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13 de agosto de 2014

PLANTÃO: MORRE EDUARDO CAMPOS EM ACIDENTE AÉREO EM SANTOS

Santos - Jato Cesna, prefixo PR-AFA, cai na área urbana de Santos, no litoral paulista, por volta das 10h15; campanha do presidenciável Eduardo Campos já confirmava, às 12h30, que aparelho deveria trazer candidato à bordo; repórter da Rede Bandeirantes encontra material de campanha eleitoral de Campos entre os destroços; Marina Silva não estava na aeronave; candidato do PSB era esperado para compromisso a partir da Base Aérea do Guarujá; ele estava no Rio de Janeiro ontem, de onde o aparelho decolou; candidato a vice-governador, Marcio França, que esperava o presidenciável, afirmou ter feito último contato com ele às 9 horas da manhã; perícia isola e verifica área atingida por queda da aeronave; FAB informou que aeronave destruída fez o mesmo trajeto que estava estabelecido para o aparelho que carregava Campos; candidata a vice Marina Silva também poderia estar à bordo; às 12h27, não havia informações oficiais sobre nomes dos passageiros

BNC Plantão

9 de julho de 2014

Morre aos 83 anos dirigente do Psol Plínio de Arruda Sampaio

São Paulo - Plínio de Arruda Sampaio, ex-deputado federal e candidato à Presidência pelo Psol em 2010, morreu nesta terça-feira, em São Paulo, aos 83 anos de idade. Plínio, conhecido também por fundar do Correio da Cidadania, estava internado havia mais de um mês no Hospital Sírio-Libanês, para tratamento de um câncer ósseo, e faleceu em decorrência de falência de múltiplos órgãos e sistemas.

Em nota oficial, o Psol lamentou o passar de um de seus principais nomes. "O Psol e o país perderam um grande protagonista da história recente e da luta pela justiça social e pela democracia no Brasil."

Graduado em Direito e promotor público, Plínio iniciou sua carreira política como deputado nos anos 1960, quando foi relator do projeto de reforma agrária de João Goulart. Teve seu mandato cassado em 9 de abril de 1964, às vésepras do golpe militar. Retornou ao país na década de 70 e participou da fundação do PT, do qual saiu em 2005. No mesmo ano, filiou-se ao Psol, pelo qual concorreu ao governo de São Paulo, em 2006, e à Presidência da República, em 2010.

"O PSOL se solidariza com os familiares de Plínio e ressalta que sentirá a ausência de um dos maiores lutadores socialistas e colaboradores do partido. Certamente, continuaremos levando adiante os ideais por justiça social, defendidos incansavelmente por ele”, ressalta o presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo.

"Estamos muito tristes com a notícia da perda de um símbolo histórico da esquerda brasileira", lamentou Luciana Genro, candidata do Psol à Presidência 

Plínio de Arruda Sampaio, nascido em São Paulo em 1930, era casado com Marietta Ribeiro de Azevedo. O velório está marcado para começar às 8h dessa quarta-feira. Às 11h, será celebrada uma missa, na Capela dos Dominicanos. O local do sepultamento, que deve ocorrer às 15h, ainda não foi informado.

8 de maio de 2014

Morreu nesta manhã o radialista Marcio Belfort

São Luis - Faleceu nesta manhã o colega radialista Marcio Belfort, no início da manhã de hoje (8), em São Luís a 6 da manhã
.
Márcio tinha diabetes e estava internado já a algum tempo no Hospital Carlos Macieira e não resistiu à doença.


Formado pela UFMA era um amante do Movimento de Rádios Comunitárias no estado.

O velório acontece na Pax União, Centro, a partir do meio dia.


O enterro está previsto para o Cemitério do Gavião ainda hoje às 16:00. 

O BNC Noticias se solidariza - se nesse momento com os familiares em especial com o jornalista Ed Wilson, já que ele era o seu irmão de criação.

BNC Plantão

Morre Jair Rodrigues aos 75 anos em São Paulo


Cutia - Morre aos 75 anos o cantor e compositor Jair Rodrigues em casa, Cutia grande São Paulo.

Uma pessoa que se identificou como empregada doméstica de Jair afirmou por telefone que ele morreu "provavelmente de um mal súbito". Segundo ela, o cantor foi dormir normalmente na noite desta quarta-feira (7) e foi encontrado morto, na cama, já na manhã desta quinta-feira (8).

Por volta das 11h10 da manhã, ainda era esperada a equipe do Instituto Médico Legal (IML). A funcionária não quis informar se ele estava sozinho em casa. "Está todo mundo desesperado, porque ninguém estava esperando", disse.

Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), no dia 6 de fevereiro de 1939, informa seu site oficial. Pai dos também cantores Jair de Oliveira e Luciana Mello, ele começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros.

Em 1962, gravou aquele que é consirado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, "Brasil sensacional" e "Marechal da vitória", tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.

Em 1964, gravou seus Jair Rodrigues gravou seus primeiros LPs, "Vou de samba com você" e "O samba como ele é". Seu maior sucesso no período foi a música "Deixa isso pra lá", tida como precursora do rap no Brasil. Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo "Dois na bossa". A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série "Dois na bossa".

A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com "A banda", composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.

BNC Plantão

20 de janeiro de 2014

Universitária morre e namorado fica ferido ao cair de cachoeira em SC

Florianópolis A universitária Bruna Vergínia, de 23 anos, morreu nesse domingo (19) ao cair de cabeça nas pedras durante a escalada de uma cachoeira, em Florianópolis. O namorado dela, o DJ Matheus Mandelli, de 29, tentou segurá-la e também caiu. Ele sofreu diversas fraturas, mas não corre risco de morte.
O casal escalava uma cachoeira na localidade da Costa, na Lagoa da Conceição, a 12 km do centro de Florianópolis. Os dois postaram fotos da aventura no Facebook momentos antes do acidente.
Apesar da proximidade do centro, a Costa da Lagoa só é acessível por barco. Uma trilha na mata leva à cachoeira. Havia ampla sinalização indicando os perigos da subida. Em 2011, uma mulher morreu num acidente semelhante.
Os turistas costumam ignorar os avisos e o local sempre tem muita gente. Várias pessoas testemunharam a queda de Bruna, entre eles um grupo de cinco  alemães.
O acidente ocorreu às 17h30 de ontem. Segundo relatos das testemunhas à polícia, Bruna e Matheus estavam no topo da cachoeira quando ela escorregou, caindo da altura de oito metros. Ela caiu de cabeça para baixo, sofrendo fraturas nos punhos e rosto.
Matheus fez um movimento para segurá-la e também caiu na mesma posição, sofrendo fraturas nos punhos, nariz e pernas.
O Corpo de Bombeiros usou helicópteros para o resgate. Bruna morreu no Hospital Celso Ramos às 18h30. Matheus foi operado no Hospital Regional São José, onde permanecia internado na manhã desta segunda-feira (20). 
Bruna era filha única de uma agente de saúde da localidade de Santa Amaro, na Grande Florianópolis. Estudava Zootecnia na Universidade Federal de Santa Catarina e fazia bicos como modelo.
BNC Sul

20 de dezembro de 2013

MORRE O REI DO BREGA REGINALDO ROSSI EM RECIFE AGORA POUCO

Morre o Rei do brega Reginaldo Rossi
Morreu nesta sexta-feira o cantor Reginaldo Rossi, aos 69 anos. No dia 27 de novembro, ele foi internado no Hospital Memorial São José, no Recife, com dores no peito, mas logo os médicos descartaram a hipótese de infarto. Na quarta-feira, 4 de dezembro, foi submetido a uma cirurgia para retirada de um nódulo da axila direita e os exames confirmaram o diagnóstico de câncer. Dias depois, no domingo 8, ele voltou a ser internado na UTI e na última quinta-feira teve piora em seu estado clínico.

O autointitulado — e reconhecido por muitos como tal — Rei do Brega era, em 1964, quando iniciou a carreira, um garoto que como muitos outros amava os Beatles e imitava Roberto Carlos. Ele seguia o estilo do Rei da Jovem Guarda nos shows que fazia nos bares e clubes de sua Recife natal, ao lado do conjunto Silver Jets. Nessa linha, gravou seu primeiro disco, “O pão”, em 1966. Na década de 1970, como muitos de seus colegas, foi direcionando o repertório para canções mais românticas, se estabelecendo como um dos nomes mais populares do brega no Norte e Nordeste do Brasil.

No eixo Rio-São Paulo, Rossi se manteve um nome pouco conhecido até o estouro, nos anos 1990, de sua “Garçon”, dentro de um movimento de revalorização do brega. Chegou a ganhar um CD-tributo em 1999, “REIginaldo Rossi” que tinha desde as bandas do mangue beat — que representavam a vanguarda do pop no país na época — como mundo livre s/a e outras da mesma geração como Planet Hemp até nomes já consagrados como Zé Ramalho e Erasmo Carlos. Foi nessa época que ele se popularizou nacionalmente como Rei do Brega. O álbum vendeu um milhão de cópias.

— Quem é o rei do brega no Brasil? Eu, claro. Eu canto para garotos do high society e para os pobres — resumiu Rossi em entrevista na época do lançamento de “REIginaldo Rossi”.
Rossi acreditava que o segredo de seu sucesso — e do brega, de uma forma geral — era a simplicidade. Ele defendia que o canto sincopado, com quebras de ritmo, afastava o ouvinte, assim como letras muito complexas:

— O brega é a linguagem do povo. Não tem essa de “data vênia”, “metamorfose do meu ego”, “infra-estrutura do meu ser” e coisa e tal — disse em 1998.

Seus discos tinham periodicidade irregular, sobretudo a partir dos anos 1990. Em 1998, reuniu os sucessos da carreira no CD “ReginaldoRossi ao vivo” — músicas como “A raposa e as uvas”, “Dia do corno” e “Mon amour, meu bem, ma femme”. Faria outros registros ao vivo, como o DVD lançado em 2006, novamente com seus hits. Recebeu, ao longo da carreira, 14 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante.

Em 2010, lançou seu último trabalho, “Cabaret do Rossi”, nos quais imprimiu seu estilo sobre clássicos românticos de outros intérpretes, como Elymar Santos (“Taras & manias”), Marisa Monte (”Amor I love you”) e Vinicius Cantuária (”Só você”). Suas últimas apresentações foram realizadas nos dias 21 e 22 de novembro no Manhattan Café Teatro, em Recife.

Reginaldo Rossi deixa esposa e um filho.

Fonte: O Globo
BNC Plantão

23 de julho de 2013

Plantão: Morre aos 72 anos o cantor e compositor Dominguinhos

 Depois de seis anos de luta contra um câncer de pulmão, morreu nessa terça-feira, às 18h, no Hospital Sírio e Libanês, em São Paulo, o sanfoneiro Dominguinhos, um dos maiores músicos do Brasil. Depois de passar um mês internado em Recife, ele foi transferido em 13 de janeiro para o hospital da capital paulista. Ao longo do tratamento, Dominguinhos, que tinha 72 anos, apresentou insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Ele faleceu de complicações infecciosas e cardíacas.

Tido como sucessor de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, Dominguinhos fez uma carrreira de brilho próprio, com sua sanfona capaz de transitar com virtuosismo e graça por vários estilos musicais, e um talento como compositor que ficou evidente graças a clássicos como “Eu só quero um xodó” (de 1973, regravada em diversas línguas), “De volta pro meu aconchego” e “Tenho sede” (sucesso na voz de Gilberto Gil). Dominguinhos fez parcerias com grandes nomes da MPB, como Gil (“Lamento sertanejo”, “Abri a porta”), Chico Buarque (“Tantas palavras”, “Isso aqui tá muito bom”, “Xote de navegação”) e Djavan (“Retrato de vida”), além de acompanhar muitos deles, como instrumentista: Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia, Elba Ramalho, Rita Lee, entre outros.

José Domingos de Moraes nasceu em 1941, em Garanhuns, Pernambuco. O pai, mestre Chicão, tocava e afinava foles de oito baixos. Aos seis anos de idade, ele já tocava sanfona com dois de seus irmãos, sob a alcunha de Trio Três Pinguins, em feiras livres e portas de hotéis da cidade. Numa dessas, aos oito anos, acabou conhecendo Luiz Gonzaga. “Fomos até a pousada onde se hospedara e tocamos meu pai na sanfona, eu no pandeiro, meu irmão na zambumba. 

Ele gostou do que ouviu, escreveu num papel o endereço de sua casa em Nilópolis e disse para o procurarmos. Chegamos em julho de 1954, um mês antes do suicídio de Getúlio, e, mesmo tendo passado tanto tempo, Gonzagão nos recebeu e ajudou”, contou o músico, em entrevista. Foi o Rei do Baião, inclusive, que sugeriu a mudança do apelido de infância, Neném, para um nome mais artístico: Dominguinhos.

Aos 16 anos, o rapaz fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco do padrinho artístico, na música “Moça de feira”. No Rio de Janeiro, depois de se familiarizar com o samba e com o bolero, ele formou um grupo que se apresentava em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem, acompanhou artistas de rádio com o Regional de Canhoto. 

Voltou ao forró aos 21 anos, quando foi convidado a gravar um LP destinado ao público migrante nordestino. Em 1967, Dominguinhos seguiu com Gonzaga em uma excursão ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista, e acabou fazendo parte do grupo da cantora pernambucana Anastácia, com quem acabaria se casando e com quem compôs várias músicas — entre elas, “Tenho sede” e “Eu só quero um xodó”.

Em 1972, quando caminhava com Anastácia pela Avenida São João, em São Paulo, o sanfoneiro foi interpelado por Guilherme Araújo, na época o empresário de, entre outros, Gal Costa, Gilberto Gil e Caetano Veloso, que perguntou se ele podia dar uma passada no Teatro Tuca. “Guilherme me disse que estava montando um grupo para as apresentações que Gal e Gil iriam fazer na feira Midem, em Cannes (na França), e, para minha surpresa, eles queriam uma sanfona para completar um grupo”, contou, certa vez o músico, que aí fez a sua entrada no seleto clube dos músicos da MPB. “Nos anos 1950 e início dos 1960, o Rio tinha um caminhão de sanfoneiros, mas levamos um chega pra lá da bossa nova, muitos desistiram ou tiveram que mudar para o piano ou os teclados em geral”, observou ele.

Em 1980, Dominguinhos participou do IIº Festival Internacional de Jazz de São Paulo. Anos mais tarde, ele chegaria às paradas de sucesso com as músicas “De volta pro meu aconchego” (em parceria com Nando Cordel, gravada por Elba Ramalho), e “Isso aqui tá bom demais” (gravada por ele com o parceiro Chico Buarque), que foram incluídas na trilha da novela “Roque Santeiro”. 

Em 2002, receberia o Grammy Latino de melhor disco regional, com o álbum “Chegando de mansinho”. Seis anos depois, foi o grande homenageado do Prêmio TIM de Música, e, em 2010, do Prêmio Shell. No mesmo ano, foi lançado o DVD comemorativo dos seus 60 anos de carreira, “Iluminado Dominguinhos”, gravado ao vivo, com as participações de Elba Ramalho, Wagner Tiso, Gilberto Gil, Yamandu Costa, Waldonys e Gilson Peranzzetta.

Fonte: O GLOBO 
BNC Famosos