São Luis - Conforme anunciado, a Polícia Civil do Estado do
Maranhão iniciou hoje nova paralisação de advertência que vai até o dia 26 de setembro. A
partir das 7h desta quarta-feira, os policiais civis estarão
concentrados em frente à REFFSA. “Nossa
luta continua, agora em busca da Dedicação Exclusiva para o Policial
Civil, das
melhorias das condições de trabalho, da contratação dos excedentes que
fizeram
academia e estão aptos a assumir os cargos e minimizar o baixo efetivo e
do
reajuste das gratificações congeladas desde 2007”, destacou Heleudo
Moreira. Se
todas as reivindicações não forem atendidas, outra paralisação já está
marcada para
13 a 17 de outubro, podendo ser deliberada greve geral por tempo
indeterminado.
As regionais e delegacias municipais de Caxias, Timon, Bacabal, Imperatriz,
Pinheiro, Codó, Rosário e Viana também estão preparadas para aderiram ao
movimento. Os policiais dessas regionais farão o movimento chegar aos demais
municípios do Maranhão. Porém, a determinação é que seja cumprida a legislação que é manter 30% dos
efetivo para atender à população. De acordo com o vice-presidente do SINPOL,
Fabrício Severo Filho, 70% da categoria suspendeu as atividades, conforme diz a
lei, mantendo 30% de funcionamento. “Em são Luís funcionaram os quatro plantões
centrais: REFFSA, Cidade Operária, Cohatrac e Vila Embratel. Todos em regime de
24h para atender a sociedade nos casos de emergência, assim como nas demais
cidades que aderiram à paralisação”, informou.
Estão à frente do movimento paredista o SINPOL (Sindicato dos Policiais
Civis do Maranhão), a ASPCEMA (Associação dos Servidores da Policia Civil) e
APOTEC (Associação de Polícia Técnico Científica do Maranhão), que mobilizaram
as atividades de investigadores, escrivães, comissários, operadores de rádio,
motoristas policiais, peritos criminais, médicos legistas, toxicologista e
farmacêutico legista.
BNC Polícia