O Banco Central do Irã enfrentará com "força" o mais recente pacote de sanções anunciado pelo governo dos Estados Unidos, afirmou neste domingo o presidente Mahmud Ahmadinejad, no dia seguinte da assinatura, por Barack Obama, de novas represálias contra a instituição monetária.
"O Banco Central é a espinha dorsal da pressão aos inimigos, e com autoconfiança deve possuir a resistência necessária para eliminar as conspirações", disse o presidente, durante a assembleia anual dos dirigentes da instituição, segundo declarações reproduzidas no site da presidência. "Devemos proteger o povo e o país dessas conspirações do inimigo", insistiu.
Ahmadinejad disse que, "atualmente, não há problemas particulares no setor econômico" iraniano, minimizando, assim, os efeitos das sanções precedentes impostas pelas potências ocidentais.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou sábado uma lei de financiamento do Pentágono que reforça as sanções contra o setor financeiro de Teerã. Entre outros dispositivos, autoriza o presidente a congelar os bens de qualquer instituição financeira estrangeira que negocie contratos de petróleo com o Banco Central iraniano.
O anúncio da Casa Branca foi feito num momento de grande tensão entre os dois países.Teerã ameaçou fechar o estreito de Ormuz, por onde passam 40% do tráfego mundial de petróleo, no caso de novas sanções internacionais por seu programa nuclear.
Ahmadinejad disse que, "atualmente, não há problemas particulares no setor econômico" iraniano, minimizando, assim, os efeitos das sanções precedentes impostas pelas potências ocidentais.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou sábado uma lei de financiamento do Pentágono que reforça as sanções contra o setor financeiro de Teerã. Entre outros dispositivos, autoriza o presidente a congelar os bens de qualquer instituição financeira estrangeira que negocie contratos de petróleo com o Banco Central iraniano.
O anúncio da Casa Branca foi feito num momento de grande tensão entre os dois países.Teerã ameaçou fechar o estreito de Ormuz, por onde passam 40% do tráfego mundial de petróleo, no caso de novas sanções internacionais por seu programa nuclear.
Fonte: AFP
BNC Mundo