O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) - autor da PEC que pede a volta do diploma no Jornalismo - deverá firmar apoio com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para debater a exigência da graduação.
Um encontro entre o político e o presidente da instituição jurídica, Cezar Britto, será realizado nos próximos dias para tratar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que pôs fim à obrigatoriedade do diploma em 17 de junho.
Na avaliação de Britto, a decisão do STF - aprovada por oito votos a um - poderá ser derrubada pela PEC com base em argumentação jurídica. Pontos omissos erros e contradições no processo podem levar a uma reviravolta no caso.
O presidente da OAB argumenta ainda que na sessão que pôs abaixo o diploma, não foi levado em conta o fato de que 40% do que é produzido na imprensa é escrito por profissionais não ligados ao Jornalismo, o que contradiz a alegação da Corte que questiona a "liberdade de expressão".
A regulamentação através de uma PEC se faz necessário para que os profissionais de comunicação sejam valorizados, agora pela via democrática e não pelo regime militar.
O direito a comunicação no âmbito da expressão sempre foi algo comum no meio da comunicação exceto no período da ditadura militar, mas o fazer, o trabalhar a noticia tem que ser feio por um profissional de comunicação. Assim como no Direito, na Medicina entre outras profissões, que requer do profissional um entendimento de causa.
Você talvez se questione, eu tenho facilidade de escrever, falar, não posso ser um profissional de comunicação, claro que não, mas pode contribuir para a responsabilidade da informação, parece simples, mas construir um conteúdo informativo perpassa por aplicação, aprendizado e compreensão do que é fazer comunicação.
De fato muita gente sonha com comunicação, falar no rádio, escrever num jornal, montar um estúdio de gravação, ate ai tudo bem.
Para isso, o primeiro passo é entender como trabalhar essas idéias e as Universidades vem se adaptando essa realidade para preparar além de um profissional, mas acima de tudo um agente social que contribua para que a informação seja cada vez mais democrática.
Por fim, unindo á academia e o popular terão um profissional com responsabilidade social, pois uma noticia mal dada pode assassinar muita gente.
Um encontro entre o político e o presidente da instituição jurídica, Cezar Britto, será realizado nos próximos dias para tratar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que pôs fim à obrigatoriedade do diploma em 17 de junho.
Na avaliação de Britto, a decisão do STF - aprovada por oito votos a um - poderá ser derrubada pela PEC com base em argumentação jurídica. Pontos omissos erros e contradições no processo podem levar a uma reviravolta no caso.
O presidente da OAB argumenta ainda que na sessão que pôs abaixo o diploma, não foi levado em conta o fato de que 40% do que é produzido na imprensa é escrito por profissionais não ligados ao Jornalismo, o que contradiz a alegação da Corte que questiona a "liberdade de expressão".
A regulamentação através de uma PEC se faz necessário para que os profissionais de comunicação sejam valorizados, agora pela via democrática e não pelo regime militar.
O direito a comunicação no âmbito da expressão sempre foi algo comum no meio da comunicação exceto no período da ditadura militar, mas o fazer, o trabalhar a noticia tem que ser feio por um profissional de comunicação. Assim como no Direito, na Medicina entre outras profissões, que requer do profissional um entendimento de causa.
Você talvez se questione, eu tenho facilidade de escrever, falar, não posso ser um profissional de comunicação, claro que não, mas pode contribuir para a responsabilidade da informação, parece simples, mas construir um conteúdo informativo perpassa por aplicação, aprendizado e compreensão do que é fazer comunicação.
De fato muita gente sonha com comunicação, falar no rádio, escrever num jornal, montar um estúdio de gravação, ate ai tudo bem.
Para isso, o primeiro passo é entender como trabalhar essas idéias e as Universidades vem se adaptando essa realidade para preparar além de um profissional, mas acima de tudo um agente social que contribua para que a informação seja cada vez mais democrática.
Por fim, unindo á academia e o popular terão um profissional com responsabilidade social, pois uma noticia mal dada pode assassinar muita gente.
BNC Notícias