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6 de outubro de 2014

Conheça os deputados federais eleitos ontem no Maranhão

1º ELIZIANE GAMA (PPS) – 133.575
2º HILDO ROCHA (PMDB) – 125.521
3º RUBENS PEREIRA JÚNIOR (PC DO B) – 118.115
4º CLEBER VERDE (PRB) – 105.243 – REELEITO
5º SARNEY FILHO (PV) – 91.669 – REELEITO
6º ZÉ CARLOS (PT) – 90.531
7º ZÉ REINALDO (PSB) – 86.728
8º PEDRO FERNANDES (PTB) – 85.507 – REELEITO
9º VICTOR MENDES (PV) – 85.034
10º JUSCELINO FILHO (PRP) – 83.955
11º JOÃO MARCELO (PMDB) – 83.847
12º WEVERTON ROCHA (PDT) – 81.161 – REELEITO
13º ALBERTO FILHO (PMDB) – 67.885 – REELEITO
14º WALDIR MARANHÃO (PP) – 66.274 – REELEITO
15º ANDRE FUFUCA (PEN) – 56.879
16º JOÃO CASTELO (PSDB) – 52.783
17º JUNIOR MARRECA (PEN) – 50.962
18º ALUISIO MENDES (PSDC) – 50.658

8 de junho de 2014

Em Imperatriz, Flávio Dino e agropecuaristas debatem ações de incentivo ao desenvolvimento


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Imperatriz - O coordenador do movimento Diálogos pelo Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), esteve nesta sexta-feira (06), no Sindicato Rural de Imperatriz (Sinrural) para um debate com agropecuaristas. Acompanhado do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), do vice-prefeito, Pastor Porto (PPS) e do ex-governador do Maranhão, Zé Reinaldo (PSB), Flávio defendeu o apoio à produção como ferramenta de desenvolvimento econômico e social do estado.
“O grande impasse do Maranhão é a questão do desenvolvimento. Tenho a exata dimensão de que só é possível nós melhorarmos os indicadores socioeconômicos do estado, que é o nosso desafio, se tivermos a capacidade de repactuar o desenvolvimento em torno da temática da produção”, acredita Dino.
Durante a conversa, Flávio Dino defendeu um ambiente de negócios saudável para aumentar o Produto Interno Bruto (PIB), aumentar a riqueza existente, verticalizar as cadeias produtivas existentes, avançar na agroindústria, incentivar as atividades primárias para que possa sonhar com outro ciclo de industrialização no Maranhão.
“Para o nosso estado crescer, se desenvolver, é preciso mais produção. Essa é a visão que alimenta o nosso Programa de Governo. É uma tarefa concluir o zoneamento econômico-ecológico, uma ferramenta de planejamento, de segurança política, de solução de entraves; reestruturar a parte pública do setor; fazer com que os órgãos existentes funcionem melhor, como a Aged, a Agerp, fazer plano de carreira, motivar os servidores”, comentou Flávio Dino.
O presidente do Sindicato Rural de Imperatriz, Sabino Costa, apresentou as principais preocupações do setor. Entre elas, o diálogo com os órgãos que atuam diretamente com os produtores, orientação e informação para quem quer produzir. “O que a gente mais quer ver é as coisas acontecerem, ver o desenvolvimento”, disse.
Ex-governador do estado, Zé Reinaldo, reforçou a necessidade de apoio à produção da pecuária e agricultura no estado como forma de mudar a realidade social e desenvolver a economia. “O Maranhão precisa desse setor, produzindo, sem empecilho”, defendeu. Ele aproveitou para reforçar a confiança que possui em Flávio Dino para governar o Maranhão.
Da mesma forma, o Pastor Porto disse que a esperança do estado está sendo adiada há algum tempo, mas que as pessoas sonham com um Maranhão, olhando para a frente. “Chegou a hora, a alma maranhense precisa dessa perspectiva”, afirmou, em defesa do nome de Dino.
BNC Eleições 2014

3 de janeiro de 2014

"O GOVERNADOR DO MARANHÃO É ARNALDO MELO", afirma ZÉ REINALDO

Por Hugo Freitas

2014 começou agitado no campo da política maranhense. Por ser um ano de eleições presidenciais e governamentais, a tendência é que a temperatura suba ainda mais até outubro.

Em conversa exclusiva com o titular do blog, o ex-governador do Maranhão (2003-2006), José Reinaldo Tavares afirmou, categoricamente, que o "governador do Maranhão é o Arnaldo Melo". O deputado governista é o atual presidente da Assembleia Legislativa (AL).

A afirmação de Zé Reinaldo foi dada em resposta ao questionamento se ele teria algum acordo firmado com deputados (governistas e oposicionistas) para ser indicado pela Assembleia como novo governador do Estado em uma eventual vacância no cargo máximo do Executivo maranhense.

A possibilidade de um "mandato tampão" no governo estadual é real e pode apimentar de vez o caldo eleitoral de 2014. E tudo dependerá de uma decisão de Roseana Sarney (PMDB). A atual governadora pode renunciar ao cargo para se candidatar ao Senado Federal, que este ano deverá eleger apenas um representante do Estado do Maranhão.

Caso esta possibilidade se materialize até abril deste ano (seis meses antes das eleições), quando encerra o prazo de desincompatibilização de cargos públicos para quem pretende disputar um mandato eletivo, o pleno da Assembleia deverá escolher um novo governador para completar o ano de 2014. Por isso, a terminologia de "mandato tampão".

Para Zé Reinaldo, caso Roseana renuncie ao governo, quem deve assumir é Arnaldo Melo (PMDB). O ex-governador disse não estar sabendo de acordo nenhum envolvendo seu nome e que apenas "conversaram" com ele sobre esta possibilidade.

"Estou longe do Maranhão. Estou viajando. Mas desconheço a existência de qualquer acordo neste sentido, pois o governador é o Arnaldo Melo", asseverou Tavares.

Perguntado ainda se aceitaria retornar ao Palácio dos Leões caso recebesse um convite formal dos deputados, Zé Reinaldo desconversou. "Não quero opinar sobre isso. Prefiro aguardar o desenrolar dos acontecimentos".


A tendência de que Arnaldo Melo seja, de fato, eleito indiretamente pelos deputados da AL numa eventual saída de Roseana para a disputa pelo Senado é compartilhada também pelo líder da Oposição na Casa Legislativa, deputado Rubens Júnior (PCdoB).

Em conversa com o titular deste site, Rubens afirmou que a bancada de oposição apoia a eleição de Arnaldo Melo para o cargo de governador do Maranhão.

"Não poderia ser diferente, pois apoiamos o nome de Arnaldo para a presidência da Assembleia. Ele é um nome que nós acreditamos que fará uma transição segura até o fim de 2014. E é isso o que queremos", afirmou o líder oposicionista.

Rubens Júnior foi ainda mais enfático e disse que a oposição irá lutar para que Luís Fernando não seja mais um "governador biônico"."Tudo o que nós não queremos é que Luís Fernando seja eleito um novo governador biônico. Nós não iremos aceitar isso. A oposição vota em grupo e votaremos pela eleição de Arnaldo Melo", finalizou o deputado.

Em tempo, a eleição indireta para a escolha de novo governador do Maranhão ocorrerá se, e somente se, houver vacância do cargo. Nesta hipótese, os deputados da AL poderão escolher qualquer cidadão, com 35 anos ou mais, para ocupar a cadeira de governador até o fim de 2014.

"O candidato a governador não precisa ser, necessariamente, um deputado. Pode ser qualquer cidadão, desde que respeitadas todas as condições de elegibilidade de uma eleição normal", explicou o deputado Rubens Júnior, que também é advogado.

Fonte: Blog Hugo Freitas
BNC Notícias



5 de outubro de 2013

Zé Reinaldo abdica de candidatura ao Senado em favor de Roberto Rocha

Com a importante participação de Eduardo Campos, Roberto Rocha e Zé Reinaldo fazem acordo para manter oposição unida.
Com a importante participação de Eduardo Campos, Roberto Rocha e Zé Reinaldo fazem acordo para manter oposição unida.

A oposição cada vez mais consolida sua união. Durante o lançamento daa pré-candidatura a governador de Flávio Dino (PCdoB) durante a 13ª Conferência Estadual do PCdoB, que ocorre no auditório do Rio Poty Hotel, em São Luís, o ex-governador José Reinaldo Tavares anunciou a retirada da pré-candidatura ao Senado.

Zé Reinaldo será candidato a deputado federal com o apoio do prefeito de Timon Luciano Leitoa e da família de Roberto Rocha, que tem o prefeito de Balsas, Rochinha. Zé Reinaldo e Roberto Rocha se abraçaram após o anúncio do acordo de paz.

Durante o evento, Inácio Arruda deixou bem clara a prioridade nacional do PCdoB: eleger Flávio Dino governador do Maranhão.

Com Informações do Blog Clodoaldo Corrêa
BNC Eleições 2014

12 de agosto de 2013

CONTAGEM REGRESSIVA: Roseana deve deixar o governo em outubro desse ano em processo de cassação, denuncia feita pelo Zé Reinaldo por abuso de poder econômico

Considerado por muitos, o “celebro” da oposição do Estado, até hoje único estrategista a derrotar nas urnas a oligárquica família Sarney, o ex-governador José Reinaldo Tavares ganhou novamente destaque na mídia nos últimos dias. Pelo histórico, Zé Reinaldo é odiado pelo clã, somando a isso, foi Zé Reinaldo o autor da denúncia que originou o processo que pede a perda de mandato de Roseana. Agora, após o parecer favorável do procurador geral da República, Roberto Gurgel à cassação da Governadora do Estado, a fúria dos ‘Sarneys’ contra o ex-governador aumentou significavelmente. Zé Reinaldo conhece o jogo político do Estado como ninguém, sabe o que representa o andamento do processo de Roseana e a instabilidade que causa no Governo.

Justamente agora, coincidindo com as negociações entre os partidos e a fragilidade da saúde do Senador Sarney. Caso cassados, Roseana e Washington ficam inelegíveis por vários anos. Sendo assim, quem seria o nome petista na chapa PMDB/PT? Não tem ninguém com musculatura politica para tal. Outro problema para os Sarney’s revolverem. Fora isso, existem muitas outras peças no quebra-cabeça. Desde a possibilidade de uma provável renúncia antes do julgamento, perpassando pela inconfiabilidade no Presidente da Assembleia Arnaldo Melo, chegando até a hipótese de Luís Fernando vir concorrer o governo sentado na cadeira de Governador. E até mesmo como o jornalista Raimundo Garrone postou “Caso Roseana seja cassada, Luís Fernando não poderá ser candidato na Assembleia”

Entre tantas dúvidas, as decisões são incertas, e as estratégias, tendem a fraquejar! Quem pensa que o ex-governador está distante da politica maranhense, enga-se. Zé sabe a importância da união partidária que congregue PSDB e PSB juntamente com os demais partidos da oposição, e trabalha, diuturnamente, para juntar as peças.

A verdade que não dá mais ela será cassada, e isso ela já sabe, o que eles trabalham de que forma seria para que a dor do parto não seja grande, o atual governo vive um momento delicado e ela não consegue mais governar.

Muitos acreditam que até outubro ela de ve deixar o governo e assim ficar um bom tempo afastado da política, é bom lembrar que o autor desse processo é Zé Reinaldo o inimigo mortal do velho Sarney

 Com Informações do Blog Domingos Costa
BNC Política

21 de abril de 2013

AFINAL O QUE ELE DISSE: ZÉ REINALDO CONCEDE ENTREVISTA AO JP SOBRE AS ELEIÇÕES 2014

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Jornal Pequeno – O PSB enfrentou graves disputas internas nas últimas eleições. O senhor está bem no partido ou está cogitando sair dele?
José Reinaldo Tavares – O PSB é um partido que tem um candidato a presidente da República. Eduardo Campos, governador de Pernambuco, é um homem de muita tradição na política, muito inteligente, muito preparado e muito competente. Como governador de Pernambuco, ele vem fazendo um governo admirável. O salto que Pernambuco deu – um Estado que estava estagnado alguns anos atrás, vendo a Bahia avançar e o Ceará chegando perto. Hoje Pernambuco é o Estado líder do Nordeste.
De forma que eu vou ter uma conversa com o presidente do nosso partido, Eduardo Campos, e depois me decidir, ver o que eu vou fazer. Mas eu me sinto bem dentro do PSB, porque é um partido que não tem dono. Eu vejo muitas declarações de pessoas falando que o PSB vai fazer isto, vai fazer aquilo. O PSB, durante todo o tempo que estou lá, sempre decidiu as coisas no voto. Os componentes do PSB é que decidem os rumos do PSB. No momento, com a candidatura do Eduardo Campos, que é o presidente do nosso partido, quem manda no partido hoje é o Eduardo Campos. Ele vai precisar de um palanque aqui.
Então o partido estará com esta pessoa que formará o palanque para ele. Não tem dúvida nenhuma. Então não adianta a Roseana tentar levar o partido, alguns pensarem em agradá-la dizendo que vão levar o partido para lá. Porque não vai levar. Quem vai decidir é o Eduardo. E o Eduardo não vai ficar ao lado de Roseana, de maneira nenhuma. Porque Roseana vai apoiar a Dilma e o Eduardo vai ser uma outra candidatura. Pelo menos, é o que está esboçado até agora.
JP – Na sua avaliação, há um risco de o PSDB ir compor com o grupo Sarney em 2014?
José Reinaldo – O PSDB é um partido muito importante para a oposição. Sempre foi, sempre esteve junto da oposição. É o partido que, dentre os partidos da oposição, é o que tem o maior tempo de televisão, é o que tem maior estrutura no Estado. De forma que é um erro nós pensarmos numa campanha para governador, sem pensar no PSDB.
A meu ver, e se dependesse de mim, eu estaria trabalhando era para trazer o PSDB para fortalecer esta luta, com todos os outros partidos da oposição. Inclusive porque nós vamos precisar deste tempo de televisão. O governo virá com um tempo imenso. E a gente sabe que o governo mente muito na televisão. As propagandas deles não têm parâmetro na realidade. E nós precisamos de tempo para mostrar a realidade para a população.
Eu acho que a chave para conseguir que o PSDB esteja conosco é o ex-governador e ex-prefeito João Castelo. Ele é um grande quadro da oposição. Eu convivi com ele em 2006, sei da importância que ele teve para a vitória que obtivemos em 2006. Eu acho que a gente tem que deixar de lado as querelas de eleições recentes e passar a pensar no futuro, porque vamos precisar unir a oposição.
JP – A fusão do PPS com o PMN acrescenta algum fato novo à política no Maranhão?
José Reinaldo – Eu acho que esta fusão não vai ter efeito. Porque os partidos do governo acham que isto é prejudicial à campanha pela reeleição da presidente Dilma. E vão colocar todo tipo de empecilho. Não adianta um partido que não tenha direito a tempo de televisão e que não tenha direito ao Fundo Partidário. Então, não vai atrair ninguém desta maneira. E já passou uma lei na Câmara, que agora só falta ser aprovada no Senado, exatamente para impedir que esta fusão se materialize.
JP – Como o senhor analisa a disputa que vai se dar em 2014, no Maranhão, pela vaga ao Senado
José Reinaldo – O Senado é muito importante. Se eu tivesse sido eleito, por exemplo, em 2010, as coisas seriam muito diferentes aqui. Porque eu teria hoje um convívio muito grande com o governo federal, poderia influir e corrigir muitas das coisas erradas que são feitas aqui. Mas vejo aí um açodamento e eu até digo que estou aprendendo muito com política.
Porque o que se fala é que os candidatos ao Senado na eleição de 2014 foram escolhidos na eleição para prefeito em 2012. Eu nunca tinha visto isto. Quer dizer: estou aprendendo estas coisas inusitadas aqui no Maranhão. Eu não vejo o menor sentido nisto, mesmo porque nós não podemos ficar apenas com aqueles partidos. Nós temos que pensar é em ampliar a coligação. E estes cargos – de governador, de senador – tem de ser discutidos com todos os partidos que vão fazer parte da base do nosso candidato, que deve ser Flávio Dino.
Então, não vejo sentido neste açodamento agora. Se nós todos nos unirmos em torno do nosso candidato, o Flávio, que é muito forte, nós teremos chance de ganhar de qualquer pessoa aqui, para o Senado inclusive. Então, nós temos é que nos unir. Esta é a chave da vitória.
JP – O seu projeto para 2014 é sair candidato ao Senado?
José Reinaldo – Se for dentro deste quadro de composição, para fortalecer a candidatura do nosso candidato a governador, e uma composição entre todos os nossos partidos, e a aceitação de todos, eu irei, se for assim. Se não for assim, se for dividido, se for mais de um, aí nós não teremos chance nenhuma de eleger o senador, e a oposição vai se ressentir disto no futuro.
JP – O senhor acredita que a governadora Roseana Sarney irá sair candidata ao Senado?
José Reinaldo – Não tenho dúvida de que ela sairá candidata, por duas coisas. Primeiro: com a saída do Sarney do quadro político nacional, a família precisa de um senador ligado à base do governo, para defender os interesses comerciais, e todos os tipos de interesse da família. E também, se não tiver um senador da família, quem vai tomar conta da política é Lobão, que é o senador que terá mais quatro anos pela frente. E eles não pensam jamais em entregar para Lobão tudo aquilo que o Sarney há 50 anos vem fazendo. Não vejo nenhuma alternativa para Roseana que não seja sair candidata ao Senado.
JP – Então o senhor acha que o senador Sarney não será mais candidato?
José Reinaldo – Eu acho que o Sarney tem condições políticas, mas não terá condições eleitorais de ser candidato a senador pelo Amapá, em 2014. Hoje, lá no Amapá, além de João Capiberibe, cujo filho é o governador do Estado, há outro nome, que é o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, que é a grande liderança hoje do Amapá, e que acabou de eleger o prefeito de Macapá. E aqui no Maranhão, muito menos. O que trava o Sarney, pelo orgulho que ele tem e pela biografia que ele quer escrever, é que ele jamais encerrará sua carreira política com uma derrota. Para ele isto não cabe. De forma que eu acredito que ele não irá se expor a uma candidatura onde ele tem grandes chances de perder.
JP – E o senador Edison Lobão, ao seu modo de ver, ainda tem chance de sair candidato ao Governo do Maranhão?
José Reinaldo – Acho que o Lobão tem muitas chances. Não acredito que Luís Fernando vá se tornar realmente este candidato que o Jorge e a Roseana estão querendo fazer. Ele tem dificuldades na classe política. E eu estou vendo e estou sabendo, por meio de pessoas que são minhas amigas, que este governo itinerante, por exemplo, que foi feito para montar a candidatura do Luís Fernando virou um fiasco.
A governadora chega lá prometendo uma porção de coisas e assinando papéis. O pessoal bate palmas. Mas um político diz baixinho um para o outro: vou votar é para o Flavio Dino. De modo que eu não acredito nesta candidatura afastada de uma sensibilidade política maior. Acredito que o candidato do Sarney, se o Lobão tiver saúde, é o Lobão. Se o Lobão não tiver saúde, é o João Alberto. Eu acho que o Luís Fernando é o terceiro dentro da linha, mesmo porque ele divide muito. No próprio governo, há muitos políticos que não preferem Luis Fernando de maneira nenhuma.
JP – Quais são, de fato, as chances que Flávio Dino tem de se eleger governador do Maranhão?
José Reinaldo – Quando o Flávio Dino veio conversar comigo, à época em que eu era o governador em 2006, ele me disse que havia cumprido todo o ciclo, dentro da magistratura, e que como juiz ele ajudava uma pequena parcela da população no Maranhão, que entrava em demanda e que ele podia ajudar. E que como político – ele ainda não falava ainda no sonho de ser governador – ele podia ajudar muita gente, de uma vez. Confesso que não vi nele uma grande liderança política, naquele momento. Mas eu via nele aquele líder carismático, o estadista que o Maranhão estava precisando. O homem que veio da política estudantil e que se acostumou a fazer justiça. Aquilo estava e está imbuído nele. E o Maranhão precisa muito de justiça nas ações do governo.
De forma que eu acredito que o Flávio é um homem preparadíssimo para ser o governador do Estado e eu sempre o incentivei, sempre, a se candidatar a cargos majoritários, depois que ele se elegeu deputado, com um sucesso extraordinário no Congresso Nacional. Eu ia à Câmara Federal e todo mundo me falava dele. Ele ficou conhecido no Brasil inteiro. E hoje todo mundo sabe quem é o Flávio Dino.
Eu sempre o incentivei a concorrer às eleições aqui – para prefeito e para governador. De forma que com ele foi criada, durante todo esse tempo, pela própria presença dele na política, essa urgência que hoje a população tem pela renovação, pela mudança. Quem encarna isso, a única pessoa que eu vejo que realmente hoje encarna isso no Maranhão é Flávio Dino

Fonte: Jornal Pequeno
BNC Eleições 2014

20 de abril de 2013

Eleições 2014: pesquisa Amostragem mostra disputa acirrada para o Senado Federal

A pesquisa Amostragem, divulgada no último domingo (14), pelo Jornal Pequeno, revelou a existência de uma disputa acirrada para o Senado Federal polarizada pela governadora Roseana Sarney (PMDB) e o vice-prefeito de São Luis, Roberto Rocha (PSB).

Pelo levantamento da Amostragem, Roseana Sarney tem 44,69% e Roberto Rocha 33,77% da intenção de voto do  eleitorado entrevistado. A pesquisa mostrou ainda que o socialista aparece na frente do deputado federal Domingos Dutra e do ex-governador José Reinaldo, dois outros nomes da oposição que pretendem disputar uma única vaga para senador em 2014.

Contudo, é no quesito rejeição que a pesquisa revela a real possibilidade de Roberto Rocha surpreender e vencer o favoritismo de Roseana Sarney.

A rejeição da governadora, segundo a pesquisa Amostragem, chega a 35,54% dos eleitores entrevistados contra 13,85% que afirmam não votar em Roberto Rocha. Ou seja, a peemedebista tem quase o dobro da rejeição do socialista.
Domingos Dutra e José Reinaldo Tavares estão empatados tecnicamente no item rejeição, com 20,85% e 20,69%, respectivamente, conforme mostra o gráfico abaixo:

A pesquisa do Instituto Amostragem foi realizada entre os dias 4, 5 e 6 de abril e ouviu 1300 pessoas em 40 municípios do Maranhão. Tem margem de erro de 2,66%, para mais ou para menos.

O levantamento foi encomendo pela PCdoB, partido do presidente da Embratur, Flávio Dino, e veiculada com exclusividade pelo Jornal Pequeno, o que joga por terra as especulações de que a candidatura de Roberto Rocha estaria a serviço de dividir a oposição, como alguns na própria oposição afirmam.


Fonte: Blog Robert Lobato


BNC Política