Grande Ilha - O governador Flávio Dino lançou segunda-feira (1º), no auditório do Palácio Henrique de La Rocque, o programa ‘Mais Vida no Trânsito’. O programa, coordenado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MA), consiste em um conjunto de estratégias desenvolvidas para reduzir o número de acidentes de trânsito em todo o Maranhão, com foco principal nas motocicletas, que correspondem hoje a quase 60% da frota de veículos do estado. Inicialmente o ‘Mais Vida no Trânsito’ possui três ações emergenciais: entrega do manual técnico de municipalização do trânsito às prefeituras, realização do concurso ‘Prefeito Defensor da Vida no Trânsito’ e o projeto de lei ‘Moto Legal’.
Mostrando postagens com marcador Departamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Departamento. Mostrar todas as postagens
4 de junho de 2015
14 de novembro de 2014
Flávio Dino anuncia Antônio Nunes como próximo diretor geral do Detran
São Luis - Na manhã desta sexta-feira (14) o governador eleito Flávio Dino anunciou o nome do advogado Antônio Nunes para a direção geral do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA). Este é o 25° nome indicado para a composição de equipe da próxima administração.
Com o objetivo de implementar os compromissos assumidos pelo Programa de Governo de Flávio Dino, que está disponível para consulta na internet, Antônio Nunes assumirá o novo cargo a partir de 1° de janeiro. Entre as principais metas estão a melhoria da gestão e do atendimento aos cidadãos, a implementação de políticas de segurança no trânsito e o trabalho de prevenção de acidentes, com atenção especial aos motociclistas.
Conheça o perfil do novo indicado:
ANTÔNIO NUNES - Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA)
Antônio Nunes é graduado em Direito pela UFMA. Possui mestrado em Direito Público pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor da UFMA e da Universidade Ceuma, presidente da Comissão de Comunicação e Eventos da OAB-MA e vice-presidente da Comissão Nacional do Exame da OAB. Foi coordenador geral da Fiscalização da coligação “Todos pelo Maranhão”, que elegeu Flávio Dino Governador do Estado.
BNC Política
18 de junho de 2014
Ministério Público Federal quer suspensão das atividades minerárias da Magropel no município de Presidente Juscelino
Presidente Juscelino - O Ministério Público Federal no Maranhão
(MPF/MA) moveu ação civil com pedido de liminar contra a empresa
Material de Construção e Agropecuária (Magropel) e o Maranhão por
extração irregular de produto mineral na localidade conhecida como
Taboca, no município de Presidente Juscelino (MA).
Segundo o MPF, o empreendimento
minerário é realizado de modo irregular e predatório, em desobediência
às condicionantes das licenças ambientais e com o Registro de Licença
expedido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), bem como
o plano de lavra aprovado pela autarquia federal. Entre as
consequências das atividades minerárias estão os danos ao ecossistema no
município de Presidente Juscelino, leito do rio Munim e área de
preservação permanente em suas margens, e impactos aos moradores
vizinhos.
Apesar de terem sido embargadas
administrativamente pelo DNPM, as atividades de extração da empresa
prosseguiram. A situação de risco ambiental foi resultado da atuação
omissa da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) que não assegurou a
integridade do ecossistema quando descumpriu a fiscalização de
exigência da licença ambiental.
Na ação, o MPF/MA pede que seja
determinada a suspensão de qualquer atividade minerária no local ou
mesmo a retirada de produtos minerais e a circulação de veículos de
transporte de areia com quem a empresa mantenha relação contratual. Após
ouvir previamente o Estado do Maranhão, devem ser suspensas as licenças
ambientais concedidas em benefício do empreendimento, bem como sua
renovação.
O MPF/MA pede ainda que a empresa seja
condenada a pagar indenização relativa ao volume de extração das
substâncias minerais exploradas ou comercializadas ilegalmente e
indenização por danos causados ao ambiente, bem como se abstenha de
qualquer exploração no local. E, mais, que seja obrigada a recuperar a
área degradada, mediante a apresentação de um projeto de recuperação da
área ao DNPM e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis (Ibama).
Além disso, o MPF quer que o Estado do
Maranhão seja obrigado a não tolerar mais a realização de qualquer
atividade minerária no local, e cancele todas as licenças ambientais
concedidas em benefício do empreendedor.
Caso a multa diária fixada no valor de
um milhão de reais, pedida pelo MPF, não provoque o cumprimento das
medidas, deve ser imposta medida de cessação espontânea de atividade,
com apreensão de todos os equipamentos utilizados para o desempenho da
atividade, incluindo veículos.
Fonte MPF/MA
BNC Justiça
Assinar:
Postagens (Atom)
