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17 de dezembro de 2014

Ricardão sai do cenário estadual e volta para Coroatá para ser secretário de Educação


Teresa Murad
Ricardão e a Guerreira
Após cinco anos à frente da Secretaria de Estado de Saúde – SES no governo da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e mais um mandato na Assembléia Legislativa do Maranhão o deputado Ricardo Murad (PMDB) dificilmente terá espaço no cenário político estadual.
Isto ficou evidenciado principalmente nos últimos dias após o seu retorno ao Palácio Manoel Bequimão, onde atualmente mais parece um mero desconhecido, tamanho o isolamento, resultado das muitas inimizades que fez entre os seus (de novo) companheiros de parlamento, especialmente durante o período eleitoral afim de eleger dois sucessores para o legislativo, Andrea Murad e Souza Neto (ambos também do mesmo PMDB).

Para não sumir de vez do mapa e da política maranhense o deputado deverá fixar, a contra-gosto, moradia no Sítio Cajueiro, de onde passará a comandar mais de perto os rumos do governo da esposa, a prefeita sub judice Teresa Murad (PMDB).

 Fará isto não apenas como liderança política ou conselheiro-mor da mandatária, mas, a partir de então, também como secretário municipal de Educação, cargo que já ocupou no governo do sobrinho Rômulo Augusto(1997/2004) e que exigiu novamente para si, do qual passará a comandar de “próprio punho” .

É do sítio de sua propriedade que Murad acompanhará, agora de muito perto, cada passo do seus subalternos e também dos seus inimigos políticos. A jacarezada vai pirar e a oposição terá que “pisar miúdo” para não dar assunto ao ainda mais raivoso Ricardão.

De Coroatá de Verdade
BNC Política

14 de agosto de 2014

Minha relação com Campos extrapolava a política, diz Lula

Do R7
Visivelmente emocionado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva falou na tarde desta quinta-feira (14) sobre a morte do presidenciável Eduardo Campos, do PSB, vítima de acidente aéreo.
— Minha relação com Campos extrapolava a política. Nós éramos mais do que políticos amigos, nós éramos companheiros
O ex-presidente contou que foi informado da tragédia pela presidente Dilma Rousseff e se lembrou de momentos vividos ao lado de Eduardo, com ele como seu ministro e também como governador de Pernambuco.
— O que a gente pode fazer pelo Eduardo é ter seu comportamento e sua vida política como exemplo. O Brasil não merecia isso. O Eduardo Campos era uma figura extremamente promissora, um político excepcional. E ele era alegre, um contador de causos extraordinário. Era gratificante jantar na casa dele.
Marina Silva
Lula disse que ainda não telefonou para a ex-ministra Marina Silva, sua amiga há mais de 30 anos e vice na chapa de Eduardo.
— Não liguei pra Marina. Eu a vi na entrevista, ela estava realmente muito abatida. Por mais difícil que seja, a vida continua e precisamos batalhar, continuar trabalhando. Mas vou conversar com a Marina, tenho um apreço pessoal por ela. A respeito como companheira, como fundadora do meu partido, como minha ministra e como candidata. Nunca misturei minha relação de amizade com coisas políticas. Gosto muito dela.
Tabuleiro político
O ex-presidente evitou fazer qualquer prognóstico sobre o que muda no cenário eleitoral com a morte de Campos.
— Sinceramente, não quero falar disso agora. Mudou a conjuntura, mas vamos esperar. Não sei qual o tamanho do impacto, mas não vamos apressar os fatos. Vamos esperar enterrar o Eduardo e depois voltamos a falar da campanha.
Lula disse que irá a Recife no final de semana para acompanhar o velório e o enterro do ex-governador de Pernambuco.
BNC Política