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31 de março de 2015

Operação da polícia federal prende ex prefeita suspeita de agiotagem no Maranhão

Presa a ex-prefeita de Dom Pedro, Arlene Barros.
Dom Pedro - A Polícia Civil prendeu na manhã de hoje a ex-prefeito de Dom Pedro, Arlene Barros, por suspeita de envolvimento com agiotagem. Não é de hoje que a polícia vem cumprindo prisões sobre estas questões no estado do Maranhão.

A questão da agiotagem é recorrente no Maranhão, são prefeituras envolvidas e até parlamentares envolvido com essa turma que financia campanha para que eles os envolvidos possam ganhar uma eleição. Como pode um candidato a prefeito gastar milhões em uma eleição municipal, sabendo ele, que não tem como pagar.

Além deste, os policias cumprem mais um mandado de prisão – contra o filho da ex-prefeita, Eduardo DP -, cinco de condução coercitiva e 38 de busca e apreensão em todo o estado. Cidades como Buriti, Cururupu e outras.

Segundo informações apuradas pela redação essa de hoje é um desdobramento do caso Décio Sá. Será se dessa vez as pessoas realmente envolvidas vão parar atrás das grades.questões no estado do Maranhão.

BNC Polícia

10 de junho de 2014

MPMA cobra R$ 1,7 milhão de ex-prefeito de Dom Pedro

A Promotoria de Justiça de Dom Pedro ingressou, no último dia 4, com quatro Ações Civis Públicas de execução forçada contra Vadilson Fernandes Dias, ex-prefeito do município. As ações, assinadas pelo promotor de justiça Luis Eduardo Souza e Silva, baseiam-se na avaliação das prestações de contas do Município, do exercício financeiro de 2007, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O Acórdão PL/TCE n° 968/2012, relativo ao julgamento das contas da Prefeitura, condenou o ex-gestor a pagar R$ 121.969,73 à Receita Estadual e R$ 587.798,21 aos cofres do município. Já o Acórdão PL/TCE n°969/2012, que trata da prestação de contas do Fundo Municipal de Saúde (FMS), resultou na condenação de Vadilson Dias ao pagamento de R$ 126.606,80 ao Estado do Maranhão e de R$ 450.534,00 ao erário municipal.

O ex-prefeito também foi condenado no acórdão PL/TCE n° 970/2012, referente ao julgamento de contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Na ação referente a esse acórdão, o Ministério Público requer o pagamento de R$ 69.997,28 aos cofres do Estado e R$ 290.736,39 ao Município de Dom Pedro.

Já o Acórdão PL/TCE n° 971/2012 julgou a prestação de contas do Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS) de Dom Pedro no exercício financeiro de 2007. A avaliação realizada pelo Tribunal de Contas do Estado resultou na condenação de Vadilson Fernandes Dias ao pagamento de R$ 31.908,40 ao Estado do Maranhão e R$ 59.542,00 ao Município.

O valor total cobrado pelo Ministério Público é de R$ 1.739.092,81 e o prazo solicitado para o pagamento é de três dias. Os valores ainda precisam ser atualizados até a data de quitação dos débitos.

Em caso de descumprimento da decisão judicial, a promotoria requer a penhora dos bens de Vadilson Fernandes Dias em valor suficiente à quitação da dívida. Para isso, o Ministério Público solicitou que a Justiça determine ao Banco Central uma verificação sobre a existência de ativos financeiros em contas pertencentes ao ex-prefeito e a decretação de sua indisponibilidade.
 
BNC Justiça

14 de setembro de 2013

MP aciona ex-prefeita de Dom Pedro por improbidade administrativa

As irregularidades na prestação de contas e execução de um convênio firmado, em 2010, pela Prefeitura de  Dom Pedro com a Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento (Secid) para construção de 100 casas populares motivou o Ministério Público a acionar judicialmente, no dia 6 de setembro, a ex-prefeita Maria Arlene Barros Costa por improbidade administrativa.
 
Na Ação Civil Pública, o promotor de justiça Luis Eduardo Souza e Silva denuncia que o Convênio nº 22/2010, no valor de R$ 655.813 mil, fazia parte do Programa Viva Casa do governo do Maranhão. As casas deveriam ser construídas de alvenaria e cobertas de telha para substituir as habitações de taipa e palha.
 
Ao investigar o convênio, o MPMA constatou que a prestação de contas está irregular, pois a ex-prefeita não apresentou os documentos necessários para análise do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Além disso, nenhuma casa foi construída.
 
Por conta das ilegalidades, o promotor pediu à Justiça que determine o ressarcimento integral do dano causado aos cofres públicos, no valor de  R$ 655.813 mil, a ser pago por Maria Arlene Costa. Também foi solicitada a indisponibilidade dos bens da ex-gestora para garantir o pagamento dos valores desviados; suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de dez anos.
 
Fonte: CCOM-MPMA
BNC Política