Mostrando postagens com marcador Morto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Morto. Mostrar todas as postagens

24 de maio de 2014

Bandido trocou tiro com a polícia e morreu na hora, e acreditem o tal valentão e perigoso usava calcinha por debaixo da cueca

Aracaju - Um homem, que aparentava ter entre 20 a 25 anos, foi morto durante uma troca de tiros com a Polícia Militar na tarde da última quarta-feira (21).
O indivíduo não teve a identidade revelada, mas segundo a polícia ele havia cometido diversos assaltos e foi reconhecido pelas vítimas. Ao tentar fugir, ele teria entrado em confronto com militares e acabou morto com três tiros.
A equipe do Instituto Médico Legal teve uma surpresa ao remover o corpo do assaltante. O valentão acreditem, vestia calcinha fio dental, por debaixo da cueca, como mostram as fotos abaixo.
O caso foi registrado pela Policia Militar em Aracaju, estado de Sergipe.
BNC Policia

2 de março de 2014

Na penitenciaria de Pedrinhas, mais um detento é encontrado morto

Foto Divulgação - Mais um detento é assasinado em Pedrinhas no Maranhão


Por Neuton César

São Luis -  A capital maranhense foi foco em rede nacional pela onda de detentos assassinados de forma assustadora no ano passado e no inicio deste ano, quando tudo parecia caminhar para a normalidade, todos em clima de carnaval na grande ilha, eis que surge a informação. Que um detento foi encontrado morto na tarde de ontem no Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, segundo a Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão (Sejap).

 O preso foi identificado como Pedro Elias Martins Viegas, de 31 anos. Ele era conhecido como Jacaré e integrava uma facção criminosa da capital maranhense. Segundo a secretaria, o detento já tinha sido preso três vezes por envolvimento com tráfico de drogas e formação de quadrilha. 

De acordo com a perícia do Instituto de Criminalística (Icrim), o corpo foi encontrado no canto de uma das celas do CDP, sentado em cima de um balde com marcas de esganadura no pescoço. A perícia suspeita que a vítima estava sedada e foi enforcada com um fio, mas reitera que somente a autópsia pode confirmar as hipóteses

O certo é que os bandidos continuam agindo de forma silenciosa dentro dos presídios, e executando a sangue frio os seus oponentes, mesmo com a presença de toda força de segurança. Saiu dos holofotes a questão grave dos presídios maranhense, o governo do estado e as autoridades competentes pouco fizeram para equacionar a fragilidade das cadeias maranhense, enfim vamos aguar atento o desenrolar das investigações pela polícia civil

Fiuqe com a nota da Sejap abaixo:
A Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informa que a Polícia Civil já está investigando a morte do detento Pedro Elias Martins Viegas, de 31 anos, que foi encontrado morto por enforcamento, neste sábado (1º), no Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

BNC Polícia
 

23 de janeiro de 2014

. Execução de mexicano Edgar Tamayo nos EUA gera protestos internacionais

Texas - O mexicano Edgar Tamayo Arias, de 46 anos, foi executado na madrugada de quinta-feira (23) com uma injeção letal em uma prisão do estado americano do Texas, gerando reações quase imediatas na comunidade internacional.

Condenado pela morte de um policial em 1994, Tamayo Arias foi declarado morto às 21h32 (1h32 de quinta-feira em Brasília), informou à AFP um porta-voz do sistema penitenciário em Huntsville, Texas, onde a execução foi realizada. 

De Genebra, o porta-voz da alta comissária das Nações Unidas, Rupert Colville, lamentou "profundamente" que o Texas tenha levado a execução do mexicano adiante, "apesar dos pedidos e das pressões diplomáticas por parte do governo mexicano e do Departamento de Estado do governo dos Estados Unidos para detê-la".

União Europeia, França e diversas ONGs internacionais também condenaram a execução Tamayo. Seu caso provocou uma verdadeira chuva de apelos e intervenções diplomáticas e judiciais para tentar suspender a execução.

Os advogados alegam que, no momento de sua detenção, depois de assassinar o policial Guy Gaddis em Dallas, Texas, Tamayo quase não falava inglês e não foi autorizado a se comunicar com o consulado mexicano.

O governo mexicano se pronunciou quase que simultaneamente à execução de Tamayo: "o não reconhecer da aplicação do devido processo, como determinou a Corte Internacional de Haia (...), gera um mau precedente (...) diante de qualquer caso, do cidadão de qualquer nação" nos Estados Unidos, criticou o presidente do México, Enrique Peña Nieto, que está em Davos, na Suíça.

De acordo com nota divulgada pela Chancelaria mexicana, a execução de Tamayo "viola a Convenção de Viena sobre Relações Consulares e contradiz a decisão da Corte Internacional de Justiça ditada no Caso Avena (2004)".

"O Governo do México faz um apelo para que sejam tomadas ações efetivas e que seja evitada a execução de outras condenações em desacato à decisão Avena que prejudiquem o regime de assistência e proteção consular acordado entre os países", completou o Ministério mexicano das Relações Exteriores.

Já o Departamento de Estado americano lamentou a decisão das autoridades do Texas de executar Tamayo. "O Departamento lamenta a decisão do Texas de proceder com a execução do senhor Tamayo sem revisão nem reconsideração do caso, mas mantém seu compromisso de trabalhar para cumprir nossas obrigações internacionais", afirmou uma nota da Chancelaria americana.

O governo federal americano também manifestou sua oposição à decisão estadual, destacando a importância "crítica" de que o país respeite suas obrigações perante a Corte Internacional de Justiça.

Fortes pressões diplomáticas 

O caso de Tamayo era um dos 51 que a Corte Internacional de Justiça, em uma decisão conhecida como "Caso Avena", pediu aos Estados Unidos que submetessem à revisão, diante de evidências de que seus direitos consulares foram violados, de acordo com o princípio da Convenção de Viena.

A Convenção de 1963, ratificada por 175 países, incluindo os Estados Unidos, prevê que todo estrangeiro deve receber assistência de seus representantes consulares depois de ser informado de seus direitos.

Nesta quinta, a União Europeia criticou a execução do mexicano, embora tenha reconhecido a "séria natureza de seu crime", e afirmou que as autoridades americanas não respeitaram as obrigações internacionais, segundo um comunicado da alta representante de Política Externa e de Segurança da UE, Catherine Ashton.

Segundo a nota, Ashton "lamentou profundamente" a execução de Tamayo, que, como "cidadão mexicano, não foi informado pelas autoridades do Texas por ocasião de sua prisão sobre seu direito de contactar o consulado do México, como estabelece a Convenção de Viena sobre Relações Consulares (...), o que constitui uma ruptura indiscutível das obrigações internacionais".

No estado de Morelos (centro do México), de onde Tamayo é proveniente, seus familiares e vizinhos formaram um círculo de oração durante a tarde de quarta-feira, que ficou inconsolável quando sua execução foi informada. Os grupos iniciaram suas orações na tarde à espera de um adiamento da sentença.

Meia hora antes da execução, a Suprema Corte dos Estados Unidos havia negado três recursos de apelação apresentados no último minuto pelos advogados de Tamayo, encerrando, assim, todas as chances de que o caso fosse revisto.

Pouco antes da execução de Tamayo, seus advogados de defesa expressaram que é "vergonhoso e trágico que o senhor Tamayo pague o preço pelo fracasso do Congresso em aprovar uma legislação que implemente as decisões do caso Avena, da Corte Internacional de Justiça".

BNC Mundo

Justiça determina que Estado indenize família de preso morto

São Luis - O desembargador Paulo Velten deu a sentença que abriu precedente para o julgamento de outros processos envolvendo famílias de presos que foram assassinados em presídios no estado. O magistrado determinou que o Estado do Maranhão indenize em R$ 60 mil, por danos morais, os pais de um detento assassinado no interior de um presídio público por um companheiro de cela.

O Estado deve também arcar com as despesas com funeral  no valor de R$163,00, além do pagamento de pensão mensal de meio salário mínimo para cada um dos autores da ação (pai e mãe), até a data em que a vítima completaria 65 anos de idade ou até o falecimento dos beneficiários.

“É direito fundamental do preso – assegurado pelo ordenamento constitucional vigente – a sua integridade física. Assassinado detento por colega de cela quando cumpria pena, responde o Estado civilmente pelo evento danoso”, afirmou o desembargador, que em sua decisão citou jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Paulo Velten fez referência ao artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece que o Estado responde, independente da culpa,  por danos advindos de morte de detento dentro das prisões administradas pelo Poder Público.

Em relação ao valor indenizatório de R$ 60 mil, o magistrado afirmou não ser o mesmo desproporcional,considerando que o caso envolve a morte de um ser humano, estando a decisão em conformidade com jurisprudência do Tribunal de Justiça do Maranhão, firmada em casos semelhantes.

Quanto à pensão mensal, o desembargador citou entendimento do STJ em torno da presunção de dependência econômica entre membros de uma mesma família de baixa renda, sendo devida a prestação mensal ainda que não comprovado efetivamente o trabalho formal e remunerado.

A decisão confirmou a sentença da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís que foi encaminhada à Justiça de 2º Grau para reexame.

BNC Justiça