| Força Nacional de Segurança já a postos nos arredores do estádio Maracanã para a final |
Enviado especial
Rio de Janeiro - O
Maracanã amanheceu sitiado neste sábado. A operação de guerra visando à
segurança na final da Copa do Mundo de 2014 começou com a chegada de
brigadas da Força Nacional e das viaturas do Batalhão de Choque da
Polícia Militar ao estádio. Durante todo o Mundial, o Mário Filho foi
cercado 24 horas por algumas viaturas, da polícia militar ou da guarda
municipal. Para a grande decisão, grupos mais militarizados foram
destacados. A ação deu início ao perímetro de segurança, num processo
paulatino até a hora da partida, marcada para as 16h de domingo.
Com metralhadoras e outras armas de grosso calibre, os oficiais
presentes nas calçadas do Maraca deixam claro o objetivo de inibir
qualquer aglomeração nos arredores - problema registrado duas vezes
neste Mundial, nos jogos Argentina 2 a 1 Bósnia e Chile 2 a 0 Espanha. A
Avenida Maracanã, onde fica o portão principal do estádio, com a
estátua de Bellini, e a Rua Eurico Rabelo, que dá acesso ao centro de
mídia, serão as primeiras vias completamente bloqueadas. Na manhã de
domingo, apenas pessoas com ingressos e carteira de identidade terão
acesso.
O plano traçado para a organização da partida entre alemães e argentinos conta com um efetivo de 26 mil pessoas, o maior da história do futebol brasileiro. Engloba o estádio, bairros vizinhos e até a fan fest em Copacabana. Tamanho ímpeto na segurança leva em conta a presença de 15 chefes de estado na tribuna de honra e a visibilidade do jogo, que deve passar de 700 milhões de telespectadores mundo afora.
O plano traçado para a organização da partida entre alemães e argentinos conta com um efetivo de 26 mil pessoas, o maior da história do futebol brasileiro. Engloba o estádio, bairros vizinhos e até a fan fest em Copacabana. Tamanho ímpeto na segurança leva em conta a presença de 15 chefes de estado na tribuna de honra e a visibilidade do jogo, que deve passar de 700 milhões de telespectadores mundo afora.
Com Informações do Correio Braziliense
BNC Copa do Mundo