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30 de maio de 2015

Facções do crime organizado – O que está por detrás da queda do número de homicídios

    Jornal Pequeno 
Grande Ilha - Não foram raras as vezes em que, pelas redes sociais, a população do Maranhão se viu de cara com situações inusitadas em que presidiários gravaram vídeos de dentro de suas celas ou que homens encapuzados filmaram a si mesmos com músicas de apologia ao crime e exaltação de facções ilegais.
Uma série de ações integradas da Inteligência da Polícia Civil e da Polícia Militar resultaram em prisões importantes ao longo deste ano, e começaram a desarticular as facções criminosas que, de tão corriqueiras ações pela cidade, passaram a ocupar o imaginário e o noticiário cotidiano da Região Metropolitana.
São elas o PCM (Primeiro Comando do Maranhão), o Bonde dos 40 e o Bonde dos 300 (uma dissidência interna do Bonde dos 40). As três, bem estruturadas pelo tráfico de drogas, assalto a agências bancárias e fortes no crime organizado – e que, ao longo dos anos, por ausência de ações eficazes na sua desarticulação, se fortaleceram e se organizaram na Região Metropolitana.
Em 2015, a partir do novo comando da Polícia Militar e de uma integração forte do setor de investigação da Polícia Civil, foram desencadeadas nos primeiros cinco meses operações que resultaram na prisão de algumas das principais “torres” dessas facções (denominação dada aos líderes de cada grupo).
A primeira ação que resultou na prisão de 10 membros do PCM aconteceu no dia 6 de fevereiro, durante festa da facção que acontecia no Alto da Vitória, no Anjo da Guarda – em que integrantes conhecidos como Sacola, Felipe, Neto, Dedico, Timoteo, Preto e Márcio foram presos portando crack, cocaína, maconha e armas brancas.
Março
Este foi o mês em que a desarticulação começou a se intensificar. Logo no início, o Serviço de Inteligência da PMMA identificou o paradeiro de Marley Lima Costa, mais conhecido como “Badboy”, que estava dentro de uma igreja evangélica. Ele era um conhecido latrocida que atuava no Anjo da Guarda.
Três dias depois, houve confronto com a quadrilha do perigoso assaltante conhecido como “Jr Catita”, na Comunidade Andiroba. Pertencente ao Bonde dos 300, ele era conhecido das autoridades policiais e estava junto a outros 3 integrantes do bando. Na troca de tiros com a Polícia Militar, os integrantes da quadrilha de assalto e tráfico de drogas acabaram mortos.
No dia 16 de março, foram presos outros 6 integrantes do Bonde dos 300, portando tijolos de maconha prontos para venda, revólveres, balas e motocicletas. A ação resultou de denúncias da vizinhança do bairro Anil, incluindo a presença de um menor entre os envolvidos no crime.
Mias oito integrantes do “Bonde dos 40″ foram presos no fim do mês de março. Um deles conhecido por “Marcola” era considerado um dos maiores assaltantes de banco e lojas de joias, além de ser responsável por vários homicídios na capital. Cumprido ordem de prisão, a PM capturou Marcola em sua própria casa na Turiúba.
Outra operação de vulto em combate ao Bonde dos 40 foi a prisão de Jarison Almeida, vulgo “Senzala”, no Bairro do São Francisco. Com ele, foram apreendidas uma pistola glock 9mm, uma espingarda calibre 12 CBC, dois coletes à prova de balas, 37 cartuchos de bala, 69 cabeças de crack e muitas joais como relógios, cordões, aneis e pulseiras de ouro. A prisão foi considerada de “alta periculosidade” e contou com viaturas e helicóptero do GTA.
Dias antes, foram presos quatro suspeitos de assalto às empresas MPX e Pelicano. A prisão de “Neguinho”, “Alex”, “Luza” e “Êre” foi efetivada no mesmo dia do cometimento do crime, resultando na apreensão de armas, celulares e documentos. Todos pertencentes ao Bonde dos 40.
Abril e Maio
Em abril, as investigações levaram a mais prisões de integrantes do Bonde dos 40. No dia 1º foi a vez do “Potiguar”, acusado de participar do latrocínio do estudante da Rua Rio Branco, no Centro de São Luís. No dia 28, foram encontrados Ailson e Alerson Mafra Oliveira, vulgo “Cafu”, conhecidos homicidas do Conjunto Nova Terra. No dia 28, Jr. Bala e Ricardo Sousa Moraes, integrantes do PCM, foram detidos no bairro J Câmara, em São José de Ribamar, com revolver calibre 38, munições e colete à prova de balas.
Doze integrantes do PCM, escondidos em casebres de barro na Vila Canaã, foram encontrados e presos em operação resultante de investigação acerca de assaltantes, traficantes e homicidas que atuavam permanentemente naquele bairro. Os acusados eram acompanhados durante 10 dias para que sua rotina fosse conhecida e a operação deflagrada no início da manhã do dia 8 de maio tivesse êxito.
Além da condução dos assaltantes à prisão, foram apreendidos revolveres, munições, 1.200 kg de maconha e material para sua fabricação e comércio. Todos foram autuados por crimes de Organização Criminosa, Tráfico de Entorpecentes, Corrupção de Menores e Porte Ilegal de Armas, sendo que dois deles vieram a óbito na troca de tiros.
Alguns dias depois, os irmãos Denison e Benedito Romeu Filho também do PCM foram presos em sua residência, em operação realizada com o consentimento da mãe dos integrantes da quadrilha. Eles atuavam na Cidade Olímpica e foram denunciados por moradores através do Disque Denúncia. Junto a eles, foram encontrados celulares com dezenas de mensagens de negociação de armas, munições e veículos roubados.
Operações contra assaltos a banco
Nesses meses, quadrilhas de assalto a bancos no interior do Estado também foram desarticuladas. As primeiras foram em São José de Ribamar e Bacabeira nos dias 8 e 12 de janeiro, com a prisão de sete assaltantes.
Na cidade de Timon, duas operações tiveram sucesso, uma em março – com a prisão de três integrantes de quadrilha que atuava nos interiores do Maranhão e do Piauí, – e outra com prisão de sete integrantes de quadrilha de assalto a bancos (realizadas em Timon e em Brejo Grande de Araguaia no Pará)
Na cidade de Presidente Dutra, em abril, através de investigações do Serviço de Inteligência apreendeu 18 peças de dinamite, dois cilindros com gás de maçarico, uma motosserra, 45 munições, pinos vazios para cocaína, um carro roubado e uma moto sem placa, quando realizou a prisão de Francilene da Silva Gabriel, que estava acampada junto com o marido para realizar assaltos a agências bancárias na região.
E o que tem o número de homicídios com isso?
Mesmo com as operações mais importantes realizadas no começo deste ano, continuam altos os índices de violência na capital e nas demais grandes cidades do Maranhão. Isto porque as facções criminosas cresceram ao longo dos últimos anos, à medida em que não foram combatidas em sua raiz. No entanto, o noticiário tem relatado que os primeiros meses do ano apresentam queda do número de crimes.
Segundo fontes da Polícia Militar ouvidas pela reportagem, o início da queda dos índices de violência têm direta relação com as prisões ocorridas em 2015. Isto porque muitos dos integrantes das facções que foram presos ou morreram em confronto eram conhecidos homicidas, traficantes e assaltantes conhecidos como “torres”.
Ontem, a Secretaria de Segurança Pública divulgou relatório em que demonstra a redução de 10,7% no número de crimes com morte nas 10 cidades mais populosas do Maranhão. Nelas, o número de assaltos a comércio também caiu, chegando à redução de 24,95%.
A grande maioria dos integrantes das três principais facções presas faz parte da população encarcerada do Complexo Penitenciário de Pedrinhas que, hoje, possui alas distintas para cada facção, evitando os confrontos corriqueiros que deflagraram em 2013 e 2014 a maior crise do Sistema Penitenciário do Estado, fazendo com que o Maranhão figurasse no noticiário internacional com mortes, decapitações em série e inúmeras rebeliões.
As ações internas do Complexo Penitenciário também incluíram maior rigor na revista das visitas (evitando entrada de aparelhos celulares e armamento), o que resultou em prisões de familiares e agentes penitenciários que tentaram entrar com esse material.
BNC Segurança

27 de março de 2015

Governo discute acessibilidade de praças esportivas

Grande Ilha - Na tarde de quarta-feira (25), o secretário de Estado do Esporte e Lazer, Márcio Jardim, recebeu representantes do Fórum Maranhense das Entidades de Pessoas com Deficiência e Patologia, para discutir questões ligadas à acessibilidade das praças esportivas de São Luís, principalmente do Complexo Esportivo Canhoteiro.

Durante a conversa, os representantes do fórum detalharam os pontos que precisam de mais atenção para garantir a acessibilidade. “Os cegos e surdos precisam de mais atenção. Temos visto avanços em relação aos cadeirantes, mas há outros grupos que ainda sofrem bastante ao tentar assistir a um jogo”, ponderou o representante do fórum, Dylson Bessa Júnior.

Os representantes do fórum também apresentaram a possibilidade de trazer eventos esportivos para o estado, valorizando o paradesporto do Maranhão. Em resposta, o secretário Márcio Jardim afirmou que há total interesse nessa iniciativa. “Captar eventos que promovam o crescimento do Maranhão é uma das diretrizes do governo do Estado. Desde o início deste ano existe a preocupação com acessibilidade e sinalização das praças esportivas”, informou.

Ao final da reunião, ficou definida a realização de visita técnica para examinar a acessibilidade do Complexo Esportivo Canhoteiro, com participação de representantes do fórum e entidades de pessoas com deficiência.

BNC  Esporte

24 de junho de 2014

Suape: promessas não cumpridas (2)

Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco e
Coordenador Geral do Fórum Suape – Espaço Socioambiental

O Complexo Industrial Portuário de Suape (CIPS), chamado por segmentos da cpernambucana de “joia da coroa”, “locomotiva do desenvolvimento”, “poupança do povo”, “redenção do Nordeste”, e “Eldorado”, entre outros, vive momentos de desnudamento de uma realidade cruel.
Movimentos sociais, ao longo dos anos, têm denunciado questões referentes à ação da empresa Suape – como a imoralidade dos procedimentos judiciais que tramitam na Vara Privativa da Fazenda Pública da Comarca do Cabo de Santo Agostinho; o desvio de verbas públicas, através do ajuizamento de ações judiciais e simulação de audiências não realizadas nessa mesma Vara da Fazenda; os danos ambientais e sociais causados pela empresa; a continuada violação de direitos humanos; o tráfico de influência no Poder Judiciário de Pernambuco; a ausência do Ministério Público nos procedimentos de remoção/expulsão de milhares de famílias da área; e a falta de legitimidade da empresa Suape como proprietária das terras que hoje abrigam o Complexo.
Com a atração de inúmeras empresas, como refinaria, estaleiros, termoelétricas, siderúrgica e petroquímica, o que se verifica há alguns anos é o completo desrespeito às leis vigentes por parte da empresa gestora do Complexo; é a falta de responsabilidade social das empresas que lá se instalaram; e, principalmente, a visão anacrônica do governo estadual, responsável pela degradação ambiental daquele território. Os reflexos desta política obstinada, que considera a natureza um entrave ao crescimento econômico, inclui a interrupção drástica e dramática dos modos de vida da população local – ferindo direitos adquiridos de pescadores, marisqueiras e agricultores familiares, expulsos de suas moradias, abandonados sem condições de trabalho ou qualquer assistência social digna desse nome.
O mantra mais utilizado pelo governo estadual em suas ações de marketing político, que o tem projetado nacionalmente, é a geração de empregos e o aumento da renda proporcionado pela implantação desse Complexo Portuário e Industrial. Sem dúvida, cresceu muito o emprego de baixa qualidade, temporário, com salários irrisórios, devido às obras de construção dos empreendimentos, atraindo tanto trabalhadores pernambucanos como de outras regiões do país. Todavia, agora, com o término desta etapa de construção civil, os responsáveis se vangloriaram e manipularam a opinião pública, “lavam as mãos” perante o comportamento de empresas que não cumprem suas responsabilidades sociais e trabalhistas para com os seus empregados. Um comportamento no mínimo irresponsável.
A promessa de emprego abundante, usada na propaganda política, se tornou um verdadeiro calvário para os trabalhadores. O Ministério Público do Trabalho (MPT) estima que as empresas do Complexo vão demitir mais de 50 mil trabalhadores entre 2014 e 2016, em particular, aqueles que trabalharam na construção da Refinaria e de outras obras da Petrobrás.
Na tentativa de fazer valer os direitos legítimos daqueles que com sua força física ajudaram na construção de Suape, e preocupado com o desemprego em massa, o MPT criou, em dezembro de 2013, o Fórum para Recolocação da Mão de Obra de Suape (REMOS), tentando assim minimizar o que já estava acontecendo: demissões em larga escala, calotes das empresas, como o não pagamento de salários, um total desrespeito a direitos básicos da classe trabalhadora.
O que se verifica atualmente no território de Suape é a barbárie nas relações entre o capital e o trabalho, com a omissão do governo do Estado e da Empresa Suape. Sem tirar, obviamente, a responsabilidade da Petrobrás que contratou os consórcios de empresas para a realização das obras. Os responsáveis pelo descalabro existente não se manifestam diante da gravidade da situação. Fazem de conta que não é com eles.
A situação é explosiva e muito tensa. Diante da falta de cooperação das empresas que insistem nas irregularidades, o Fórum REMOS foi desfeito no inicio do mês (4/6) pelo MPT. Os trabalhadores, devido à falta de pagamentos dos salários e das garantias que lhes concede as leis trabalhistas, estão sendo despejados de onde vivem, não tendo sequer dinheiro para suprir suas necessidades materiais de sobrevivência. São relatadas situações em que famílias perderam o direito ao plano de saúde, com todas as consequências que isto implica.
Revoltados com a demora no atendimento de seus legítimos direitos, as vias de acesso ao Complexo têm sido tomadas por estes trabalhadores, que denunciam o abandono a que estão submetidos. Os órgãos de repressão, chamados para “garantir a ordem”, espancam e prendem trabalhadores em violentos e injustificados embates.
Promessas de trabalho. Promessas de vida melhor. Promessas e mais promessas, agora desmascaradas, desnudam a realidade da “gestão moderna e eficiente” do governo de Pernambuco, cuja propaganda cínica segue à risca a Lei de Ricupero: “No governo é assim: o que é bom à gente mostra; o que é ruim a gente esconde”.

BNC Artigo

13 de fevereiro de 2014

Complexo de Comunicação da AL será inaugurada na próxima segunda-feira

São Luis - Será inaugurado oficialmente na próxima segunda-feira, dia 17, às 18h, o novo Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa, considerado uma das estruturas mais modernas de comunicações oficial do Brasil. O complexo comporta em sua estrutura a Agência de Notícias, a TV Assembleia e a Rádio, com as mais modernas tecnologias do setor.

Para Jacqueline Heluy, diretora adjunta de Comunicação, a ideia de integrar rádio, TVe WEB em um só ambiente trará mais agilidade na divulgação das informações. “A comunicação integrada vem de forma positiva tanto para nós que levamos a notícia, quanto para o nosso público. O modo de gerenciar toda a preparação e divulgação da notícia vai ser mais rápido e mais eficiente. Tudo para que as ações do Legislativo cheguem à casa dos nossos ouvintes, leitores e telespectadores com transparência e agilidade”, disse.

O novo Complexo de Comunicação da legislativo maranhense é proporcional à grandeza, não somente das estruturas físicas e arquitetônicas da sede do parlamento maranhense, mas sobretudo das funções institucionais e políticas do Poder Legislativo do Estado do Maranhão. A obra também é demonstração da gestão arrojada e empreendedora do presidente da casa, deputado Arnaldo Melo. 

Várias autoridades locais e nacionais são esperadas para lotar o Auditório “Deputado Neiva Moreira para este momento histórico, entre os quais o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, e o senador José Sarney.


Nova estrutura
Com um investimento total de R$ 17 milhões e construído em uma área de 2.900 m² em modelo arquitetônico moderno, o ‘Complexo de Comunicação’ é divido em três pavimentos com elevadores, totalizando 45 salas. O térreo abriga os espaços de maior circulação, como por exemplo, camarim, sala de externa, manutenção da tv, sala técnica, estúdio de tv e auditório. No primeiro pavimento estão o arquivo, camarim, sala de reunião, mídias digitais, telefonia, CPD, ilha de pós-produção, sala de áudio, central técnica, master, switter, estúdios de rádio e a News Room – um novo conceito de redação com 44 bancadas para repórteres, que permite a integração entres os três veículos (rádio, tv e web). Já no segundo e terceiro pavimentos ficam as salas das diretorias, subdiretorias, coordenadores e o setor administrativo.
Para Jacqueline Heluy, diretora adjunta de Comunicação, a ideia de integrar rádio, tv e web em um só ambiente trará mais agilidade na divulgação das informações. “A comunicação integrada vem de forma positiva tanto para nós que levamos a notícia, quanto para o nosso público. O modo de gerenciar toda a preparação e divulgação da notícia vai ser mais rápido e mais eficiente. Tudo para que as ações do Legislativo cheguem à casa dos nossos ouvintes, leitores e telespectadores com transparência e agilidade”, disse.
Com o novo prédio a televisão, que já funciona em canal aberto, se modernizou ainda mais, ganhou novas ilhas de edições, as câmeras serão as mais modernas, enfim, toda a parte técnica foi completamente repaginada. E, agora o estúdio de gravação fica integrado à redação, um modelo moderno de se fazer jornal.

“O telespectador já deve ter percebido e vai perceber que a qualidade da imagem já melhorou consideravelmente. Nós temos um link digital, um sinal digital pra toda ilha de São Luís. O nosso é o segundo melhor sinal digital da capital. Vamos fazer uma nova averiguação para que a tv chegue com toda qualidade também em São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa”, garante o diretor da TV, Adalberto Melo.

A programação que até então se resumia em programas como o Telejornal ‘Portal da Assembleia’, ‘Parlamento Cidadão’, ‘Em Foco’, ‘Parlamento Literário’, ‘Documento Especial’ e nos programetes ‘Ta na Lei’, ‘Agora eu Sei’ e ‘São Luís do jeito que é’, vai começar a se ampliar. Uma das ideias é ter um jornal matinal, que segundo a coordenadora de Jornalismo da TV, Cristiane Moaraes, “o novo telejornal vai informar a sociedade maranhense de forma mais factual as questões sociais, como por exemplo, demandas do sistema prisional”.

“Estamos aumentando a quantidade de programas para que possam dar conta dessa transmissão e ampliando os espaços jornalísticos. Uma nova grade de programação está vindo por ai.”, disse Adalberto Melo.

O rádio também trará novidades. A rádio Senado FM abrirá um espaço de duas horas em sua grade de programação para a Rádio Assembleia.

Homenagens
Cada setor do prédio faz uma homenagem em memória a jornalistas e radialistas maranhenses. No rádio, o estúdio de transmissão é chamado de ‘Núcleo Radialista Tony Castro’ e o estúdio de gravação ‘Núcleo Radialista Denny Cabral’. O estúdio de Tv recebeu o nome ‘Núcleo de Tv Jornalista Coelho Neto’ e a News Room ganhou o nome ‘Núcleo Jornalista Décio Sá’. O auditório foi batizado com o nome do jornalista Neiva Moreira.

(Com  informações do jornal O Imparcial)
BNC Comunivcação


24 de janeiro de 2014

Nova tentativa de motim é registrada no Complexo de Pedrinhas, ontem a noite

São Luis - Um princípio de tumulto foi registrado no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, em São Luís, no início da noite desta quinta-feira (23). A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap), responsável pela administração do local. O motim teria acontecido após uma revista em algumas das celas da unidade prisional.

Segundo a Sejap, houve uma revista às celas, onde foram encontrados cerca de 40 armas artesanais. Revoltados, os detentos teriam revidado, jogando pedras nos policiais e queimado quatro colchões.

Para controlar o tumulto, a polícia utilizou bombas de efeito moral, mas ninguém ficou ferido.

A tentativa de motim aconteceu exatamente uma semana após dois tumultos serem registrados na Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ), também em Pedrinhas. Este ano, quatro detentos foram encontrados mortos em unidades do sistema carcerário maranhense, sendo três em São Luís e um na cidade de Santa Inês.

Em nota, a Sejap informou que a situação no local está controlada. 

Leia a íntegra:
A Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informa que um princípio de tumulto foi registrado, no início da noite desta quinta-feira (23), no Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Ninguém ficou ferido e, no momento, a situação é de tranquilidade no local.

A motivação foi a revista de rotina feita na unidade com apoio da Polícia Militar (PMMA), na qual foram apreendidas facas artesanais. Em reação, os presos chegaram a queimar dois colchões. A situação foi imediatamente controlada.

BNC Segurança

17 de novembro de 2013

Mensalão: Condenados terão três refeições diárias e vão tomar banho frio

Os presos do mensalão encaminhados para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, terão que se adaptar a condições espartanas de acomodação. As celas individuais não têm mobília e comportam apenas uma cama, um lavatório e um vaso sanitário. O banho é frio e a comida é servida três vezes ao dia.
Os dois réus condenados ao regime fechado cumprirão a pena nas penitenciárias DF-1 e DF-2. Segundo o subsecretário do Sistema Penitenciário (Sesipe), Cláudio Magalhães, as celas têm cerca de 6 m².
Os próprios presos são responsáveis por levar suas vestimentas e a roupa de cama. Todas as peças têm de ser brancas ou em tons pastéis.
BNC Mensalão