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1 de junho de 2015

SIND-UFMA decreta estado de greve

Sindicato adere à paralisação nacional dos docentes das instituições federais de ensino superior
Grande Ilha - Em assembleia realizada na tarde de hoje, o Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Maranhão – SIND-UFMA deliberou pela decretação do estado de greve e mobilização da categoria para a assembleia geral marcada para o dia 18 deste mês. Definiram ainda a data de 15 de junho como prazo limite para aguardar a contraproposta do governo federal. Os professores pretendem, ainda, articular junto aos alunos o apoio à pauta coletiva de reivindicações face ao contingenciamento financeiro imposto pelo governo federal às IFES, que podem comprometer suas atividades.

Abaixo, a íntegra da nota.

Em reunião com presença de mais de 90 professores o SIND-UFMA decidiu por unanimidade os seguintes pontos:
a)     Decretar o estado de greve e mobilização no sentido de construir a assembleia geral prevista para o dia 18 de junho de 2015;
b)    Aguardar o posicionamento que o PROIFES recomendará a partir do dia 15 de junho, data limite exigida para recebimento uma contraproposta do governo federal;
c)     Informar os discentes, técnicos administrativos e a sociedade em geral da necessidade de pressionar o governo contra os cortes no orçamento da educação.
Durante a reunião, os docentes reforçaram ainda a necessidade de articular junto ao corpo discente o apoio à pauta coletiva de reivindicações, posto que os alunos são parte interessada e prejudicada pelo contingenciamento financeiro que o governo federal impõe às instituições federais de ensino.

São Luís, 1º de Junho de 2015

8 de maio de 2015

Com o apoio do deputado Cabo Campos, conquistas a classe militar avançam.

Grande Ilha - Nesses primeiros meses de atividade parlamentar, o deputado Cabo Campos (PP) tem se destacado como sendo a voz dos policiais militares e bombeiros militares. Pelo pouco tempo de trabalho e pelos resultados obtidos nesse período, a sua atuação tem sido reconhecida.  
Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (26), o parlamentar destacou avanços que há muito tempo são esperados pela classe. “Quero destacar a Medida Provisória 197, medida essa que regulamenta o escalonamento vertical para Policiais Militares e define valores dos subsídios dos membros da policia militar e do corpo de bombeiros. Uma proposta que ao longo dos anos tem sido buscada, mas que só agora efetivamos essa conquista. Sinto-me um vencedor, por mais que todas as necessidades não tenham sido efetivas, porém conquistas são construídas paulatinamente, do governo anterior para o governo Flávio Dino, temos sim tido relevantes melhorias, isso é fato. Vamos continuar nossa luta, em busca de melhorias cada vez maiores para a classe”, disse Campos.  
Outros avanços foram citados, o termo de compromisso que assume o Governo do Estado, e que contempla a categoria com oito itens relevantes para a valorização do profissional de segurança. “O Termo de compromisso que assume o governo do Estado do Maranhão neste ato representado pelo secretário de estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, subsecretário de Gestão e Previdência Cláudio Furtado, secretário adjunto da Casa Civil Carlos Eduardo Lula e de Assuntos Políticos, Federativos Márcio Jerry Saraiva Barroso, são avanços concretos. Como transformar auxílio alimentação em ticket de alimentação, financiamento habitacional, estudos para adoção de direitos como, adicional de risco de vida e adicional noturno, entre outros avanços. Além de citar é claro, o aumento que contemplou toda a categoria, das praças aos oficiais. É notório que antes nunca avançarmos assim, agora podemos avançar e vislumbrar um futuro melhor”, finalizou Cabo Campos.
BNC Notícias

16 de setembro de 2014

Policia Civil do Maranhão fará paralização de advertência

São Luis - O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol) e a Associação dos Servidores da Policia Civil do Estado do Maranhão (Aspcema) reuniram a categoria para a realização de uma Assembleia Geral nesta sexta-feira, dia 12, em frente à REFFSA, na Beira Mar. Durante a Assembleia foi deliberado que os Policiais Civis do Maranhão farão uma paralização de advertência de 48h, nos dias 18 e 19 de setembro, quinta e sexta-feira.

Logo em seguida, já está agendada nova data de paralização, a ser realizada nos dias 24, 25 e 26 de setembro. Após as eleições, os Policiais Civis irão parar as atividades novamente, dessa vez com uma semana, de 13 a 17 de outubro. Caso nenhuma das reivindicações sejam atendidas, já está convocada nova Assembleia Geral para o dia 17 de outubro, onde será deliberada greve geral por tempo indeterminado.

Entre as principais pautas de reivindicação está o não cumprimento do Estado da implantação da Gratificação de Dedicação Exclusiva, cuja sentença transita em julgado. Além disso, são várias as dificuldades enfrentadas pela categoria na capital e no interior do Estado, principalmente a falta de estrutura das delegacias. O efetivo reduzido também tem se tornado um problema cada vez mais evidente, contribuindo para a instauração do caos na Segurança Pública do Estado.

Segundo o presidente do Sinpol, Heleudo Moreira, na segunda-feira, dia 15, será enviada uma comunicação para o Governo do Estado, através da Secretaria de Segurança, informando a definição da Assembleia Geral.  O presidente da Aspcema, Amon Jessen, declarou que a Polícia Civil do Maranhão encontra-se muito debilitada pela falta de investimentos do Governo do Estado na Segurança Pública.

BNC Polícia

14 de agosto de 2014

Professores enterram a administração pública municipal

São Luis - Cerca de 200 professores participaram do ato simbólico de enterro da administração pública municipal nesta quinta, 31. Com velas na mão e mesmo sob a chuva forte, o cortejo fúnebre saiu da Praça João Lisboa até a porta do Palácio La Ravardeière em protesto contra o descaso com a educação municipal.
Na saída da Praça João Lisboa, um grupo de teatro "chorou" a morte do prefeito, Edvaldo Holanda Jr, e do secretário municipal de educação, Geraldo Castro Sobrinho. "Se a educação pública tivesse qualidade, os políticos teriam seus filhos na escola pública. Mas eles não querem que a população tenha cultura, tenha conhecimento, porque se tivesse, ela tiraria os corruptos que estão no poder em nossa cidade. Nós, da categoria de professores, resolvemos lutar pelos direitos dos nossos alunos e pelos direitos da categoria. Por isso, hoje, nós vamos enterrar a incompetência da administração pública municipal", protestou a presidente do SINDEDUCAÇÃO, Elisabeth Castelo Branco.

Durante todo o trajeto, os professores "choraram" a morte da administração municipal até chegar à prefeitura. Mesmo sob a forte chuva que caía, os grevistas permaneceram firmes. "Nós aguentamos coisa pior na sala de aula. Por que não aguentar uma chuva?", afirmavam para os curiosos que observavam das janelas da prefeitura. Os professores também lembraram aos que ainda não aderiram à greve que o silêncio do prefeito Edvaldo Holanda Jr. deve servir de sinal de desrespeito e negligência com a categoria.
Foto: Leylanne Campelo
Por duas horas, os manifestantes protestaram contra o prefeito e o secretário de educação, e choraram sobre o caixão que levava a administração pública municipal. Na ladainha, pronunciaram o nome dos vereadores que votaram a favor do reajuste salarial de 3% e dos que se ausentaram no dia da votação. A cada nome, os professores indignados bradavam "Livrai-nos dele, Senhor!".

Há 69 dias em greve, os professores municipais se reunirão em Plenária Geral nesta sexta-feira para esclarecer à toda a categoria que as informações da Procuradoria Geral do Município para declarar a ilegalidade da greve foram falsas. Também serão discutidos outros assuntos acerca do direito de greve e da importância de manter a luta, sob risco de ter os direitos desrespeitados pela prefeitura não apenas este ano, mas nos próximos também.

BNC Educação

9 de junho de 2014

COPA DO MUNDO: Metroviários decidem manter greve em SP

Mesmo com a decisão do TRT de considerar a greve abusiva, os metroviários de São Paulo decidiram, há pouco, em assembleia na Capital, pela manutenção da paralisação. Esta já é a maior greve da história do metrô de São Paulo. "Tem uma Copa do Mundo, o maior evento esportivo do mundo. Estamos em um momento único.

Tem também eleições no fim do ano. Os protestos do ano passado entraram na nossa mente. Não pode ficar massacrando, batendo em trabalhador. Em 2007, nós recuamos e houve demissões. Nós podemos sair da luta derrotados se recuarmos ou se continuarmos a greve. Vão tentar nos retaliar agora ou depois. A nossa proposta é continuar a greve", disse o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, na assembleia, angariando o apoio da maioria.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários, 3 mil pessoas acompanharam a sessão. Uma nova assembleia está marcada para amanhã (9), às 13 horas.
 
BNC Sudeste

5 de junho de 2014

Deputados discutem propostas para pôr fim à greve dos rodoviários em São Luís



São Luis - O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), defendeu, na sessão desta terça-feira (3), a proposta de criação de uma Comissão Especial composta por sete membros, com a finalidade de acompanhar, mediar e apresentar sugestões, em caráter de urgência, acerca do grave problema de mobilidade urbana, na região metropolitana de São Luís e, em especial, na capital do Estado.

O deputado Arnaldo Melo explicou que o problema culminou com a paralisação dos rodoviários, há mais de duas semanas, causando grandes transtornos à população dos municípios que compõem a Grande São Luís.

A proposta do deputado Arnaldo Melo foi formulada logo após o discurso proferido pelo deputado Raimundo Cutrim (PCdoB), que lamentou a situação de caos vivida em São Luís.

“Vivemos hoje uma instabilidade jurídica muito grande. A Justiça do Trabalho dá uma determinação que não é cumprida e fica por isso mesmo. E o prefeito vai fazer o quê? Não tem, e não se consegue ônibus em 24 horas. O que poderia ser feito legalmente é que o prefeito assumisse o comando das empresas de ônibus, contratasse motoristas e colocasse os ônibus para rodar com a escolta da polícia”, discursou Raimundo Cutrim.

O deputado Eduardo Braide (PMN) declarou que o mais grave é que, com a greve dos rodoviários, está sendo violado o direito de ir e vir das pessoas: “Sou formado em Direito, e em uma das primeiras aulas que tive na faculdade nós aprendemos que o direito de uma pessoa termina onde começa o da outra. É justo os trabalhadores reivindicarem melhores condições, é justo o empresariado também entender e apresentar suas justificativas para a parte operacional do sistema, mas onde está o direito de ir e vir? O direito das pessoas que estão sendo prejudicadas há vários dias por conta dessa situação da greve?”, questionou Eduardo Braide.

Por sua vez, o deputado Othelino Neto (PCdoB) falou na tribuna da suspeita de que existe interesse político por trás da greve dos rodoviários. “É muito difícil crer que alguém em sã consciência tenha coragem de estimular isso que está acontecendo em São Luís. Mas a greve já foi decretada ilegal pela Justiça e, infelizmente, a decisão está sendo desobedecida. Além disso, essa greve é diferente das outras, porque é uma greve que não tem manifestação nas portas das garagens, que os empresários não estão brigando para os funcionários voltarem ao trabalho”, observou Othelino Neto.

A deputada Eliziane Gama (PPS) defendeu a ideia de a Assembleia Legislativa criar uma comissão de parlamentares para acompanhar a greve dos rodoviários. A deputada explicou que sua proposta é no sentido de contribuir para encontrar soluções imediatas que resolvam o impasse entre empresários, rodoviários e gestão municipal.

Eliziane lamentou o fato de a população estar há oito dias sem nenhum ônibus nas ruas e defendeu a abertura de licitação para o transporte público. Eliziane Gama informou que a comissão que acompanhará as negociações e desdobramentos da greve será composta de sete parlamentares que serão indicados pelos blocos na Assembleia Legislativa. Na tribuna, a deputada voltou a defender a realização de licitação pública.

“Já estamos com duas semanas de paralisação no transporte público na cidade de São Luís e o que se sabe é que há vários e vários e vários problemas. O Ministério Público tem acompanhado, a Lítia Cavalcante que é uma promotora exemplar combativa trouxe por várias vezes essa temática nesta Casa, mostrou a falência do sistema, e inclusive exigiu através de decisão e recomendações para que a Prefeitura fizesse as licitações públicas. Foram estabelecidos vários prazos e infelizmente o governo municipal não realizou a licitação que é a saída para resolver à problemática”, relembrou.

Os deputados Rubens Júnior (PCdoB), Manoel Ribeiro (PTB) e Bira do Pindaré (PSB) louvaram a iniciativa da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de propor a criação de uma comissão de parlamentares para acompanhar os episódios relacionados à greve dos rodoviários. “Nós não podemos ficar alheios, nós temos que efetivamente dar a nossa parcela de colaboração para tentar resolver a situação porque passa o sistema de transporte em São Luís, que está afetando não apenas São Luís, está afetando o Maranhão”, enfatizou Bira do Pindaré.

Em seu discurso, o deputado Manoel Ribeiro lembrou que no momento há duas greves em São Luís: a dos professores municipais e a dos trabalhadores do transporte coletivo. “Mas estão colocando como pano de fundo a greve dos ônibus, e teve deputado aqui culpando a governadora do Estado. Por que culpar a governadora do Estado? Se é de competência do município o transporte coletivo”, questionou Manoel Ribeiro, defendendo a ideia de que a Assembleia Legislativa precisa discutir e avaliar tanto as propostas e reivindicações dos professores municipais quanto dos rodoviários em greve.

BNC Parlamento Estadual

30 de maio de 2014

Eliziane defende licitação do transporte público e a busca de solução imediata para greve dos rodoviários

São Luis - A deputada Eliziane Gama (PPS) lamentou na manhã desta quinta-feira (29) a falta de acordo e de soluções imediatas para o problema do transporte coletivo em São Luís. A parlamentar falou sobre a greve dos rodoviários que está chegou ao 8º dia, e sobre a situação dos usuários que estão sofrendo com a falta de transporte.

Na tribuna a parlamentar defendeu a abertura de licitação para o setor do transporte público para mudar a realidade do transporte de massa na cidade.
  
“Não poderia deixar de trazer aqui, mais uma vez, a minha preocupação referente à nossa Cidade de São Luís. A cidade está parada e vivendo a greve dos rodoviários, uma das maiores já detectadas na história de São Luís. Algo que não se pode admitir”, destacou.

Segundo ela, desde a última terça-feira (27), nenhum ônibus circula na capital do Maranhão e os quase 800 mil usuários sofrem com os prejuízos.“Sei que o debate às vezes é conduzido de forma muito ruim e muito política, porém não é esse o debate. Precisamos compreender que em São Luís temos que quase 800 mil pessoas usam transporte coletivo, e mais de 400 mil pessoas que vivem do Programa de Transferência de Renda do Governo Federal, ou seja, temos uma boa parte da população de São Luís, hoje, que recorre ao comércio informal, para sobreviver, mas sem ônibus coletivo, ela não consegue fazer essa movimentação”, destacou Eliziane Gama.

A parlamentar comentou os danos para os diversos setores da cidade, principalmente para o comércio e para os cidadãos que sobrevivem do comércio informal e lamentou o fato de grande parte da população da cidade não ter alternativa de transporte, além do transporte coletivo.

“O Centro de São Luís e o comércio está praticamente parado, e são grandes prejuízos para a nossa população. Quem sofre com tudo isso não é quem tem um carro para sair, mas boa parte da população que não tem outra saída a não ser o ônibus coletivo. Essa população está sofrendo porque não tem como se locomover e fazer a sua movimentação financeira e melhorar o sustento diário de suas famílias,” relatou.

Soluções

Para a deputada, é necessária ação enérgica do Poder Público para evitar que a greve se arraste por mais dias. Segundo ela, a maior responsabilidade é da gestão municipal, mas o Governo do Estado também pode contribuir.  

“O trânsito da cidade é um problema que é muito mais amplo do que isso, pois entra em na questão financeira e de planejamento. Portanto, ou o gestor precisa entrar para resolver o problema e assume a responsabilidade, ou então a situação se arrasta por mais dias, e a gente não vai conseguir trazer uma resposta a essa população. Eu espero e torço para que realmente isso venha a ser resolvido”, defendeu.

Eliziane Gama finalizou o discurso destacando a importância da abertura da licitação do transporte público em São Luís e defendeu medidas práticas para mudar a situação do deste setor na cidade.

“Recebi a informação que já há um planejamento para licitação do transporte. É a melhor saída que de fato precisamos ter. Na hora que a Prefeitura resolver abrir a licitação pública, no dia seguinte vamos sentir já resposta diferenciada para esta cidade. Então, torço para que ações e medidas como essas aconteçam, porque é o que a população espera, é o que realmente todos os moradores, não somente quem não usa ônibus, mas toda a população de São Luís espera, uma saída plausível para esta cidade”, concluiu. 

BNC Cidade

23 de maio de 2014

MEC cancela reunião com o ANDES

São Luis - No dia em que os docentes de diversas Instituições Federais de Ensino (IFE) paralisaram as atividades em defesa da pauta de reivindicações da categoria com atos nas universidades, panfletagem, passeatas e aulas públicas, a Secretaria da Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC) cancelou a reunião agendada com o ANDES-SN para esta quarta-feira (21), alegando necessidade de viagem do secretário Paulo Speller.


“A reunião já estava agendada há cerca de um mês. Com essa atitude, o governo sinaliza desconsiderar a urgência da pauta, uma vez que colocamos claramente que o retorno da mesa de hoje seria levado para avaliação na reunião do Setor das Ifes, que acontece neste final de semana”, comenta a presidente do ANDES-SN, Marinalva Oliveira, ressaltando que na pauta da reunião dos docentes também está o indicativo de greve da categoria.


Marinalva avalia que há uma intensificação na mobilização dos docentes, que seguem atentos aos resultados das reuniões entre o Sindicato Nacional e a representação do MEC. “A categoria atendeu ao chamamento do para ampliar as atividades e seguir a agenda de mobilização proposta, que indicava esta quarta-feira como Dia Nacional de Paralisação em vigília à reunião que não ocorreu. Durante toda a semana estão ocorrendo assembleias na base para discutir o indicativo de greve, que será avaliado no final de semana”, explica.


Em ofício encaminhado à Sesu/MEC no início da semana, o ANDES-SN alertou sobre a importância de manutenção da agenda e ressaltou que por parte da entidade seria mantido o compromisso assumido.

Com o cancelamento da reunião, os diretores do ANDES-SN protocolaram um documento com os temas que foram priorizados pelo Setor das Ifes para continuidade da discussão sobre a pauta, cobrando resposta urgente do Mec.

Mobilização
Durante toda a quarta, os docentes realizaram atividades de mobilização por todo o país por condições de trabalho, em defesa da reestruturação da carreira docente, valorização salarial de ativos e aposentados e pelo respeito à autonomia universitária.

Em várias instituições foram protocoladas pautas locais de reivindicação, apontando aos reitores os problemas específicos de cada IFE. Seguindo a agenda deliberada pelo Setor das Ifes, até sexta-feira (23) serão realizadas assembleias para discutir a retomada da greve de 2012, apontando indicativo para paralisação.

BNC Educação

22 de maio de 2014

Professores da UFMA paralisaram na quarta e pode entrar em greve no dia 5

São Luis - Os docentes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) paralisaram suas atividades nesta quarta-feira, 21 de maio, acompanhando mobilizações do Dia Nacional de Paralisação das Universidades Federais, conforme deliberado na última reunião do setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do ANDES – Sindicato Nacional.

Em todo o país, as Seções Sindicais do ANDES-SN estão organizando paralisações, mobilizações, atos e panfletagem para que o data fique marcada como um importante momento da luta pela reestruturação da carreira docente, por melhores condições de trabalho, pela valorização salarial de ativos e aposentados e em defesa da autonomia universitária e da educação pública, gratuita, laica e socialmente referenciada.

Os professores que têm a adesão de técnicos administrativos e estudantes ficaram na entrada do campus da UFMA- Bacanga até o inicio da noite .

Ainda segundo os professores caso não haja entendimento, a greve  pode ser deflagrada no dia 05 de junho, já os técnicos administrativos resolveram em assembleia geral pela manutenção da greve.

BNC Sindical.

31 de março de 2014

Técnico-administrativos da UFMA aprovam deflagração de Greve

São Luis - Por ampla maioria, os técnico-administrativos em educação da UFMA aprovaram – em assembleia geral realizada na tarde do dia 26 de março no auditório central da UFMA – a deflagração de GREVE a partir do dia 31 de março seguindo a orientação nacional da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores nas Universidades Públicas – FASUBRA.

Desde o dia 17 de março o movimento nacional grevista está deflagrado em todo o país com a adesão de trabalhadores em 27 universidades, número que deve aumentar nos próximos dias de acordo com informações do Comando Nacional de Greve – CNG, instalado em Brasília-DF.

Antes de iniciar os debates em assembleia, os servidores fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao ex-presidente da ASSUMA, José Ribamar Gonsioroski da Silva, falecido dia 12 de março. Mariano Azevedo, presidente do Sintema e a diretora de aposentados da entidade, Graça Ferro, compuseram a mesa dos trabalhos repassando informes sobre o panorama geral de mobilização no país e, em seguida, abriram para debate.

Vários servidores foram ao microfone expressar sentimentos de angústia, insatisfação e temor quanto ao futuro da Categoria, caso as negociações de pontos importantes da pauta reivindicatória não sejam atendidos, como vem acontecendo desde a última greve ocorrida em 2012. Para a Direção do Sintema, está muito clara a intenção do Governo Federal em protelar o quanto puder a efetivação dos direitos já acordados (ver pauta reivindicatória abaixo).

Os trabalhadores presentes fizeram questão de deixar bem claro que apesar da enrolação do Governo, através principalmente do Ministério do Planejamento – MPOG, que sempre barra qualquer avanço obtido nas negociações junto ao Ministério da Educação – MEC, a categoria precisa participar mais do movimento, da luta e, neste momento, de todas as atividades da greve para que esta seja vitoriosa.

“Não adianta aprovarmos a deflagração de uma greve aqui e grande parte da Categoria fazer vista grossa para ela, todos presentes neste auditório têm o dever de mobilizar os colegas a aderir ao movimento”, disse Mariano Azevedo.

BNC Educação

21 de março de 2014

Presos entram em CDP após intervenção de polícias



 Por Bruno Saia

São Paulo - O delegado-titular da Delegacia Seccional de Presidente Venceslau, Mauro Shiguetoshi Chiyoda, ficou à frente da negociação com os grevistas. “Temos uma determinação judicial, a qual diz que precisamos entrar com alguns presos nessa unidade e queremos resolver isso da melhor maneira possível”, afirmou o delegado durante a negociação. “Só queremos que o governo dialogue com a categoria”, rebateu o agente de segurança penitenciária (ASP), Luis da Silva Filho, antes da invasão dos policiais à unidade. O prefeito de Venceslau, Jorge Duran Gonçalez (PDT), também esteve presente no local na tentativa de apaziguar os ânimos.

Superlotação

A greve dos agentes penitenciários já dura 11 dias e, além do reajuste salarial, a principal reivindicação dos agentes penitenciários é em relação às “más condições de trabalho” nos presídios, principalmente por conta da superlotação das unidades. “Neste momento nós temos aproximadamente 1,2 mil presos nesta unidade, que tem capacidade para pouco mais de 700”, disse Silva Filho. De acordo com os agentes, 22 funcionários cuidavam ontem do CPD, o que representa pouco mais de 50 presos para cada funcionário. “O culpado dessa situação não somos nós e nem vocês [policiais] e sim o governo, que permitiu que isso chegasse a esse ponto”, afirmou o agente durante a negociação. 

O delegado-titular da Delegacia Seccional de Presidente Venceslau, Mauro Shiguetoshi Chiyoda, ficou à frente da negociação com os grevistas. “Temos uma determinação judicial, a qual diz que precisamos entrar com alguns presos nessa unidade e queremos resolver isso da melhor maneira possível”, afirmou o delegado durante a negociação. “Só queremos que o governo dialogue com a categoria”, rebateu o agente de segurança penitenciária (ASP), Luis da Silva Filho, antes da invasão dos policiais à unidade. O prefeito de Venceslau, Jorge Duran Gonçalez (PDT), também esteve presente no local na tentativa de apaziguar os ânimos.

Portão arrombado

Os manifestantes resistiram à pressão dos policiais se deitando no chão e rezando em frente à entrada do CDP, mas acabaram cedendo às ameaças de prisão e de demissão feitas pelo delegado e abriram caminho para o comboio de PMs e do GOE, que levou os presos para o interior da unidade. Porém, a entrada só foi possível após o arrombamento do cadeado do portão principal e de mais uma série de negociações para que o portão interno, que leva às celas, fosse aberto. Em voz alta, os agentes rezavam, como uma espécie de grito-de-guerra. “Essa reação só mostra um governo truculento que não é capaz de dialogar”, disse o representante dos agentes penitenciários.

No interior do CDP, a chave foi entregue pelos agentes ao diretor da unidade, Antonio Carlos Vendramel, que se responsabilizou pela entrada dos detentos sob escolta dos policiais militares. Os sindicalistas alertavam para o risco de uma reação dos presos no caso da entrada da PM, mas isso não se confirmou após a operação. “O que houve foi uma operação bem sucedida na entrega destes sentenciados, no cumprimento de uma ação judicial”, afirma o tenente coronel Marcelo Antonio Monteiro, que comandou a ação da polícia.

BNC Brasil

9 de março de 2014

Com aumento de 37%, garis do Rio encerram greve

 
 
Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil
 
Rio de Janeiro - Após mais de quatro horas de negociações no Tribunal Regional do Trabalho, os garis e representantes da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) e da prefeitura do Rio de Janeiro chegaram a um acordo encerrando a greve que já durava oito dias com o retorno imediato ao trabalho. O encontro estava marcado para terça-feira (11), mas foi adiantado para esta tarde.

O salário dos garis, que atualmente é R$ 802,57, passará para R$ 1.100, e o tíquete alimentação, de R$ 12, passará para R$ 20.

A prefeitura havia oferecido reajuste do salário para R$ 1.050 e aumento do tíquete para R$ 16. O secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo, disse esperar que o aumento de 37% sirva para que o episódio não passe de uma ressaca de carnaval. "Vamos por uma pá de cal nessa história", disse. Ele prevê que sejam necessários de dois a três dias para normalizar a retirada do lixo na cidade.

O aumento acertado foi resultado da contraproposta da categoria. Um dos representantes da comissão de greve, Angelo Ricardo Freitas, disse que os garis ficaram satisfeitos. "Estamos todos satisfeitos, pois não queríamos nada além disso, sentar e conversar e poder propor nossa pauta", disse.

BNC Rio

7 de março de 2014

Policiais militares e bombeiros do MA prometem cruzar os braços

São Luis - Inconformados com o governo do estado, policiais militares e bombeiros decidiram em assembleia na última quarta-feira (26) por uma operação tartaruga, batizada de “Operação Legal”. Em conversa com vários policiais é possível sentir o grau de insatisfação não só em relação à remuneração salarial, mas, também às condições de trabalho: faltam equipamentos e armamentos, tecnologia, fardamento, faltam policiais.

Nesta sexta-feira (7), outdoors foram espalhados pela cidade convocando os militares para a assembleia geral da categoria que será realizada no próximo dia 13. Caso o governo Roseana Sarney não sinalize com um aumento real, haverá paralisação. Os militares reclamam do reajuste de apenas 7% concedido, em ano eleitoral, pela governadora Roseana Sarney à categoria. Segundo os policiais, não se trata de aumento, mas de reposição salarial, pois refere-se a perdas salarias e não a aumento real de vencimentos. Segundo os policiais e bombeiros, “sempre que se concede um reajuste a servidores públicos, a categoria fica de fora, e o reajuste anunciado recentemente, de 7%, não é um aumento real, pois é referente ao acordo firmado em 2011”.

O governo dá de ombros a tudo isso e insiste em mentir em sua publicidade. “Um governo que só existe na propaganda”, esbravejou um Cabo PM que o blog prefere manter no anonimato. O militar revela, como exemplo, que, na ausência de um sistema de informações interligado e confiável, mantém seu próprio arquivo de fotos e dados sobre os bandidos.

É essa Polícia mal remunerada e sem apoio do estado que protege a sociedade no dia a dia – ou pelo menos tenta heroicamente. E é essa Polícia a primeira a ser criticada quando a insegurança bate à porta. Mas, também é essa Polícia que promete parar no dia 13. Fechem as janelas e tranquem as portas. Se a situação da segurança é preocupante com a Polícia trabalhando, imagine quando cruzar os braços.

Até o momento não há sinais de que a governadora esteja um pingo preocupada. O pensamento de Roseana Sarney está tão somente e em nenhuma outra questão mais senão no processo eleitoral deste ano. A preocupação da governadora é criar as condições ideias para eleger no golpe Luis Fernando e sair candidata ao Senado após abandonar o governo. E os policiais que se lasquem. E o povo que se lasque.

Fonte: Blog do John Cutrim
BNC Cotidiano

15 de janeiro de 2014

Presos do Complexo de Pedrinhas entram no terceiro dia de greve de fome

São Luis - Presos de três pavilhões do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, entraram nesta quarta-feira (15) no terceiro dia de greve de fome.

Desde as 12h (horário local) da última segunda-feira (13), detentos de três pavilhões da CCPJ (Central de Custódia de Presos de Justiça) estão se recusando a consumir a alimentação oferecida pela unidade prisional.
Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Estado do Maranhão, Cézar Bombeiro, são cerca de 100 presos que participam da greve de fome.
"Eles pedem a saída da PM (Polícia Militar) da segurança dos presídios, pois agora o regime está mais rigoroso com a revista de todos. As regalias acabaram e drogas, celulares e outros produtos ilícitos estão mais difíceis de entrar com a revista feita pela polícia", disse o sindicalista.

Os presos também reclamaram de maus tratos e humilhações da PM. Internos contaram que estão sendo espancados pela polícia e que os alimentos que as famílias levam para eles são cortados e misturados.

A Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos informaram que vão visitar os presos que estão em greve de fome no complexo ainda esta semana. Eles pretendem intermediar um diálogo entre os presos e o Estado. O dia da visita não foi divulgado.

"Pente fino"

Um pastor da Assembleia de Deus foi preso com uma lâmina no sapato ao ser revistado por homens do Batalhão de Choque da PM (Polícia Militar) dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, nessa terça-feira (14). José Luiz Sousa Neves, conhecido como "pastor Erasmo", foi flagrado com a lâmina dentro do sapato quando tentava entrar para evangelizar os presos de Pedrinhas.

No último sábado (11), duas mulheres foram presas em Pedrinhas durante a revista da PM ao tentar entrar com celulares e drogas escondidos nas partes íntimas.
A segurança do complexo penitenciário foi reforçada, em outubro do ano passado, com homens da Força Nacional de Segurança Pública, que devem ficar no local até 23 de fevereiro.
O Batalhão de Choque da PM assumiu a segurança do complexo no dia 27 de dezembro, por determinação do governo do Estado.

Após uma ação da Tropa de Choque da PM dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na noite do último dia 3, quatro ônibus foram atacados, sendo três deles incendiados, e uma delegacia atingida por balas deflagradas de armas de fogo a mando de presos líderes de facções criminosas em Pedrinhas. Cinco pessoas foram queimadas, sendo que uma delas, uma criança de seis anos, morreu com 95% do corpo queimado.
A violência é extrema no Complexo Prisional de Pedrinhas. De 2013 até agora 62 presos foram assassinados.
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) relatou que o domínio de facções criminosas que agem dentro dos presídios maranhenses deixa as unidades prisionais "extremamente violentas" e que mulheres de presos que não são líderes de facções são estupradas em dias de visita pelo comando dos grupos criminosos para que os maridos não sejam assassinados. Há relatos de estupros fora dos presídios a mando dos líderes de facções.

A maior parte das mortes tem relação com brigas entre as facções criminosas Bonde dos 40 --nome em alusão à pistola ponto 40-- e PCM (Primeiro Comando do Maranhão), facção ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

O UOL entrou em contato com a Sejap (Secretaria de Estado da Justiça e da Administração Penitenciária), nesta quarta-feira (15), mas ninguém atendeu as ligações telefônicas. A reportagem também enviou um email, mas até a publicação deste texto ninguém havia respondido.
 
Fonte: Uol Noticias
BNC Maranhão

6 de novembro de 2013

Sindicato dos rodoviários adia assembleia que iria definir paralisação da categoria face ao alto índice de assalto a coletivos na região metropolitana

A assembleia dos rodoviários que estava marcada para ocorrer na tarde de ontem, foi adiada para a amanhã. De acordo com o secretário administrativo do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Maranhão (Sttrema), Isaías Castelo Branco, o adiamento da reunião foi decidido pela possibilidade de poucos sindicalistas comparecerem a atividade marcada para ontem

O estopim de uma possível paralisação seria a revolta dos rodoviários devido ao último assalto, registrado na tarde da última sexta-feira (1º/11), quando o cobrador José de Ribamar Serra Freitas foi baleado, durante um assalto ao ônibus em que trabalhava.


A população cada vez mais preocupada com os altos índices de violência na região metropolitana, que afeta diretamente aqueles que são usuários de coletivos, não é comum mais, o horário e a brutalidade com que atacam as vitimas que se sentem imobilizados com tamanha paralisia do governo do estado. Isso vem refletindo em uma categoria grandiosa e ao mesmo tempo impotente pela falta de segurança ao qual são expostos.

Segundo informações apuradas pela  reportagem do BNC Notícias, muitos profissionais estão afastadas por questões psicológicas vitima muita das vezes de assalto e de tentativa de assassinato ao qual são submetidos pelos marginais, isso torna a profissão de alto risco e psicologicamente terrível para um convivo de paz e tranquilidade.

Apesar da Secretária de Segurança garantir que ocorre com frequência operações para  coibir a onda de assaltos na Grande Ilha. O certo e que enquanto a população e os rodoviários não sentirem aos mãos do estado vai sempre haver manifestações e tentativas de paralisações para poder chamar à atenção das autoridades.

BNC Cidade

14 de outubro de 2013

Fim da greve dos bancários no Maranhão

Em assembleia realizada no início da noite desta segunda-feira (14), em São Luís, o Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb/MA) decidiu pelo fim da greve da categoria, 
Os principais pontos do acordo, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores (Contraf/CUT), são 8% de reajuste (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro.

Para o azar de alguns correntistas, a proposta só não foi aceita por membros dos bancos do Nordeste do Brasil (BNB) e da Amazônia (Basa), que seguem em greve.

Plantão BNC  

12 de setembro de 2013

Bancários decretam greve a partir do dia 19 caso o acortdo não seja cumprido.

Bancários de 22 Estados decretaram greve nesta quinta-feira (12). A paralisação, no entanto, só deve ser iniciada no próximo dia 19.

Os trabalhadores reivindicam, entre outras pautas, aumento de 11,93%, maior participação sobre lucros e resultados e "fim das metas abusivas" -- exigências de mínimo de venda de produtos do banco por seus funcionários
  
A proposta dos bancos é de 6,1%. Até o dia 19, no entanto, caso a Fenaban (sindicato patronal) apresente proposta mais vantajosa aos trabalhadores, a greve pode ser suspensa. 

BNC Notícias 

18 de julho de 2013

CAPITAL DO MARANMHÃO FICA SEM ÔNIBUS DURANTE TODA MANHÃ, O RETORNO ESTÁ PREVISTA PARA AS 13:00H

Os motoristas de ônibus de São Luís paralisaram a frota e estão concentrados na Praça Deodoro, no Centro, desde as 8h desta quinta-feira (18). A paralisação, que deve durar até às 13h, é um protesto por mais segurança no transporte público da capital maranhense. A informação é do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado do Maranhão.

 Dados do Sindicato das Empresas de Transporte (SET) de São Luís mostram que, em 2010, foram 311 assaltos a ônibus registrados na Região Metropolitana de São Luís. Em 2011, o índice subiu para 377. Já em 2012, o número caiu para 260 ocorrências. Até julho deste ano, já foram 317 assaltos.

Os motoristas e cobradores dizem que bairros próximos a redutos do tráfico de drogas como João Paulo, Ipase e Alemanha se tornaram os mais perigosos ultimamente. De acordo com o superintendente do SET, Luís Cláudio Cerqueira, os motoristas têm pedido demissão ao serem deslocados para trabalhar em rotas consideradas perigosas.

"É grande numero de trabalhadores que pedem demissão por serem deslocados para trabalhar em certos locais onde tem muitos assaltos. Todos os dias, nós contamos os aquivos com as tabelas e horários e enviamos a polícia. Sempre tivemos apoio da PM, mas precisa melhorar no sentido de combater", explicou.

A falta de segurança tem agravado a crise no setor, muitos motoristas preferem trabalhar em outra áreas do que se arriscar diariamente nos coletivos da capital, devido a incompetência da governadora no tocante a segurança.

Com Informações do G1
BNC Cidade

16 de julho de 2013

PARALISÃO DOS COLETIVOS DA CAPITAL DO MARANHÃO POR 5 HORAS DEVE ACONTECER NA QUINTA.

O Sindicato dos Rodoviários confirmou para quinta-feira (18) a paralisação do transporte público de São Luís por cerca de cinco horas, no período das 8h às 13h.
 
A paralisação será de advertência e tem a intenção de chamar a atenção das autoridades constituídas. A ideia é fazer um ato público com concentração as 8h na Praça Deodoro e descer até o Palácio dos Leões.

Segundo confirmou Dorival Silva, presidente do Sindicato dos Rodoviários, a principal reivindicação é na questão da segurança dos trabalhadores. Dorival quer mais segurança para motoristas e fiscais que trabalham diariamente nas ruas de São Luís.

A decisão da paralisação como advertência foi decidida em Assembleia Geral.

BNC Cidade

7 de junho de 2013

Reajuste Salarial de 7,5% não é aprovado pela categoria dos municipais

O Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís – SINFUSP/SL realizou na manhã desta sexta-feira (07) uma Assembleia Geral com servidores do município, onde puderam discutir o reajuste salarial de 7,5% oferecido e chancelado pela Prefeitura de São Luís. O ato aconteceu no Auditório do SINDSEP (Monte Castelo).
“Entendemos este reajuste como algo discriminatório. Para o grupo de Magistério (professores), o aumento foi de 9,5% e para os demais servidores, somente o 7,5%. A categoria esperava que todos fossem tratados sem diferença. A lei prevê tratamento igualitário em matéria de reajuste salarial. Nós não concordamos com esta situação”, criticou o Secretário de Finanças do Sinfusp – Cristovam Araújo.
Além das propostas e encaminhamentos que vão ser direcionados ao Executivo Municipal, o Sindicato vai solicitar o apoio da Câmara Municipal de São Luís, a fim de quê, com a ajuda dos vereadores, possam melhorar o valor do reajuste. O Sinfusp/SL entende que a Prefeitura vai ter condições financeiras para que a partir do 2° quadrimestre possa conceder um reajuste complementar (de acordo com a variação/aumento da Receita).
Alguns dos servidores presentes propuseram movimento grevista demonstrando total insatisfação com a proposta indecorosa do Governo.
Evitando qualquer descontentamento entre os funcionários municipais e a Prefeitura, o Sinfusp/SL propôs traçar estratégias de mobilizações até o mês de Setembro e afirma que apesar de aceitar o valor de 7,5%, quer um maior percentual de reajuste salarial. Entre as partes está a insatisfação devido aos percentuais não serem consensuais

Desta forma, face às inúmeras contestações acerca do reajuste salarial 2013, a Entidade quer tratar também de questões cruciais que devem ser levadas em conta pelo Governo Municipal, pelos Parlamentares e também pelas Centrais Sindicais nesse debate, entre elas: a continuidade permanente da Mesa de discussão para que outras pautas possam ser tratadas – a Implementação do PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Salários), os 40% dos cargos comissionados, assistência médica e de formação aos servidores, além de uma valorização e incentivo ao servidor para que este possa oferecer um serviço de qualidade à população.

BNC Cidade