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29 de janeiro de 2014

Morre quinta vítima de queda de passarela na Linha Amarela, no Rio

Rio de Janeiro - Subiu para cinco o número de mortos após o acidente com a passarela que desabou na terça-feira (28) na Linha Amarela, no Rio de Janeiro. Luiz Carlos Guimarães, 70, estava no hospital Salgado Filho, no Méier, e morreu na manhã desta quarta (29). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele sofreu traumatismo craniano, com edema cerebral, e fratura nas costas. O homem estava em coma e respirava com a ajuda de aparelhos desde a chegada ao hospital.


No acidente de terça, duas pessoas que estavam na passarela no momento da colisão morreram. As outras três estavam em um Palio e um táxi que ficaram esmagados pela estrutura de metal e concreto que foi derrubada pela caçamba. O motorista do caminhão disse à polícia que sabia da proibição ao tráfego de caminhões no horário em que entrou na via, por volta das 9h15.

A passarela desabou depois que um caminhão colidiu com a estrutura. O motorista do veículo, Luis Fernando Costa, 30, foi socorrido para o hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e está lúcido, já tendo inclusive conversado informalmente com o delegado responsável pelo caso. Ele foi submetido a tomografia de tórax, abdômen e pelve e não sofreu fraturas.

Estrutura


A estrutura de aço da passarela é resistente e pode ser reaproveitada no mesmo local, de acordo com avaliação do engenheiro civil Antonio Eulálio Pedrosa Araújo, conselheiro do CREA-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro).


Araújo esteve no local do acidente nesta terça e analisou a situação. "Foi uma fatalidade." Especialista em pontes e estruturas, ele descarta a hipótese levantada por moradores de que um acidente ocorrido em 2001 tenha prejudicado a passarela.


O engenheiro atribui a queda da passarela ao impacto do caminhão que transitava com a caçamba levantada. Segundo ele, apesar de possuir uma estrutura resistente, a passarela não foi projetada para suportar uma "pancada" tão forte. Araújo calcula que o impacto teve uma força superior a 100 toneladas.

A passarela pesava 94 toneladas, de acordo com informação da Prefeitura do Rio. A estrutura metálica tinha 70 metros de extensão, com lajes de concreto no piso e no teto, além de pilares. Para facilitar a remoção, ela foi cortada. Situada entre os acessos 4 e 5 da Linha Amarela, ela ligava duas comunidades do bairro de Pilares, na zona norte do Rio.

BNC Rio

16 de dezembro de 2013

Carnaval de passarela 2014 é garantido em Audiência Pública na Câmara Municipal



A realização do Carnaval de passarela para o ano de 2014 foi garantida numa Audiência Pública realizada, por solicitação do vereador Marlon Garcia (PTdoB). O anúncio foi feito pelo presidente da Func (Fundação Municipal


l de Cultura), jornalista e professor universitário Francisco Gonçalves, ao apresentar o Projeto do Carnaval 2014 da Prefeitura Municipal. O evento contou  com expressiva participação de representantes das agremiações carnavalescas e demais lideranças desse segmento da sociedade civil, para discutir sobre o plano de execução para as festividades carnavalescas e carnaval de passarela de 2014.



“Solicitamos esta audiência pública para tratar única e exclusivamente do Carnaval de 2014, já que, em 2013, não foi realizado o carnaval de passarela em São Luís. Aqui, nós vamos discutir o projeto, as idéias e extrair as soluções para a questão. Também, unir as forças, de forma pacífica, para tentarmos concretizar o objetivo que é fazer o carnaval de passarela de 2014”, resumiu o vereador Marlon Garcia, a respeito da finalidade da audiência.


“Desde já, confirmamos a realização, nesse próximo ano, do carnaval de passarela; dos bailes da Corte Momesca, dos Artistas, da Felicidade (3ª Idade) e dos Erês (Infantil); e das festas nas comunidades e instituições”. Foi o que garantiu o presidente da Func, durante a apresentação da proposta governamental, ao enfatizar que  “além do projeto, também viemos apresentar as balizas da programação, que é o resultado da discussão que estamos fazendo com as agremiações carnavalescas”.


 “O Carnaval 2014 será o primeiro grande evento realizado após a adesão da prefeitura de São Luís ao Sistema Nacional de Cultura, que se constitui em um instrumento de articulação, gestão, informação e fomento de políticas públicas de cultura, com a participação e controle da sociedade, envolvendo todos os entes federados”, esclareceu Chico Gonçalves.



Integraram a mesa da audiência: o presidente da Fundação Municipal de Cultura (FUNC), Francisco Gonçalves; o secretário Municipal de Assuntos Políticos, Osmar Filho; o conselheiro Municipal e representante do gestor da Semed, Mauro Enéas; o presidente da Academia de Blocos Tradicionais do Maranhão, Edílson das Mercês Silva Costa; o presidente da Associação Maranhense de Blocos Carnavalescos, Ivaldo Santana da Silva; e o 1º secretário da União das Escolas de Samba do Maranhão, Tony Mota. Após a conclusão das falas dos integrantes da mesa, a palavra foi franqueada aos vereadores presentes e aos demais participantes da audiência. 
BNC Cidade