20 de novembro de 2008

Servidores da Assembléia Legislativa pedem cumprimento da Lei Planos, Cargos, Carreiras e Vencimentos.

O Presidente da Assembléia Legislativa, João Evangelista teve um presente de grego no dia da inauguração, manifestantes da educação e servidores do parlamento que cobrava dos deputados o cumprimento da lei que criou o plano de cargos, carreiras e vencimento – PCCV.

Na ultima sessão legislativa houve um debate em torno da implantação do referido plano. A fala do deputado João Evangelista afirmando que o plano iria trazer prejuízos para alguns funcionários. Segundo a nota distribuída pelos funcionários da assembléia a informação não procede. Confira abaixo a nota:

Já se passaram 123 (cento e vinte e três) dias da publicação da lei que criou o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos – PCCV. Na última sessão Legislativa houve um debate em torno da implantação do referido plano. A fala do Deputado João Evangelista afirmando que o plano iria trazer prejuízos para alguns funcionários nos pareceu um tanto confusa. Acreditamos que a confusão do Presidente da Assembléia deve-se a informações erronias repassada por alguns diretores da área administrativa e outros apadrinhados desta Casa com objetivo de retardar a implantação do plano de postergar seus altos ganhos.

Inverdades sobre a implantação também foram repassadas para alguns deputados e para a população em geral que, ao saberem a verdade dos fatos, ficaram indignados e estarrecidos com a situação em que ainda se encontra o citado plano, ou seja, totalmente sendo empurrado com a “barriga”. Muitos pensando até que os servidores já estivem recebendo os seus salários por conta deste tão esperado sonho.

Não se tem duvidas de que existem forças não tão ocultas ou dos “fantasmas” que não estão querendo que a Casa do Povo seja funcionalmente organizada como os demais órgãos públicos.

Basta de enrolação por parte desses diretores de plantão que continuam demonstrando falta de interesse pelo bem estar dos servidores, afinal ocupam cargos comissionados e, portanto não fazem parte do quadro de pessoal efetivo ou estável da ALMA e pensam que os funcionários são idiotas, analfabetos ou quaisquer outros termos que o desqualificam e acham que são únicos que tem competência para o desempenho de tais cargos.

A verdade é que a implantação do plano abrirá uma possibilidade de critérios e limites para a ocupação de cargos comissionados e as funções gratificadas, que até então, não acontecia em virtude da tradição administrativa da Casa que à luz do bom senso não deve se perpetuar.

Somos apenas 498 funcionários efetivos que custam que custam aproximadamente R$ 800 mil reais por mês aos cofres públicos. Isto representa menos 10%(de dez por cento) do total da folha. Quantia tão irrisória em comparação ao total gasta com o pessoal ocupantes de outros cargos. A exemplo dos 798 servidores comissionados dos gabinetes dos deputados equivalentes a 2.766.498 reais por mês

Diante do exposto, o SINDSALEM vem esclarecer que participou da reunião que propôs modificações no sentido da imediata implantação do PCCV. Restando agora somente vontade política dos dirigentes desta casa para concretizar o grande sonho daqueles que defendem um futuro digno para os servidores efetivos desta Casa.

É o direito que todos têm de se manifestar, mas será que as pessoas que estavam lá, deram importância ao ato feito enfrente a nova casa do povo? Alguns não gostaram do ato feito pelos funcionários, pois era um dia histórico ali não era o momento.

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