O argumento de Alejandro Martinuccio de que ele não sabia o que estava assinando e o do Fluminense de que o pré-contrato precisaria estar em outra língua para que o atleta entendesse a documentação não são válidos.
É o que comprovam os documentos assinados entre as partes. A papelada mostra, ainda, que há, sim, o timbre do Palmeiras no documento, rebatendo a afirmação do time carioca.
Em um trecho do documento, é possível ler ainda que o argentino assinou o pré-contrato com a presença de uma escrivã que entende o português de forma fluente, logo, serviu de intérprete no caso, o que derruba a tese mantida pelo Fluminense de que o atleta não sabia o que estava assinando ou que teria sido induzido.
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