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1 de setembro de 2014

Prefeitura inicia aplicação da segunda dose da vacina contra o HPV

São Luis - A Prefeitura de São Luís, através da Secretaria de Saúde (Semus), iniciou nesta segunda-feira (1º) a aplicação da segunda dose da vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV). O calendário de vacinação do município está em conformidade com as orientações do Ministério da Saúde (MS) e a expectativa da Semus é que sejam imunizadas 27 mil meninas de 11 a 13 anos de idade nesta segunda etapa.

Segundo a superintendente de Vigilância Epidemiológica e Sanitária da Semus, Terezinha Lobo, a imunização contra o HPV é essencial para prevenção contra o câncer de colo de útero. “De acordo com a Organização Mundial de Saúde [OMS], o câncer de colo de útero é a quarta enfermidade que mais mata em todo o planeta. Por isso, é preciso que as pacientes tenham a consciência da importância do ato”, informou.

Terezinha Lobo explicou que durante o mês de setembro, deverão procurar a segunda dose da vacina somente as meninas que foram imunizadas entre os dias 10 de março e 10 de abril deste ano. Quem recebeu a primeira dose da vacina depois do dia 10 de abril deverá buscar a imunização somente no mês de outubro. A superintendente explicou que, com a segunda vacina, a paciente terá proteção imunológica por cinco anos contra o HPV.

Na primeira fase de aplicação da vacina contra o HPV, a Semus atingiu uma cobertura de 90%, percentual acima da média nacional, que foi de 87,3%. O município de São Luís aplicou 22.875 doses da vacina contra o HPV no período de março a agosto deste ano segundo dados do Programa Nacional de Imunização.

Para o ano que vem, o Ministério da Saúde pretende ampliar o público alvo da vacinação contra o HPV para meninas entre 9 e 11 anos de idade. “Quem se imunizar desde já, terá menos chances de ter a doença no futuro”, frisou Terezinha Lobo.

BNC Saúde

23 de junho de 2014

Vírus da poliomielite é achado em amostra de esgoto em Viracopos, diz OMS

São Paulo - O vírus da pólio foi encontrado em amostra de esgoto perto de São Paulo, mas até o momento não foi registrado nenhum caso de paralisia em humanos, informou  a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus que foi encontrado em amostras coletadas em março no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP) é similar a uma amostra de vírus recentemente isolada de um caso na Guiné Equatorial, segundo a OMS.

A agência da ONU disse que o risco de o vírus da pólio encontrado no Brasil se espalhar internacionalmente é "muito baixo", e da Guiné Equatorial é "alto".

A pólio é considerada erradicada do Brasil desde 1989.

Emergência mundial
Em maio deste ano, a OMS decretou emergência sanitária mundial diante do risco de contágio da poliomielite, depois de detectar casos em mais de uma dezena de países.

Foi a segunda vez na história que a entidade declara uma emergência global por conta de uma doença. A primeira vez foi em 2009, com a gripe A.

Apesar de os casos de pólio terem sido identificados principalmente na África, Oriente Médio e Ásia, a entidade optou por decretar o estado de emergência como forma de combater sua proliferação e diante do risco de que a doença chegue a países que, com esforços de anos e milhões de dólares gastos, conseguiram erradicar o problema.

O vírus estava prestes a ser declarado como extinto há três anos. Mas conflitos armados em algumas regiões e a falta de investimentos em outras abriram as portas para a volta da doença. O risco, desta vez, é que com a facilidade de contatos e de viagens, o vírus teria maiores chances de chegar a novas regiões.

Os principais focos da nova onda da doença são Paquistão, Camarões e Síria. A recomendação a esses governos é de que não permitam a saída de pessoas dos países sem que estejam vacinados.

Mas com a guerra na Síria tendo feito desabar parte da estrutura do Estado e diante dos mais de 3 milhões de refugiados, a OMS reconhece que muitos que podem estar portando o vírus já estão em outros países. 

Com informações da a Agência Estado e Reuters
BNC Sudeste