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2 de maio de 2015

Nair Portela e comunidade da UFMA participam do Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública

Professora Nair Portela, acompanhou o movimento altivamente
Grande Ilha - Muitas bandeiras, discursos, palavras de apoio e até uma pequena banda orquestrada pelos estudantes marcaram o Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública, na última quinta-feira, na Universidade Federal do Maranhão (Ufma). A manifestação foi organizada pelo Sindufma, Sintema, DCE Ufma e Assuma com participação de alunos, professores e funcionários que protestaram contra o contingenciamento orçamentário adotado pelo governo federal e a aprovação do PL 4330, que retira direitos de trabalhadores ao permitir a terceirização sem limites, em todas as funções de qualquer empresa e setor.

O contingenciamento orçamentário tem refletido na falta de recursos nas universidades e causado preocupação na comunidade acadêmica. A decisão de congelar um terço das despesas de todo o governo, atingiu majoritariamente a pasta da Educação, com um corte de R$ 600 milhões por mês. Entre as medidas em análise está a suspensão de contratos ou cortes parciais de recursos. A situação financeira da Ufma, como em todas as IFES no país, pode ficar difícil, com o orçamento insuficiente para bancar as despesas da instituição.

O secretário geral do SINDUFMA, Cristiano Capovilla, justifica o movimento. “Exigimos que parem com os cortes de verbas. Na Ufma foram cortados 10 por cento do orçamento previsto anualmente. O ensino, pesquisa e extensão são diretamente afetados, além da  conclusão de obras de infraestrutura e compra de equipamentos que ficam comprometidos”, disse. Para Capovilla o governo pode conseguir  “parte desses recursos pela regulamentação da taxação das fortunas que está prevista na Constituição. O cálculo anual dessas taxas corresponde a 14 bilhões de reais”, concluiu.

A diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), professora Nair Portela, acompanhou o movimento ativamente. Ela enfatizou que as universidades já estão deficitárias e que os cortes de recursos podem influenciar na qualidade dos serviços que esses profissionais vão prestar à sociedade. “Estamos aqui em favor da valorização e respeito pela educação e pelos profissionais da educação em todos os níveis. A educação no Brasil deve ser financiada de forma adequada e justa. A aplicação destes cortes provoca queda crescente e rápida na qualidade do ensino. Isto significa a desestruturação de todo o sistema educacional. Temos a preocupação imediata com a manutenção dos hospitais universitários e com investimentos em equipamentos. É um setor de suma importância para atender a população”, completou.


O estudante de filosofia e presidente do DCE, Kleysson Moreira, também participou da manifestação acompanhado de dezenas de colegas. “Temos de entender a importância da nossa unidade pela luta a favor da educação pública, que não é um gasto, é um investimento. A Universidade, junto com as centrais sindicais, está aqui pela pauta do dia, que é lutar pela garantia do melhor para a educação”.


É preciso avançar
É comum entre professores, funcionários e estudantes o comentário sobre o desenvolvimento da Ufma e todos temem uma estagnação. O professor Fábio Palácio do curso de Comunicação Social lembrou que, “a Ufma vem se desenvolvendo nos últimos anos e este crescimento está ameaçado pelo fato de que o governo federal quer jogar cortes dos ajustes fiscais nas costas dos trabalhadores e estudantes, a consequência disso é a descontinuidade em programas de ensino, pesquisa e extensão”, disse.

O professor Alan Kardec Barros do curso de engenharia elétrica defende a organização da luta. “Nossa mobilização é pela defesa da educação e contra o contigenciamento de recursos e a terceirização do trabalho”.

Estudantes do Campus de Pinheiro dos cursos de Enfermagem, Educação Física, Ciências Humanas e Ciências Naturais vieram em caravana para engrossar a manifestação. “Para nós é de suma importância participar da luta pela qualidade do ensino. Queremos mais espaço físico, equipamentos, laboratórios e acervo bibliotecário. Nossos professores estão sobrecarregados. Temos de exigir do governo investimentos na qualidade da educação porque nós vamos devolver em forma de serviços à sociedade”, disse a presidente do Diretório Acadêmico de Enfermagem, Maryjane Cruz.

A presidente da Associação dos Amigos da Ufma, Graça Ferro, participou da manifestação com um discurso de apoio e distribuindo panfletos.

BNC Cidade

14 de agosto de 2014

Professores enterram a administração pública municipal

São Luis - Cerca de 200 professores participaram do ato simbólico de enterro da administração pública municipal nesta quinta, 31. Com velas na mão e mesmo sob a chuva forte, o cortejo fúnebre saiu da Praça João Lisboa até a porta do Palácio La Ravardeière em protesto contra o descaso com a educação municipal.
Na saída da Praça João Lisboa, um grupo de teatro "chorou" a morte do prefeito, Edvaldo Holanda Jr, e do secretário municipal de educação, Geraldo Castro Sobrinho. "Se a educação pública tivesse qualidade, os políticos teriam seus filhos na escola pública. Mas eles não querem que a população tenha cultura, tenha conhecimento, porque se tivesse, ela tiraria os corruptos que estão no poder em nossa cidade. Nós, da categoria de professores, resolvemos lutar pelos direitos dos nossos alunos e pelos direitos da categoria. Por isso, hoje, nós vamos enterrar a incompetência da administração pública municipal", protestou a presidente do SINDEDUCAÇÃO, Elisabeth Castelo Branco.

Durante todo o trajeto, os professores "choraram" a morte da administração municipal até chegar à prefeitura. Mesmo sob a forte chuva que caía, os grevistas permaneceram firmes. "Nós aguentamos coisa pior na sala de aula. Por que não aguentar uma chuva?", afirmavam para os curiosos que observavam das janelas da prefeitura. Os professores também lembraram aos que ainda não aderiram à greve que o silêncio do prefeito Edvaldo Holanda Jr. deve servir de sinal de desrespeito e negligência com a categoria.
Foto: Leylanne Campelo
Por duas horas, os manifestantes protestaram contra o prefeito e o secretário de educação, e choraram sobre o caixão que levava a administração pública municipal. Na ladainha, pronunciaram o nome dos vereadores que votaram a favor do reajuste salarial de 3% e dos que se ausentaram no dia da votação. A cada nome, os professores indignados bradavam "Livrai-nos dele, Senhor!".

Há 69 dias em greve, os professores municipais se reunirão em Plenária Geral nesta sexta-feira para esclarecer à toda a categoria que as informações da Procuradoria Geral do Município para declarar a ilegalidade da greve foram falsas. Também serão discutidos outros assuntos acerca do direito de greve e da importância de manter a luta, sob risco de ter os direitos desrespeitados pela prefeitura não apenas este ano, mas nos próximos também.

BNC Educação

15 de maio de 2014

NOTA - Mnifestações/Cururuca/Mercês

A Prefeitura Municipal de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura informa que:

Sobre a manifestação na comunidade de Cururuca: Uma equipe da SINFRA esteve no local ouvindo as reivindicação dos moradores e foi acordado entre as partes, o restabelecimento da iluminação pública e serviços de raspagem das vias, afim de melhor o acesso à região.
 
Referente à residencia inundada pelas chuvas, a Defesa Civil Municipal juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Social, realizou o levantando das condições estruturais do imóvel e cadastrou a família afetada.

Sobre a manifestação da comunidade das Mercês: A Prefeitura de Paço do Lumiar informou que esteve em reunião com a comunidade na noite de ontem (13), juntamente com representantes do legislativo municipal e o Deputado Bira do Pindaré. Na pauta da reunião, a comunidade apresentou insatisfação quanto à construção de um presídio de segurança máxima na comunidade e cobrou a presença de um representante da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária. 

BNC Paço

25 de fevereiro de 2014

ENROLADA: BLOCO DA LAGOSTA OCUPA A SECRETÁRIA DE CULTURA DO ESTADO COBRANDO TRANSPARÊNCIA DE OLGA SIMÃO.

A galera ocupando a Secretária de Cultura do Estado, pedindo mais transparência para Olga Simão FOTO:  Altemar Moraes.

Indícios de fraude na execução do carnaval promovido pelo governo do Estado do Maranhão, não houve edital para licitar as brincadeiras e atrações, isso indignou o BLOCO DA LAGOSTA, que só queria ouvir de Olga, quais os critérios adotados, pois os mesmos de sempre são contemplados.
A redação
A seguir fique com as informações do  VIAS DE FATO

A ocupação da sede da Secretaria de Estado da Culta feita ontem à tarde pelo Bloco da Lagosta teve como objetivo exigir transparências nas contas públicas, do carnaval promovido pelo governo de Roseana Sarney Murad. “Houve licitação para a contratação do Marafolia? Por que não teve edital para o carnaval? Qual o critério para a contratação das atrações? Por que o cachê dos artistas locais foi reduzido? Qual o cachê de artistas como Diogo Nogueira, Daniela Mercury e Moraes Moreira? Por que o governo não divulga os seus gastos com a festa? O Marafolia foi contratado porque é de Fernando Sarney? Cadê a transparência com o dinheiro público?” Estas foram algumas perguntas feitas pelos integrantes do bloco, que chegaram num grupo com cerca de 20 pessoas.

A secretaria Olga Simão estava na secretaria, mas se recusou a conversar e responder estas perguntas. A opção principal do governo foi acionar a Policia Militar que chegou com cinco viaturas e algumas motos, cercando o prédio da secretaria, na tentativa de intimidar os manifestantes, que faziam barulho utilizando-se de apitos e cantando musica de carnaval. Quando o clima de repressão aumentou, os manifestantes aumentaram o barulho, cantaram Oração Latina, de Cesar Teixeira e Carcará, de João do Vale. Na repressão, a proporção foi de mais de um militar para cada manifestante. Um absurdo!

O bloco ficou por cerca de três horas na secretaria. Houve uma proposta do governo de receber uma comissão com três pessoas. A proposta foi imediatamente rechaçada por todo grupo. “Ou fala com todo mundo ou não fala com ninguém! A coisa tem que ser transparente! A população quer saber dos gastos com o carnaval? Quais os critérios? O dinheiro é nosso!”, disseram todos. Na verdade, este assunto envolvendo Roseana, Fernando Sarney e o Marafolia é tema de muita sensibilidade neste governo. É um escândalo que fica sem fiscalização! Cadê a Assembléia Legislativa?

Por volta de 19h, a Polícia recebeu ordens para evacuar o prédio. Um major que estava no comando da operação, pediu “por favor” para que o Bloco não ficasse acampado durante a noite. Após mais uma hora de protestos, com a Polícia bem próxima, o Bloco da Lagosta fez uma roda, onde todos falaram e decidiu sair e seguir com a mobilização, exigindo transparência nas contas do carnaval. O grupo ainda ficou na porta da secretaria. Olga saiu escondida. 
BNC Cultura

9 de fevereiro de 2014

TENSÃO: Suspeito de ferir cinegrafista diz já ter visto homem que causou explosão

Rio de Janeiro - O delegado Maurício Luciano, titular da 17ª DP (São Cristóvão) e responsável pela investigação sobre a explosão que feriu o cinegrafista da "Band" Santiago Ilídio Andrade, 49, há três dias, no Rio de Janeiro, informou neste domingo (9) que o estudante e tatuador Fábio Raposo, 22, aceitou colaborar com a polícia em benefício da delação premiada. Preso nesta manhã na casa dos pais, na zona oeste da cidade, o jovem foi indiciado pelos crimes de tentativa de homicídio e explosão.


Em mais de três horas de depoimento, o jovem acabou sendo convencido pelo delegado e pelo advogado a dar informações sobre um segundo suspeito, que foi responsável por acender o artefato explosivo e deixá-lo próximo à vítima.

Raposo disse conhecê-lo "de vista", já que ambos teriam participado de várias manifestações anteriormente. "Em princípio, ele concordou em colaborar. Vamos ver se há a possibilidade de identificar essa pessoa. Ele disse que não sabe o nome da pessoa, mas que há como identificá-lo", disse Luciano à rádio "CBN".


Fotos e vídeos de profissionais de imprensa que estavam no protesto mostram que o segundo suspeito vestia camisa cinza e calça jeans. A partir das informações passadas por Raposo, os investigadores vão elaborar um retrato falado.


Por volta das 15h, o tatuador deixou a delegacia e foi para a Cidade da Polícia, na zona norte do Rio, onde será encaminhado ao sistema carcerário. Segundo a Polícia Civil, o destino do suspeito ainda não foi definido.

BNC Rio

7 de dezembro de 2013

Paço do Lumiar: manifestações têm cunho político


Pequeno número de moradores usado como massa de manobra pela oposição ao prefeito Josemar.
As “viúvas do atraso” estão tentando mais uma vez desestabilizar a gestão do prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro (PR).

Movimentos articulados e financiados por grupos políticos de oposição, os mesmos que por anos saquearam o erário municipal e nada fizeram para melhorar a cidade, estão tentando fazer um reduzido número de moradores de massa de manobra para seus interesses mesquinhos.

Foi o que aconteceu, por exemplo, ontem, sexta-feira, 6, quando um pequeno número de moradores organizou um “protesto” e bloqueou  as vias de acesso ao município na comunidade do Iguaíba.

Ocorre que a bairro do Iguaíba e adjacências, já foi sinalizado o início dos serviços para o próximo dia 23, atendendo à solicitação da comunidade. A Prefeitura de Paço está realizando obras de recuperação em mais de 50 mil m² da malha viária em todo município, recuperando importantes vias, como as Avenidas 01 e 14, e a Rua 143 do Conjunto Maiobão, além de avenidas do Iguaíba, Tambaú, Pindoba e Lima Verde, dentre outras.

Na Avenida 14 do Maiobão, as obras já estão em fase de conclusão dos serviços de pavimentação. Na próxima semana, iniciam-se os serviços de tapa-buracos na estrada do Sítio Grande, uma importante via de escoamento do município, que dá acesso a MA 202 (estrada da Maioba).

Executados com recursos do próprio município, as melhorias chegarão ainda em áreas como Vila Nazaré, Pau Deitado, Mercês e Timbuba. Pelo visto, as obras estão incomodando a oposição, que na verdade não está do lado da população, que, depois de anos, está sendo claramente beneficiada pelas ações da atual gestão.

É esta gama de serviços, obras e projetos que já estão em curso, e outros tantos que estão por vir, que incomodam os grupos derrotados pelo povo em 2012.

 Com Informações do Blog Robert Lobato
BNC Paço

7 de outubro de 2013

Protesto no Rio tem ônibus queimado e confrontos com PM

Após manifestação, grupo depreda bancos e carro da polícia em SP (Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)
As Avenidas Rio Branco, Presidente Wilson, Mem de Sá, Antonio Carlos e a Rua Riachuelo ficaram interditadas durante os atos de vandalismo no Centro do Rio. Por volta das 23h, as vias começaram a ser liberadas ao tráfego.

Grande parte dos bares da Lapa, famosa região da boemia carioca, fechou as portas.Um ônibus foi incendiado por volta das 21h, na Avenida Rio Branco, na altura do Cine Odeon. De acordo com os bombeiros, não houve feridos.

 O guarda municipal César Vitório registrou queixa na 5ª DP (Mem de Sá) após levar uma pedrada. Ele estava dentro do carro da corporação na esquina das avenidas Presidentes Vargas e Rio Branco, quando veio um grupo grande de mascarados, atirando pedras. Atingido na cabeça, ficou com o boné todo ensanguentado e foi atendido por socorristas voluntários. “Em 21 anos de corporação, isso nunca aconteceu”, lamentou.

 Foram detidos dez manifestantes e levados para a 5ª DP (Mem de Sá). Um dos detidos era menor de idade. Eles foram revistados e liberados porque nada que pudesse configurar o flagrante foi encontrado com eles. De acordo com os advogados do Instituto do Habeas Corpus, um manifestante está detido na 12ª DP (Copacabana) e três estão na 17ª DP (São Cristóvão).

BNC Rio

16 de setembro de 2013

Aprovação a protestos cai em São Paulo, diz Datafolha

Embora a taxa de aprovação aos protestos de rua em São Paulo continue alta, a parcela dos paulistanos que afirma ser contra as manifestações quase triplicou no intervalo de dez semanas.

Pesquisa Datafolha realizada quarta-feira mostra que 21% da população da capital desaprova os protestos.

Num levantamento similar em 27 e 28 de junho, logo após o auge das grandes passeatas, os que declaravam contrariedade somavam 8%.

A pesquisa atual também mostra um grande sentimento de antipatia pelo uso de máscaras por parte dos manifestantes. Entre os paulistanos, 89% são contra o uso da peça e 9% são a favor.

No sentido inverso, a aprovação aos protestos caiu 15 pontos percentuais. Antes, 89% afirmavam ser a favor dos atos. Agora são 74%.

O índice de opiniões favoráveis é maior entre os homens (77% a 70%); atinge seu pico entre os mais jovens (84% no grupo dos que têm 16 a 24 anos); e cresce conforme aumenta a renda e a escolaridade dos entrevistados.

BNC Notícias

3 de julho de 2013

Prefeitura vai atender pauta de reivindicação dos moradores

Em reunião intermediada pelo Ministério Público do Estado do Maranhão e a comunidade do Jaracati, nesta terça-feira (02), a Prefeitura de São Luís garantiu aos moradores da rua Santa Tereza que as obras de infraestrutura do bairro serão retomadas. 

Uma obra do PAC Saneamento, orçada em R$ 27 milhões, paralisada em 26 de novembro do ano passado estaria no centro das reivindicações dos moradores. Como medida imediata, a Prefeitura propôs a criação de uma Comissão de Acompanhamento de Obra (CAO), formada por representantes do poder público e membros da comunidade do Jaracati e de outros dois bairros abrangidos pelo projeto: Cohafuma e Recanto dos Vinhais. A comissão é um dos requisitos de funcionamento do PAC, programa do governo federal.

A procuradora de Justiça, Themis Pacheco, conduziu a reunião solicitada pelos moradores, após encerramento da mobilização ocorrida na manhã desta terça-feira que interditou a avenida Carlos Cunha. 

Para dar encaminhamento às soluções da pauta de reivindicações apresentada pelos moradores participaram da reunião o secretário de Comunicação, Márcio Jerry, e o superintendente de Terras da Secretaria de Urbanismo e Habitação, Will Oliveira, que também integra o núcleo do setor das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 

O secretário Márcio Jerry ressaltou que a Prefeitura tem mantido as portas abertas para ouvir as comunidades sobre os problemas que reconhece que não são poucos em São Luís. “A Prefeitura está de portas abertas para a sociedade. Isso é indispensável para encaminharmos soluções para os problemas”, afirmou Jerry.

O representante dos moradores da rua Santa Tereza, Mauro Sérgio Correa, disse que a interdição da avenida foi a forma que os moradores encontraram para encaminhar a pauta de reivindicação. Segundo Mauro Sérgio, a interrupção da obra de saneamento ensejou diversos problemas de infraestrutura do bairro, impedindo até mesmo o trânsito de carros. “Sabemos que causamos transtornos na cidade, mas assim como eles perderam horas de trabalho perdemos horas do nosso dia a dia enfrentando problemas de todo os tipos”, desabafou o líder comunitário.

A obra do PAC Saneamento, financiada 99% pela Caixa, teve a suspensão determinada pela prefeitura na gestão passada em virtude da alteração do projeto inicial. De acordo com José Lino Silveira, representante da Silveira Engenharia, empresa responsável pela obra, a ordem de serviço foi assinada em setembro de 2012. Dois meses depois a obra foi suspensa. O argumento do prefeito à época para a medida foi a superposição da obra com o projeto do novo corredor de transporte urbano, orçado em mais de R$ 400 milhões.

 Nos dois meses subsequentes foram realizadas duas medições pela Caixa, sendo a primeira no valor de R$ 452.189,45 referentes às obras do Cohafuma; e a segunda de R$ 319.309.33, de parte do trecho Jaracati. O segundo valor somente foi pago pela atual administração. A continuidade da obra do PAC Saneamento depende agora de posicionamento da Caixa.

O promotor de controle externo da atividade policial, José Claudio Cabral; a diretora da Secretaria de Assuntos Institucionais do Ministério Público, Fabíola Fernandes, e o tenente-coronel Sá, do Batalhão de Choque da PM, também participaram da mesa de negociação.

BNC Cidade

2 de julho de 2013

PROTESTOS INDICAM DECLÍNIO DA ESQUERDA “TRADICIONAL”

Os partidos políticos do chamado campo democrático-popular e os movimentos sociais têm um legado no processo de redemocratização do Brasil e nas conquistas mais recentes da cidadania.

Não há como impedi-los de participar das manifestações de rua, se foram justamente os sindicalistas, militantes e dirigentes de esquerda que sempre levantaram as bandeiras da liberdade, contra a corrupção, pela igualdade e inclusão social.

Muitos deram até a vida na luta contra a ditadura militar. É um equívoco, portanto, rasgar as bandeiras dos partidos radicais, contrariando o princípio constitucional da livre manifestação do pensamento e da liberdade de expressão.

Ocorre, porém, que os partidos e os sindicatos “tradicionais”, dissidentes do PT e da CUT, perderam até agora uma batalha – a comunicação/mobilização.

Está em curso uma nova forma de aglomerar as pessoas. É a organização “desorganizada”, sem aquele sonhado comando tripartite (estudantes, operários e camponeses), como se pretendiam as alianças nos anos 1960 e 1970.

Nesse período havia foco na luta contra a ditadura militar e o horizonte do socialismo alimentava as mentes e os corações dos revolucionários. Em 2013 os protestos visam mudanças imediatas. Não há um objetivo estratégico e radical de transformação do modo de produção capitalista.

BRASIL PLURAL

Outra questão relevante é a complexificação da sociedade civil brasileira. Tributários das frentes de luta contra a ditadura, os movimentos sociais estratificaram-se em várias organizações específicas: mulheres, negros, índios, quilombolas, juventude, mídias livres/comunitárias/alternativas, canabianos, ambientalistas, Movimento GLBTTS, evangélicos etc.

Basta observar, por exemplo, que as grandes mobilizações sindicais perderam terreno para outras ações políticas, religiosas e culturais como a Parada Gay, a Marcha da Maconha, Marcha para Jesus e a Marcha das Vadias.

De alguma forma, esse processo de especificação da luta política desmontou o comando unificado das grandes mobilizações e greves sob a batuta dos partidos e centrais sindicais.

À proporção que a CUT se transformava em uma correia de transmissão dos governos Lula/Dilma, abriu-se um vazio na organização da sociedade civil, deixando o barco dos movimentos sociais à deriva.

Órfãos das plenárias e da organização de base, parte dos militantes vanguardistas e as novas gerações de insatisfeitos (esses em ampla maioria), passaram a se organizar nos coletivos e comunidades da Internet, inicialmente no falido Orkut.

DESCENTRALIZAÇÃO E PRAGMATISMO

Sem o horizonte do socialismo nem o comando unificado dos partidos ou das centrais sindicais, o povo está nas ruas reivindicando uma pauta difusa, mas cujos resultados já começam a aparecer.

A paciência histórica do proletariado que alimentava o sonho revolucionário dos socialistas foi ultrapassada pela nova organização veloz e pragmática da massa conectada nas redes sociais.

As gigantescas manifestações de rua em 2013 prescindem do comando unificado das centrais sindicais, outrora líderes das greves gerais.

A CUT, atrelada ao governo, há muito não serve para quase nada relacionado aos direitos dos trabalhadores. Dissidente do sindicalismo CUTista, a CSP Conlutas, vinculada ao PSOL e ao PSTU, tem o discurso ideologicamente acertado mas não consegue conectar as pessoas nas ruas.

Tanto o sindicalismo quanto os partidos da linha radical de esquerda perderam a capacidade de mobilizar e liderar a massa nesse fenômeno de 2013, mas podem retomar o comando depois.

As manifestações de rua são conduzidas pela massa impulsiva, refém dos seus próprios instintos, espontânea, conectada pela Internet, através dos flash mobs.

Repetindo um bordão já surrado, o sindicalismo e os partidos de esquerda estão ainda no mundo analógico; a massa, no digital.

CRISE DE REPRESENTATIVIDADE E COMUNICAÇÃO

Ainda não há pesquisas de opinião para mensurar a rejeição dos manifestantes às bandeiras dos partidos de esquerda, mas uma hipótese pode ser levantada: a decepção gerada por Lula/Dilma leva as pessoas a enxergarem no PSTU e no PSOL um fantasma: o PT de amanhã.

Do ponto de vista ideológico, PSTU e PSOL representam as causas erguidas nas ruas (combate à corrupção, mais verbas para educação e saúde etc), mas o povo não se sente representado por eles. De nada adianta dominar o discurso supostamente verdadeiro se a esquerda só fala para si mesma e não interage com a massa.

Um dos problemas está nas formas de organização e mobilização.

Se as manifestações de 2013 estivessem sob o comando das centrais sindicais e dos partidos progressistas ou de esquerda, haveria dezenas de plenárias para tomar decisões e outra imensa quantidade de reuniões para avaliar o texto do panfleto unificado, onde os sindicalistas, atropelando os jornalistas, escreveriam e desmanchariam infinitos parágrafos para chegar à versão final.

Sindicalistas de diversas profissões (bancários, professores, médicos, engenheiros etc) metem-se a escrever panfletos e jornais com uma linguagem burocrática que só consegue convencer seus próprios pares, em longas análises de conjuntura, muito fundamentadas e importantes, mas sem produzir comunicação com a maioria das pessoas.

A esquerda pode até estar com a razão, mas perdeu o comando das manifestações. Quando fala, não comunica. E comunicação, na contemporaneidade, é tudo. Vivemos a era da convergência e da ubiqüidade. Todas as pessoas estão conectadas simultaneamente e não há tempo a perder.

Na Internet, as pessoas vivenciam uma cultura participativa independente do comando das lideranças tradicionais. Cada qual tem sua causa, postada no Facebook, à revelia do presidente do sindicato ou do dirigente partidário.

Não dá para esperar a reunião do comando unificado e as longas (importantes, ressalto!) análises de conjuntura. O povo na rua tem pressa!

Como dizia o poeta Maiakóvski: “o mar da história é agitado.”
 
Fonte: Blog do Ed Wilson
BNC Notícias

20 de junho de 2013

Deputado Bira pede para Governadora sair de seu casulo e ouvir trabalhadores rurais do Maranhão

Os trabalhadores rurais do Maranhão, organizados no movimento “Grito da Terra”, cobram da Governadora do Estado um posicionamento e respostas quanto à pauta de reivindicação apresentada por eles. Desde a tarde desta terça-feira (18), os manifestantes ocupam as sedes do INCRA e da Secretaria de Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar do Estado (SEDES) esperando uma resposta do Governo em relação à pauta de reivindicação.

O deputado Bira do Pindaré (PT), que acompanha e apóia o movimento dos trabalhadores rurais, cobrou na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Maranhão desta quarta-feira que a Governadora receba e responda a pauta de reivindicação dos trabalhadores rurais.

O parlamentar lembrou que a Presidente Dilma Rousseff e Governadores de outros estados como Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Sul não se furtam de manifestações públicas e posicionamentos. “Não posso imaginar que num momento desses em que o Brasil inteiro se mobiliza reivindicando, protestando e lutando e as autoridades do Brasil inteiro procurando responder em relação a esses movimentos, inclusive a presidenta Dilma, o governador de São Paulo, não posso imaginar que no Maranhão a governadora vai ficar em silêncio diante dos protestos do povo do Maranhão”, cobrou.

Os trabalhadores rurais representam mais da metade da população do Maranhão. O “Grito da Terra” 2013 reivindica: melhorias no atendimento e na assistência as comunidades rurais que passa pela regularização fundiária, respostas em relação aos inúmeros casos que o ITERMA e o INCRA não conseguem dar andamento; violência no campo, trabalhadores ameaçados, sendo assassinados; revisão do orçamento do Estado para a agricultura familiar, para 2013 estão previstos investimentos de menos de 1%.

A falta de investimentos na agricultura familiar faz com que o Maranhão não produza e tenha que importar de outros estados do nordeste a cebola, feijão, tomate e demais produtos hortifrutigranjeiros. Bira cobrou da Governadora a assinatura de um documento oficial garantindo o cumprimento da pauta de reivindicação dos trabalhadores.

“Eu peço e repito, peço um posicionamento da Governadora, que ela fale, que ela diga, que se manifeste, que ela saia do seu casulo e diga para a população o que ela vai fazer em relação ao movimento dos trabalhadores rurais”, cobrou Bira.

Mobilidade Urbana

O petista também cobrou a Governadora quanto às tarifas do transporte coletivo na região metropolitana de São Luís. Ele lembrou que vários Governadores já reduziram o ICMS do diesel, o que provocou a redução das tarifas de ônibus nas cidades de Recife, João Pessoa, Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre e Manaus.

“A governadora vai fazer o que? Vai ficar só assistindo os protestos acontecendo, não vai tomar uma atitude? Não vai apresentar uma proposta? Cobro aqui uma proposta do Governo do Maranhão, para que apresente uma proposta que possa ajudar a reduzir a tarifa do transporte coletivo no Estado, isso é viável, os Estados do Brasil já estão mostrando isso, e eu quero ver aqui também a Governadora fazer a mesma coisa”, questionou Bira.
 
BNC Cidade

19 de junho de 2013

Às ruas PELA REDUÇÃO DAS TARIFAS e CONTRA QUALQUER AUMENTO DE PASSAGENS


Às ruas por novas linhas de ônibus para os bairros distantes, LICITAÇÃO e reorganização das mesmas (proposta 2)

Às ruas pela criação do CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTES (proposta 3)

Às ruas pela revitalização dos terminais de integração e reforma dos banheiros (proposta 4)

Às ruas por PASSE LIVRE para a juventude e os desempregados (proposta 5)

Às ruas pela transparência na planilha de custos das tarifas de transportes, por mais ônibus na linha campus UFMA(proposta 6)

Às ruas só por um aumento, O DA FROTA DE ÔNIBUS! Por corredores exclusivos, fiscalização para tirar as latas velhas das vias! (Proposta 7)

Às ruas só pela criação da Empresa Municipal de Transporte Público! (Proposta 8)

Às ruas por uma audiência pública no poder legislativo para debater a redução do ICMS, a planilha de custos para reduzir as tarifas (Proposta 9)

Às ruas por um Maranhão livre, sem oligarquia, Fora Roseana!! (Proposta DEZ)

Às ruas contra a PEC 37, não à corrupção, por reforma política, saúde pública e educação... Enfim, sejamos realistas,peçamos o impossível!

BNC Notícias

TRANSPORTE PÚBLICO: CASO DE POLÍCIA OU CASO DE POLÍTICA?

Franklin Douglas (*) 

A violência do aparelho estatal ao protesto contra o aumento das passagens, em São Paulo, recoloca a questão: o transporte público é caso de polícia ou caso de política?
A truculência da polícia do Governo Estadual - Geraldo Alckmin (PSDB), a reação absolutamente desorientada do prefeito petista Fernando Hadad ("os manifestante feriram um policial..."!) e o apoio do ministro da Justiça, Eduardo Cardoso (PT), oferecendo as forças nacionais de segurança para garantir a ordem (!!), faz-nos crer que retroagimos à primeira década do século 20 no Brasil.
Em 1910, as reivindicações da classe trabalhadora por melhores condições de vida eram tratadas como caso de polícia: repressão, violência, ilegalidade de greves e manifestações. Mas foi graças aos primeiros protestos e ao movimento da classe operária que, a partir dos anos 1930, uma série de políticas de proteção ao trabalho foram implementadas: salário mínimo, direito à aposentadoria, férias, carteira de trabalho, CLT, etc.
Após o Plano de Metas de Kubitscheck (1956-1961, "50 anos em 5") e o período do "Milagre econômico"(1969-1973) da Ditadura Militar, nos anos 1980 (década de 80, a década perdida), recrudesceu a situação social dos trabalhadores: ao invés de repressão policial às manifestações contra a carestia, o arrocho salarial, a falta de saúde, etc, os "movimentos sociais" exigiam que a questão social brasileira fosse tratada como caso de política, e não de polícia. Lutavam por políticas de proteção social como Sistema Único de Saúde (SUS), educação de qualidade, Previdência Social, transporte público... A Constituinte de 1988 foi o grande desaguadouro dessas bandeiras, via emendas populares.
É dessa época o período de maior organização do Movimento Popular de Transportes, por exemplo. O PT em muito contribuiu para essa concepção da questão social como caso de política e não de polícia... mas, no tempo presente, um transformismo, nos termos de Antonio Gramsci, toma conta do partido: tal como Maluf antes, trata a legítima insubordinação popular ao aumento das passagens na base do "vandalismo": protestar, não pode mais! Eis o uníssono discurso de tucanos e petistas.
Mas como calar diante do aumento de passagens frente a um transporte público ineficiente, dispendioso do tempo do usuário, com os engarrafamentos gigantescos, as latas velhas que são os ônibus?
Como nada dizer frente a um aumento de passagem que, ao consumidor, implica em significativa baixa em seu orçamento familiar?
Como aceitar um aumento quando o setor empresarial acaba de ganhar o seu "bolsa CONFINS/PIS"? Medida Provisória 617 do Governo Federal que zera o pagamento desses dois impostos devidos pelos donos de ônibus?
Como engolir um aumento de tarifas quando, por conta do "bolsa CONFINS/PIS", as prefeituras de Manaus (AM), Londrina (PR), Vitória (ES) e outras de 17 cidades paulistas estão diminuindo em R$ 0,10 (dez centavos) o valor das passagens?
A resposta a todas essas indagações é "porrada na moçada"... em jornalistas... em populares.
Em São Luís, além do "bolsa CONFINS/PIS", os donos de empresas de ônibus receberam da administração municipal a redução de 5% para 1% no pagamento de ISS (imposto municipal sobre serviços)... um repasse indenizatório de 6,60% do custo total do sistema, para que as empresas concedessem reajuste salarial aos rodoviários... E no que falam os empresários? Em reajustar as tarifas! A ganância desses donos de ônibus não tem limites!!
Após abandonar sua promessa de GPS nos ônibus, Bilhete Único, corredor de transportes e entregar a Secretaria Municipal dos Transportes ao setor empresarial, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior sequer cogita em diminuir, em pelo menos R$ 0,10 (dez centavos), as passagens de São Luís, tal como estão fazendo outros prefeitos Brasil afora...

Ante essa reivindicação popular que começa a tomar conta das redes sociais e movimentos estudantis e populares em São Luís, qual será a resposta do prefeito? Transportes como caso de polícia ou caso de política? O povo não aguenta mais tanta porrada! 

(*) Franklin Douglas - jornalista, professor e doutorando em Políticas Públicas (UFMA), escreve para o Jornal Pequeno aos domingos,  quinzenalmente. Artigo publicado no Jornal Pequeno  (edição 16/06/2013, p. 16)

BNC Artigo

18 de junho de 2013

São Luís, vem pra rua, a maior arquibancada do Brasil!

                "Não é sobre 20 centavos, estúpido"!!




Protestos se espalham e reúnem mais de 250 mil; grupos ocupam Congresso, sede do governo do Paraná e Alerj

Mais de 250 mil pessoas participaram de protestos em várias cidades de norte a sul do Brasil nesta segunda-feira (17). A onda de protestos, que nas últimas semanas tinha como foco principal a redução de tarifas do transporte coletivo, ganhou proporções maiores e passou a incluir gritos de descontentamento com várias causas diferentes.


Houve registro de confrontos e violência em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e em Brasília, onde manifestantes invadiram o Congresso Nacional. É a maior mobilização popular do Brasil desde os protestos pedindo o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello (hoje senador), em 1992.

Além do Congresso Nacional, que foi desocupado após cinco horas, grupos também invadiram a sede do governo do Paraná e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

As manifestações começaram, em sua maioria, de forma pacífica, mas houve agravamento da tensão no final da noite, com grupos de manifestantes partindo para ações mais radicais.
No Rio de Janeiro, houve confronto com policiais. Mais de dez pessoas ficaram feridas nos confrontos nas ruas, duas delas a tiros.

Manifestantes invadiram a Assembleia Legislativa do RJ e mantiveram 20 policiais militares como reféns. Eles também estavam feridos. A Tropa de Choque da PM retomou o prédio à força.

Segundo estimativas da Coppe/UFRJ, 100 mil pessoas participaram dos protestos no Rio. 
Policiais tentaram dispersar manifestantes com o uso de bombas de gás lacrimogêneo. Manifestantes fizeram barricadas com fogo. Houve depredação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Um carro foi incendiado por um grupo de manifestantes e explodiu.

BNC Brasil