Construir uma educação mais cidadã e oferecer
ensino público de qualidade tem sido uma das grandes prioridades da Prefeitura
de São Luís. Nesta sexta-feira (16), o prefeito Edivaldo Holanda Júnior
destacou os novos avanços que serão implementados na rede municipal de ensino,
durante a abertura do projeto “Mobilização Social: São Luís, uma Cidade
Pela Educação”, na Unidade de Ensino Básico Santa Clara. A solenidade reuniu
representantes de 19 unidades de ensino, além da comunidade, alunos,
professores e secretários.
“Este dia municipal de mobilização pela educação
demonstra o compromisso do nosso governo em transformar para muito melhor a
educação de São Luís. Iremos construir creches, valorizar ainda mais os
professores, aumentar as melhorias na infraestrutura e garantir que os
resultados cheguem com o aumento dos índices na qualidade. Com a comunidade
andando junto conosco, conseguiremos a educação que todos os alunos da nossa
cidade merecem”, declarou o prefeito Edivaldo.
Na Unidade de Ensino Básico Santa Clara, a
programação social do Dia Municipal de
Mobilização Social pela Educação foi iniciada com a apresentação da peça
“A escola, a família e a sociedade juntas em favor da Educação”, escrita e
encenada por alunos da escola, com o objetivo de apresentar à comunidade a
necessidade de que pais e professores trabalhem juntos para superar os
desafios. Vacinação, roda de leitura, aferição de pressão arterial e glicemia,
além de exposição do trabalho das instituições parceiras, também foram
atividades desenvolvidas durante a programação.
O secretário de Educação, Allan Kardec Duailibe,
relembrou as condições em que a atual gestão recebeu a educação de São Luís, no
início deste ano, e destacou os esforços realizados para valorizar servidores e
oferecer escolas de qualidade para os alunos. “É preciso lembrar que muitos
alunos estavam fora das salas de aula na gestão passada. Professores estavam
frustrados e muitas escolas, quebradas. Nós oferecemos um aumento de 9,5% para
os professores, além de benefícios, e reformamos inúmeras escolas, colocando os
alunos nas salas de aula. É um sinal claro de que a mudança está acontecendo”,
enfatizou.
O diretor da
unidade, Jadilson Gomes, parabenizou a ação e destacou o empenho da Prefeitura
de São Luís em valorizar alunos e professores. “Nós estamos todos muito
felizes, porque esta escola está reformada, pintada, com cadeiras novas,
enquanto, no ano passado, vândalos entravam aqui e depredavam a estrutura e ninguém
fez nada”, disse. “Sabemos que virão outros avanços se todos andarmos juntos”,
completou.
Participaram ainda da solenidade os vereadores Ivaldo
Rodrigues (PDT), autor da lei que cria o Dia Municipal da Mobilização pela
Educação; Rose Sales (PCdoB), Josué Pinheiro (PSDC) e Ricardo Diniz (PHS), a
presidente do Sindeducação (Sindicato dos Professores), Elizabeth Castelo
Branco, além de secretários municipais.
PROJETO
Tendo como base os parâmetros
estabelecidos pelo Ministério da Educação, o projeto “Mobilização Social: São
Luís, uma Cidade pela Educação” foi criado em 2013 pela Secretaria Municipal de
Educação (Semed).
O projeto parte das recomendações do Pacto por
São Luís em convidar a sociedade civil a conjugar esforços para transformar
positivamente a educação. Com o desenvolvimento do Projeto, a Semed também visa
fortalecer o vínculo existente entre escola, família e sociedade.
A coordenadora nacional do Plano de Mobilização Social
pela Educação, do Governo Federal, Ivonete Santos, parabenizou os gestores da
Prefeitura de São Luís pelo empenho que a mobilização social representa. “É
preciso lembrar a família que o papel de educar é dela, também. É da
comunidade, dos professores, do poder público. O Plano de Mobilização Social,
hoje representado com esta mobilização, é para despertar a sociedade para que
as parcerias necessárias sejam firmadas em nome do bem comum”, afirmou.
O Projeto tem por embasamento legal a Constituição
Federal (1988), o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/96); a Política Nacional de Educação
Especial (2008), o Plano Nacional de Educação (Projeto de Lei 8.035/2010) e o
Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação (Decreto 6.094/2007).
MÃO DE OBRA
INFANTIL
A mobilização também contou com atividade da Secretaria
da Criança e Assistência Social (Semcas). A titular da Semcas, Andréia Lauande,
iniciou a série de assinatura da declaração de compromisso de não utilização de
mão de obra de crianças e adolescentes em serviços, como estipula lei municipal
nº 5.265: “Não utilizar mão-de-obra de menor de 18 (dezoito) anos de idade, em
qualquer tipo de trabalho, inclusive no trabalho doméstico”.
A lei também define que todo servidor público municipal,
inclusive em cargos de comissão, devem assinar, assim que for admitido e
anualmente (no mês de agosto), um termo de compromisso assumindo a
responsabilidade de não contratar os serviços de crianças e adolescentes.
A intenção da Semcas ao publicizar a ação interna e lei é
o enfrentamento ao trabalho infantil. É competência da Secretaria o combate a
todas as formas de violação de direitos de crianças e adolescentes.
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