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21 de novembro de 2014

Por que o seu horóscopo está errado?

Por que o seu horóscopo está errado?

Rio de Janeiro Já faz algum tempo que nossos horóscopos estão errados, o problema não é apenas com as previsões para 2011. Por que? Basicamente, porque as estrelas não estão alinhadas da forma que os astrólogos acham.

Nossos signos zodiacais – Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes – são determinados pela constelação alinhada com o Sol no dia em que nascemos. Só que a Terra balança, algo que é conhecido pelos cientistas como precessão.
Isso quer dizer que durante os últimos 2500 anos, desde que os signos foram “estabelecidos”, seu signo se moveu, aproximadamente, um mês em relação ao sol e as estrelas. Ou seja, você não é do signo que acha que é. E há um novo signo no céu desde então – Ophiuchus (ou Serpente) – que vem depois de escorpião. Então se você nasceu entre 29 de novembro e 17 de dezembro, seu signo é “novinho” em folha.
Se você quer saber qual é seu verdadeiro signo, confira a tabela abaixo:
  • Capricórnio – 20 de Janeiro a 16 de Fevereiro
  • Aquário – 16 de Fevereiro a 11 de Março
  • Peixes – 11 de Março a 18 de Abril
  • Áries –  18 de Abril a 13 de Maio
  • Touro-13 de Maio a 21 de Junho
  • Gêmeos – 21 de Junho a 20 de Julho
  • Câncer – 20 de Julho a 10 de Agosto
  • Leão – 10 de Agosto a 16 de Setembro
  • Virgem – 16 de Setembro a 30 de Outubro
  • Libra – 30 de Outubro a 23 de Novembro
  • Escorpião – 23 de Novembro a 29 de Novembro
  • Serpente – 29 de Novembro a 17 de Dezembro
  • Sagitário – 17 de  Dezembro a 20 de Janeiro
BNC Entretenimento 

8 de outubro de 2014

Câncer de mama pode atingir 57 mil mulheres no Brasil em 2014

São Luis - Tradicionalmente o mês de outubro entrou para o calendário nacional como o mês de combate ao câncer de mama. Em todo país, campanhas tomam as ruas dos grandes centros urbanos em diversos tipos de manifestações e recebem adesão de pessoas públicas e anônimas que alertam para o perigo da doença. Para contribuir nessa luta, a Corregedoria da Justiça do Maranhão também ajuda a promover a campanha no Estado.

O Outubro Rosa é uma iniciativa que busca despertar a atenção das mulheres para adoção de cuidados preventivos e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que é o tipo mais frequente em todo mundo, correspondendo a 22% do total dos novos casos. Para aderir à campanha, responsáveis por prédios e monumentos instalam iluminação rosa em suas fachadas, mas também é possível apoiar com outras ações, a exemplo da divulgação da campanha e da disseminação de informações sobre a doença.

Exemplo desse apoio foi a união de pessoas com interesse no assunto que resultou na criação o site www.mulherconsciente.com.br. O site tem o apoio do Laboratório Roche e traz informações sobre a doença, as formas de prevenção, os cuidados médicos e a importância do apoio da família. Interessados também podem obter mais conhecimento sobre o câncer de mama no portal do Instituto Nacional do Câncer (Inca) www2.inca.gov.br.

A doença – O câncer de mama, como todo tumor maligno, é caracterizado por um crescimento acelerado, desordenado e agressivo de células, que por consequência de uma mutação adquirem a capacidade de se multiplicar. Na fase mais aguda, o câncer costuma se espalhar para outras partes do corpo, um fenômeno conhecido como metástase.

A doença atinge glândulas mamárias formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. Há diferentes tipos de câncer de mama e a realização do procedimento médico conhecido como biópsia, permite uma análise patológica do tumor, a qual ajuda a identificar qual é o estágio do câncer.

De acordo com o Inca, a estimativa é de que em 2014 sejam diagnosticados 57.120 novos casos de câncer de mama no Brasil, sendo o tipo da doença que mais mata no país. Informações do Instituto também apontam o diagnóstico tardio como a principal causa do alto índice de mortalidade no Brasil, se comparado com países desenvolvidos.

Apesar de ser uma doença extremamente agressiva, o câncer de mama tem cura. Ainda assim, a principal arma contra é a prevenção, que inclui procedimentos que podem ser realizados em casa ou por meio de exames médicos especializados. Destaca-se que a maioria dos nódulos detectados na mama é benigna e quanto mais cedo eles forem diagnosticados, mais fácil será a cura.

Especialistas ainda garantem que há diversos motivos para manifestação da doença, sendo alguns causados por fatores não modificáveis ou modificáveis. No primeiro caso a origem da doença está relacionada a fatores como idade, menstruação precoce ou tardia, nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho depois dos 30 anos. Já os fatores modificáveis estão relacionados ao estilo de vida, como sedentarismo, excesso de peso, a ingestão regular de bebida alcoólica. Em todo caso, as consultas frequentes ao ginecologista devem ser mantidas.

Sintomas – Os sintomas mais comuns do câncer de mama é o aparecimento de um caroço. Nódulos que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de ser malignos, mas há tumores que são macios e arredondados. Outros sinais de câncer de mama incluem o inchaço em parte do seio; irritação da pele ou aparecimento de irregularidades, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja; dor no mamilo; vermelhidão ou descamação do mamilo; saída de secreção; caroço nas axilas. Em qualquer caso, um médico deve ser procurado para que a análise e os exames necessários sejam realizados.

Direitos – A grande maioria das mulheres no Brasil ainda depende do Sistema Único de Saúde para ter acesso à mamografia – exame realizado nas mamas que possibilita maior precisão no diagnóstico da doença. Com a efetivação da Lei Federal nº 11.664/2008, mulheres a partir dos 40 anos de idade têm garantido o acesso ao exame, antecipando em 10 anos o que recomendava o Ministério da Saúde.

BNC Notícias

20 de dezembro de 2013

INCA e Ministério da Saúde preveem 580 mil novos casos de câncer para 2014 no país

O Instituto Nacional do câncer (INCA)  estima que ocorrerão cerca de 580 mil casos novos da doença para 2014. É o que contém a publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada conjuntamente com o Ministério da Saúde.

De acordo com a publicação, os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados  os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina.

Esses números  refletem a tendência geral de aumento do número de casos novos, resultado do processo de envelhecimento da população brasileira, mas com previsão  de queda do câncer de pulmão, em homens, e do colo do útero, em mulheres, como resultado de longo prazo das ações dos programas nacionais de controle do tabagismo e do câncer do colo do útero.

Divulgada a cada dois anos, a Estimativa é a principal ferramenta de planejamento e gestão pública na área da oncologia, orientando a execução de ações de prevenção, detecção precoce e oferta de tratamento. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.

O câncer nas regiões por gênero
Câncer de próstata vai continuar matando muitos homens em 2014
Homens
Próstata - Lidera o ranking dos mais incidentes em todas as regiões do País, sem considerar os tumores de pele não melanoma. A região mais afetada é a Sul, com 91 casos a cada 100 mil habitantes, seguida por Sudeste (88 casos por 100 mil); Centro-Oeste (63 casos por 100 mil); Nordeste (47 casos por 100 mil); e Norte (30 casos por 100 mil).

Pulmão – É o segundo mais frequente no País e nas regiões Sul (34 casos para cada 100 mil habitantes) e Centro-Oeste (14 casos por 100 mil). Já nas regiões Sudeste (19 por 100 mil), Nordeste (9 por 100 mil) e Norte (8 por 100 mil), ocupa a terceira posição.

Cólon e reto (intestino grosso) – É o terceiro mais incidente no País. Ocupa o segundo lugar na região Sudeste (23 casos por 100 mil) e a terceira posição na Região Sul (20 casos por 100 mil) e na região Centro-Oeste (12 casos por 100 mil). Na região Norte (4 casos por 100 mil),está na quarta posição. No Nordeste (6 por 100 mil), esse tipo de tumor ocupa o quinto lugar.

Para esse tipo de câncer, os fatores de risco estão diretamente ligados a alimentação inadequada, ao envelhecimento, histórico da doença em parentes próximos e  descontrole do peso.

“Uma alimentação balanceada, com baixo teor calórico, rica em frutas, fibras e legumes, associada a hábitos saudáveis, como a prática de atividade física, pode reduzir esse tipo de tumor”, afirma o nutricionista do INCA Fabio Gomes.

Estômago - É o quarto colocado no País. Segundo tumor mais frequente nas regiões Norte (11 casos/100 mil) e Nordeste (10 casos/100 mil). Está em quarto lugar nas regiões Centro-Oeste (11 casos/100 mil) e Sul (16 casos/100 mil) e na quinta colocação na região Sudeste (15 casos/100 mil).

O maior fator de risco é a infecção pela bactéria H.pylori. Outros fatores que contribuem para o surgimento desse tipo de câncer é alimentação pobre em vitaminas A e C e alto consumo de alimentos enlatados, defumados, com corantes e conservados em sal.

Cavidade oral – Ocupa o quinto lugar geral entre a população masculina. Nas regiões Nordeste (7 casos/100 mil) e Sudeste (15 casos/100 mil) ocupa a quarta posição. Na Região Centro-Oeste (8 casos/100mil) está na quinta colocação.

Os principais fatores de risco são o fumo, o etilismo e infecções orais pelo HPV (papilomavírus humano).

Leucemias – Ocupa a quinta posição na Região Norte (4 por 100 mil). No ranking nacional, está na nona posição.

Esôfago – Figura na quinta colocação na Região Sul (16 por 100 mil).

Etilismo e beber líquidos muito quentes, como o chimarrão, são fatores de risco. No Brasil, entre os homens, ocupa a sexta colocação.

Mulheres
Mama – É tipo mais frequente nas regiões Sul (71 casos/100 mil), Sudeste (71 casos/100 mil), Centro-Oeste (51 casos/100 mil) e Nordeste (37 casos/100 mil). Na região Norte é o segundo mais incidente (21 casos/100 mil).

A idade é o principal fator de risco e, o número de casos aumenta de forma acelerada após os 50 anos. Sua ocorrência está relacionada ao processo de urbanização da sociedade, evidenciando maior risco de adoecimento nas mulheres com elevado nível socioeconômico.

Cólon e reto - Segundo mais frequente no País e nas regiões Sudeste (25 casos/100 mil) e Sul (22 casos/100 mil ). É o terceiro mais incidente nas regiões Centro-Oeste (15 casos/100 mil) e Nordeste (8 casos/100 mil). Na região Norte (5 casos/100 mil) é o quarto colocado.

Colo do útero – Ocupa o terceiro lugar geral no País. Está em primeiro lugar na região Norte (24 casos/100 mil). Nas regiões Centro-Oeste (22 casos/100 mil) e Nordeste (19 casos/100 mil) ocupa a segunda posição geral. Na região Sudeste (10 casos /100 mil) é o quarto, e na região Sul (16 casos /100 mil), o quinto mais incidente.

No Brasil, a estratégia de rastreamento preconizada é que as mulheres dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo (Papanicolaou) a cada três anos, após dois exames com intervalo de um ano, com resultado normal.

Pulmão - Quarto tipo mais comum no Brasil. É o terceiro mais frequente nas regiões Sul (21 casos/100 mil hab) e Sudeste (11 casos/100 mil). Nas regiões Centro-Oeste (8 casos/100 mil) e Nordeste (6 casos/100 mil) ocupa a quarta posição. No Norte (5 casos/100 mil) aparece em quinto lugar.

Estômago – É o terceiro mais incidente na Região Norte (6 por 100 mil) e o quinto no Brasil,,no Nordeste (6 por 100 mil) e no Sudeste (8 casos/100 mil)

Tireoide – É o quinto colocado na classificação nacional. Na Região Sul é o quarto colocado com 16 casos novos por 100 mil habitantes. Na região sudeste aparece na sexta posição.

Ovário – É o quinto colocado na Região Centro-Oeste com 7 casos novos por 100 mil habitantes. Na classificação nacional, aparece na oitava posição.

Um pouco mais sobre a  estimativa
O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade – SIM). As taxas de incidência foram obtidas nas 23 cidades onde existem Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP).  A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

Válidas também para o ano de 2015, as estimativas não podem ser comparadas com anos anteriores, uma vez que não têm como referência a mesma metodologia nem as mesmas bases de dados, tendo em vista que houve melhorias tanto na quantidade, quanto na qualidade das séries históricas de incidência e mortalidade.

Expansão da assistência
O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.

Com o aumento dos recursos, foi possível ampliar a rede de assistência à doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, 277 hospitais realizam diagnóstico e tratamento de câncer em todo o Brasil, sendo que 11 deles foram habilitados neste ano e outros seis estão em análise. Em dois anos, o número de sessões de radioterapia realizada na rede pública aumentou 17%, ultrapassando nove milhões de procedimentos em 2012.

Esse índice deverá crescer ainda mais com a compra de 80 aceleradores lineares que serão entregues a 63 municípios. Os novos aparelhos de radioterapia, cujo investimento por parte do Ministério da Saúde foi de R$ 500 milhões, resultará em uma expansão de 25% na oferta do tratamento. Também houve aumento no acesso à quimioterapia. Em 2012, o número de sessões realizadas foi 15% maior que o total dois anos atrás.

Na detecção precoce do câncer de mama, houve um aumento de 30% no número de exames preventivos realizados por mulheres que estão dentro da faixa etária prioritária (50 a 69 anos). Foram mais de 2,3 milhões de mamografias em 2012. Considerando todas as idades, o crescimento foi de 25%.

Outro avanço é a incorporação, a partir de 2011, de novos medicamentos no SUS para o tratamento de câncer, como o mesilato de imatinibe (contra leucemia), o rituximabe (linfomas) e trastuzumabe (mama). Somente neste último o investimento anual na oferta do produto é de R$ 130 milhões por ano.

No próximo ano, passam a ser disponibilizados ainda mais dois medicamentos para o tratamento de cerca de cinco mil pacientes com câncer de pulmão, o erlotinibe e o gefitinibe.

BNC Saúde

24 de novembro de 2013

Humberto Coutinho faz primeira aparição pública após anúncio de câncer

O ex-prefeito Humberto Coutinho fez sua primeira aparição pública, desde que  anunciou ter sido diagnosticado com um câncer no intestino grosso, no início de novembro. Reuniu lideranças do município, amigos e a imprensa para agradecer pelos votos de solidariedade que tem recebido. Demonstrando boa recuperação, Humberto Coutinho declara que tem se mantido muito otimista, afirmando que o pensamento positivo é importante para o tratamento. “sou médico e sei que isso ajuda”, enfatizou.

Mesmo mostrando boa disposição, o ex-prefeito informou que fará viagens periódicas para dar continuidade ao tratamento iniciado em São Paulo. “Mas estarei sempre acompanhando os acontecimentos no município”, esclareceu ele, que deverá retornar a ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no próximo dia 27, para uma reavaliação médica.


Em agradecimento às lideranças pela solidariedade demonstrada desde que anunciou seu estado de saúde, o ex-prefeito enfatizou, emocionado que suas forças rumo à recuperação vieram do apoio que recebeu das pessoas. Na oportunidade lembrou das muitas visitas e mensagens de apoio de lideranças políticas estaduais e nacionais que recebeu enquanto estava em São Paulo, como o Ministro Edison Lobão, o Presidente da Embratur Flávio Dino e a Governadora Roseana Sarney. “ Muitos são os nomes a lembrar: os Deputados Rubens Pereira Júnior, Magno Bacelar, Othelino Neto, assim como muitos outros... isso só mostra que nesses momentos somos todos iguais, nem oposição, nem situação, somos apenas seres humanos. Agradeço a todas as pessoas que se solidarizaram comigo nesse momento”, respondeu ao se referir ao fato de ter recebido votos de recuperação de políticos dos mais diversos lados partidários. 

BNC Caxias

31 de outubro de 2013

Eliziane quer ampliação no atendimento preventivo do câncer de mama no Maranhão

A presidente da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias, deputada estadual Eliziane Gama (PPS) solicitou nesta quinta-feira (31) ampliação no atendimento preventivo e de tratamento do câncer de mama no Maranhão.
  
Na tribuna Eliziane Gama parabenizou o trabalho da Sociedade Civil Organizada, que através de campanhas como “Outubro Rosa” conscientiza a população sobre a importância da prevenção do câncer de mama. Para a deputada é preciso vontade do Poder Público, principalmente do Executivo para proporcionar estrutura de prevenção e tratamento da doença.

“Neste último dia do mês de outubro, quero fazer referência a esta campanha que nós da Comissão de Direitos Humanos e as organizações da sociedade civil que trabalham pela igualdade e pela luta da igualdade de direitos na questão do gênero temos levantado e assumido no estado. Trata-se de uma campanha iniciou nos Estados Unidos, na década de 90, e se estendeu para todo o mundo e foi convencionado Outubro Rosa, que é o mês quando a Sociedade Civil Organizada clama junto ao Poder Público por uma estrutura muito mais ampla para combater o câncer de mama que infelizmente tem matado várias mulheres pelo Brasil”, destacou.

A deputada também lamentou a emenda parlamentar de sua autoria direcionada para ampliar estrutura de atendimento não ter sido liberada pelo Poder Executivo, e pediu sensibilidade do Governo do Estado na liberação do orçamento para o Hospital Aldenora Belo, que é referência no atendimento do câncer.

“Nós do Bloco de Oposição sempre lutamos para aprovar e fazer direcionamento orçamentário, porém, infelizmente nem sempre isto acontece. Por exemplo, a minha emenda parlamentar em que mandamos um milhão de reais para o Hospital Aldenora Belo para fortalecer a estrutura e equipamentos acabou não sendo liberada pelo Governo do Estado”, apontou.

Apartes

Durante pronunciamento de Eliziane Gama, as deputadas Cleide Coutinho e Valéria Macedo parabenizaram a parlamentar por pautar o tema na tribuna da Assembleia Legislativa.

Cleide Coutinho destacou a importância da ampliação no atendimento e prevenção do câncer no Maranhão. Já para Valéria Macedo a ausência de dados quantitativos do câncer de mama no Maranhão dificulta melhorias no direcionamento das políticas públicas.

“Quero aproveitar mais uma vez pedir a Secretaria de Saúde que disponibilizasse recursos para os municípios que já adquiriram mamógrafos, que têm toda uma estrutura para que deem a sua contrapartida estadual a fim de que funcionem esses mamógrafos que combatem o câncer de mama através dos exames, da detecção precoce desses exames”, pediu Valéria Macedo.

  
Dados

O câncer da mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 1,4 milhões de casos novos dessa neoplasia foram registrados para o ano de 2008, o que representa 23% de todos os tipos de câncer no mundo. Segundo o Instituo Nacional do Câncer (INCA), a estimativa em 2012 para o Brasil era de 52.680 casos novos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres.

“O Maranhão não está fora dos dados estatísticos, muito embora o nosso Estado não capitaneie esses indicadores. Temos preocupação em relação à estrutura de saúde no Maranhão, que está muito aquém. A estrutura ainda é deficitária, tanto para o atendimento preventivo quanto para o atendimento que é feito hoje no Hospital Aldenora Bello. Os equipamentos estão realmente muito aquém e os hospitais hoje que deveriam ter a estrutura mínima, como de ultrassonografia para poder fazer esse atendimento e evitar de forma precoce a incidência”, relatou.


Eliziane Gama finalizou o discurso pedindo mais sensibilidade do Poder Público. “Não basta apenas uma ação forte da Sociedade Civil Organizada, não bastam apenas campanhas publicitárias que estão sendo feitas de forma intensa durante todo esse mês, mas, acima de tudo, precisa haver ação do Executivo, ação mais forte e responsável para reduzirmos esses indicadores aqui no Estado”, completou.

BNC Parlamento Estadual