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1 de abril de 2014

O CHICOTE INVISÍVEL (A verdade a respeito dos BANCÁRIOS)



Wagner Baldez*

São Luis - O estalo é surdo, abafado, porém seu efeito é devastador, contundente! Sem dúvida bem pior do que o relho de couro cru, empregado na época da escravidão.

Em tais circunstâncias, o tronco, disfarçadamente, é substituído pela cadeira polida, e a tanga do negro pela calça, paletó e gravata do branco. Trata-se, pois, de uma forma enganosa de  aparentar ao público um convívio salutar e democrático entre partes  envolvidas ( patrões e empregados).

Vestígio algum de cicatriz jamais é visto no corpo. Já na alma, aludida presença assume conotações traumáticas, comprometendo, inclusive, o perfil psicológico das vítimas, ao ponto de consumir-lhes substancialmente a vontade em readquirir a liberdade tantas vezes tripudiadas. Tal a atmosfera de medo e pavor respirada neste ambiente hostil.

Mais do que simples vítimas, tornam-se escravos manipulados. Cultivar sentimentos de resignação é regra obrigatória.

Parodiando provérbio popular, afirmam que “ boca fechada não entra mosca ”, ou quem muito fala, da bom-dia a cavalo!

Através dessas articulações vão eles administrando o comportamento de citadas criaturas com o intuito de emudecê-las.

 O algoz encarregado da execução, demonstra conhecimento sobre a forma de manejar o instrumento de tortura.

Mediante este tipo de procedimento é oportuno esclarecer à população que o palco onde se desenrola essas tristes e desumanas cenas, têm como local os estabelecimentos bancários; sendo O BANCO DO BRASIL a matriz.

As dores provocadas pelas chicotadas começaram a ser sentidas a partir da pérfida campanha movida pelo Governo, numa tentativa de convencer a sociedade tratar-se a classe BANCÁRIA de verdadeiros “MARAJÁS”.

Logo após, esse mesmo governo, através das direções dos bancos, surge com uma proposta que ele, particularmente, sabia desastrosa: as tais das DEMISSÕES VOLUNTÁRIAS. Esta se constituiu num verdadeiro genocídio social. Até hoje aqueles que aderiram ao plano, vivem perambulando pelas ruas à procura de emprego...

O mais dramático é que com a saída desses elementos, os quadros dessas instituições ficaram desfalcados; cabendo aos funcionários de outras carteiras a responsabilidade pela acumulação de respectivos serviços.

Mesmo assumindo novas obrigações, nenhuma vantagem financeira fora incorporada aos seus ativos, como forma de reconhecimento pelos esforços dispensados.

Logicamente que citadas improvisações acarretaram, também, algumas dificuldades às suas clientelas, privadas ultimamente de atendimento que evite perda de tempo em filas incomensuráveis.

Nas agências do interior, a situação se apresenta bem pior; existindo unidades com apenas três funcionários operando com um público numeroso. Limite reservado para horário de trabalho não existe: é assunto ou norma desconhecida.

Completando a nomenclatura de sofrimentos por que passam esses bancários, uma outra preocupação, talvez a maior delas, seja a dúvida quanto à garantia no emprego. Esta, realmente, tornou-se insuportável, levando-os ao estresse a maioria dos que dependem materialmente desse emprego. Afora todos esses percalços, comporta incluirmos as questões da privatização e terceirização, igualmente asfixiantes.

Infelizmente, assim se constitui à atual vida funcional dos bancários. Bem diferente, portanto, dos tempos em que se orgulhavam de pertencer a uma categoria prestigiada: e não escravos a gemer sob o peso das injustiças cometidas por uma horda de miseráveis banqueiros, que, manobrando o seu chicote invisível, dominam e submetem à mais sórdida exploração os filhos desta modernizada SENZALA denominada BRASIL!!!

 

Funcionário Público Aposentado – Membro da Executiva Estadual do PSOL – Integrante do Comitê de Defesa da Ilha – Fundador do Instituto Maria Aragão.

BNC Artigo

14 de outubro de 2013

Reunião acerta últimos detalhes para a implantação do Banco da Cidade

banco
    Roberto Rocha, vice-prefeito de São Luís, e o vereador Roberto Rocha Júnior se reuniram com o superintendente do Banco do Nordeste, Helton Mendes, para alinharem os projetos para a implantação do Banco da Cidade

    Em reunião realizada na manhã de hoje o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha, o Secretário Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Marcelo Coelho, o vereador Roberto Rocha Filho e o superintendente estadual do Banco do Nordeste  (BNB), Helton Mendes, acertaram os últimos detalhes da implantação do projeto Banco da Cidade.
 
     Durante o encontro, na sede da Superintendência Estadual do Banco do Nordeste no Maranhão, o vice-prefeito, o vereador e o BNB decidiram pela inclusão de produtores rurais ludovicenses como beneficiários do projeto Banco da Cidade, que será lançado oficialmente até o final deste mês.
 
    O Banco da Cidade de São Luís é um projeto resultado de um acordo de cooperação técnica entre o Banco do Nordeste e a Prefeitura de São Luís com o objetivo de disponibilizar produtos e serviços financeiros do Programa de Microcrédito Urbano do BNB, o Crediamigo, para atender a demanda dos empreendedores de São Luís.   Para isso, o poder público municipal, por meio da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento vai disponibilizar 50 colaboradores para atuar como promotores dos serviços, sendo responsáveis por identificar as demandas em potencial para o microcrédito, realizar palestras informativas junto aos potenciais clientes, coletar dados cadastrais e encaminhar os empreendedores ao Programa Crediamigo, a fim de agilizar o acesso ao crédito produtivo e acompanhado.
 
     O vereador Roberto Rocha Filho, autor do projeto que cria o Banco da Cidade, afirma que incluir o setor rural como beneficiário do projeto é resultado da observação da capacidade produtiva que a região detém. “São Luís é uma das capitais brasileiras com maior área de zona rural e com considerável capacidade de produção. Percebemos nisso uma oportunidade de incluir esses produtores rurais nos benefícios do acesso ao microcrédito produtivo e orientado do Banco do Nordeste e, assim, tornar a produção ludovicense economicamente viável”, assegura.

BNC Parlamento Municipal

Fim da greve dos bancários no Maranhão

Em assembleia realizada no início da noite desta segunda-feira (14), em São Luís, o Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb/MA) decidiu pelo fim da greve da categoria, 
Os principais pontos do acordo, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores (Contraf/CUT), são 8% de reajuste (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro.

Para o azar de alguns correntistas, a proposta só não foi aceita por membros dos bancos do Nordeste do Brasil (BNB) e da Amazônia (Basa), que seguem em greve.

Plantão BNC  

21 de agosto de 2013

PREENDEDORISMO: VEREADOR ROBERTO ROCHA JUNIOR DISCUTE CRIAÇÃO DE BANCO POPULAR

A Câmara de São Luís realizou, hoje pela manhã, um painel proposto pelo vereador Roberto Rocha Júnior (PSB) para discutir a criação do Banco da Cidade com a perspectiva de melhorar a vida econômica da cidade. Para o parlamentar, a ideia é focar no problema social, que são as pessoas de baixa renda, os pequenos e micro empreendedores e até mesmo as pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza.


"A proposta de criação do Banco da Cidade surgirá do acordo de cooperação técnica entre a Prefeitura de São Luís e o Banco do Nordeste, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), onde a Prefeitura irá colaborar com o espaço físico e servidores do próprio banco", declarou.

Roberto Rocha Júnior garante que o Banco da Cidade visa minimizar a pobreza de São Luís. "Facilitará o acesso das pessoas de baixa renda, inclusive aos micro e pequenos empreendedores a obter empréstimos para que possam criar seus negócios ou ampliá-los. Esse empréstimo será de baixo valor, que varia de R$ 100,00 até R$ 15 mil, com taxa de juros de 0,25% ao mês", informou.

Ele ressaltou que o Banco da Cidade irá oferecer serviços financeiros e dinamizar a economia de São Luís, favorecendo as necessidades dos pequenos empreendedores, estimulando as atividades produtivas e as relações sociais das populações mais carentes, gerando ocupação, emprego e renda.

"O objetivo é ajudar a estimular e promover a economia popular, visand o fomento do empreendedorismo das pessoas que não dispõem de um emprego formal ou daquelas que, mesmo tendo um trabalho fixo, querem aumentar sua renda, obtendo assim garantias seguras de maipr rentabilidade em seu negócio", afirmou Roberto Rocha Júnior.

BNC Parlamento Municipal

12 de julho de 2013

Lançamento do Plano Safra 2013 de Paço do Lumiar

A partir das 9h, será lançado o Plano Safra 2013 de Paço do Lumiar, na Câmara Municipal  de Vereadores. Para o município, será destinado o valor de R$ 4bi, a serem utilizados no estímulo e desenvolvimento da pesca e aquicultura local.

O evento contará com a presença do prefeito Josemar Sobreiro, da Secretária Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Rosany Aranha, do superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura no Maranhão, Júnior Verde, deputados estaduais e federais, agentes financeiros entre outros convidados.

Sugestão de entrevistas: Prefeito Josemar Sobreiro
                                           Secretária Municipal de Agricultura: Rosany Aranha
                                           Superintendente do Ministério da Pesca no MA: Júnior Verde

Mais informações

Sobre o Plano Safra

O Plano Safra da Pesca e Aquicultura é um programa inédito do Governo Federal para estimular o desenvolvimento do setor por meio de linhas de crédito para o aumento de produção e a geração de emprego e renda. Serão disponibilizados mais de R$ 4 bilhões em crédito e investimentos para fortalecer o setor pesqueiro, tornando-o mais produtivo, competitivo, inclusivo e sustentável. Para isso é preciso aprimorar técnicas de cultivo e manuseio, ampliar a assistência técnica, modernizar equipamentos, investir em pesquisa e garantir mais estrutura à cadeia produtiva.

Além da ampliação do volume de crédito, com juros menores e prazos estendidos, os beneficiados contarão com assistência técnica para melhor aplicação dos recursos em seus projetos. O crédito será concedido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Nordeste, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal e Cooperativas de crédito.

Público-Alvo - O Plano Safra é destinado a todos os envolvidos nos processos de pesca, exploração, cultivo, conservação, processamento, transporte, comercialização e pesquisa dos recursos pesqueiros. As linhas de crédito serão oferecidas a pequenos, médios e grandes pescadores e aquicultores, com benefícios exclusivos para cada tipo de produtor: familiares, cooperativas, pescadoras, jovens, marisqueiras.

Como utilizar - Investimento: os recursos podem ser aplicados na conservação e aquisição de embarcações e equipamentos; beneficiamento ou industrialização; e incremento da produção. Se você é pescador artesanal, tem a chance de aumentar sua renda, tornando-se aquicultor. Se for agricultor familiar, pode aproveitar estruturas de irrigação para produção de pescado. E para você, que é formado em pesca e aquicultura, está disponível uma linha de financiamento para iniciar empreendimentos.

Custeio: captura e cultivo; conservação de embarcações e equipamentos; conservação, beneficiamento ou industrialização.

Comercialização: recursos para despesas posteriores à captura e produção próprias, como armazenamento, seguro, manipulação, preservação, acondicionamento, impostos, fretes e carretos.
 
BNC Paço

22 de junho de 2013

Bira critica declarações do vereador Nato contra a classe dos bancários

Representantes da diretoria do Sindicato dos Bancários do Maranhão trouxeram ao deputado Bira do Pndaré (PT) uma ação de desagravo contra o vereador de São Luís Nato (PRP). O vereador foi vítima de um assalto do tipo “saidinha bancária”, na manhã do dia 11 de junho.

O crime aconteceu na agência do Bradesco na Magalhães  de Almeida. Dois bandidos abordaram o parlamentar na saída da agência. Os bandidos levaram a quantia de R$ 10 mil. O dinheiro seria para pagar funcionários do gabinete do Vereador.

O deputado Bira se solidarizou com o Vereador, contudo lamentou a declaração descabida que ele fez, quando tentou atribuir a funcionários do banco terem passado a informação que teria favorecido a saidinha. Nato tentou atribuir a violência e a criminalidade, sobretudo, a prática da saidinha à categoria bancária.

“Nós não podemos aceitar isso, de maneira alguma, repudiamos isso, e endosso cada palavra do Sindicato dos Bancários. A categoria bancária não é bandida, a categoria bancária não tem envolvimento com esse tipo de postura, atos isolados de quem quer que seja deve ser punido com todo o exemplo, agora atribuir de maneira generalizada, sem nenhuma fundamentação, sem nenhuma comprovação, nós não podemos”, destacou Bira.

Bira lembrou que os responsáveis pela criminalidade, violência e assaltos nas agências bancárias são os banqueiros e o Governo do Estado. Em primeiro lugar, os banqueiros que não investem na segurança dos seus clientes. Para o petista os banqueiros não investem o mínimo possível para que o cliente tenha mais segurança.

O parlamentar lembrou-se da luta para a instalação das portas giratórias nas agências bancárias e também da aprovação, na Assembleia Legislativa, de um Projeto de Lei, vetado pela Governadora, que visava a instalação de biombos e outros equipamentos de segurança para garantir a segurança nos bancos.

“Eu me lembro que para instalar as portas giratórias foi uma luta desgraçada porque os Bancos privados não queriam gastar com porta giratória. Agora o Sindicato dos Bancários reivindica os biombos, aquela proteção entre o caixa onde é feito o movimento de dinheiro e a fila do Banco que muitas agências já implantaram, agências públicas, mas os Bancos privados continuam resistindo”, denunciou.

Bira e a diretoria do Sindicato dos Bancários solicitam medidas urgentes para reverter o quadro de violência que assombra os bancários e os clientes de bancos do Maranhão. “O governo do Maranhão vetou a lei dos biombos e outros equipamentos de segurança para garantir mais segurança aos clientes e aos usuários e aos próprios bancários que são vítimas, não são autores dos crimes, são vítimas dos assaltos a Banco. Os banqueiros não querem gastar nenhum centavo do lucro que eles têm para melhorar a qualidade da segurança nas agências bancárias, por essa razão, eu quero aqui endossar as palavras da entidade sindical, que eu tive a honra de presidir”, protestou Bira.
 
BNC Cidade