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25 de outubro de 2014

Formação do SIASI apresenta ferramenta para coleta de dados escolares

Paço do Lumiar - Gestores dos 14 polos educacionais de Paço do Lumiar participaram, durante três dias, da formação do Sistema Instituto Ayrton Senna de Informações – SIASI, com o objetivo apresentar a plataforma online para registros de informações das escolas por meio da coleta de dados.

O sistema permite a rápida tomada de decisão a partir de relatórios de análise e de intervenção, visando a melhoria da aprendizagem e o sucesso do aluno, bem como, da sua consolidação no âmbito das secretarias de educação. 

No sistema são informados, por exemplo, a frequência dos alunos e professores, cumprimento dos dias letivos, desempenho do gestor, coordenador, entre outros. O GN 10 é desenvolvido nas 60 escolas de ensino fundação de Paço do Lumiar.

Para Hilberlene Barbosa, coordenadora do programa GN10, “o programa articula as práticas educativas de cada escola aos conhecimentos e saberes construídos nas ações de formação e acompanhamento dos gestores escolares, desenvolvendo mecanismos de competências e habilidades necessárias ao processo de gestão educacional”.

BNC Paço

20 de novembro de 2013

Quais as características de um líder de sucesso?

3 de cada 4 brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser um empregado ou funcionário de terceiros; Esta é a taxa mais alta no mundo
O Brasileiro é um povo empreendedor, segundo pesquisa da Endeavor, o número de empreendedores no Brasil cresceu 44% nos últimos 10 anos. Mas isso não é tudo, a pesquisa mostra que 28% dos brasileiros já são empreendedores e que 33% tem vontade de ser. Outro ponto relevante é que pudessem escolher, 3 de cada 4 brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser um empregado ou funcionário de terceiros. Esta é a taxa mais alta no mundo.

“Ponto importante para o crescimento na vontade de ser empreendedor também está nas facilidades que o governo brasileiro vem oferecendo, como é o caso do Micro Empreendedor Individual (MEI), que possibilita que milhares de micros empreendedores saíssem da marginalidade e com a criação da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) que permite que uma pessoa física seja titular de todo o capital de uma empresa, devidamente integralizado”, acrescenta

“Se por um lado o empreendedorismo está em alta, também há o problema do fechamento rápido das empresas, já que as pessoas não possuem todas as características empreendedoras, apenas conhecendo o produto ou serviço que querem ofertar. Porém, mesmo para estes casos, é possível o aperfeiçoamento e ter uma empresa de sucesso”, conta o diretor executivo da Innovia.

Veja algumas dicas que Ricardo Barbosa preparou para quem deseja desenvolver nesse ramo tornando assim um empresário qualificado para o mercado:

Iniciativa e pró-atividade – Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade dará destaque, mostra que se é engajado e quer crescer. O empreendedor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação, portanto, agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem;

Autoconfiança – O profissional que quer ter seu empreendimento precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores.

Análise e Planejamento – É importante analisar os concorrentes, a economia, os setores externos que há ligação com a sua empresa, para saber os riscos e as estratégias mais eficazes. Dessa forma é possível antecipar ações e não apenas apagar incêndios.

Conexões e Criatividade – O empreendedor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação podem levar a um retorno imediato.

Controle – O empreendedor não pode esquecer que ele está no comando, e que é possível e aceitável delegar as funções, mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.

Liderança – Ser líder não é a tarefa mais fácil de todas, porém é importantíssimo que o empreendedor saiba liderar com eficácia, planejar, dividir as funções, reunir e organizar as ações, entre outras atividades que o líder precisa ter para que a equipe esteja, sobretudo, motivada e segura por trabalhar com você.

Persistência e Otimismo – Em várias fases a empresa poderá passar por dificuldades, falta de clientes, crise externa e interna, mas o que fará com que o barco não afunde é o otimismo e a persistência atrelada com o jogo de cintura para driblar os problemas. Nesta hora é preciso ter em mente o seu potencial e suas habilidades e a partir daí iniciar o plano de ação e conquistar seus objetivos.

Aprendizagem Contínua – O bom profissional, sendo ele empreendedor ou não, busca se capacitar, portanto se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.

 Fonte:Blog Robert Lobato
BNC Mercado

7 de outubro de 2013

Feira do Livro supera expectativas e atrai leitores para o Centro Histórico

A Feira do Livro de São Luís (FeliS), o maior evento literário do Maranhão, em sua sétima edição, mobilizou grande número de visitantes para habitar a Praia Grande, ocupando seus vários equipamentos culturais, durante dez dias de programação. Além de oferecer a comercialização e troca de livros, a 7ª FeliS, evento promovido pela Prefeitura de São Luís, democratizou o acesso de todos à produção literária local e nacional, promoveu o contato direto com escritores, poetas e artistas, proporcionou vivências poéticas e reavivou o olhar para os espaços entre casarões, ruas e becos do Centro Histórico, lugar de memória e inspiração dos principais literatos da capital maranhense.

O patrono e os homenageados da Feira tiveram espaços organizados para exposições, debates, bate-papos, palestras, intervenções, entre outras atividades promovidas por especialistas que ampliaram o valor e reconhecimento de suas obras e produção cultural.  A troca foi transversal, com escritores e poetas sendo saudados pelos próprios leitores, com abraços literários entre participantes e convidados, com improvisos, intervenções artísticas e multilinguagens, da poesia a música, do livro impresso a passeios virtuais, tudo acontecendo entre uma conversa e outra, entre livros, entre pessoas, entre lugares.

“Fiquei muito contente em conhecer o Nauro (Machado, patrono da Feira) pessoalmente, poder tirar foto, receber autógrafo dele. Foi legal abraçá-lo e sentir toda sua solenidade e força”, disse Marina Chagas, estudante universitária.

EXPECTATIVAS SUPERADAS


Foram disponibilizados 28 espaços para a realização das atividades da programação, além de 34 estandes para venda de livros. No total, durante os dez dias de evento, foram comercializados mais de 100 mil livros, chegando a quase R$ 2 milhões em vendas. “Mais uma vez, a Feira superou as expectativas de venda em relação ao ano anterior. Nós disponibilizamos 50 mil títulos diferentes de publicações e foram vendidos até o início deste domingo 100 mil livros”, disse Milton Lira, presidente da Associação dos Livreiros do Maranhão (Alem).

Segundo dados do Corpo de Bombeiros, a Feira atraiu cerca de 170 mil pessoas durante os dez dias de evento. Nos últimos dias, a Praia Grande ficou bastante movimentada, com a presença de famílias inteiras e visitantes interessados em adquirir alguma promoção de venda de livro. “Aproveitamos para vir no final do evento porque sempre a gente encontra algum livro mais barato para comprar para as crianças, alguma pechincha”, disse Rogério Pereira, funcionário público.

MUDANÇA DE LOCAL
A mudança de local do evento também agradou aos visitantes, livreiros e escritores. “Estou participando desde as primeiras feiras e foi muito bom ter vindo para a Praia Grande. Aqui, os escritores tiveram mais oportunidade para lançamento de livros, foram mais inseridos na programação do evento, foi até mais seguro”, comentou o professor Antônio Guimarães de Oliveira, autor do livro “São Luís: Memória e Tempo”, um dos mais procurados e vendidos no Estande da Casa do Escritor Maranhense, junto com o livro “Os atenienses e a invenção do canône nacional”, de Ricardo Leão.

Alguns escritores fizeram questão de estarem presentes no evento, autografando, lançando livro ou participando da programação, como foi o caso do escritor Wilson Marques que participou de rodas de leituras com crianças, além de ter autografado livros. “Sempre achei que a Feira (do Livro) na Praia Grande seria melhor. Foi fundamental o trabalho da curadoria desse ano. Foram escolhidos bons convidados. Esse ano eu tive a postura de me fazer presente. O resultado está aí, muita gente visitando, participando. Outra coisa: o fato do evento ser no Centro Histórico atrai também os turistas. Foi algo muito positivo”, afirmou.

O ‘Poesia no Beco’ (Escadaria do Beco Catarina Mina) foi um dos espaços que mais conquistou a simpatia dos visitantes. Os recitais e performances poéticas realizados ao ar livre, por entre os casarões coloniais, deu um charme a mais ao local. “Aqui na Praia Grande, a Feira ficou plural, com shows, recitais, o bom uso dos espaços culturais. Eu fiquei viciada no Beco da Poesia. A gente se esparrama na escadaria e os versos sobem. É a poesia emanando na gente. Conhecer pessoalmente os poetas de outros lugares também foi muito bom”, disse Élida Aragão, jornalista.

Para o poeta Caco Pontes, convidado do evento, a iniciativa da realização da Feira no Centro Histórico foi ousada. “São Luís tem um diferencial cultural. Foi ousado utilizar os espaços do Centro Histórico na programação. Ressignificou a arquitetura, criou um fluxo de pessoas aqui, é um outro olhar, outra atmosfera e juntou duas coisas que combinam muito: cultura e patrimônio”, ressaltou.

ESTACIONAMENTO
Durante o período do evento, o estacionamento, embarque e desembarque de veículos na Praia Grande sofreu alterações. Parte do estacionamento da Praia Grande foi ocupado por estandes e tendas que abrigaram as atividades culturais.

Diariamente, 20 agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) estiveram trabalhando para orientar, fiscalizar e controlar o estacionamento e embarque e desembarque de transporte escolar, de turismo e comercial. Foi interditado apenas o trecho da Rua de Nazaré, compreendido entre a Rua da Estrela e a Rua Couto Fernandes, que dá acesso ao Beco Catarina Mina.

7ª FELIS
A 7ª Feira do Livro de São Luís aconteceu de 27 de setembro a 06 de outubro. O tema deste ano “Livro, Leitura e Tecnologia” homenageou os escritores Nauro Machado (patrono da Feira), Aluísio Azevedo, Catulo da Paixão Cearense, Zelinda Lima e Salgado Maranhão. A programação contou com rodas de conversa, palestras, lançamentos e relançamentos de livros, recitais, peças teatrais, shows musicais, atividades voltadas para o público infantil, entre outros. Este ano, o evento teve a participação de convidados internacionais: o americano Benjamin Moser, biógrafo da escritora Clarice Lispector, o português António de Abreu Freire, biógrafo do padre Antônio Vieira, e o martinês E. Sy Kennenga.

A FeliS é realizada pela Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Func) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed), correalizada pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/MA), e tem o patrocínio da Vale e o apoio da Associação dos Livreiros do Estado do Maranhão (Alem), da Secretaria de Estado da Cultura (Secma) e da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur).

NÚMEROS DA 7ª FELIS
30 instituições parcerias;
28 espaços da programação;
cerca de 170 mil visitaram a Feira;
mais de 100 mil livros vendidos;
34 estandes de livros comercializados;
cerca de 500 palestrantes, escritores e atores participaram da programação;
mais de 100 lançamento de livros no espaço do escritor;
em torno de 25 mil crianças participaram dos espaços infantis;
27 espetáculos e intervenções teatrais;
50 sessões no Cine FeliS.

BNC Cidade