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10 de outubro de 2014

Seguir lutando para mudar o Brasil

O PSOL cresceu nas eleições de 2014. Dobramos nossa votação em relação a 2010, num cenário ainda mais difícil. Agradecemos a cada um dos 1.612.186 eleitores que destinaram seu voto ao fortalecimento das bandeiras que defendemos durante a campanha eleitoral. Conseguimos dobrar a representação parlamentar do PSOL, que alcançou cinco deputados federais e doze deputados estaduais. Essas bancadas farão a diferença nos seus estados e no Congresso Nacional na luta por mais direitos. Nosso projeto sai fortalecido das urnas, conquistando o quarto lugar em uma eleição marcada pela desigualdade da cobertura da imprensa, dos erros das pesquisas, do impacto do poder econômico e do desequilíbrio no tempo de televisão. Nada disso teria sido possível sem a militância do PSOL, que fez a diferença e conquistou, com muita dedicação, esse expressivo resultado.

Cumprimos o nosso papel, apresentando a melhor candidata e a melhor proposta para o Brasil. Luciana Genro constituiu-se como a principal referência da esquerda coerente e este é um enorme patrimônio de todo o PSOL. O programa que defendemos é o programa necessário para que se avance em direção a um Brasil justo e igualitário, livre da exploração e de todos os tipos de opressão. Esta foi nossa principal missão política nestas eleições, e avaliamos que a cumprimos bem.

Um segundo turno, quando não nos sentimos representados nele, é muitas vezes mais do veto que do voto. Entendemos que Aécio Neves, o seu PSDB e aliados são os representantes mais diretos dos interesses da classe dominante e do imperialismo na América Latina. O jeito tucano de governar, baseado na defesa das elites econômicas e nas privatizações, com a corrupção daí decorrente, significa um verdadeiro retrocesso. A criminalização das mobilizações populares e dos pobres empreendida pelos governos tucanos, em especial o de Alckmin, nos coloca em oposição frontal ao projeto do PSDB e aliados de direita. Assim, recomendamos que os eleitores do PSOL não votem em Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais. Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados à sua candidatura.

A provável capitulação de Marina Silva à candidatura tucana demonstra a sua incapacidade de representar legitimamente o desejo de mudanças expresso nas ruas e comprova que a “nova política” não pode ser um atributo daqueles que aderem tão rapidamente ao retrocesso.

É preciso também afirmar que, diante do que foi o seu governo e sua campanha eleitoral, Dilma está distante do desejo de mudanças que tomou as ruas no ano passado. Seu governo atuou contra as bandeiras mais destacadas de nossa campanha, como a taxação das grandes fortunas, a revolução tributária que taxe os mais os ricos e menos os trabalhadores, a auditoria da dívida pública, contra a terceirização e a precarização das relações de trabalho, fim do fator previdenciário, a criminalização da homofobia e a defesa do casamento civil igualitário, uma nova política de segurança pública que acabe com a “guerra às drogas” e defenda os direitos humanos, a democratização radical dos meios de comunicação, o controle público sobre nossas riquezas naturais, os direitos das mulheres, a reforma urbana, a reforma agrária e a urgentíssima reforma política, que tire a degeneração do poder do dinheiro nas eleições, reiterado neste pleito, mais uma vez. Por tudo isso, se Dilma vencer o segundo turno, o PSOL seguirá como oposição de esquerda e lutando pelas bandeiras que sempre defendemos, inclusive durante a campanha eleitoral.

A partir destas considerações, o PSOL orienta seus militantes a tomarem livremente sua decisão dentro dos marcos desta Resolução, conscientes do significado sobre o voto no segundo turno, dia 26 de outubro, e agradece mais uma vez a todos o(a)s seus/suas eleitore(a)s e apoiadore(a)s pela confiança recebida nestas eleições.

PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE – PSOL
São Paulo, 8 de outubro de 2014.
Nos 47 anos da morte do comandante Che Guevara!

9 de outubro de 2014

Seguir lutando para mudar o Brasil

O PSOL cresceu nas eleições de 2014. Dobramos nossa votação em relação a 2010, num cenário ainda mais difícil. Agradecemos a cada um dos 1.612.186 eleitores que destinaram seu voto ao fortalecimento das bandeiras que defendemos durante a campanha eleitoral. Conseguimos dobrar a representação parlamentar do PSOL, que alcançou cinco deputados federais e doze deputados estaduais. Essas bancadas farão a diferença nos seus estados e no Congresso Nacional na luta por mais direitos. Nosso projeto sai fortalecido das urnas, conquistando o quarto lugar em uma eleição marcada pela desigualdade da cobertura da imprensa, dos erros das pesquisas, do impacto do poder econômico e do desequilíbrio no tempo de televisão. Nada disso teria sido possível sem a militância do PSOL, que fez a diferença e conquistou, com muita dedicação, esse expressivo resultado.

Cumprimos o nosso papel, apresentando a melhor candidata e a melhor proposta para o Brasil. Luciana Genro constituiu-se como a principal referência da esquerda coerente e este é um enorme patrimônio de todo o PSOL. O programa que defendemos é o programa necessário para que se avance em direção a um Brasil justo e igualitário, livre da exploração e de todos os tipos de opressão. Esta foi nossa principal missão política nestas eleições, e avaliamos que a cumprimos bem.

Um segundo turno, quando não nos sentimos representados nele, é muitas vezes mais do veto que do voto. Entendemos que Aécio Neves, o seu PSDB e aliados são os representantes mais diretos dos interesses da classe dominante e do imperialismo na América Latina. O jeito tucano de governar, baseado na defesa das elites econômicas e nas privatizações, com a corrupção daí decorrente, significa um verdadeiro retrocesso. A criminalização das mobilizações populares e dos pobres empreendida pelos governos tucanos, em especial o de Alckmin, nos coloca em oposição frontal ao projeto do PSDB e aliados de direita. Assim, recomendamos que os eleitores do PSOL não votem em Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais. Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados à sua candidatura.

A provável capitulação de Marina Silva à candidatura tucana demonstra a sua incapacidade de representar legitimamente o desejo de mudanças expresso nas ruas e comprova que a “nova política” não pode ser um atributo daqueles que aderem tão rapidamente ao retrocesso.

É preciso também afirmar que, diante do que foi o seu governo e sua campanha eleitoral, Dilma está distante do desejo de mudanças que tomou as ruas no ano passado. Seu governo atuou contra as bandeiras mais destacadas de nossa campanha, como a taxação das grandes fortunas, a revolução tributária que taxe os mais os ricos e menos os trabalhadores, a auditoria da dívida pública, contra a terceirização e a precarização das relações de trabalho, fim do fator previdenciário, a criminalização da homofobia e a defesa do casamento civil igualitário, uma nova política de segurança pública que acabe com a “guerra às drogas” e defenda os direitos humanos, a democratização radical dos meios de comunicação, o controle público sobre nossas riquezas naturais, os direitos das mulheres, a reforma urbana, a reforma agrária e a urgentíssima reforma política, que tire a degeneração do poder do dinheiro nas eleições, reiterado neste pleito, mais uma vez. Por tudo isso, se Dilma vencer o segundo turno, o PSOL seguirá como oposição de esquerda e lutando pelas bandeiras que sempre defendemos, inclusive durante a campanha eleitoral.

A partir destas considerações, o PSOL orienta seus militantes a tomarem livremente sua decisão dentro dos marcos desta Resolução, conscientes do significado sobre o voto no segundo turno, dia 26 de outubro, e agradece mais uma vez a todos o(a)s seus/suas eleitore(a)s e apoiadore(a)s pela confiança recebida nestas eleições.

PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE – PSOL
São Paulo, 8 de outubro de 2014.
Nos 47 anos da morte do comandante Che Guevara!

23 de setembro de 2014

Antonio Pedrosa destaca mais uma vez no debate da Mirante

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Antonio Pedrosa

São Luis - O entrevistado do dia foi o candidato do PSOL, Antônio Pedrosa, que durante 1h30 respondeu a todos os questionamentos dos quatro jornalistas que participaram da sabatina. O candidato demonstrou que está preparado para governar o Maranhão.

Pedrosa tem discutido abertamente as propostas para o estado enfrentado a Mirante em todos os debates e colocado o saco amarrado daqueles que o questionaram durante sabatina. Jogando sempre casca de banana para o entrevistado, o mesmo conseguiu fechar cada ponto questinado.

Leia com Atenção o que Pedrosa falou de cada tema:

Plebiscito
“Nossa proposta continua sendo enfrentar esse desafio do plebiscito, estamos tentando desmontar essa polarização, mesmo sabendo que não é fácil, principalmente com o poder econômico muito forte de duas candidaturas. Queremos deixar claro que existe um grupo de esquerda bem diferente desses dois grupos que brigam pelo poder”

Pesquisas
“A pesquisa eleitoral no Brasil precisa ser questionada, pois elas são contraditórias. Em uma semana diz uma coisa, na semana seguinte diz outra. Além disso, existe um problema de cientificidade muito grande, principalmente nas candidaturas com menor poder econômico. O que sentimos nas ruas é superior o que apontam as pesquisas”

Diálogos
“O movimento Diálogos (realizado por Flávio Dino) foi campanha antecipada, pois foram eventos políticos feitos em locais abertos e com a população sendo levada por cabos eleitorais”

Meio-ambiente
“Nós apresentamos uma candidatura diferente da esquerda tradicional, como na questão ambiental. As candidaturas de Flávio Dino e Lobão Filho são similares também nesse sentido, pois atendem a demanda do agronegócio e nós pensamos diferente, defendemos a biodiversidade ambiental”

Conteúdo
“Eu tenho conteúdo, ao contrário dos outros dois candidatos que querem polarizar a disputa. Neles existe uma superficialidade muito grande quando se debate um assunto de relevância para o Maranhão”

Continuidade
“Não sei se serei candidato numa próxima eleição, mas não me espantei com o que vi, pois antes mesmo de entrar eu já sabia que era essa porcaria mesmo e é por esse motivo que luto para mudar essa realidade. Jamais iria me perpetuar, pois até contra a reeleição eu sou”

Colômbia
“É possível fazer um governo diferente sim. A Colômbia é um exemplo disso, lá houve um rompimento com a política tradicional e deu certo. Precisamos desse rompimento aqui no Brasil, pois continuando assim, a política irá continuar afastando a maioria das pessoas de bem, que possuem ojeriza desse modelo”

Legislativo
“Mesmo com um legislativo ruim é possível governar sim. Precisamos ter diálogo com o parlamento, mas sem cooptação, pois a conversa precisa ser pública e transparente”

Projeto de poder
“Existe sim um projeto de poder, pois quem acha que isso é um jogo de cartas marcadas não deveria nem disputar. Só vamos conseguir modificar esse cenário justamente através da política. Nós do PSOL trabalhamos para eleger parlamentares, pois esse é o primeiro passo para a transformação”

Promessas
“Não faço promessas, tenho visto um rosário de promessas, mas sem justificativas financeiras num Estado quebrado. É muito problemático se fazer promessas sem conhecer a realidade”

Presídios
“Lobão Filho e Flávio Dino não entendem nada de presídios, nunca molharam o sapatinho de couro deles com sangue de presos. Ou organizamos os presídios e resolvemos o problema do sistema carcerário, ou o reflexo será na segurança do dia a dia fora dos presídios. São situações casadas e indissociáveis. Como fomos incompetentes com o problema do sistema carcerário, hoje sofremos com esses atos comandados de dentro dos presídios”

Segundo turno
“O meu posicionamento pessoal eu já tomei. Não gostaria de ver minha imagem colada ou associada a nenhum dos dois candidatos. O Flávio Dino fez uma guinada muito perigosa para o mesmo lado onde já estava Lobão Filho e acabou fazendo alianças desaprováveis. 

O PSOL deve deliberar coletivamente, caso tenhamos um segundo turno”

Com Informações do Blog Jorge Aragão
BNC Eleições 2014

10 de setembro de 2014

Antonio Pedrosa é considerado pela população um candidato preparado

São Luis - As pesquisa não tem apontado Pedrosa do PSOL bem avaliado, mas basta andar na cidade, e conversar com quem faz o cotidiano da cidade para perceber que o candidato socialista tem agradado eleitores. Então, se pode dizer que uma nova liderança nasce no meio político? O tempo dirá. Ele tem demonstrado que veio para fazer realmente um grande debate e acima de tudo colocar o dedo nas feridas.

A experiência de militante e o conhecimento do Maranhão tem feito do candidato Pedrosa um diferencial nessas eleições, já que não foge dos debates e nem pede direito de respostas, ele quer apenas apresentar suas propostas que é diferente e que ele diverge dois maiores candidatos nessas eleições.

Nesse momento ele vem crescendo nas universidades, entre os jovens, entre servidores, pois esse debate direto com sociedade tem lidado liga e ele realmente pode surpreender nessa eleição para governador. Como ele diz" Nem seis e nem meia dúzia", tem levado os eleitores a refletirem.

BNC Eleições 2014

17 de agosto de 2014

Pesquisa Exata/TV Guará confirma: com 56%, Flávio Dino vence no 1º turno

São Luis - A 50 dias das eleições de outubro, a TV Guará divulgou mais uma pesquisa de intenção de votos realizada no Maranhão. Flávio Dino aparece com 56% das intenções de voto, mantendo-se na liderança e confirmando a vitória no primeiro turno. O segundo colocado na pesquisa Exata/TV Guará é Lobão Filho (PMDB), que aparece com 26% dos votos.

Os candidatos Saulo Arcangeli (PSTU), Zeluis Lago (PPL) e Antônio Pedrosa (PSOL) têm 1% cada. Prof. Josivaldo (PCB) não pontuou. Brancos e nulos somam 8%. E 7% não souberam ou não responderam.

Com a vantagem de 30 pontos sobre o segundo colocado, Flávio Dino mantém a liderança já verificada nas pesquisas anteriores e venceria hoje no primeiro turno.

A pesquisa foi registrada sob protocolo MA-0035/2014 e ouviu 1.400 eleitores entre os dias 8 e 12 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos para cima ou para baixo.

Pesquisas anteriores
Em todas as pesquisas de intenção de votos divulgadas até agora, Flávio Dino, candidato da Coligação Todos pelo Maranhão, está na liderança, seguido de Lobão Filho, candidato da Coligação Pra Frente Maranhão.

Pesquisas já realizadas pelo Instituto Amostragem/Jornal Pequeno, DataM/Atos e Fatos e Exata/TV Guará mostraram Flávio Dino mantendo a liderança com 54%, 58% e 54%, respectivamente.

Na pesquisa Exata divulgada hoje, Flávio aparece com um crescimento de 2 pontos, confirmando que continua conquistando cada vez mais eleitores em todo o Maranhão.

Matéria enviada pela assessoria de Flávio Dino
BNC Eleições 2014


19 de julho de 2014

Polícia de São Paulo agride candidata a presidência da República em São Paulo Luciana Genro

Exigimos explicações do governador Alckmin sobre a agressão à campanha de Luciana Genro


São Paulo, 18 de julho de 2014



Hoje, às 12h30, a campanha de Luciana Genro foi alvo de agressão por policiais militares de São Paulo, que atacaram com spray de pimenta os militantes e candidatos que se reuniam na esquina da avenida Paulista com a rua Augusta, inclusive a própria candidata à Presidência da República.

Diante deste fato, a Coordenação da Campanha Presidencial do PSOL exigirá explicações e a apuração dos responsáveis por esta agressão em audiência que será solicitada com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. “Nossa campanha foi agredida, eu pessoalmente fui atingida pelo gás, e não vamos deixar este fato passar em branco. É uma afronta à democracia e o governador Alckmin tem que se pronunciar”, declarou Luciana Genro. 

O presidente do partido e coordenador geral da Campanha, Luiz Araújo, também se pronunciou. "O PSOL repudia esse atentado ao livre direito de expressar suas posições e tomará todas as medidas necessárias para identificar a autoria dos responsáveis por este ato autoritário e truculento" afirmou.


--
Rodolfo Mohr
Coordenação de Comunicação
Luciana Genro Presidenta

9 de julho de 2014

Morre aos 83 anos dirigente do Psol Plínio de Arruda Sampaio

São Paulo - Plínio de Arruda Sampaio, ex-deputado federal e candidato à Presidência pelo Psol em 2010, morreu nesta terça-feira, em São Paulo, aos 83 anos de idade. Plínio, conhecido também por fundar do Correio da Cidadania, estava internado havia mais de um mês no Hospital Sírio-Libanês, para tratamento de um câncer ósseo, e faleceu em decorrência de falência de múltiplos órgãos e sistemas.

Em nota oficial, o Psol lamentou o passar de um de seus principais nomes. "O Psol e o país perderam um grande protagonista da história recente e da luta pela justiça social e pela democracia no Brasil."

Graduado em Direito e promotor público, Plínio iniciou sua carreira política como deputado nos anos 1960, quando foi relator do projeto de reforma agrária de João Goulart. Teve seu mandato cassado em 9 de abril de 1964, às vésepras do golpe militar. Retornou ao país na década de 70 e participou da fundação do PT, do qual saiu em 2005. No mesmo ano, filiou-se ao Psol, pelo qual concorreu ao governo de São Paulo, em 2006, e à Presidência da República, em 2010.

"O PSOL se solidariza com os familiares de Plínio e ressalta que sentirá a ausência de um dos maiores lutadores socialistas e colaboradores do partido. Certamente, continuaremos levando adiante os ideais por justiça social, defendidos incansavelmente por ele”, ressalta o presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo.

"Estamos muito tristes com a notícia da perda de um símbolo histórico da esquerda brasileira", lamentou Luciana Genro, candidata do Psol à Presidência 

Plínio de Arruda Sampaio, nascido em São Paulo em 1930, era casado com Marietta Ribeiro de Azevedo. O velório está marcado para começar às 8h dessa quarta-feira. Às 11h, será celebrada uma missa, na Capela dos Dominicanos. O local do sepultamento, que deve ocorrer às 15h, ainda não foi informado.

7 de julho de 2014

Eleições 2014: Candidato ao Senado Haroldo Sabóia defende o Maranhão do Sul


São Luis  - Por meio de sua página no Facebook, o candidato ao senado Haroldo Saboia  divulgou suas principais propostas caso seja eleito. Dentre estas a retomada da bandeira histórica de criação do Maranhão do Sul. Veja estas e outras abaixo:

1) Lutar desde o primeiro dia de mandato pela JORNADA DE 40 HORAS para trabalhadoras e trabalhadores. Esta já é uma conquista dos operários em um grande números de países. Em 1988, conseguimos - com o meu voto na Assembléia Nacional Constituinte - reduzir a jornada de 48 para 44 horas. Vitória parcial, pois desde então já haviamos - o conjunto de parlamentares de esquerda - apresentado a proposta de 40 horas;

2) Fim do Fator Previdenciário que retira a cada mês parcela ponderável dos beneficios dos aposentados. O Fator Previdenciàrio foi uma macabra criação dos governos tucanos que foi mantida pelos governos PT/PMDB ;


3) Criação da Tarifa Zero nos transportes urbanos municipais nas Capitais e em todas regiões metropolitanas do país, fazendo,assim, eco às MANIFESTAÇÕES DE JUNHO DE 2013 em todo o país; criação de uma Agencia Reguladora Nacional para as Tarifas de Transportes Urbanos Municipais com o objetivo, entre outros, de obstaculizar e impedir qualquer conluio entre empresários e gestores (prefeitos, vices e/ou secretários) municipais corruptos;


4) Defesa dos pequenos e médios agricultores familiares, dos povos e das áreas indigenas, dos povos afro-descendentes e das áreas remanescentes de quilombos; 

5) Defesa da criação do Estado do Maranhão do Sul. Hoje - contrariamente ao que pensava durante os trabalhos da Constituinte de 88 - entendo que a divisão do Maranhão com a criação do Estado do Maranhão do Sul, longe de representar uma perda, significa na verdade uma MULTIPLICAÇÃO DE OPORTUNIDADES PARA TODOS OS MARANHENSES DE NORTE A SUL, DO PARNAIBA AO GURUPI !

Estes pontos não esgotam nossa pauta de compromissos. Muitas questões, com o por exemplo a garantia de 10 % do PIB para a Educação pública, o fortalecimento do SUS e um rigoroso controle dos Planos de Saúde, que exploram os usuários e negam cobertura nos momentos mais difíceis. Mande suas sugestões, pois estas são apenas 5 propostas iniciais do CANDIDATO A SENADOR DO POVO DO MARANHÃO, POIS COM O PSOL SÃO OUTROS 500!!!

BNC Eleições 2014

24 de junho de 2014

Luciana Genro, homologada como candidata a presidência da república pelo Psol

PSOL homologa candidatura de Luciana Genro à Presidência
Brasília - O PSOL homologou, nesse domingo (22), a candidatura da ex-deputada federal Luciana Genro (RS) à presidência da República. A oficialização ocorreu em convenção nacional do partido em Brarsília. Os delegados do partido aprovaram o nome de Luciana por unanimidade e também o do ex-candidato a prefeito de Mogi das Cruzes (SP), Jorge Paz, para vice-presidente. Luciana Genro anunciou que uma das plataformas da campanha será a tentativa de resposta às demandas das manifestações de junho do ano passado.

Candidato a vice, Jorge Paz afirmou que a campanha do PSOL tem grande responsabilidade e que o momento é propício para dialogar com diversos setores.

Questionada, em entrevista coletiva, sobre um possível racha no partido devido à ausência na convenção do senador Randolfe Rodrigues (AP), que desistiu da candidatura à Presidência pelo PSOL,  Luciana negou. “De forma alguma. Randolfe se manifestou favorável à candidatura pelas redes sociais. Ele achou por bem cuidar dos interesses do Amapá”, respondeu, referindo-se ao estado que o parlamentar representa.

Na carta em que anunciou a desistência, no último dia 13, Randolfe explicou que deixava a pré-campanha presidencial “para retomar em plenitude as tarefas como senador e a importante função de representante do Amapá”.

BNC Eleições 2014

16 de junho de 2014

"A candidatura do PCdoB é uma dissidência interna da oligarquia Sarney", diz candidato a governador pelo PSOL

O advogado Luís Pedrosa (PSOL), vem demonstrado que não terá medo de ser enquadrado pelos oposicionistas como um defensor do sarneísmo, por ter coragem de bater forte na candidatura comunista. Durante a convenção estadual do seu partido no último sábado, o pré-candidato a governador disse a este jornalista com exclusividade: "A nossa candidatura existe para contrariar a tese de que o PCdoB é oposição no Maranhão, nós achamos que a candidatura do PCdoB é uma dissidência interna da oligarquia Sarney, tanto que os principais representantes dessa oligarquia migraram para essa candidatura do PCdoB".

A frase de Luís Pedrosa veio acompanhada da explicação. "Não enxergamos nenhuma diferença entre uma candidatura que está fazendo articulações com latifundiários e representantes do agronegócio com aquela apresentada pelo grupo Sarney", completou.

De acordo com Pedrosa, a sua candidatura é a que representa o verdadeiro espirito da oposição no Maranhão e não grupo que está posto no momento e se coloca como tal.

O pré-candidato a governador pelo PSOL, diz que do ponto de vista programático há uma necessidade histórica de apresentar a população um cenário de transformações reais e não só de discurso como vem ocorrendo atualmente. 

Pedrosa ainda crítica o método de condução da campanha de Flávio Dino que é amparado por financiamento privado e que no futuro isto trará o custo para o poder público.

Na última eleição o candidato a governador do PSOL, Saulo Arcangeli hoje no PSTU ficou muito distante de obter pelo menos 1%, porém desta vez o partido deve ter um desempenho melhor, por conta do posicionamento do advogado Luís Pedrosa, que promete não se curvar as pressões dos dois grupos políticos.
 
Fonte; Blog do Diego Emir
BNC Eleições 2014

26 de maio de 2014

Energia nuclear e os pré-candidatos presidenciais

Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco

Ano de eleições presidenciais. Espera-se que os pré-candidatos se posicionem sobre os diferentes temas de interesse da população. E um dos mais importantes temas é sobre a questão energética.

Até o momento, o quadro eleitoral apresenta sete pré-candidaturas. As três dos partidos que terão mais tempo na televisão e quatro dos “pequenos”. Estes em alguns casos fisiológicos, somente lançaram pré-candidaturas para negociar seus tempos de televisão, tendo também aqueles mais ideológicos, com posições bem definidas.

Neste espaço, sucintamente comentarei o que fizeram e o que propõem os pré-candidatos mais expostos na mídia com relação ao tema polêmico: energia nuclear.

O que predomina em comum nas três pré-candidaturas é a visão tradicional de associar desenvolvimento a aumento de consumo, consequentemente à produção sempre crescente, necessitando mais e mais de matéria prima e energia. Portanto, são pré-candidaturas que defendem a construção crescente de usinas de energia, dentre elas as nucleares.

Outro aspecto comum é modelo de gestão publica que adotaram nos cargos executivos que ocuparam, lançando mão de privatizações, concessões, terceirizações e parcerias público-privadas. Esses instrumentos são orientados para viabilizar o maior lucro para as respectivas operadoras, mesmo sacrificando o interesse publico e as necessidades básicas dos cidadãos. Nesse modelo, o Estado é capturado pelos interesses econômicos (privados) e atua em favor deles. O caso da energia é um exemplo claro, evidente.

A prestação dos serviços elétricos, essencial ao bem estar e à soberania do país, tem sofrido nos últimos anos  tropeços causados por políticas publicas contrarias aos anseios da população, que são a segurança energética com tarifas módicas e qualidade no fornecimento.

O ex-ministro de Ciência e Tecnologia, ex-governador de Pernambuco e pré-candidato pelo PSB, teve papel de destaque no renascimento do programa nuclear brasileiro, prevendo no Plano Nacional de Energia 2030 a construção de quatro novas usinas nucleares no país. Quando governador, defendeu a vinda de uma dessas usinas para Pernambuco.

Enquanto governador, priorizou em trazer para Pernambuco termoelétricas movidas a combustíveis altamente poluentes, como o óleo combustível. Foi o pai da absurda proposta de patrocinar a instalação em Pernambuco da “maior termoelétrica do mundo”, com 1.300 MW de potencia instalada, movida a óleo combustível. Projeto que acabou sendo abortado pela pressão popular. O que não foi possível impedir foi à instalação de outra termoelétrica a óleo combustível, esta de 320 MW, em território pernambucano.

O pré-candidato do PSDB, na questão nuclear, não precisa (não falou ainda) dizer muita coisa, pois se conhece a posição desse partido e de seus membros de apoio à instalação de usinas nucleares no país. O mais recente episodio nessa área está sendo protagonizado por um deputado paranaense, que apresentou em 2007 a Proposta de Emenda à Constituição – PEC no 122, que visa modificar os arts. 21 e 177 da Constituição Federal para excluir do monopólio da União a construção e operação de reatores nucleares para fins de geração de energia elétrica. Hoje, só a empresa estatal Eletronuclear constrói e opera no setor. Caso seja aprovada, aquela PEC permitirá a entrada de empresas estrangeiras na geração nucleoelétrica. Esta proposta está preste para ser submetida à votação em plenário.

Quanto à visão estratégica em relação à energia elétrica, não se pode esquecer que, quando estava no poder, o PSDB levou o país ao desabastecimento e racionamento energético em 2000/2001. Não precisa falar muita coisa mais sobre o que nos espera com o retorno desse partido político ao Executivo nacional.

E o PT, esses 12 anos em que esteve no poder, não somente fez renascer o Programa Nuclear Brasileiro, com a construção de Angra III, que estava havia mais de 20 anos parada, como, por meio da aprovação do Plano Nacional de Energia 2030, propôs a instalação de mais quatro novas usinas nucleares no país, sendo duas no Nordeste e duas no Sul/Sudeste. A contradição é evidente, pois vários de seus membros eram totalmente contrários ao uso da fonte nuclear. Mas, ao chegarem no poder, ....

Além, é claro, da “maior especialista em energia”, a ex-Ministra das Minas e Energias e atual Presidente da República, ter desarranjado por completo o sistema elétrico nacional, submetendo os consumidores a tarifas “padrão Fifa”, e trazer de volta o risco do desabastecimento elétrico.

Bem, esta é uma realidade nada alvissareira para quem em 2014 irá votar e escolher o Presidente do país.  Temos também outras pré-candidaturas que merecem atenção sobre esta temática. Duas delas, a do PV e da PSol, posicionam-se contrarias à instalação de usinas nucleares. 

BNC Artigo

22 de março de 2014

PSOL articula retomar projeto que leva policiais militares à Justiça comum

Brasília - O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) protocolou requerimento para que a Comissão de Constituição e Justiça convoque uma audiência pública sobre o PL 7779/2010, de sua autoria.


O projeto atribui à Justiça comum o julgamento de militares que cometerem crimes dolosos contra civis, em serviço ou não.


Alencar pretende aproveitar o debate público gerado a partir da morte da carioca Cláudia Silva Ferreira para retomar a matéria, parada na CCJ desde 2010.


Cláudia foi arrastada por cerca de 350 metros ao cair do porta-malas de um carro da PM, onde foi transportada após ser baleada, no último domingo.

No requerimento, o deputado solicita que sejam convidados à audiência o ex-policial militar Darlan Menezes Abrantes, a desembargadora do TJ-SP Kenarik Boujikian, o integrante do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política Givanildo Manoel, e a jornalista Eliane Brum
BNC Brasilia

23 de fevereiro de 2014

A Globo vai ter de segurar o rojão de sua cobertura criminalizando Marcelo Freixo

Rio de Janeiro - As maiores vítimas da campanha sistemática da Globo contra o deputado Marcelo Freixo e os “vândalos” são a verdade e, em seguida, ela própria.

Depois de basear sua cobertura nas declarações apressadas e confusas de Jonas Tadeu, advogado dos acusados de soltar o rojão que matou Santiago, o Globo publicou alguns editoriais que merecem entrar para qualquer antologia do jornalismo.

(Tadeu, é bom lembrar, defendeu o ex-deputado estadual Natalino José Guimarães, citado na CPI das Milícias presidida em 2008 por Freixo. Antes disso, fora condenado por dano moral em 2000. Já ameaçou desistir de trabalhar com Caio Souza e Fábio Raposo algumas vezes. Passa muito longe de ser a chamada fonte fidedigna).

Num primeiro editorial, ainda com o cadáver de Santiago quente, publicou-se o seguinte: “O crime jogou luz sobre a inaceitável atuação do gabinete do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) em defesa de vândalos”.

Mais tarde, diante da reação ao massacre insustentável de Freixo — inclusive por parte de um colunista do Globo, Caetano Veloso –, veio um mea culpa esquisito: “O que faz um jornal diante disso? Omite os fatos na presunção de que o deputado Marcelo Freixo é um homem acima do bem e do mal? Mas esses homens, infelizmente, não existem.”

Mas o pior estava por vir: “O jornal não disse em momento algum que o deputado Marcelo Freixo era ligado ao homem do rojão, nem de forma alguma induziu seus leitores a acreditarem nessa versão. Seria absurdo e leviano, porque não há prova alguma sobre isso”.

Bem, então o que explica a manchete do dia 9 de fevereiro?: “Advogado: ativista diz que jovens envolvidos em lançamento de rojão que atingiu cinegrafista seriam ligados a Freixo”.

O PT do Rio divulgou nota oficial, se solidarizando com o PSOL e Freixo, “vítimas recentes da sanha da mídia empresarial” — embora muitos de seus militantes continuem achando que o deputado, de alguma maneira, merece apanhar.

Deveria ser caso para processo. Não será, provavelmente, porque não dará em nada. Brizola levou anos para ter um direito de resposta no Jornal Nacional. Agora, uma coisa é certa: a cobertura da Globo de seu próprio equívoco está servindo, novamente, para que ninguém tenha dúvida a respeito da repulsa que ela provoca e que se mostrou, de maneira clara, nas ruas. E esse ódio é culpa exclusivamente de suas práticas, expostas diariamente.

Diário do Centro do Mundo
BNC Bastidores

10 de janeiro de 2014

NOTA DO SETORIAL DE DIREITOS HUMANOS DO PSOL/MA

São Luis - O Setorial de Direitos Humanos do Partido Socialismo e Liberdade do PSOL/MA vem a público declarar seu repúdio às graves violações de direitos humanos ocorridas na ilha de São Luís, em razão da crise de segurança pública e no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
A crise do sistema penitenciário brasileiro, no Maranhão, apresenta singularidades decorrentes da exploração econômica, ambiental e cultural que nosso povo vêm sofrendo há meio século pela Oligarquia Sarney (PMDB) que, em aliança com o governo federal nas gestões Lula/Dilma (PT/PMDB), aprofunda o descompasso das políticas do Estado com as reais necessidades sociais.
Por outro lado, a falsa oposição, capitaneada por Flávio Dino (PCdoB) e seus parceiros políticos, tais como Raimundo Cutrim (ex-secretário de Segurança do governo Roseana Sarney),  mostra-se incapaz de responder à crise social instaurada, pois revela-se reprodutora da mesma estrutura política coronelista que impera há décadas no Estado.
No que se refere à segurança pública, é notória a completa ausência de vontade política em assegurar o mínimo garantido constitucionalmente, principalmente quando se fala do sistema penitenciário. De janeiro de 2013 a janeiro de 2014, já se somam 62 mortos dentro do Complexo de Pedrinhas, além das constantes denúncias de mulheres sendo vítimas de violência sexual dentro da penitenciária.
Nessa linha, o Maranhão apresenta o mais alto índice de assassinatos de presos, em sua maioria jovens até 25 anos, negros oriundos de áreas periféricas. Com apenas 1% da população carcerária do país, responde por aproximadamente 30% de mortes no sistema prisional brasileiro. Há mais de 3.000 indivíduos presos além da capacidade das unidades prisionais do Maranhão. Com essa superlotação, fica praticamente impossível existir um controle satisfatório, tanto social – causando a provável formação de grupos rivais que disputam o espaço, como jurídica – com a fraca assistência judiciária gratuita fornecida pelo Estado e a demora no andamento processual, há inúmeras prisões ilegais de pessoas que já deveriam estar em liberdade, agravando mais ainda os problemas de lotação carcerária.
Esta situação, aliada à insalubridade do ambiente (unidades prisionais sem condições de habitação, com o acúmulo de lixo, dejetos, baratas, celas sem circulação de ar, etc.) e de crescimento das disputas internas pelo espaço, dando-se principalmente com a polarização “presos da capital” versus “presos do interior” (estes mantidos longe de seus familiares e de sua comunidade), já é de conhecimento claro do governo do Maranhão há pelo menos uma década, e nada foi feito de concreto e eficaz para pôr fim a essa crise.
Pelo contrário: o governo Roseana Sarney (PMDB/PT) finge não ver a formação de grupos organizados rivais, e se mostra surpreso após a morte sistemática de 62 presos, o incêndio de cinco ônibus e de cinco pessoas, gerando a trágica morte de Ana Clara, de apenas 6 anos de idade. Enquanto isso, na ilha, a população fica refém do medo e dos joguetes do governo em culpar exclusivamente as facções rivais de Pedrinhas pelo caos instalado dentro e fora do presídio.
Entretanto, é necessário direcionarmos a responsabilidade para o verdadeiro causador dessa crise: a gestão Roseana Sarney, que não garante o mínimo de dignidade humana aos presidiários que, ao se verem encurralados de todas as formas por violência e abandono, resolvem reagir também com violência, causando esse saldo de morte, perdas, dor, dentro e fora do sistema penitenciário.
É importante que a sociedade maranhense questione essa situação e exija:
- a descentralização das unidades prisionais de menor porte;
- a implantação de um novo método de ressocialização;
- a apuração dos crimes cometidos dentro das penitenciárias;
-  a realização de concurso público para o cargo de agentes penitenciários e policiais;
- a implosão imediata da Casa de Detenção (CADET), que começa a ser reformada, ainda mantendo a mesma estrutura inadequada à habitação humana;
- a ampla revisão judiciária dos processos criminais e de execução.
Por tudo o que foi exposto:
APOIAMOS A INTERVENÇÃO FEDERAL NO ESTADO, se for alinhada às reais necessidades sociais do nosso povo!
APOIAMOS A FEDERALIZAÇÃO DOS CRIMES QUE OCORREM NOS PRESÍDIOS E A RESPONSABILIZAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO PELAS INSTÂNCIAS INTERNACIONAIS, porque tais medidas poderão significar uma resposta à completa ineficiência do Estado (Governo Roseana e Governo Dilma) em resolver a crise do sistema prisional maranhense, que insiste em dizimar e encarcerar a juventude pobre e negra do Maranhão, e em militarizar Pedrinhas e a ilha, quando a situação pede, há muito tempo, um distensionamento, prevenção, políticas públicas sociais e dignidade humana.


Partido Socialismo e Liberdade (PSOL/MA)
Setorial de Direitos Humanos