Roberto
Rocha, vice-prefeito de São Luís, e o vereador Roberto Rocha Júnior se
reuniram com o superintendente do Banco do Nordeste, Helton Mendes, para
alinharem os projetos para a implantação do Banco da Cidade
Em reunião realizada na manhã de hoje o vice-prefeito de São Luís,
Roberto Rocha, o Secretário Municipal de Agricultura, Pesca e
Abastecimento, Marcelo Coelho, o vereador Roberto Rocha Filho e o
superintendente estadual do Banco do Nordeste (BNB), Helton Mendes,
acertaram os últimos detalhes da implantação do projeto Banco da Cidade.
Durante o encontro, na sede da Superintendência Estadual do Banco
do Nordeste no Maranhão, o vice-prefeito, o vereador e o BNB decidiram
pela inclusão de produtores rurais ludovicenses como beneficiários do
projeto Banco da Cidade, que será lançado oficialmente até o final deste
mês.
O Banco da Cidade de São Luís é um projeto resultado de um acordo de
cooperação técnica entre o Banco do Nordeste e a Prefeitura de São Luís
com o objetivo de disponibilizar produtos e serviços financeiros do
Programa de Microcrédito Urbano do BNB, o Crediamigo, para atender a
demanda dos empreendedores de São Luís. Para isso, o poder público
municipal, por meio da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento
vai disponibilizar 50 colaboradores para atuar como promotores dos
serviços, sendo responsáveis por identificar as demandas em potencial
para o microcrédito, realizar palestras informativas junto aos
potenciais clientes, coletar dados cadastrais e encaminhar os
empreendedores ao Programa Crediamigo, a fim de agilizar o acesso ao
crédito produtivo e acompanhado.
O vereador Roberto Rocha Filho, autor do projeto que cria o Banco
da Cidade, afirma que incluir o setor rural como beneficiário do projeto
é resultado da observação da capacidade produtiva que a região detém.
“São Luís é uma das capitais brasileiras com maior área de zona rural e
com considerável capacidade de produção. Percebemos nisso uma
oportunidade de incluir esses produtores rurais nos benefícios do acesso
ao microcrédito produtivo e orientado do Banco do Nordeste e, assim,
tornar a produção ludovicense economicamente viável”, assegura.