Flávio Dino participou, no último sábado, do 5º Congresso
Estadual de Rádios Comunitárias que fazem parte da rede Abraço. O
fortalecimento da comunicação como política pública para democratizar o acesso
e a difusão da informação foi o ponto central da participação de Flávio Dino
durante o evento.
A atuação das rádios comunitárias para a ampliação da
democracia foi destaque durante a discussão, como forma de por fim ao monopólio
dos meios de comunicação que ainda acontece no Maranhão.
A necessidade de um sistema democrático de informação, que fortaleça
as diversas vozes da sociedade, foi o tema central levado por Flávio Dino
durante a participação no Congresso. “As rádios comunitárias são porta-voz
daquilo que é ocultado pela política dominante, por isso é necessário
reverter esse modelo que hoje concentra renda e poder. Uma comunicação
democrática fortalece a sociedade, pois as vozes dos excluídos, dos invisíveis,
dos esquecidos podem e devem ser ouvidas,” destacou.
A pontuação feita por Flávio Dino foi amplamente apoiada por
dezenas de radialistas de todas as regiões do estado que participavam de debate
sobre a ampliação do acesso à informação. Dino defendeu a comunicação como
política pública fundamental para o fortalecimento da democracia no Maranhão.
“Quando eu venho ao Congresso da Abraço é porque compreendo a
necessidade da democracia no ar para que haja democracia na sociedade. A
existência de uma política pública de comunicação é parte desse contexto,”
afirmou.
Liberdade
de expressão
Defendendo o direito de todos os cidadãos à liberdade de
expressão, Flávio Dino disse aos radialistas presentes que o passo fundamental
para o fortalecimento da democratização da comunicação é a existência de
políticas públicas voltadas a dar oportunidade para que todas as vozes sejam
ouvidas.
Flávio Dino lembrou de sua atuação como deputado na Câmara
Federal pela criação e fortalecimento da EBC (Empresa Brasileira de
Comunicação). Além disto, Flávio Dino deu apoio à formalização e criação de
diversas rádios comunitárias no Maranhão.
“Quero dar a vocês uma garantia fundamental. Não sou dono de
empresa de jornal, de rádio, de televisão e nem quero ser, porque compreendo
que cada um tem que cumprir seu papel na sociedade,” finalizou.
BNC Comunicação