Na quarta-feira, os quatro grandes clubes do Rio de Janeiro avisaram que vão negociar os direitos de transmissão dos próximos três campeonatos brasileiros de forma independente, indicando que um rompimento com o Clube dos 13 era iminente.
Nesta quinta-feira, em entrevista coletiva no hotel Windsor, no Rio de Janeiro, os presidentes Maurício Assumpção, do Botafogo, Patrícia Amorim, do Flamengo, Peter Siemsen, do Fluminense, e Roberto Dinamite, do Vasco, descartaram que vão seguir os passos do Corinthians e pedir desfiliação da entidade.
"Não há interesse em romper om o Clube dos 13, mas de retomar a essência. O Rio está na vanguarda, consegue perceber que o coletivo precisa prevalecer. A essência deve ser mantida, mas o processo deve evoluir", argumentou Patrícia Amorim.
"Nenhum de nós temos qualquer problema com o Fábio Koff e o respeitamos muito. Ainda fazemos parte do Clube dos 13. Então ele é o presidente da associação da qual fazemos parte, ainda. O Clube dos 13 deixou de cumprir seu papel, de representar as maiores equipes do futebol brasileiro", lamentou Maurício Assumpção.
Peter Siemsen, presidente do Fluminense e motivador do protesto carioca, foi menos ponderado, e abriu a possibilidade de um desligamento no futuro. "No momento, estamos extremamente pragmáticos com a negociação dos direitos de transmissão para 2012.
"Não há interesse em romper om o Clube dos 13, mas de retomar a essência. O Rio está na vanguarda, consegue perceber que o coletivo precisa prevalecer. A essência deve ser mantida, mas o processo deve evoluir", argumentou Patrícia Amorim.
Peter Siemsen, presidente do Fluminense e motivador do protesto carioca, foi menos ponderado, e abriu a possibilidade de um desligamento no futuro. "No momento, estamos extremamente pragmáticos com a negociação dos direitos de transmissão para 2012.
Não queremos deixar o Clube dos 13, mas, caso não mude, isso pode acontecer nos próximos anos. É um grito de independência em relação à situação atual", avisou.
Maurício Assumpão ainda negou que a causa da permanência no C13 é a dívida de R$ 60 milhões que os clubes cariocas têm com a entidade. "No que me consta, não creio que o C13 seja uma instituição financeira.
Maurício Assumpão ainda negou que a causa da permanência no C13 é a dívida de R$ 60 milhões que os clubes cariocas têm com a entidade. "No que me consta, não creio que o C13 seja uma instituição financeira.
Não temos uma real dívida com eles. Nossas dívidas são com outros parceiros comerciais e o C13 é quem nos repassa. Elas existem sim, e serão honradas", prometeu.
BNC Esporte