21 de junho de 2014

Copa do Mundo: Segurança é reforçada no Maracanã após invasão chilena

Rio de Janeiro - A invasão de torcedores chilenos na partida contra a Espanha provocou uma militarização do entorno e de dentro do Maracanã. Barreiras impedem até moradores das redondezas de se aproximar do estádio se não apresentarem comprovantes de residência. Ninguém sem ingresso passa. Essa estratégia é diferente do que foi prometido pela secretaria de segurança do Rio de Janeiro ao traçar o novo plano de proteção à arena.

Foram feitas várias barreiras no entorno ao estádio, principalmente na saída do metrô. E os policiais também atuam dentro do Maracanã ao contrário do que ocorria em outros jogos, e em outros estádios. Foram acrescidos 600 policiais ao esquema, em um total de 3.100 para evitar novas invasões.
 
A primeira medida mais visível é a triagem dos torcedores assim que saem da estação de metrô. Até a partida entre Chile e Espanha, havia apenas um corredor de policiais militares na rampa de acesso ao Maracanã vendo se os torcedores que chegavam tinham ingressos. Neste domingo, são três as barreiras de checagem.
 
Os PMs não estão deixando torcedores sem ingresso passar, diferentemente do que havia sido anunciado em entrevista na última sexta-feira (20). Na ocasião, o subsecretario de segurança do Rio, Roberto Alzir e o comandante da PM, Luiz Castro, afirmaram que não haveria restrições aos torcedores sem ingresso. "Queremos que as pessoas possam se aproximar do Maracanã e sentir esse clima de Copa do Mundo", disse Alzir. Castro ainda observou que não há "impedimento legal" para que as pessoas se aproximem. Moradores reclamaram de não conseguir chegar em casa porque só com comprovante de residência podem acessar à área.
 
A FIFA presionou a ornanização local da copa para que não houvesse mais ações como essa nos estadios, além disso a mídia nacional não deu ênfase ao fato ocorrido no Maracanã.
 
BNC Copa do Mundo no Brasil
 

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