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13 de novembro de 2014

LOBÃO DE VOLTA AO SENADO: um bom filho a casa retorna, o que será de Edinho

Brasilia - De saída da pasta, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), comunicou sua decisão há uma semana à cúpula de seu partido, o PMDB, e à Casa Civil. De acordo com seus colegas de partido, sua carta de demissão já está  escrita. Ele afirmou que vai retornar ao Senado para cumprir mais quatro anos de mandato.
Diante da saída do ministro, o PMDB também se adiantou em sua lista de pedidos. Caso a presidente Dilma Rousseff tire a pasta das mãos do PMDB, o partido pedirá uma substituição à altura. O partido quer comandar pastas com orçamentos fortes como Cidades, hoje controlada pelo PP, ou Transportes, atualmente nas mãos do PR.
Por enquanto, a única ministra a entregar sua carta de demissão foi a da Cultura, Marta Suplicy, que voltará ao Senado também para cumprir mais quatro anos de mandato. A entrega do pedido de demissão de Marta surpreendeu à própria presidente que está em viagem ao exterior. A ministra divulgou sua carta nesta terça-feira (11) em sua conta, no Facebook.
Diante dos pedidos do PMDB, Dilma terá que equacionar a acomodação de aliados. Cidades é uma pasta cotada pelo PSD, que passou a integrar a base governista na semana passada. Já o PR não quer abrir mão da pasta dos Transportes e sugeriu ao Planalto no nome do suplente de Marta no Senado, Antônio Carlos Rodrigues (SP).
Além disso, o partido de Temer tem se preocupado com a possibilidade de Dilma deixar a pasta sob seu controle, mantendo como titular o atual secretário executivo, Márcio Zimmermann, ou até mesmo, o ex-chefe do gabinete pessoal da presidente, Giles Azevedo, nome que chegou a ser defendido pelo presidente do PT, Rui Falcão.
A previsão é de que na próxima semana Dilma anuncie parte das mudanças no seu ministério para seu segundo governo, inclusive o novo nome para comandar o Ministério da Fazenda, ansiosamente esperado pelo mercado.
Lobão deixa a pasta diante da perspectiva de aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato, que apura um suposto esquema de corrupção instalado na Petrobras. O nome do ministro estaria presente entre os citados pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em seus depoimentos colhidos pela Polícia Federal no acordo de delação premiada.
A assessoria do Ministério, no entanto, diz que não comentará o assunto e que considera a Reforma Ministerial uma pauta exclusiva do Planalto.
Além de comunicar aos colegas de partido sua intenção de sair da pasta, Lobão também demonstrou constrangimento com as denúncias no jantar oferecido pelo vice-presidente Michel Temer, na semana passada, no Palácio do Jaburu, a cerca de 200 lideranças do PMDB, inclusive recém-eleitas. Lobão esteve no jantar, cumprimentou Temer e saiu 10 minutos depois "à francesa". A falta do ministro só foi sentida quando seu filho, o ex-senador Lobão Filho chegou ao local, perguntando pelo pai. (do portal 
BNC Política

3 de outubro de 2014

LISTA DO BOB LOBATO GERA CRISE NA BLOGOSFERA

Tem gente que até já ligou pedindo para ser retirado, mas caiu na net já era a repercussão está alta. 

Conheça, então, como vota a blogosfera da capital maranhense:
blogueiros1
blogueiros2PS: Caso algum blogueiro(a) queira fazer a retificação do voto, Bob Lobato aceitará numa boa.

Fávio Dino tem 49%, Lobão Filho, 32%, aponta Ibope

São Luis - Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do Maranhão:
Flávio Dino (PCdoB) – 49%
Lobão Filho (PMDB) – 32%
Pedrosa (PSOL) – 1%
Saulo Arcangeli (PSTU) – 1%
Outros: 1%
Brancos e nulos: 6%
Não sabe: 11%
No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 17 e 19 de setembro, Dino tinha 48%, seguido por Lobão (27%). Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 18%, enquanto que os demais candidatos somavam 5%. No primeiro levantamento divulgado pelo Ibope, no dia 6 de setembro, Flávio Dino tinha 42% e Lobão Filho, 30%.  A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante.

Votos válidos
Levando em conta somente os votos válidos, Flávio Dino tem 59%, Lobão Filho 38%, Pedrosa 1%, Saulo Arcangeli 1%. Indecisos são 17% e outros 1%. Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos, e os eleitores que se declararam indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Por este critério, segundo o Ibope, Flavio Dino deve ser eleito governador do Maranhão neste domingo (5).

Segundo turno
O Ibope fez uma simulação de segundo turno entre Flávio Dino e Lobão Filho. Os resultados são os seguintes:
Flávio Dino: 50%
Lobão Filho: 33%
Branco/nulo: 6%
Indecisos: 10%

A pesquisa foi realizada a pesquisa foi realizada entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2014. Foram entrevistados 1.204 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos com a mesma metodologia, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob protocolo no MA-00062/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-00956/2014.

Fonte: G1 MA
BNC Eleiçõe 2014

30 de setembro de 2014

Pesquisas comprovam desgaste na campanha de Gastão Vieira


Gastão começa a acompanhar Edinho nas pesquisas
Gastão começa a acompanhar Edinho nas pesquisas ladeira abaixo
São Luis - As recentes polêmicas envolvendo o candidato ao governo, Lobão Filho, desgastaram também a campanha do candidato ao Senado pela coligação “Pra frente, Maranhão”, Gastão Vieira. As pesquisa Exata/TV Guará/Fiema e Data M, divulgadas neste final de semana, comprovam a queda vertiginosa de ambos na reta final da eleição.
 O clima de insegurança com a crise do sistema penitenciário do governo Roseana, principal aliada de Gastão Vieira, e o escândalo de um vídeo divulgado pela campanha da família Sarney contra Flávio Dino, atingiram diretamente o candidato da oligarquia ao Senado.
 Com isso, Roberto Rocha, candidato da coligação “Todos pelo Maranhão”, abriu sete pontos de vantagem, na pesquisa Exata/TV Guará/Fiema, sobre Gastão. Rocha agora tem 36% das intenções de voto. Os números representam um aumento de quatro pontos em relação ao último levantamento. O candidato da família Sarney, Gastão Vieira, caiu para 29%.
 Já na Data M mostra uma vantagem de 5,4 pontos em favor de Roberto Rocha. O candidato apoiado por Flávio Dino agora tem 34,8% das intenções de voto, contra 24,6% do postulante escolhido por Lobão Filho e o clã Sarney.
As tentativas de desestruturar a campanha de Flávio Dino ao governo tem se tornado um verdadeiro tiro no pé para os candidatos da coligação “Pra frente, Maranhão”. Fiel escudeiro da oligarquia, Gastão pode ser o primeiro candidato apoiado por José Sarney a perder uma eleição para o Senado. Os fatos consolidam Roberto Rocha cada vez mais.
Fonte: Marrapá
BNC Eleições 2014

7 de setembro de 2014

Denúncias de ex-diretor atingem — e apavoram — pelo menos quatro candidatos a governador

Henrique Alves em discurso no plenário da Câmara na eleição para presidente da Casa
Henrique Alves, um dos citados pelo ex-diretor da Petrobas, concorre ao governo do Rio Grande do Norte (Laycer Tomaz/Agência Câmara/VEJA)

Antes de aceitar o acordo de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa antecipou o efeito devastador de suas denúncias: "Se eu falar, não vai ter eleição". Temendo sair como o único prejudicado após as revelações de propina e corrupção dentro da estatal, o executivo decidiu relatar à Polícia Federal como e com quem agiu – e, conforme VEJA revelou na edição desta semana, trouxe uma lista de três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais que embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal. 

As denúncias atingem, direta ou indiretamente, ao menos quatro candidaturas a governos estaduais. No Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Alagoas e Maranhão a corrida eleitoral deve ganhar novos contornos após ter nomes de candidatos ou herdeiros políticos citados por Costa.

O ex-diretor de Abastecimento agia em parceira com o doleiro Alberto Yousseff, considerado pivô do megaesquema de lavagem de dinheiro. Os dois comandaram a ação, descoberta na operação Lava Jato da Polícia Federal, com movimentação superior a 10 bilhões de reais, em que foram desviadas verbas da estatal para o bolso de políticos e partidos. O caso veio à tona em março deste ano e, com detalhes ainda mais contundentes revelados a um mês das eleições, deve incendiar ainda mais a campanha eleitoral. 

Um dos envolvidos é o mais antigo deputado da Câmara dos Deputados e atual presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Para a sua primeira disputa ao governo potiguar, ele montou uma ampla base de apoio e conseguiu assumir a liderança nas pesquisas: tem, atualmente, 40% de intenções de voto, de acordo com o Ibope. 

O candidato se apressa para evitar que as denúncias respinguem sobre seu projeto eleitoral. “Nunca pedi nem recebi quaisquer recursos do Paulo Roberto Costa. As insinuações publicadas, de forma genérica e sem apresentar evidências sobre o meu nome, não podem ser tomadas como denúncia formal nem fundamentada”, disse, em nota, neste sábado. Alves afirmou ainda que não há provas contra ele e apontou para uma possível manipulação do episódio na campanha eleitoral.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também compõe a extensa lista de nomes relatados pelo ex-diretor da Petrobras. Ele ainda está na metade do mandato e não é candidato no pleito deste ano — mas tem como projeto pessoal a eleição de seu herdeiro, o deputado Renan Filho, para o governo de Alagoas. 

Com o nome de um dos principais caciques alagoanos, Renanzinho, como é conhecido, lidera as pesquisas eleitorais e, se nada mudar, pode ser eleito logo em primeiro turno. Em meio às novas denúncias que envolvem o pai, ele tenta se desvincular do caso de corrupção. “Eu sou parlamentar e não posso falar sobre outros parlamentares. Eu não fui citado. Mudaria algo se eu tivesse sido. O candidato sou eu”, disse ao site de VEJA, fugindo de responder outras perguntas.  

Outro herdeiro político que pode sofrer consequências pelo envolvimento do pai é o senador Lobão Filho (PMDB-MA), candidato ao governo do Maranhão. O ministro de Minas e Energia Edison Lobão agora será investigado pela PF com a delação de Costa, assim como a ex-governadora Roseana Sarney, também lembrada em depoimento. 

Os dois são os principais fiadores da campanha do senador peemedebista, o que dá ainda maior força à oposição em um Estado devastado após décadas da gestão Sarney. “Chega. Basta. Hora de tirar o Maranhão das páginas policiais. Essa gente enrolada com a Polícia Federal não pode continuar no governo”, disse, pelo Twitter, o candidato do PCdoB Flavio Dino. “Basta de escândalos com doleiros, lagostas e propinas”, continuou, evidenciando que o caso será incorporado à sua artilharia contra Lobão Filho.

No Rio de Janeiro, o candidato Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem pela frente mais uma herança negativa de seu antecessor. O governo de Sérgio Cabral foi encerrado com altíssima taxa de rejeição e, agora envolvido nas denúncias da Petrobras, deve dar ainda mais margem para os adversários tentarem desqualificar a gestão peemedebista. “O que foi revelado ainda é muito pouco perto do que o Cabral vai ter de explicar nos próximos dias. Não há novidade de ele estar envolvido em casos de corrupção”, disse ao site de VEJA o também candidato Anthony Garotinho (PR), um dos mais duros oposicionistas a Cabral e Pezão. Na tentativa de abafar o caso, Pezão pediu calma para que as denúncias sejam apuradas e afirmou que “nunca viu Cabral pedindo um cargo em ministério”.  

BNC Eleições 204

13 de agosto de 2014

Lobão Filho e Flávio Dino divulgam nota de pesar pela morte de Eduardo Campos

Flávio Dino
Eduardo Campos sempre foi um amigo e companheiro leal. Estou profundamente triste com essa tragédia. A dor por essa perda é tão grande quanto a minha gratidão a ele.
Solidarizo-me, em primeiro lugar, com a mãe de Eduardo, a ministra Ana Arraes, pois bem sei que não há dor humana maior do que a perda trágica de um filho.
Meus sinceros pêsames à esposa e aos filhos, ao povo pernambucano, aos amigos e companheiros dos PSB, do PPS e da REDE. Estamos com vocês em pensamento e orações.
O Brasil perde um grande líder. Nós perdemos uma grande inspiração. Que Deus o receba e console a sua família.

Lobão Filho
Eduardo Campos era uma liderança política que fará imensa falta ao debate deste nosso Brasil democrático.
Solidarizo-me com sua família, neste momento de sofrimento, apresentando meus votos de mais profundo pesar.
BNC Política

4 de agosto de 2014

Justiça declara irregularidade de vídeo apócrifo contra Flávio Dino

São Luis - A Justiça Eleitoral decidiu, na tarde do último domingo (03), pedir a suspensão da página que faz agressões apócrifas ao candidato a governador da coligação “Todos pelo Maranhão”, Flávio Dino (PCdoB). A página hospedada no Youtube mostra vídeo em que um ator não identificado faz insinuações injuriosas ao candidato do PCdoB.

Após a denúncia feita pelos advogados da coligação, a Justiça Eleitoral resolveu acatar o pedido de suspensão da página apócrifa “Croque na Eleição”, que traz conteúdo exclusivamente desfavorável ao candidato Flávio Dino. Na ação, os advogados da coligação de oposição afirmaram que o maior beneficiário das ações seria o candidato Edinho Lobão Filho (PMDB), que tenta subir nas pesquisas de intenção de voto.

Na decisão, o juiz auxiliar Ricardo Macieira afirmou que a propaganda feita contra Flávio Dino é irregular, pois utiliza-se de “expressões e frases grosseiras, cujo único propósito parece ser o de ofender o candidato (Flávio Dino)”. Pela irregularidade, a página deverá sair do ar nas próximas 24h, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

O juiz afirmou ainda que o conteúdo postado em página apócrifa e divulgado pela rede social “WhatsApp” tem “comportamento absolutamente dissociado do debate político (necessário) e da crítica jornalística protegida pela liberdade de imprensa. Longe disso, o conteúdo apresenta apenas material ofensivo”, diz em sua decisão.

A ação foi levada ao conhecimento da Corte Eleitoral pela Coligação “Todos pelo Maranhão”, que vem fazendo diversas denúncias contra a “campanha da baixaria”. A coligação composta por nove partidos que defendem a candidatura de Dino a Governador propõe o debate de projetos para melhorar a vida dos maranhenses e sobre a postura ética e ao correto uso do dinheiro público.

Matéria enviada pela assessoria de Flávio Dino
BNC Eleições 2014

22 de junho de 2014

Pedrosa quer ser terceira via na polarização para o governo, destaca O Imparcial

Pedrosa em visita ao jornal O Imparcial
Pedrosa quer ser a terceira via na polarização para o governo


Por Mariana Salgado

"O candidato a Governo do Maranhão pelo PSOL, Luis Antonio Pedrosa, realizou ontem uma visita de cortesia a O Imparcial. No encontro com dirigentes e repórteres do jornal, Pedrosa defendeu ser a terceira via, contrapondo-se a bipolaridade eleitoral entre o comunista Flávio Dino e o peemedebista Lobão Filho.

Escolhido em convenção realizada no sábado (14), quando também foi indicado Haroldo Saboia para concorrer a vaga de senador pelo partido, Pedrosa critica o modelo político posto e as estratégias de financiamento de campanha. Garantindo que não receberá recurso privado para sua candidatura, ele ainda informa que o PSOL possivelmente não coligará com PSTU e PCB, mas que firmam um acordo de não agressão durante o período eleitoral.

O IMPARCIAL - O grande eleitorado vê uma eleição plebiscitária, de um lado o Lobão Filho (PMDB) e do outro o Flávio Dino (PCdoB). Você acredita que é possível quebrar esse caráter plebiscitário?

Luis Antonio Pedrosa - Esses indicadores de pesquisa que estão disponíveis hoje trabalham com um público que está limitado, porque, quando você vê a totalidade do eleitorado maranhense, constata que a grande maioria não definiu por qualquer uma dessas duas candidaturas que estão postas há muito tempo e sofrem um desgaste. Digo que são antigas e desgastadas porque há primeiro a candidatura do grupo Sarney, que é uma candidatura tradicional, que a população já sabe que o grupo sempre tem um candidato que disputará em condições de muita força política, e há, em segundo, a candidatura do Flávio Dino, que foi posta pela última eleição para prefeito e em inúmeras viagens que tem feito pelo Maranhão, que inclusive antecedem o período eleitoral. São as candidaturas velhas que estão postas para a população e mesmo assim não conseguem empolgar a maioria do eleitorado, são as próprias estatísticas das pesquisas que informam isso. Portanto, acho que é hora de aparecer uma candidatura alternativa a esses dois discursos que estão sendo construídos, que são parecidos do ponto de vista programático.

O IMPARCIAL - Em que esses dois discursos se parecem?
 
Luis Antonio Pedrosa - O primeiro eixo que une esses discursos é a sustentação política do governo Dilma. Os dois integram essa coalizão que dá sustentação política ao governo Dilma, que une não só o PMDB e o PT, mas o PCdoB e outros satélites. Então, não há como dizer que os candidatos Edinho Lobão e Flávio Dino possam articular um discurso sobre as mazelas do governo do PT. E nós temos muitas críticas a esse Governo construído ao longo de 12 anos de gestão: uma delas é o completo abandono das bandeiras de esquerda como, por exemplo, ter uma gestão voltada prioritariamente para as demandas dos movimentos sociais e populares, em detrimento de uma aliança com a bancada ruralista e fundamentalista. Em segundo, é uma coalizão que prioriza o crescimento a partir do desenvolvimento das grandes obras que impactam severamente a população já excluída das políticas públicas. Eles representam essa política de desenvolvimento que prioriza a grande elite e esquece de políticas básicas como educação, saúde e segurança.

O IMPARCIAL - E o que difere a proposta do PSOL para a proposta dos outros candidatos?
 
Luis Antonio Pedrosa - Primeiro demarcar essa alternativa, apresentar um discurso programático à esquerda dessa coalizão, que possa unir as demandas de movimentos sociais e populares com as expectativas de bom Governo do cidadão. Hoje, o eleitor comum quer segurança, saúde e educação, mas não sabe a partir de onde pode vir esse tipo de gestão. Nós sabemos que isso só vai acontecer se houver um rompimento estratégico com o financiamento privado de campanha, porque libertará a gestão política dos interesses hegemônicos do mercado para poder atender os anseios da maioria da população. E em segundo é preciso quebrar a relação institucional do governo brasileiro com FMI que sequestra mais de 40% do dinheiro da união para pagar juros e a amortização da dívida externa.

O IMPARCIAL - Você fala sobre o rompimento com o financiamento privado de campanha. E qual a alternativa? Como o PSOL pretende viabilizar essa candidatura sem o financiamento do grande empresário?
 
Luis Antonio Pedrosa - Em primeiro lugar somando forças. Um conjunto de entidades da sociedade civil, hoje, já prega esse rompimento e acredita que haverá em breve uma reordenação do sistema jurídico brasileiro que vai proibir definitivamente a participação do mercado e dos grandes interesses econômicos no financiamento de campanhas.
 
E, em segundo lugar, tentando passar a informação para população de que é possível fazer a política fora do modelo tradicional, que está fundamentado nesse modelo de financiamento privado, que consegue financiar até duas candidaturas ao mesmo tempo.

O IMPARCIAL - Você fala de uma união forças, no entanto, não conseguiu coligar com os partidos de ultra esquerda, PSTU e PCB. O que está dificultando a construção dessa aliança?
 
Luis Antonio Pedrosa - Primeiro, no Maranhão estamos passando por um período em que os partido da esquerda, que estão fora da coalizão PT-PMDB estão formando lideranças. Então, o momento eleitoral é importante para que cada uma dessas siglas possa viabilizar a imagem de lideranças que vão, de alguma forma, dar unidade a essa construção política. É compressível que esses partidos disputem com um candidato próprio a governador, para dar visibilidade ao seu programa específico. Mas há uma unidade política que é incontornável. Então, haverá um consenso de tratamento de aliados entre todos esses partidos que estão fora da coalizão PT-PMDB.

O IMPARCIAL - Um dos líderes do PSTU, Marcos Silva, chegou a dizer que o PSOL é uma das dissidências do PT de Lula e Dilma. Como desconstruir isso?
 
Luis Antonio Pedrosa - Nós somos uma dissidência do PT, saímos do PT e para constituir um programa de esquerda socialista que hoje se contrapõe ao programa do PT. Nós temos diferenças programáticas com o PSTU que são mínimas com relação às diferenças programáticas que temos com o Governo Dilma. Uma deles é aliança que o Governo Dilma fez com os setores conservadores da sociedade que impedem que esse governo apresente um desempenho que a população necessita.

O IMPARCIAL - Na última eleição, o PSOL reuniu cerca de 1% dos votos. Hoje o partido já tem um discurso mais assimilado pelo eleitor?
 
Luis Antonio Pedrosa - Nas eleições passadas, nós éramos um bebê, e já estamos atravessando a fase da adolescência. Somos um partido muito novo que era desconhecido pela população. E na eleição passada a população tinha uma avaliação diferente do Governo Federal, um conjunto significativo da população já faz uma crítica contundente aos limites da política e do desempenho do Governo Federal. Então, temos uma conjuntura de insatisfação popular envolvendo as mobilizações de junho, que foi o grande estopim para o povo repensar esse modelo político.
 
Hoje, se fala muito em horizontalidade, nova política, exatamente porque a população se cansou e quer outro paradigma de modelo político. Acreditamos também a que a eleição plebiscitária tem muita dificuldade de empolgar amplos setores. Então, esse contexto de insatisfação pode projetar em muito o PSOL.

O IMPARCIAL - Você e o candidato que lidera as pesquisa, o Flávio Dino, são da área jurídica. O que difere vocês dois no campo ideológico e político?
 
Luís Pedrosa - O Flávio tem uma trajetória de movimento estudantil e de advocacia num primeiro momento de sua vida profissional. Eu também tenho. Mas permaneci na advocacia em outro modelo, um pouco diferente do que o Flávio escolheu para si no início da sua trajetória. A minha advocacia é de cunho popular, desenvolvida principalmente com entidades do movimento social, de ONGs, dando assessoria aos movimentos rurais, sem-terras, posseiros, quilombolas, indígenas, e militando nos Direitos Humanos. A advocacia do Flávio era mais voltada para a corporação na justiça do trabalho especialmente, e foi muito restrita a esse tipo de segmento.
 
Então, há uma diferença de formulação e de discurso entre nós. E também há uma diferença muito grande no que se refere à concepção de Governo, porque de alguma forma ele protege um paradigma de mudança que nós não concordamos, porque acreditamos que ele não rompe com os velhos métodos políticos que são aplicados no Maranhão há muito tempo."

21 de junho de 2014

Ação contra Edinho Lobão não anda há 12 anos


Edinho e Paulinha Lobão: fiadores de dívida milionária
  Uol Notícias

São Paulo - Desde 2002, o Banco do Nordeste tenta penhorar os bens do senador Lobão Filho (PMDB-MA), que foi avalista de um empréstimo não quitado com o banco, conforme noticiou o jornal “O Globo”.

O empréstimo foi feito em 1997 pela Bemar Distribuidora de Bebidas e deveria ter sido pago em 30 parcelas. Além do senador, também foram fiadores da transação a mulher dele, Paula, e as sócias Maria Luiza Thiago de Almeida e Ana Maria dos Santos. Como a Bemar não pagou a dívida, o banco tenta, desde 2002 penhorar seus bens e os bens dos avalistas. Na época em que a ação começou, a dívida foi calculada em R$ 5,5 milhões, afirmou “O Globo”.

Segundo o jornal, “em 2009, inexplicavelmente, o processo foi arquivado, sem que ninguém assim determinasse. No ano passado [2012], ao descobrir o erro, o banco pediu o desarquivamento, mas, mesmo assim, embora desde agosto de 2011 esteja concluso, o processo continua parado”.

O jornal publicou ainda que o juiz que cuidava do caso, José de Arimatéia Correia Silva, da 5ª Vara Cível de São Luís, foi aposentado compulsoriamente em fevereiro de 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Arimatéia foi acusado de agir com parcialidade em várias ações”, escreveu o jornal.

Fazenda fantasma
De 1996 a 1998, o senador Lobão Filho foi sócio da Bemar Distribuidora de Bebidas, afirmou “O Globo”. “Em julho de 1997, a empresa contraiu um empréstimo de US$ 648 mil —R$ 699 mil na cotação da época”. O dinheiro do empréstimo foi utilizado pela empresa para comprar de caminhões. Como garantia para tomar o empréstimo, no entanto, a Bemar fez algo que, segundo “O Globo” seria incomum. “Deixou alienadas para o pagamento da dívida 28.820 caixas de cerveja Schincariol”.

Em 2008, Lobão Filho assumiu o mandato de senador porque é suplente de seu pai, Edison Lobão, afastado do Senado para exercer a função de ministro de Minas e Energia do governo Dilma Rousseff. Na época em que Lobão Filho assumiu a vaga de senador, “veio a público a história de que ele havia transferido para uma empregada doméstica suas cotas da Bemar para tentar fugir da cobrança da dívida. Ele negou que tivesse conhecimento de que a sócia que entrava em seu lugar era uma laranja”.

O jornal relatou ainda que, durante o processo de cobrança da dívida, a empresa quis trocar a garantia dada em cervejas por uma fazenda de 20 mil hectares em Sento-Sé, na Bahia, avaliada, segundo informava a empresa, em R$ 4,5 milhões. “A distribuidora de bebidas também procurou retirar Lobão e os demais ex-sócios da condição de fiadores. No entanto, o BNB [Banco do Nordeste] descobriu que a fazenda que a Bemar disse ter adquirido em abril de 2002 por R$ 10 mil não existia”.

Os advogados do banco afirmaram o seguinte: “Estranha-se, portanto, o fato de o imóvel sofrer uma valorização de mais de 40.000% no mesmo mês”. Além disso, o técnico do banco que esteve no lugar enviou e-mail à chefia da instituição dizendo que a fazenda não existia, afirmou “O Globo”.

Outro lado
O jornal “O Globo” publicou ainda declarações do senador Lobão Filho (PMDB-MA) sobre o assunto.

“Entrei como avalista, e as dívidas começaram a se acumular. Com o tempo, fiz um acordo pelo qual eu saía sem nada, mas os demais sócios assumiam todas as dívidas”, disse o senador, segundo publicado pelo jornal.

“Eu procurei o banco e disse que a empresa não havia falido e que meus ex-sócios estavam ricos. Pedi para transferir a dívida para eles porque eu não tenho mais nada a ver com o negócio”, disse o político. “A empresa está muito maior do que antes. Foi um péssimo negócio eu ter saído. Eles ficaram ricos com este negócio”.

O senador considerou estranho o banco afirmar que a fazenda não existe, afirmou a reportagem. “Ele afirmou que há um ano, ao conversar com Marco Aurélio Costa, um dos sócios da Bemar, este lhe teria dito que havia comprado uma fazenda que havia valorizado demais”.

“Eu não tenho nenhuma fazenda porque não gosto. Mas eles são grandes fazendeiros, têm diversas fazendas. Com toda a grana da bebida, eles compraram fazendas. Vou procurá-los para saber o que fizeram”.

O que aconteceu?
Nada. O processo segue em trâmite na Justiça.
Matéria publicada originalmente em janeiro de 2013.


Leia mais no site - http://www.marrapa.com/

6 de junho de 2014

O BLOGUEIRO ROBERT LOBATO ALERTA PARA O OBA OBA, E O CLIMA DE LIQUIDAÇÃO NA CAMPANHA DE EDINHO LOBÃO


lobinho
Lobão Filho tem potencial, mas alguns problemas, se não forem sanados, podem liquidar o projeto de governador do peemedebista.

O Blogueiro Robert Lobato em seu texto faz uma analise do que pode atrapalhar o projeto político de Edinho Lobão, e o clima de já ganhou publicado diariamente na blogosfera ligada a familiar Sarney.

Fique asseguir com o que pensa o blogueiro.

São Luis - Mais do que o clima de “já ganhou” da campanha do comunista Flávio Dino (PCdoB) ao governo do Maranhão, o que tem se ouvido nos bastidores com mais frequência é sobre o suposto ‘já perdeu” do candidato pelo PMDB, Lobão Filho. Pior que faz sentido. Senão vejamos.
APATIA DA GOVERNADORA
Em primeiro lugar, uma das maiores queixas de gente graúda, inclusive de dentro do Palácio dos Leões, como o grande Joaquim Haickel, por exemplo, é quanto à apatia da governadora Roseana Sarney em relação ao processo eleitoral. Uns, inclusive, chegam a se incomodar quanto à ‘Branca’, supostamente, não estar movendo a máquina governamental em favor de Lobão Filho como nos tempos de Luis Fernando.
De fato, a impressão é que Roseana está meio sem tesão pela campanha, ainda mais depois que defenestraram o seu candidato do coração que era o ex-secretário de Infraestrutura. E a coisa parece ter ficado pior com a decisão da governadora de ficar fora da disputa eleitoral enquanto candidata e permanecer até o fim do mandato.
DISTANCIAMENTO DE ALIADOS
Além do aparente pouco apite da governadora pela campanha de Lobão Filho, o peemedebista ainda enfrenta, se não a defecção, ao menos o distanciamento de lideranças importantes do grupo. Basta ver o total desaparecimento de Luis Fernando do cenário político e da pré-campanha.
Isso sem falar de alguns prefeitos aliados que ainda não arregaçaram as mangas como deveriam, ainda não soltaram o grito “Agora é Lobão Filho!”.
Não bastasse o claro distanciamento dos aliados tradicionais, Lobão Filho também amarga a perda de parte da classe política que estava amarrada com Luis Fernando, mas que após a ‘desistência” do ex-prefeito de Ribamar começou a dizer que o “compromisso era com um e não com o outro” (vide caso do prefeito Sebastião Madeira).
Isso sem falar em outras lideranças pelo Maranhão afora, entre vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, etc, que estão usando o mesmo argumento de que o compromisso era com Luis Fernando, para pular fora do barco do 15.
PT SEM A VICE
Uma outra questão que tem abatido a pré-campanha de Lobão Filho é a indefinição do PT quanto ao espaço que o partido efetivamente terá na chapa majoritária encabeçada pelo PMDB.
Os encontros do partido no estado decidiram pela reedição da aliança com o PMDB e a indicação do candidato a vice-governador pelos petistas.
Ocorre que os delegados e a militância do partido no Maranhão foram surpreendidos por uma decisão extemporânea da executiva nacional do PT, que passou o facão nas decisões dos encontros locais e orientou pela indicação de uma suplência de senador.
Tal postura abalou o ânimo dos militantes e as consequências podem ser muito ruins para a campanha de Lobão Filho, consequências que poderão ser sentidas já nas convenções partidárias.
Para muitos petistas, uma candidatura de suplente de senador só faz sentido se for um nome que unifique o partido, alguém que esteja acima das disputas internas, inclusive entres as correntes que advogam a favor da aliança PT/PMDB.
DOSSIÊS CONTRA LOBÃO FILHO
Além de todas as complicações políticas citadas acima, há informações de bastidores que a campanha oposicionista vai para cima de Lobão Filho no que seria uma devassa na vida pregressa do senador peemedebista. “Ainda não saiu foi nada contra o Lobinho, aguarde a campanha no rádio e na tevê”, disse ao Blog do Robert Lobato um fonte bem entrosada no arraial do 65.
Enfim, ou o grupo Sarney/Lobão afina a orquestra interna, apara arestas entre aliados, acomoda os partidos nos lugares certos, trata de cuidar da imagem do candidato ou final poderá ser no melhor estilo Titanic.
 
O candidato é forte, tem poder, estrutura, logística, partido, grupo político, dinheiro, dizem que é bonitão etc, mas nada disso garante a sua eleição de governador em outubro.
É a opinião do Blog do Robert Lobato.

Fonte: Blog Robert Lobato
BNC Eleições 2014

7 de abril de 2014

Edinho Lobão, deve sofrer graves denuncias da imprensa nacional assim que deixar hospital em São Paulo


Blog do Luís Cardoso 

São Luis - Vem aí uma grande campanha da imprensa nacional para detonar o senador Edinho Lobão assim que ele deixar o hospital onde ainda se recupera de uma cirurgia.

Pelas primeiras informações que o blog obteve, vem a tona como o filho de Lobão iniciou na carreira empresarial como dono de uma padaria em Serra Pelada. Vão insinuar que Lobinho transformou os pães em pepitas de ouro.

 A grande imprensa vai relatar como Edinho Lobão começou a fortuna desde que o pai virou governador do Maranhão e relações dele com empresários que aportaram aqui naquele mesma época e hoje são os figurões do setor da construção civil. Vai sobrar pra muitos magnatas.

Será mostrado também os negócios que começaram com a compra da TV Difusora até a criação da Incorporação Difusora, uma holding que opera hoje milhões em conta especial na Caixa Econômica Federal em São Luís. São depósitos altíssimos.

Além disso, o hoje senador é dono de vários prédios e outros imóveis na capital. Toda a área do mangue do Jaracaty é de sua propriedade.

Edinho Lobão tem ainda uma enorme área comprada por R$ 300 mil muito antes do projeto de construção da Via Expressa, mas evidencia informação privilegiada.

O senador pediu pelo terreno inicialmente R$ 100 milhões, confirmados ao blog pelo então secretário de Infraestrutura, Max Barros. O preço baixou para R$ 60 milhões, mas avaliação da Caixa Econômica Federal só vale R$ 10 milhões. A Via Expressa cortou o terreno ao meio.

Não vai demorar para aparecer na grande imprensa os negócios de Edinho Lobão com a representação da cervejaria Skincariol, que resultou em sonegação de impostos e outros ilícitos.

Mas a bomba que deve estourar mesmo são as ligações perigosas do senador com empresas multinacionais que atuam no ramo da exploração dos serviços do setor energético. Ai o bicho vai feder.

BNC Eleições 2014