vez que o pleito do dia 05 outubro/2008 foi anulado nessas cidades.

A Justiça Eleitoral do Maranhão irá mobilizar 628 mesários, que irão trabalhar nas 157 mesas receptoras de voto, distribuídas nos 63 locais de votação dos quatro municípios onde haverá as novas eleições. Serão utilizadas 216 urnas eletrônicas, sendo 59 de contingência, todas modelo 2008.


Em Amarante do Maranhão serão 21.506 eleitores que terão a sua disposição 69 mesas receptoras de votos; em Bacabeira 9.184 eleitores e 35 mesas receptoras; Centro Novo do Maranhão, 8.103 eleitores contarão com 36 mesas receptoras de votos, enquanto que em Vila Nova dos Martírios, serão 5.643 eleitores e 17 mesas receptoras.

O exército estará presente em três municípios: Amarante do Maranhão, Centro Novo do Maranhão e Vila Nova dos Martírios, com um contingente de 136 soldados. As tropas federais ficarão à disposição da Justiça Eleitoral nessas cidades, no período de 27 de fevereiro até o dia da eleição.

Além das forças federais, as novas eleições contarão com 174 policiais militares e 20 policiais federais, nos quatro municípios.

Em virtude do difícil acesso, dois locais de votação, localizados na zona rural de Amarante do Maranhão, contarão com Postos Avançados de Transmissão (PATs), de onde serão transmitidos os resultados, via satélite, direto para o TSE.

A expectativa é que se tenha um domingo tranqüilo nesses municípios e que não haja alterações na hora da votação, pois uma nova eleição como essa custa caro para os cofres públicos, e quem paga a conta é a sociedade.

Quatro municípios terão novas Eleições neste domingo

Domingo, 1º de março, os eleitores de Amarante do Maranhão, Bacabeira, Vila Nova dos Martírios e Centro Novo do Maranhão irão às urnas novamente, para a escolha dos seus prefeitos e vice-prefeitos.

A Corte do TRE-MA, durante sessões realizadas no mês de janeiro do corrente, determinou a realização de novas eleições majoritárias nos municípios citados em virtude da nulidade de mais da metade dos votos totalizados, motivada pelas seguintes decisões:

Em Amarante do Maranhão, o novo pleito ocorrerá em função do indeferimento do registro do primeiro colocado nas eleições/2008 para prefeito, Gildásio Chaves Ribeiro, pela desaprovação das suas contas quando prefeito de Fortaleza dos Nogueiras pelo Tribunal de Contas da União.

Na cidade de Bacabeira, houve o indeferimento do registro do candidato a Vice-Prefeito Martinho Castro Ducarmo Ferreira tendo em vista a desaprovação das suas contas quando Presidente da Câmara de Vereadores do mesmo município. Esta decisão alcançou, também, o candidato a Prefeito José Venâncio Correa Filho, já que a chapa é una e indivisível.

O candidato a Prefeito de Centro Novo do Maranhão, Domício Gonçalves da Silva, teve seu registro indeferido pelo TSE por inelegibilidade, gerada por ele ter assumido a prefeitura daquele município, na condição de vice-prefeito, por 60 dias nos seis meses que antecederam a eleição de 2004, o que representaria um terceiro mandato como prefeito se este assumisse em 2009.

O TSE também indeferiu a candidatura de João Moreira Pinto, candidato em Vila Nova dos Martírios, dada à desaprovação de suas contas pelo TCE, nos exercícios financeiros de 1999 a 2004, quando exercia o cargo de Prefeito Municipal.

Os candidatos que concorrerão em cada município serão:

BACABEIRA:
- COLIGAÇÃO UNIÃO DEMOCRÁTICA:
Prefeito: José Venâncio Corrêa Filho (Democratas-25)
Vice-Prefeito: Delson Nicolau Serra (Partido da Social Democracia Brasileira-45)
- COLIGAÇÃO A FORÇA QUE VEM DO POVO:
Prefeito: Olga Maria dos Santos Pereira Calvet (Partido Verde-43)
Vice-Prefeito: Antonio Carlos Vieira (Partido da Mobilização Nacional-33)

AMARANTE DO MARANHÃO:
- COLIGAÇÃO A VERDADE VENCERÁ
Prefeito: Miguel Marconi Duailibi Gomes (Partido Humanista da Solidariedade-31)
Vice-Prefeito: Raimundo Nonato Alves Carvalho (Partido Republicano Progressista-44)
- COLIGAÇÃO A VONTADE DO POVO CONTINUA
Prefeito: Adriana Luriko Kamada Ribeiro (Partido Verde-43)
Vice-Prefeito: Sebastião Sucupira Sobrinho (Partido do Movimento Democrático Brasileiro-15)

CENTRO NOVO DO MARANHÃO:
- COLIGAÇÃO FRENTE DE LIBERTAÇÃO DE CENTRO NOVO DO MARANHÃO
Prefeito: Arnóbio Rodrigues dos Santos (Partido Democrático Trabalhista-12)
Vice-Prefeito: Luiz Rodrigues Oliveira (Partido Progressista-11)
- COLIGAÇÃO A FORÇA DO POVO
Prefeito: Pedro Teixeira Vieira (Partido do Movimento Democrático Brasileiro-15)
Vice-Prefeito: Domingos Aires Carvalho (Partido da Social Democracia Brasileira-45)

VILA NOVA DOS MARTÍRIOS:
- COLIGAÇÃO DE VOLTA A LIBERDADE
Prefeito: Wellington de Sousa Pinto (Partido da República-22)
Vice-Prefeito: Gilmar Neres Silva (Partido Trabalhista Brasileiro-14)
- COLIGAÇÃO POR AMOR A VILA NOVA
Prefeito: Edival Batista da Cruz (Partido da Social Democracia Brasileira-45)
Vice-Prefeito: Bida Graciano da Cunha (Partido Socialista Brasileiro-40)


A nossa expectativa é que ocorra tudo bem, e que as eleições aconteçam na maior tranqüilidade e que tenhamos desta vez um verdadeiro exercício da democracia e que de fato não haja abuso de poder econômico e que cada coligação aceite o que o povo decidir. Se tudo ocorrer bem os eleitos serão diplomados até o dia 06 de março e a posse até o dia 09 de março, agora basta esperar.

27 de fevereiro de 2009

Setres Encerra Cursos de Qualificação Profissional

O Governo do Maranhão, através da Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidária (Setres) esta realizando cerimônias de conclusão dos cursos de qualificação social e profissional que foram ministrados em 2008, com recursos do Governo Estadual, através do Fundo de Combate à Pobreza (Fumacop).

Por meio do Programa de Qualificação Social e Profissional – Ação: Capacitando para o Mercado de Trabalho, 4.323 trabalhadores foram qualificados para o emprego formal e para atividades geradoras de trabalho e renda, em 13 municípios. Todos os trabalhadores qualificados estão também sendo cadastrados no SINE (Sistema Nacional de Empregos).
No período de 17 a 19/02, foram certificados trabalhadores dos municípios de São José de Ribamar, Bacabeira e Paço do Lumiar.


Nas solenidades a secretária do Trabalho e Economia Solidária Terezinha Fernandes falou aos concludentes de 16 cursos em diversas áreas, tais como: eletricista predial, cozinheiro de restaurante, técnica de vendas e telemarketing e confecção de bijuterias de sementes e fibras naturais, psicultura, horticultura, pedreiro, armador de estrutura (ferragem), eletricista predial, bombeiro hidráulico/encanador, secretária/recepcionista/telefonista, auxiliar administrativo, falando da importância da qualificação para o mercado de trabalho

Até o momento, 560 trabalhadores receberam seus certificados em solenidades marcadas pela alegria e emoção e pelo desejo de conseguir um bom emprego na área ao qual foi qualificado.

A partir do dia 27/02, adultos, quilombolas, mulheres, donas de casa, trabalhadores desempregados e jovens em busca do primeiro emprego começarão a receber seus certificados em diversos cursos, nos municípios de Imperatriz, Açailândia, Estreito, João Lisboa, Amarante e Balsas.

Sampaio joga mal e só empata com o Iape

São Luis - Apresentando um baixo futebol no primeiro tempo e um abafa no segundo tempo o Sampaio só empatou com Iape, time campeão da segunda divisão, alem é claro de perder dois pênaltis um em cada tempo. A diretoria avaliou que o jogo foi fraco tecnicamente e que o Sampaio não fez uma grande partida, mas valeu pelo esforço no segundo tempo, o empate é justo apesar da pressão da equipe boliviana no final do jogo.

Aos 27 da primeira etapa com o jogo ainda empatado pênalti para o Sampaio, Tico Mineiro bateu e o goleiro Raimundão defendeu, a partir daí o volume de jogo do Iape aumentou, e o meio campo do Sampaio Zé Augusto não apresentou um bom futebol, e a conseqüência disso foi o fraco desempenho do meio campo da Bolívia querida, além do fraco desempenho dos laterais

No inicio do segundo tempo o time veio determinado a vencer a partida, mas em campo o canário da ilha era melhor e logo aos 2 minutos fez um a zero numa cobrança de falta, confusão na área e Júnior Maranhão botou no fundo do barbante. Mesmo depois do gol o Sampaio não mudava a sua forma de jogar, o cenário só começou a mudar com as alterações feita pelos técnicos. O Iape encolheu e ao Bolívia foi pra cima e aos 38 minutos do segundo tempo, depois de duas tentativas, Juninho que entrou no lugar de Ricardo Feltre bateu forte e não deu para o goleiro Raimundão era o empate do Sampaio.

No final a pressão foi total e o time do povo poderia sai vitorioso , Kena fez pênalti em Tiago, Lairson bateu e o melhor em campo o goleiro Raimundão defendeu e assegurou o empate para o Iape. Não foi um bom jogo de se ver tecnicamente, mais começou bem pela rivalidade que existe fora e dentro de campo, pois se engana quem acredita que o Canário da ilha não levou sua torcida, é bom lembrar que o time já nasceu grande.

A próxima rodada do grupo acontece domingo no Estádio Nhozinho Santos, na preliminar joga o Iape e São José ás 15:00h. Na rodada principal Sampaio enfrenta Maranhão ás 17:00h.

26 de fevereiro de 2009

Entidades desaprovam projeto que ameniza pena para Rádios Comunitárias

BRASÍLIA - Um projeto de lei do governo federal que prevê que a operação de rádios irregulares deixe de ser crime não agradou nem as rádios comerciais, nem as comunitárias. Por um lado, o temor é de que a proposta possa estimular a disseminação de rádios que funcionam sem licença. Por outro, a crítica é contra o endurecimento das penas para quem causar interferências que coloquem em risco a segurança, como na comunicação de aviões ou no funcionamento de equipamentos médicos.

O coordenador executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), José Soter, explica que as interferências são geralmente causadas por problemas técnicos, que poderiam ser resolvidos em âmbito administrativo. Para ele, o projeto vai legalizar a repressão contra as rádios comunitárias. “Agora, a Polícia Federal, a Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] e o Judiciário passam a ter uma base legal para justificar a ação de repressão”, argumenta.

A Abraço reconhece os avanços do projeto, como o fim da tipificação da radiodifusão irregular como crime e a proibição de arrendamentos e do proselitismo nas rádios comunitárias, mas também critica a proibição de publicidade nas rádios comunitárias. “O projeto tira a Polícia Federal de cima das emissoras que não têm autorização, mas inclui todas as emissoras, inclusive as com autorização, na lei para justificar a repressão”, diz Soter.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) também diz que está preocupada com as conseqüências do projeto. “O fato de ter uma rádio sem estar devidamente licenciada não é um assunto grave para o governo. Esse projeto sinaliza que o governo tem simpatia pela causa e não está muito a fim de acabar com esse excesso de rádios”, critica o diretor-geral da entidade, Flávio Cavalcanti Jr.

Segundo ele, o Brasil tem hoje cerca de 15 mil rádios funcionando de maneira irregular, que prejudicam a freqüência das emissoras outorgadas. Para a Abert, ao amenizar as punições, o projeto pode funcionar como um estímulo à prática delituosa.

Tanto a Abraço quanto a Abert prometem trabalhar para aperfeiçoar o Projeto de Lei 4573/09, enviado recentemente ao Congresso Nacional. “Vamos tentar convencer os parlamentares de que essa não é a melhor solução”, diz Cavalcanti.

O secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay, explica que a intenção do governo com o projeto é tirar a discussão sobre as rádios do âmbito do direito penal e passar para o âmbito administrativo. “Certamente não deve ser crime a mera emissão de uma onda de rádio fora dos regulamentos da Anatel”.

Segundo o secretário, atualmente a Polícia Federal tem mais de mil inquéritos para investigar rádios clandestinas. “Isso não faz nenhum sentido, a polícia tem que cuidar de crime organizado, ir atrás de corrupção, do tráfico de drogas, não pode ficar entrando em regiões de periferias da cidade atrás de uma rádio que está funcionando sem autorização”, diz.
Abramovay admite que exista um desvio de recursos da Polícia Federal para uma área que, segundo ele, não está entre as principais preocupações da população. Flávio Cavalcanti Jr, da Abert, critica a justificativa. “O governo não consegue tirar as rádios irregulares do ar e acha que a solução mais simples é descriminalizar”, afirma.


Pela legislação atual, a emissão de material radiofônico sem autorização é crime, de acordo com o Código de Processo Penal, com pena prevista de dois a quatro anos de reclusão. O projeto de lei do governo substitui a prisão por punições administrativas como apreensão de equipamentos, multas e a impossibilidade de se candidatar ao processo de habilitação de rádios comunitárias. No entanto, a proposta aumenta as punições no caso de interferências, com reclusão de dois a cinco anos.

O projeto de lei será analisado primeiramente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, depois será encaminhado à Comissão de Ciência e Tecnologia

Cada vez mais a forma de criminalizar as rádios comunitárias no Brasil é preocupante, essa lei da com uma mão e tira com a outra, por isso o movimento de democratização pela comunicação deve ficar atenta, pois os grandes veículos desse país querem de fato aniquilar com o movimento, a organização e um fator determinante para o sucesso e para consolidação dessa realidade que são as rádios comunitárias. Por isso temos que ficar vigilantes com os projetos de leis que está dentro da nossa área de discussão, pois é só através do movimento e da luta é que as rádios comunitárias nesse país vão conseguir ter projetos que atendam a necessidade da grande maioria.

23 de fevereiro de 2009

Professora é afastada após colar boca de crianças em Manaus (AM)

A Secretaria Municipal da Educação de Manaus (AM) afastou nesta quarta-feira, por tempo indeterminado, uma professora do ensino fundamental depois de ela colar fita adesiva na boca de duas crianças (uma de seis e outra de sete anos) como castigo em sala de aula.

O caso, classificado pela secretaria como agressão e maus tratos, aconteceu na segunda na Escola Municipal Padre João D'vries, na zona leste da cidade. Um processo administrativo foi aberto pelo Núcleo de Serviço Social da secretaria para investigar a conduta da professora Júlia do Carmo Oliveira da Silva, 43, que é formada em economia e pertence ao quadro de servidores públicos há nove anos.

Em sua defesa à secretaria, disse que as crianças estavam fazendo bagunça em sala de aula e não respeitaram a ordem para parar. Ela afirmou ainda que usou a fita adesiva para calar as crianças como uma "brincadeira" e justificou o castigo como um "gesto impulsivo". A sala tem 35 alunos. "A fita adesiva foi uma brincadeira com eles. Não fiz de uma forma proposital. Foi um gesto impulsivo", disse à secretaria.

A reportagem localizou a mãe de uma das crianças, a doméstica Elane de Sousa Belém, 28. O aluno, que tem uma irmã de 11 meses, é beneficiado pelo Programa Bolsa Família. À mãe o filho contou que quando a professora puxou a fita adesiva de sua boca os pelos do buço foram puxados. "Meu filho está com medo da professora. Espero que isso não interfira na educação dele."

A chefa do Núcleo de Serviço Social da secretaria, Graça Cardoso, disse que as crianças terão acompanhamento psicológico e não deixarão de freqüentar a escola. "Foi uma atitude agressiva porque as crianças sofreram maus tratos. Agora falta saber os motivos dela. Nesse primeiro momento, pode não ter sido uma atitude deliberada e, sim, motivada por fatores como estresse."
O que teria levado a professora a tal ato será se é somente o momento de raiva, ou queria apenas aplicar uma rígida disciplina se não falhar minha memória o final da matéria fala de estresse. Bem atitudes como essa devem ser avaliada e a professora deve ser punida


administrativamente, não quero aqui defender, mas todos merecem uma segunda chance.
A violência no país com criança e adolescente é uma batalha que começa na imprensa e termina nas leis brasileiras. Muitos adolescentes são usados para praticar assaltos e seqüestros, aqui não se está falando de punição ou redução da idade para adolescente, mas quero mostrar que há ingredientes que fortalece quando se trata das crianças e adolescente.


Tanto no rádio como na televisão e os matutinos conduzem a sociedade para que as leis sejam cada vez mais rígidas com os adolescentes mesmo sabendo que em sua grande maioria são pobres e miseráveis que não tiveram uma vida digna não tiveram uma segunda chance, mas ai é que esta a solução do problema. É nessa oportunidade, de aprender ser um grande desportista, artista, em fim ser um cidadão e cidadã. Somente assim se pode diminuir o risco desses meninos e meninas, de caírem em mãos erradas e não serem vitimas muitas das vezes dentro da própria escola, da família e principalmente na sociedade afinal todos merecem uma segunda oportunidade.

Fonte: KÁTIA BRASIL - Folha on line

Comentários Neuton César

CBF altera horários de jogos da Copa do Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou modificações nos horários de cinco partidas da Copa do Brasil. A primeira delas é na partida entre Barras (PI) e Remo, dia 4 de março. O confronto passa de 20h30 para 15h40, pois a Federação do Estado afirma que o sistema de iluminação do Estádio Juca Fortes não tem condições de funcionamento no primeiro horário.


A segunda alteração é no duelo entre Figueirense e Sampaio Corrêa-MA, a Bolívia querida que também teve seu horário alterado aqui em São Luis a principio estava marcada para as 20:30 foi alterado em virtude da transmissão do jogo para Santa Catarina, passou então para as 22:00h isso não influenciou no publico como temia a crônica esportiva. Mais independente disso a CBF deveria olhar a realidade das cidades brasileiras no caso de São Luis o publico desportista no meio de semana habitou-se aos jogos as 20:30 e não as 22:00h. Mesmo com o empenho da diretoria do Sampaio os donos de empresas de ônibus recolheram exatamente no horário e o que se viu foi a galera voltando de corujão, infelizmente o nosso representante na CBF não tem força ou não está nem ai para o Maranhão
No ritmo do troca troco de horário no dia 4. O jogo será realizado 21h50 e não 20h30 por solicitação da emissora responsável pela transmissão do duelo.


O Internacional-RS x União Rondonópolis-MT, pelo jogo de volta no dia 4, acontecerá mais cedo. A decisão para saber quem avança para a segunda fase da competição será 19h30 e não mais 20h30 também por um pedido da emissora de televisão que irá transmitir a partida.
Pelo mesmo motivo, Dom Pedro (DF) x Botafogo-RJ deixa de ocorrer 20h30 e passa para 21h30, no mesmo local e no mesmo dia. Fluminense x Nacional-PB ocorre mais cedo, às 19h30, e não mais 20h30.


A política de transmissão nesse país tem que mudar e acima de tudo respeitar o torcedor, pois o horário que é imposto para a torcida e cruel e ao mesmo tempo não é digno de um país pentacampeão do mundo enfim a bola vai rolar, é aguardar e torcer pelo seu time do coração.

Jornaliismo Cientifico SeráTema do 9º Coloquios Fapema

As descobertas científicas têm surgido em uma velocidade nunca vista na história da humanidade. Nesse mesmo ritmo, as pessoas buscam informações que possam solucionar seus problemas cotidianos. É nesse momento que o jornalismo científico pode exercer sua função, levando ao conhecimento da sociedade as respostas produzidas pela ciência. Mas será que a imprensa do Brasil consegue cumprir esse papel? Os jornalistas estão comprometidos com o processo de democratização do conhecimento? Afinal, como fazer um bom jornalismo científico? Essas indagações vão direcionar o debate da 9ª Edição do Colóquios Fapema, que terá como palestrante o primeiro doutor em jornalismo científico do país, Wilson da Costa Bueno.

Reconhecido por transitar com desenvoltura entre as atividades acadêmicas, o jornalismo especializado e a comunicação empresarial, Bueno trará ao Maranhão o tema “Jornalismo e Divulgação da Ciência: a experiência brasileira”. Profissionais da comunicação, estudantes e pesquisadores são esperados para a palestra que acontecerá no dia 6 de março, às 17 horas, no auditório do Sebrae Jaracaty.

Uma rápida consulta aos mais de 10 blogs mantidos pelo jornalista aponta perspectivas animadoras para a cobertura jornalística no Brasil. No Portal do Jornalismo Científico, Bueno diz que vivemos um momento singular. Isso porque cada vez mais surgem especializações na área, o que favorece uma melhor formação dos profissionais. “Esta nova realidade, obrigatoriamente, irá impactar a cobertura de ciência e tecnologia no futuro porque é assim mesmo: primeiro formam-se os profissionais, desperta-se para a temática e, depois, as pautas surgem na mídia naturalmente. Há um movimento positivo no sentido de fortalecer a divulgação científica, com espaços novos e destinados a públicos distintos”, analisa.



Esse evento é importante para os jornalistas e radialistas que diariamente discute o jornalismo científico, publicam matéria e aqui vai o meu respeito para um nobre amigo e grande profissional Emerson Marinho que vem desenvolvendo um papel importante dentro do jornalismo científico, mas acredito que as emissoras de rádio deveriam olhar com mais respeito para esse setor do jornalismo que tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso Estado.


O evento acontece no dia 06 de março no Auditório do SEBRAE Jaracaty
Informações: 2109-1433/8844- 0101 ou difusao@fapema. br

22 de fevereiro de 2009

PF suspeita que esquema atuou no governo Roseana

Felipe Recondo, BRASÍLIA

A investigação feita pela Polícia Federal nas empresas da família Sarney mostra que o suposto esquema que envolveria integrantes do clã em lavagem de dinheiro, fraude em licitação e desvio de recursos públicos pode ter atuado no Maranhão durante a gestão de Roseana Sarney (PMDB-MA) no governo do Estado (1998- 2002).

A PF quer investigar também se o grupo se valeu de contatos com pessoas indicadas pelo senador José Sarney (PMDB-AP) para cargos em estatais para obter vantagens em obras públicas. De acordo com documento sigiloso da PF, uma das empresas
investigadas - a Proplan - participou da execução do projeto de recuperação da Lagoa de Jansen, obra orçada em R$ 118 milhões.

O caso, mesmo antigo, mereceu a atenção da PF na investigação aberta em 2007. Os policiais pediram à Justiça autorização para buscar documentos do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, no que seria a empresa de contabilidade da Proplan. Além disso, em ofício sigiloso encaminhado à 1ª Vara Criminal Federal do Maranhão, a PF informa terem sido "frequentes os contatos promíscuos" entre os integrantes do esquema e o diretor de engenharia da estatal Valec, Ulisses Assad.

Assad foi diretor da Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (Caema) no governo Roseana e indicado para a diretoria da Valec por Sarney. Ele não foi encontrado para comentar a suspeita. Roseana disse, por meio de sua assessoria, que não poderia se manifestar sem antes ter acesso aos documentos da PF e lembrou que as contas de sua gestão foram aprovadas pela Justiça eleitoral.
Grampos nessa mesma investigação, a PF grampeou telefonema entre Sarney e seu filho Fernando. Na conversa, revelada pelo o Estado , o senador pergunta ao filho se ele recebera informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), supostamente sobre processo que, então, corria em sigilo. Fernando responde: "Também."A escuta da Polícia Federal mostra ainda os dois combinando o uso das empresas de comunicação da família para responder a um artigo publicado por Aderson Lago, primo do governador do Maranhão, Jackson Lago, seu inimigo político. O diálogo foi publicado pelo jornal Folha de S. Paulo. No texto que provavelmente motivou as reclamações de Sarney, Aderson o chama de "velho oligarca". Na conversa com o filho, Sarney reclama que Aderson "foi muito cruel" e o insultou de "maneira brutal".

E pede que o filho leve para a televisão denúncias contra as empresas de Aderson. Nesta semana, Sarney pode ver o adversário perder o mandato. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve concluir o julgamento do processo de cassação de Jackson Lago, interrompido no fim do ano passado. O relator do processo, ministro Eros Grau, votou pela cassação do mandato e a favor da posse da segunda colocada nas eleições, a senadora Roseana Sarney.

Era uma vez o Carnaval, que saudade dos velhos tempos

Falar de Carnaval no Maranhão é falar de uma tradição de carnavais de rua que remonta a pelo menos três séculos da história do estado e de São Luís, quando a manifestação era considerada o terceiro melhor Carnaval do país, título sustentado até a década de 70 do século XX. À sua frente, apenas o Carnaval do Rio de Janeiro e de Pernambuco. O início se deu, de fato, como Carnaval de rua, onde, predominantemente, os negros realizavam suas folias em manifestações herdadas dos continentes europeu e africano, as quais aqui ganharam uma nova configuração Algumas brincadeiras os negros escravos passaram a realizar no Carnaval depois de tê-las realizado durante muito tempo em épocas de festas religiosas e colheitas.

O Carnaval maranhense tem uma fase interessante no século XIX. Quando surge a figura do brincante do Baralho, onde os negros saem pintalgados de pó carregando sombrinhas velhas em passeatas carnavalescas acompanhados de reco-recos, pandeiros, violões e canções próprias. É exatamente nessa época que surgem os bailes em que a elite local encontrava uma alternativa de não se misturar ao Carnaval de rua dos pobres e escravos. Neles dançava-se a polka, o schottisch e a quadrilha francesa, bem como a valsa; usava-se confete francês, bisnagas perfumadas, pó de "ouro" e "prata" e máscaras finas importadas. Não se pode esquecer das Colombinas, Arlequins, Pierrôs, Fofões, Ursos, Macacos e outros, cada qual fazendo seus passes ao comando de um apito.

Começava-se a desenhar os traços dos carnavais de rua que se consagraria em São Luís durante todo o século XX, com ênfase na década de 60.

Com essas e muitas outras características, os atuais Blocos Tradicionais, ou popularmente "blocos de tambor grande", representam uma das mais antigas e originais manifestações do Carnaval de Rua de São Luís e são responsáveis por boa parte de sua beleza sem par.


Anualmente, os grupos escolhem um tema a partir do qual as fantasias são confeccionadas e as músicas com que irão apresentar-se são compostas. Os enormes tambores feitos de compensado e cobertos de couro (comumente de bode), os contratempos, são uma das marcas mais evidentes dessa manifestação carnavalesca. Ao ouvir, de longe, o som desses instrumentos realizando sua belíssima cadência, qualquer maranhense que se preze reconhece logo que ali está um bloco tradicional se apresentando ou realizando um ensaio.

Outra marca desses grupos são suas luxuosas fantasias que exibem uma produção de grande beleza, confeccionadas de veludo decorado com bordados em materiais de intenso brilho, bem como com os mais variados tipos de enfeite, de acordo com a criatividade de quem as produz.
Não são os contratempos os únicos responsáveis pelo acompanhamento de um bloco tradicional. Aliás, sua função é justamente realizar um toque a intervalos regulares dentro da música, causando um efeito sonoro belíssimo. Além deles, existem as retintas, cabaças, afoxés, reco-recos, agogôs e maracás, o que permite a esses blocos tocarem qualquer ritmo musical.


Os contratempos são presos ao corpo do ritmista por uma larga correia capaz de traspassar o tronco deste por sobre um dos ombros até o seu lado oposto já na altura da cintura. São tocados fortemente pelas mãos espalmadas do tocador num esforço que reúne os músculos dos dois braços, que se revezam de forma bastante rápida, às vezes demorando um intervalo de tempo de vários segundos, dando a impressão de estar o ritmista o completamente tomado pela produção daquele som. O ritmo assim produzido permite uma coreografia saltitan

Antigamente foram muitos desses blocos que ajudaram a manter o terceiro melhor carnaval do Brasil no Maranhão, com destaque para os blocos: Grupo X, Os Boêmios, Os Mau Encarados, Os Tarados, Os Fantasmas, Os Playboys, Vira-latas, Pif Paf, Os Calhambeques, Os Comentados do Ritmo, Os Corujas, Os Patinhas, Os Bambas, Os Velhinhos Transviados e Os Versáteis. Registra-se também a grande rivalidade e confronto existentes anteriormente entre os grupos, rivalidade que já não existe para dar lugar a um sentimento de sadia competição e co-irmandade, permitindo inclusive que dois desses blocos casualmente possam encontrar-se e realizar um espetáculo de rara beleza. Infelimente muito desses blocos não existe mais em nosso carnaval devido as questões particulares e finamceiro.

Atualmente, ao reunir-se ao acaso amigos e/ou vizinhos no Carnaval, com a pretensão de apenas brincar, seja vestido de mulher, de fofão ou com qualquer fantasia, ou ainda apenas "fantasiado" de maisena, forma-se o que poderíamos chamar a versão moderna dos Blocos de Sujo, batendo tambores ou apenas latas com pedaços de pau. Não se pode afirmar que esses blocos que percorrem despretensiosamente as ruas da cidade de São Luís possuam motivações especiais para acontecer além da simples reunião de amigos no Carnaval e o desejo de sair em bloco pelas ruas cantando e dançando, geralmente regados a bebida alcoólica.

O Carnaval tem passado por transformações no estado do Maranhão, depois de anos e anos concentrado na capital ele passa a ser descentralizado e mais brincadeiras ganham o nosso estado. Voltando para a capital do carnaval mesmo com o trabalho recente do governo, o público da ilha deu uma diminuída, porém esse ano o carnaval está mais animado até por que o gestor cultural tem mais visão do que o anterior, tanto é que o atraso não foi permitido e o público vem marcando presença em todos os cantos inclusive na passarela aonde as arquibancadas serão gratuita ao público.


Isso é pouco, quero dizer, descentralizar ou ingressos gratuitos para ver a sua escola do coração não resolve a dinâmica do carnaval, temos que pensar na segurança para que o folião possa brincar e levar a sua família, que tipo de brincadeira os prefeitos estão levando para os municípios para que não possa tirar a originalidade do nosso carnaval, além é claro de gerar emprego e renda para o artista maranhense, pois em outros estados o seu artista local é valorizado e aqui não pode ser diferente.

13 de fevereiro de 2009

Em defesa da Democracia contra a Cassação do Governador Jackson Lago

NESTA TERÇA-FEIRA (17/ fev) Tribuna Livre
Local: Canto da viração (Rua Grande em frente ao Palacete Gentil Braga esquina do antigo Cine Passeio).

Com Teatro e Performances Artitiscas. A sua participação é importante não jogue o seu voto no lixo, não deixe que um mandato popular seja tomado no tapetão, é difícil perder um poder de mais de 40 anos, ou melhor, sucessivas derrotas. Que saudade de mandar.

As 16:00 h, com caminhada saindo do abrigo da praça João Lisboa percorrendo a rua grande até o canto da viração, numa marcha vitoriosa como foi o segundo turno das eleições de 2006, onde o Maranhão deixou para traz o muito que era dividido entre poucos. Faça o seu protesto, o seu desabafo, o seu discurso...

A TRIBUNA É LIVRE a palavra é sua não deixe para manhã o que você pode fazer agora!!!

Rádios Piratas???

Não podemos dizer que ver estampado nas páginas dos jornais mais uma manchete contra as rádios comunitárias, como foi o caso das manchetes do dia (10/02), tenha sido uma surpresa. Afinal, quem acompanha as lutas pela democratização da comunicação já cansou de ver esse tipo de notícia.

Também não dá para achar surpreendente a maneira como os "jornalistas comprometidos com a ética e a verdade" descreveram a operação realizada na Cidade de Deus.

Será que devemos achar espantosa a montagem das fotos e o jogo de palavras tentando veicular as emissoras não autorizadas ao crime organizado?

E a ausência do contraditório, princípio básico do jornalismo, não respeitado na matéria, o que pensar?

Infelizmente, neste caso, não há nenhuma novidade.

A "novidade" nessa historia toda foi a presença do BOPE. Aliás, o que fazia a tropa de elite da Polícia Militar do nosso estado numa operação da ANATEL para fechamento de rádios comunitárias? Será que não tinham coisa mais importante para fazer do que fechar rádios não autorizadas? Não autorizadas não porque não querem ter autorização. Pois, 99% das rádios que estão operando sem autorização estão por total ineficiência do poder público, do ministério das comunicações que recebeu mais de 18 mil pedidos e, em 11 anos de regulamentação da lei 9.612, só autorizou definitivamente pouco mais de 3 mil emissoras.

Será que os policiais "mais bem preparados" do nosso estado não tinham outras demandas mais urgentes como, por exemplo, achar o bandido que fugiu pela porta da frente do presídio de alta segurança, passando despreocupadamente por agentes penitenciários e policiais?

Será que não tinham nenhum traficante ou miliciano que aterrorizam dia e noite cidadãos e cidadãs do nosso estado que merecessem mais atenção do que uma rádio comunitária


O que será que está por trás de tudo isso, que perigo oferece as rádios comunitárias?

Já sei, dizem, descaradamente, como na matéria, que rádio comunitária pode derrubar avião. O próprio representante dos empresários de emissoras comerciais afirma que são 15 mil rádios comunitárias no ar. Não é razoável achar que se elas derrubassem avião os países em guerra teriam um estoque delas ao invés das modernas armas antiaéreas?

Historicamente as rádios comunitárias são discriminadas. No fundo não são as rádios, são as pessoas que as fazem, onde estão operando, a quem estão servindo. É a favela, a periferia, o povo expropriado. A discriminação é bem maior!

E, apesar de toda repressão e discriminação elas estão aí, falando para toda a comunidade, ganhando audiência e credibilidade, prestando os serviços jamais prestados pelas concessionárias comerciais. São elas que ajudam o povo a se organizar, levando a informação de maior interesse da comunidade, mobilizando a sociedade para ações locais, resolvendo problemas que, muitas vezes, deveriam ser resolvidos pelo estado.

São tratadas como coisa criminosa, mas são as mais procuradas pelos órgãos públicos para que prestem serviços gratuitos, o que fazem, com prazer. São, constantemente, visitadas por governantes e, principalmente por políticos em época de campanha. Todos querem tirar uma casquinha das "clandestinas": presidente, governador, prefeito, deputado, todo mundo que ficar bem na foto na hora da campanha, depois...

É para sentir vergonha de uma imprensa e de governos que se prestam a isso, não?

Reportagem

Tião Santos

Colaborador deste humilde blog, leia com carinho e atenção.