São Luis - O comércio informal permanece ocupando as calçadas da Rua Grande, a principal rua do comércio popular de São Luís.
No ano passado, os ambulantes fizeram um acordo informal com a
Prefeitura e deixaram as calçadas da via, mas aos poucos retomaram seus
lugares. A presença dos vendedores informais na área é alvo de
reclamação dos lojistas, que se sentem prejudicados com a concorrência.
Pedestres reclamam da falta de espaço para caminhar. Situação que é
agravada pelos problemas de infraestrutura do local.
No dia 31 de julho do ano passado, durante uma operação da Secretaria
Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh), fiscais da Blitz Urbana
entraram em acordo com os vendedores ambulantes que ocupavam a Rua
Grande para que deixassem a via. Os ambulantes até chegaram a desocupar
as calçadas, mas voltaram para frente das lojas.
Concorrência
Por causa da variedade de produtos e os preços mais acessíveis dos camelôs, os lojistas reclamam que têm prejuízos por causa da concorrência que eles classificam como desleal. "Como eles não pagam impostos e não têm obrigações trabalhistas, podem oferecer produtos mais baratos e os preços podem diminuir ainda mais durante a negociação com o cliente e isso nos prejudica, pois o mesmo produto que está à venda na nossa loja custa bem menos em uma barraca em frente a ela", afirmou Luís Carlos Cerqueira, gerente de loja.
Por causa da variedade de produtos e os preços mais acessíveis dos camelôs, os lojistas reclamam que têm prejuízos por causa da concorrência que eles classificam como desleal. "Como eles não pagam impostos e não têm obrigações trabalhistas, podem oferecer produtos mais baratos e os preços podem diminuir ainda mais durante a negociação com o cliente e isso nos prejudica, pois o mesmo produto que está à venda na nossa loja custa bem menos em uma barraca em frente a ela", afirmou Luís Carlos Cerqueira, gerente de loja.
A rotina dos ambulantes é a mesma todos os dias. Eles chegam à Rua
Grande antes das lojas abrirem as portas e montam suas barracas todos os
dias, em frente aos estabelecimentos comerciais. Após se espalhar cada
vez mais pelo centro da cidade, o comércio informal tomou conta das
calçadas. Sem controle e fiscalização, sobraram poucos espaços para os
pedestres, que reclamam da falta de espaço para caminhar.
BNC Comercio
