A Justiça da Argentina considera Susana Freydoz a única suspeita pela morte de seu marido, o governador da província argentina de Rio Negro, Carlos Soria, morto com um disparo na cabeça no domingo.
De acordo com o promotor Miguel Fernández Jahde, responsável pelo caso, Susana era “a única pessoa” que estava com Soria quando o político recebeu o disparo, que teria acontecido durante uma “discussão familiar”.
O promotor ressaltou que por enquanto faltam provas necessárias para determinar se Susana será acusada pela morte de seu marido.
Jahde afirmou que Susana "ficou muito abalada e não disse uma palavra" ao ser interrogada. Ela estaria sedada e sob cuidados médicos.
Soria, de 61 anos, morreu na madrugada de domingo após um único disparo na bochecha esquerda. Ele morreu em seu quarto em sua propriedade em General Roca, uma das principais cidades de Rio Negro, no sul da Argentina. Segundo o promotor, a polícia apreendeu um revolver calibre 38 com o qual foi efetuado o disparo e do qual Soria era dono.
BNC Mundo