O ministro do Turismo, Gastão Vieira, visitou o conjunto arquitetônico da Fábrica Santa Amélia, situada na Rua Cândido Ribeiro (Rua das Crioulas), no Centro de São Luís. Depois de pronta a Fábrica vai abrigar os cursos de Turismo e de Hotelaria da Universidade Federal do Maranhão.
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1987, a antiga fábrica de tecidos, que estava abandonada há mais de duas décadas, vai receber uma unidade hoteleira; um auditório com 400 lugares e outro, que conta com tecnologia reversível para ser transformado em três espaços independentes; biblioteca; laboratórios; unidade de ensino com 16 salas de aula com capacidade para 60 alunos; e empresa júnior.
Atualmente, esse é o maior projeto de restauração arquitetônica empreendido no Maranhão. E a importância dessa ação reside justamente no fato de que cada peça – dos azulejos da fachada aos vitrais importados da Bélgica, passando pelas telhas fabricadas artesanalmente no sul da França- tem recebido atenção especial de toda a equipe de profissionais empenhada em recuperar cada detalhe.
Atualmente, esse é o maior projeto de restauração arquitetônica empreendido no Maranhão. E a importância dessa ação reside justamente no fato de que cada peça – dos azulejos da fachada aos vitrais importados da Bélgica, passando pelas telhas fabricadas artesanalmente no sul da França- tem recebido atenção especial de toda a equipe de profissionais empenhada em recuperar cada detalhe.
Os degraus da escada em espiral, por exemplo, foram recuperados individualmente, preservando ao máximo a estrutura original. Já a restauração do forro do teto exigiu um intenso trabalho de pesquisa para que se chegasse ao mais próximo possível da cor e do padrão originais.
Para o ministro Gastão Vieira, a restauração do prédio vai valorizar o turismo na Cidade. “Sonhamos em inserir a Universidade no Centro Histórico de São Luís desde a década de 1970. Como ludovicense, fico muito feliz de ver a Capital maranhense entrando no roteiro turístico do Brasil. Por isso, o Ministério tem total interesse em apoiar não só essa obra, mas também em planejar, junto com a Universidade e com o IPHAN, outras ações que resgatem o brilho da Cidade e mantenham viva a nossa memória”.
De acordo com a superintendente do IPHAN, Kátia Bogéa, durante a restauração foram encontradas cerca de 30 mil peças da arqueologia industrial, que devem compor o acervo de um espaço museográfico, aberto ao público. “Encontramos desde motores e antigos equipamentos usados na indústria têxtil a artigos como porcelanas e machadinhas.
Para o ministro Gastão Vieira, a restauração do prédio vai valorizar o turismo na Cidade. “Sonhamos em inserir a Universidade no Centro Histórico de São Luís desde a década de 1970. Como ludovicense, fico muito feliz de ver a Capital maranhense entrando no roteiro turístico do Brasil. Por isso, o Ministério tem total interesse em apoiar não só essa obra, mas também em planejar, junto com a Universidade e com o IPHAN, outras ações que resgatem o brilho da Cidade e mantenham viva a nossa memória”.
De acordo com a superintendente do IPHAN, Kátia Bogéa, durante a restauração foram encontradas cerca de 30 mil peças da arqueologia industrial, que devem compor o acervo de um espaço museográfico, aberto ao público. “Encontramos desde motores e antigos equipamentos usados na indústria têxtil a artigos como porcelanas e machadinhas.
Esses achados somados ao acervo de tecidos, que foram originalmente fabricados em São Luís, tendem a fazer da Santa Amélia um espaço integrado para ensino, pesquisa, extensão e apreciação do público”. Além dos oito prédios, o conjunto arquitetônico de mais de nove mil m², inclui a integração da Fonte das Pedras ao projeto original.
Fonte: ASCOM /UFMA
BNC Maranhão
