22 de setembro de 2013

Funcionários do Socorrão II gritam por atenção da Prefeitura

Uma denúncia nada admirável chegou mais uma vez ao Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís – SINFUSP/SL. A verdade é que este Sindicato começa a acreditar que a Prefeitura de São Luís não tem compromisso nenhum com a sua classe e nem sequer com as pessoas que, infelizmente, precisam de cuidados da saúde municipal.
Em menos de um mês, o SINFUSP/SL e funcionários da rede municipal estava nas ruas, protestando contra as péssimas condições de trabalho, a falta de atenção do poder municipal que em nada tem se importado com quem está no fundo de um leito, a falta de compromisso e solidariedade com quem está jogado no chão em meio aos corredores, sem saber quando vai ser atendido.
Muito se ouviu falar em mudanças, em novo modelo de gestão. Muito se ouviu de denúncias contra o também péssimo gestor, João Castelo. Mas o SINFUSP/SL pergunta: Há diferença para o atual?
No mês passado, entregamos uma pauta de reivindicações nas mãos do Secretário Municipal de Saúde, Cesar Felix, o qual, na oportunidade nos garantiu que todos os itens seriam individualmente atendidos. Mas cadê? Cadê o secretário que não chama os servidores, não chama esta Entidade que representa o serviço municipal. Cadê o respeito à Comissão da Saúde que foi criada e instituída por Edivaldo Júnior?
O SINFUSP/SL vem a público repudiar a PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LUÍS com tanto descaso, com tanta cegueira, com tanta surdez. A população tem gritado, tem esperneado e não veem nada sendo feito. Toda a população necessita e merece cuidados especiais, principalmente na área da saúde (diga-se de passagem, a área mais comprometida com a precariedade). O que se vê é a falta de leitos adequados para os doentes, a falta de estrutura para os acompanhantes e os trabalhadores desempenharem suas atividades adequadamente, a falta de medicação, segundo os pacientes, que afirmam que compram remédios fora, pois o Hospital não tem o suficiente. Sem falar no clichê: falta de materiais básicos.
Outra reclamação dos funcionários e dos pacientes é o problema também da superlotação no Hospital, ocasionando problemas sociais, técnicos e estruturais. Os mesmos citam a questão dos presos de justiça e os de alta periculosidade, que com a pouquíssima vigilância, colocam em risco a segurança dos trabalhadores e até dos outros pacientes e usuários em geral, os quais se sentem inseguros com ameaças frequentes.
Lembrando mais uma vez que o Sindicato, através da pauta de reivindicação junto aos gestores, vem cobrando constantemente da Prefeitura, a resolução dos problemas. 
Fonte: SINFUSP/SL
BNC Cidade 

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