24 de julho de 2011

Raçudo, técnico, campeão, inexplicável… Uruguai

A Celeste entrou em campo apoiado pela torcida e convencida de que a final já estava decidida. Nem mesmo o espírito pragmático e a boa fortaleza defensiva do Paraguai foram páreo para a determinação uruguaia. Tanto, que a equipe do técnico Oscar Tabárez abriu o placar já aos 11 minutos, Forlán lançou Suárez, que bem colocado fintou o adversário e chutou para anotar o gol. Ainda da primeira etapa, o Uruguai ampliou com Forlán (que amargava um jejum de 12 jogos em branco).
No segundo tempo, o Paraguai voltou melhor e tentou reagir. Mas, já estava definido. O Uruguai seguiu controlando o jogo correndo poucos riscos. E já no fim, fechou a conta de vez novamente com Forlán, que recebeu a bola de Suárez e livre tocou na saída de Villar. O placar largo e o título não deixam dúvidas. O Uruguai está de volta. Tem uma bela geração na equipe principal atual e outra que está por vir e que foi vice-campeã do mundial sub-17 neste ano.
Capacidade técnica, raça e amor a camisa são apenas palavras soltas para tentar justificar essa seleção uruguaia. A maior virtude da equipe é honrar a tradição do seu futebol. A Celeste é grandiosa e historicamente inexplicável.
BNC Copa America

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