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25 de dezembro de 2014

Ministro Lobão deixa o governo e o saldo para o grupo Sarney é ruim na espefera federal.

Dilma deixa Sarney e Lobão para trás.
Dilma deixa Sarney e Lobão para trás.

Brasília - A cúpula Sarneisista que manda e desmanda no PMDB do Maranhão ficou sem espaço nesse segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Ela anunciou nesta terça-feira, dia 23, o nome de 13 ministros. Dos novos integrantes do primeiro escalão do governo, nenhum é maranhense.

Apesar de toda articulação da ex-governadora Roseana Sarney e do pai José Sarney – querendo ganhar os créditos dos votos que Dilma recebeu no Maranhão, que deu a maior votação em todos os estados brasileiros, a presidente do país não levou isso em consideração e deixou a cúpula do PMDB estadual fora do seu segundo governo.

A decisão de Dilma Rousseff mostra, claramente, que a saída de Sarney da vida política, deixará o grupo político do Governo Roseana cada vez mais enfraquecido no cenário nacional.
E isso é só o começo.
Abaixo a relação dos 13 ministro:
Aldo Rebelo (Ciência Tecnologia e Inovação); Cid Gomes (Educação); Edinho Araújo (Secretaria de Portos); Eduardo Braga (Minas e Energia); Eliseu Padilha (Secretaria de Aviação Civil). George Hilton (Esporte); Gilberto Kassab (Cidades); Helder Barbalho (Secretaria de Aquicultura e Pesca); Jacques Wagner (Defesa); Kátia Abreu (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento); Nilma Lino Gomes (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial); Valdir Simão (Controladoria Geral da União) e Vinícius Lajes (Turismo).

BNC Brasília

30 de outubro de 2014

Senado iniciará legislatura sem Sarney

Após 60 anos de vida política, Sarney se aposenta magoado com a derrota nas eleições no Maranhão e no Amapá Nelson Antoine/Fotoarena/AE

Carolina Martins, do R7, em Brasília
Pela primeira vez em 25 anos de democracia, o Congresso Nacional vai iniciar uma legislatura sem a presença do senador José Sarney (PMDB-AP). Aos 84 anos, Sarney encerrou sua carreira política depois de concorrer e vencer todas as eleições com voto direto que foram realizadas após a redemocratização do País.
Mas, mesmo sem disputar diretamente as eleições de 2014, o ex-presidente da República saiu derrotado politicamente, sem conseguir eleger o sucessor de sua linhagem política no Maranhão – justamente o berço político da família Sarney.
Após cerca de 50 anos de domínio do clã Sarney no Estado, o candidato de oposição, Flávio Dino (PCdoB), foi eleito governador em primeiro turno. Com 1,8 milhão dos votos, ele desbancou Lobão Filho – que tinha o apoio da atual governadora, Roseana Sarney, e de todos os aliados políticos da família.
O motivo apresentado para justificar a aposentadoria de Sarney é a saúde debilitada da mulher dele, Marly. Mas, nos bastidores, a informação é de que Sarney encerrou a carreira política para não sofrer a primeira derrota nas urnas.
O porta-voz de Sarney na época em que ele era presidente, Fernando César Mesquita, diz que o senador está magoado com a derrota política de seus sucessores e com a condução da campanha no Maranhão e no Amapá – Estado que ele representa no Senado. Segundo Mesquita, houve traições e por isso Sarney deve estar ressentido.
— Eu era a favor de que ele não se candidatasse porque seria uma luta de muito baixo nível no Amapá, seria muito difícil para ele enfrentar tudo isso na idade em que está. Ele ficou mexido com a derrota [no Maranhão], está muito magoado.
Relevância no Congresso
Para o cientista político da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Ricardo Ismael, ainda que o motivo da aposentadoria seja fugir de uma derrota eleitoral, isso não mancha a trajetória de Sarney. De acordo com o professor, o senador tem um currículo extenso e representativo na política brasileira.
— Se formos olhar o currículo do Sarney, foi marcado por momentos que dispensam comentários. Ele foi extremamente vitorioso. Está encerrado um capítulo, ele poupou-se de ter uma derrota, mas isso não é demérito nenhum.
O especialista avalia ainda que, até pela idade, Sarney já estava naturalmente sendo substituído nos papéis de liderança dentro do PMDB. Segundo o cientista político, a ausência dele terá pouco impacto no momento atual do Congresso porque o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve ocupar a função que era de Sarney.
— Foi Sarney quem avalizou a parceria entre o Planalto e o Senado nos governos Lula e Dilma. Eu acho que, em um curto prazo, o Renan é um substituto natural nessa relação entre PMDB no Senado e o governo do PT, caso Dilma seja reeleita.
Para o amigo e ex-porta-voz, Sarney será sempre respeitado dentro da política, mas acredita que agora ele vai abandonar completamente os palanques eleitorais.
— Ele será sempre ouvido, mas vai se desvincular da política. A dona Marly tem problema de coluna, já fez cirurgias e não está bem. Ele vai se dedicar a ela, aos filhos e aos netos, ele é muito família.
Mesquita afirma que Sarney era consultado no Senado até para indicar remédios aos colegas. Leitor voraz e interessado por medicina, o senador adora pesquisar bulas de medicamentos e conhece as fórmulas e seus efeitos colaterais. Qualquer mal-estar era logo solucionado por uma indicação de Sarney.
O interesse pelos assuntos médicos também reflete na própria saúde do senador. O ex-porta-voz conta que a mesa pessoal de Sarney é sempre cheia de vidros de suplementos e vitaminas.
— Agora isso é moda, mas ele toma há muitos anos. Por isso a saúde dele é ótima e ele continua totalmente lúcido aos 84 anos de idade.
Vida política
Sarney foi o presidente responsável pela transição da ditadura para a democracia Estadão Conteúdo
Sarney tem uma trajetória de 60 anos de cargos eletivos e, muitas vezes, sua biografia se confunde com a história política do País.
Ainda estudante de direito, no Maranhão, ele tornou-se dirigente de movimentos estudantis. Em 1954, se filiou ao antigo PSD (Partido Social Democrático) e foi eleito suplente de deputado federal. Se tornou governador do Maranhão em 1965, aos 35 anos de idade.
No fim do mandato como governador renunciou para concorrer a uma cadeira no Senado, representando o Maranhão. Venceu as eleições de 1970 e foi reeleito em 1978. Em 1984, ficou nacionalmente conhecido ao formar a Aliança Democrática com o PMDB para compor a chapa que disputaria a Presidência da República, ao lado de Tancredo Neves, avô de Aécio Neves.
Como o presidente escolhido morreu antes de tomar posse, José Sarney assumiu como vice e se tornou o primeiro presidente da República civil depois de 21 anos de ditadura militar. Ele foi o responsável por fazer a transição do regime ditatorial para a democracia. Em 1988, participou, como presidente do País, da promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil.
O amigo Fernando Mesquita afirma que, mesmo com toda essa trajetória, Sarney está decepcionado com a vida pública. Mesquita afirma que Sarney foi vítima de várias acusações de corrupção mentirosas e que nunca viu o senador cometer nenhum ato condenável.
— Ele foi vítima de uma campanha de linchamento e eu nunca vi nenhum ato de desonestidade dele. Ele é uma pessoa muito especial, uma das pessoas mais cultas que eu conheço, mas paga até hoje pelo fato de ter apoiado o regime militar.
Crises e escândalos políticos
Ainda na presidência da República, em 1987, Sarney enfrentou o primeiro grande escândalo envolvendo seu nome. O foco era a ferrovia Norte-Sul, que custaria cerca de US$ 2,5 bilhões.
Mas surgiram denúncias de que a licitação do empreendimento não passava de um conluio entre as empresas integrantes de um esquema de corrupção. A apuração mostrou que houve fraude, mas nem mesmo os responsáveis foram identificados e ninguém foi punido.
Em fevereiro de 1988, Sarney enfrentou a CPI da Corrupção no Senado. Sarney era acusado por nove crimes e ainda havia o pedido de impeachment contra ele, mas escapou das punições.
Depois que deixou a Presidência da República, Sarney também foi alvo de denúncias enquanto ocupava uma cadeira no Senado. Em 2009, quando era presidente da Casa pela terceira vez, veio à tona a polêmica dos atos secretos da Casa, com nomeações de parentes e amigos dos senadores — incluindo membros da família Sarney. Todas as denúncias contra o senador acabaram arquivadas no Conselho de Ética do Senado.
Vida Literária
Com a aposentadoria da vida política, Sarney pretende se dedicar à literatura. Poeta e ensaísta, o senador tomou posse na ABL (Academia Brasileira de Letras) em 1980. A ideia agora é se dedicar à produção de sua autobiografia, com a história de todos esses anos no poder. O livro tem até um título provisório: Boa Noite, Presidente.
Mas, de acordo com informações de amigos do senador, ele se dedica agora a escrever um livro sobre sua filha, Roseana Sarney.
BNC Política

13 de outubro de 2014

ENTREVISTA COM ROBERTO ROCHA: “VOU MOSTRAR PARA QUE SERVE UM SENADOR”


 (Gilson Teixeira /OIMP/OIMP/D.A Press)

São Luis - Após trinta anos marcados pela total hegemonia do grupo Sarney no Senado Federal, eis que o primeiro senador de oposição se elege. Feito que aconteceu em conjunto com a vitória de governador, alcançado por Roberto Rocha e Flávio Dino respectivamente.

De certo, uma voz uníssona no Senado Federal, diante do poder d voto dos três senadores maranhenses, poderá ainda ser um pequeno avanço, mas que poderá ser refletido nos próximos pleitos. A situação do senado é também ainda indefinida por conta do segundo turno para presidente. Os atuais senadores maranhenses fazem oposição a Aécio Neves, que caso eleito, poderá ser bom para Roberto Rocha.

O jornal O Imparcial conversou com o senador eleito e ele falou um pouco das perspectivas para a o mandato e como se deu a eleição.  O Imparcial – O senhor avalia que a sua vitória se deu a qual fator? Roberto Rocha - Nossa eleição é, primeiramente, fruto de uma história, e não apenas de uma campanha. Em segundo lugar, é o produto de uma grande e ampla articulação política que possibilitou termos um único candidato a governador e senador. Em terceiro lugar, o resultado de uma bela e animada campanha, tocada por familiares, amigos, companheiros e correligionários de todo estado.

O que a sua eleição representa? Representa a possibilidade de democratizar a representação política do Maranhão no Senado. Os Senadores representam os estados, e não faz sentido mudar o Maranhão, sem mudar sua representação em Brasília. Da minha parte, vou mostrar aos maranhenses para que serve um senador.

Qual vai ser a sua primeira ação? Restabelecer o respeito e a confiança do Brasil à política do Maranhão.

Qual dos dois presidenciáveis, se eleito, o senhor terá melhor trânsito? Convivi 16 anos com Aécio no PSDB, quando ele foi líder do partido e presidente da Câmara dos Deputados. Somos amigos. Por isso, claro, meu relacionamento maior é com ele.

O senhor fará campanha para ele? Já estou fazendo!

9 de outubro de 2014

Após derrota inédita, grupo Sarney tem racha e futuro incerto no Maranhão

Carlos Madeiro
Do UOL, em São Luís

Brasília - A queda inédita do poder na disputa para governo e Senado do grupo Sarney deixou o cenário indefinido para quem comanda o Maranhão há 49 anos. Hoje, não há um nome forte despontando entre os aliados, que ainda tentam entender o recado das urnas no último domingo (5). Fora isso, há sinais de desentendimentos entre os integrantes do grupo.

Além da derrota do governo do Estado do senador Edison Lobão Filho (PMDB) para Flávio Dino (PC do B), o deputado federal Gastão Vieira (PMDB) também perdeu o Senado para Roberto Rocha (PSB). Foi a primeira vez desde 1965 –quando José Sarney (PMDB) foi governador-- que o grupo não conseguiu eleger um nome para o governo ou para o Senado.

Em 2006, o grupo chegou a perder o governo para Jackson Lago (PDT), morto em abril de 2011, mas conseguiu eleger o senador Epitácio Cafeteira (PTB). Em 2009, após decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Lago foi cassado, e a segunda colocada, Roseana Sarney (PMDB), assumiu o cargo, sendo reeleita em 2010.

Com a aposentadoria do senador José Sarney (PMDB-AP) e de Roseana a partir de 2015, o grupo também fica órfão de um nome forte, já que o desempenho de Lobão Filho (PMDB) nas eleições de domingo foi considerado muito aquém do esperado –ele teve apenas 33% dos votos válidos.

Diante de um quadro inédito, o grupo ainda não tem claro o panorama daqui por diante. "Eu não tenho a menor ideia de qual será o futuro do grupo. Depois de cinco mandatos de deputado federal, vou pensar o que fazer. Está muito cedo, estou digerindo um pouco. Cada um de nós [do grupo] que ganhou e que perdeu deve estar fazendo o planejamento", disse Gastão Vieira, considerado um dos principais analistas políticos do grupo.

No último domingo, também foi uma prova de desunião quando Lobão Filho, Roseana e Gastão votaram separados, em horários diferentes. "Não sou representante dos Sarney, mas de um grupo político com inúmeros participantes, inúmeras ideologias", disse Lobão Filho, ao tentar justificar a ausência de Roseana no domingo.

Para o deputado federal Sarney Filho (PV), reeleito pela nona vez no domingo (5), a família não tem, hoje, um nome para suceder Roseana Sarney.

Seu filho, Adriano Sarney (PV), foi eleito pela primeira vez deputado estadual, mas ainda é muito cedo para saber o futuro político. Sobre 2016 e 2018, Sarney Filho minimizou a importância de ter um integrante da família disputando a eleição majoritária.

"Isso é besteira. Família é família como qualquer outra. Se alguém se destacar, bem. Mas não há nenhum projeto de poder. O projeto é viver bem e ajudar o Maranhão da melhor maneira possível", afirmou, citando que não tem "ambição" de concorrer a eleição majoritária.

A sentença sobre o futuro, porém, pode estar no desempenho do próximo governador. "Flávio Dino é uma mudança que precisa ser comprovada. Embora não precisasse, ele se uniu ao que há de mais exemplar da oligarquia. O Flávio se uniu com quem apareceu na frente. Como ele vai se desunir no exercício do governo para revolucionário, romper paradigmas?", afirmou Gastão Vieira.

BNC Política

30 de setembro de 2014

José Sarney arrega para Edmar Cutrim após briga e ameaças no Palácio

O bigode mais poderoso do Maranhão, Edmar Cutrim, ganhou na briga contra o senador José Sarney. Foto: Karlos Geromy / OIMP / D.A Press

São Luis - O coronel maranhense e senador pelo Amapá, José Sarney (PMDB), arregou para o conselheiro-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão, Edmar Serra Cutrim.
No último sábado (27), o ATUAL7 revelou que Sarney tentou pesar a mão contra Edmar em uma calorosa discussão no Palácio dos Leões, após o oligarca tomar conhecimento que o presidente do TCE/MA ‘liberou’ mais de prefeitos com a cabeça na guilhotina no órgão fiscalizador e controlador para votar no candidato do PCdoB ao Governo do Maranhão, Flávio Dino, principal adversário do candidato do consórcio Sarney/Lobão, o senador Edison Lobão Filho, o Edinho (PMDB). Após ouvir de Sarney que seria colocado ‘em seu devido lugar’ pela traição ao Clã, Edmar revidou que ‘pagava pra ver’ se o pai da governadora Roseana Sarney teria coragem de fazer algo contra ele.
A demonstração pública de arrego de Sarney na briga de peixe grande foi confirmada nesta terça-feira (30), com a saída pela tangente do velho morubixaba na declaração dada ao jornalista Marco Aurélio D’Eça, de que a ‘única divergência’ que já teve com Edmar ‘foi em relação a peixes’. Segundo fontes do ATUAL7 com livre trânsito em uma chácara em São José de Ribamar, a declaração foi encarada por Edmar Cutrim como um pedido de desculpas.
Último oligarca do país e prestes a perder o mandato, o senador José Sarney tem seus motivos para arregar na briga com o presidente do TCE/MA. O bigode poderoso do novo cabo-eleitoral de Dino é respeitado e temido em todos os Poderes do Estado, principalmente por membros da Oposição – inclusive pelo próprio candidato ao governo estadual do PCdoB.
Fonte: Atual7
BNC Eleições 2014

6 de setembro de 2014

Ministério Público vai investigar operação ilegal para prejudicar campanha de Flávio Dino

São Luis - A coligação “Todos pelo Maranhão” pediu ao Ministério Público Eleitoral a investigação dos motivos que levaram a Polícia Militar a realizar operação contra irmão de Flávio Dino. Segundo a coligação, Saulo Dino (irmão mais novo do candidato) foi seguido por um carro descaracterizado da saída do hotel em que estava hospedado até o bairro Estiva, onde foi parado por policiais. O carro que o seguia também participou da operação.

Na representação entregue ao Procurador Regional Eleitoral Régis Richael Primo da Silva, a coligação informou os detalhes da operação que tinha como objetivo intimidar familiares de Flávio Dino. A coligação pede que sejam investigados os motivos que levaram a Polícia a fazer a perseguição e os integrantes da PM que estiveram presentes no local.

Segundo o deputado estadual Marcelo Tavares, a elucidação do caso é fundamental para evitar que outras ações de abuso de poder sejam observadas com o intuito de interferir na opinião pública no período eleitoral. “O caso é grave e indica que o grupo Sarney pode forjar situações para prejudicar a candidatura de Flávio Dino,” disse ao procurador eleitoral.

O uso do aparelho estatal para fins político-partidários é prática ilegal. No entanto, a coligação afirma que a estranha blitz montada na saída da capital e que teve como único revistado o advogado Saulo Dino dá mostras de que pode estar sendo formada uma ação para prejudicar o grupo oposicionista.

O caso tornou-se ainda mais grave quando jornalistas ligados ao grupo Sarney afirmaram que o irmão de Flávio Dino já vinha sendo monitorado pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar. “A PM não possui a prerrogativa de investigar. No mínimo, o caso configura abuso de poder político e isso não pode passar impune,” analisou o advogado da coligação, Carlos Eduardo Lula.

O procurador eleitoral informou a Marcelo Tavares (coordenador da campanha) e a Carlos Lula que a partir da representação irá convocar as testemunhas para prestar esclarecimentos, que são: Saulo Dino e os jornalistas que informaram haver monitoramento do irmão de Flávio Dino.

Matéria enviada pela assessoria de Flávio Dino
BNC Eleições 2014

29 de julho de 2014

Coluna do jornal o Estado do Maranhão agride candidato ao senado pelo Psol Haroldo Sabóia

A coluna " ESTADO MAIOR "  CONFIRMA O ODIO QUE os sarneys  TÊM POR HAROLDO SABOIA E  , VEJAM BEM , NÃO NEGA AS DUAS CANDIDATURAS DO GRUPO.
São Luis - Na postagem "Novas armações do coronel Sarney" afirmo que : 1) o grupo Sarney tem dois candidatos ao Senado ; 2 ) que " Haroldo Saboia pode estar forte ou fraco mas é sempre alvo do ódio dos sarneys, dos ataques da Mirante e do jornal " O Estado do Maranhão". Na edição desta segunda feira, 28/07/2014, a coluna ESTADO MAIOR é claríssima. A nota que sublinhamos : CONFIRMA O ODIO QUE os sarneys TÊM POR HAROLDO SABOIA E , VEJAM BEM , NÃO NEGA AS DUAS CANDIDATURAS DO GRUPO.

Não é de hoje que essa coluna escreve coisa com coisa, deveria prestar um bom jornalismo, ao invés de incitar a arrogância e a babaquice e serem idiotas aloprados. Afinal por que não desce desse pedestal de canalhice e coloca os fatos de forma coerente, cuidado do teu stresse ele mata,  e mentir causa dor de consciência.

BNC Eleições 2014

17 de julho de 2014

Provas desmontam farsa: vídeo de Suplicy apoiando Flávio foi gravado este ano

São Luis - O candidato Edinho Lobão (PMDB) chamou uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (16/jul) para acusar a coligação Todos pelo Maranhão de usar como “factóide” o vídeo em que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) declara apoio a Flávio Dino para o governo do Maranhão. O candidato da família Sarney afirmou que o vídeo havia sido gravado em 2010 e não em 2014, como anunciado, pela coligação.

No entanto, há provas materiais que mostram justamente o contrário. Um vídeo, uma foto e uma assinatura de Suplicy são a prova cabal de que a coligação Todos pelo Maranhão está ao lado da verdade. Veja a seguir.

O vídeo ( http://youtu.be/0nAaHsOimro ) foi gravado no dia 24 de junho deste ano. Nele, Suplicy é explícito: “Minhas caras amigas e amigos do Estado do Maranhão, é com muita alegria que eu quero dar o meu testemunho sobre a seriedade e capacidade do Flávio Dino para vocês o elegerem governador do Estado do Maranhão”.
 
Na sequencia, ele recomenda o voto em Márcio Jardim para deputado federal e diz o número do candidato: 1365. É mais uma prova de que o vídeo se referiu explicitamente às eleições atuais, uma vez que na disputa passada Jardim tinha como número o 1313.

Autógrafo com o dia da gravação

Além da declaração indicar que a gravação é deste ano, há fotos de Suplicy ao lado de Márcio Jardim, com o senador usando a mesma roupa e o mesmo fundo em que aparece no vídeo. Na foto (em anexo), Suplicy entrega a Jardim uma cópia de seu livro Renda de Cidadania - A Saída é Pela Porta. Em outra foto (também em anexo), está a data da dedicatória: 24/jun/2014.

Enviada pela assessoria de comunicação do candidato Flavio Dino
BNC Eleições 2014

24 de junho de 2014

Depois de várias derrotas, grupo Sarney agora quer inflar Wellington do Curso

Wellington do Curso é a bola da vez do grupo Sarney
Wellington do Curso é a bola da vez do grupo Sarney
O desespero é grande dentro do grupo Sarney para criar dissidências dentro do grupo de oposição e garantir alguma candidatura que force o segundo turno na eleição para o governo do Maranhão. A oligarquia tentou e naufragou na tentativa de insuflar pré-candidatos ao governo da oposição. Com o final do período de convenções se aproximando, tentam a última cartada: Wellington do Curso (PPS).
A oligarquia apostava primeiro em Eliziane Gama (PPS), insuflando todos os dias a candidatura da deputada, que teve sua história sempre ligada aos movimentos sociais e à oposição. Como disse a deputada ao aderir a campanha de Flávio Dino (PCdoB), ela “não poderia dormir sabendo que seu projeto pessoal atrapalhou o Maranhão a entrar em um novo ciclo”. Por isso, em nome da alternância de poder, se juntou ao grupo oposicionista. Eliziane então, antes emergente liderança, diferencial e a melhor candidata passou a ser vista pelo grupo que domina o estado como “fraca, sem personalidade, apequenada, etc”.
Depois, todas as atenções do grupo Sarney se voltaram para Hilton Gonçalo (PDT), quando a mídia oligarca praticamente exigiu que o PDT abandonasse o grupo de Flávio por não ter indicado o vice-governador e desse legenda ao ex-prefeito de Santa Rita. Também não deu certo, e a mídia do Clã passou a considerar o PDT como um partido pequeno que vai com o rebanho e “patinho feio”. O mesmo partido que antes era tido como gigante pela história no Maranhão pelo Clã.
O grupo também apostou em um rompimento do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), rompimento este que poderia garantir uma outra candidatura. O grupo inflamou a possível candidatura de João Castelo (PSDB) ao Senado para causar a saída do PSB do grupo oposicionista. Acredito que o PSB não romperia nem com a candidatura de Castelo. Mas não deu certo a outra tentativa.
A última cartada é com Wellington do Curso. O pré-candidato a deputado estadual tem tudo para resolver sua situação em uma boa chapa no diálogo. Porém, a grupo Sarney aposta em insuflá-lo para causar um novo problema e inventar uma candidatura que ocasione o segundo turno falando de sua brilhante trajetória política. Mas quando Wellington resolver sua situação na oposição, será taxado como fraco e sem posição pelo grupo Sarney. Mais um para a coleção de fracassos na tentativa de cizânia.
BNC Eleições 2014

16 de junho de 2014

"A candidatura do PCdoB é uma dissidência interna da oligarquia Sarney", diz candidato a governador pelo PSOL

O advogado Luís Pedrosa (PSOL), vem demonstrado que não terá medo de ser enquadrado pelos oposicionistas como um defensor do sarneísmo, por ter coragem de bater forte na candidatura comunista. Durante a convenção estadual do seu partido no último sábado, o pré-candidato a governador disse a este jornalista com exclusividade: "A nossa candidatura existe para contrariar a tese de que o PCdoB é oposição no Maranhão, nós achamos que a candidatura do PCdoB é uma dissidência interna da oligarquia Sarney, tanto que os principais representantes dessa oligarquia migraram para essa candidatura do PCdoB".

A frase de Luís Pedrosa veio acompanhada da explicação. "Não enxergamos nenhuma diferença entre uma candidatura que está fazendo articulações com latifundiários e representantes do agronegócio com aquela apresentada pelo grupo Sarney", completou.

De acordo com Pedrosa, a sua candidatura é a que representa o verdadeiro espirito da oposição no Maranhão e não grupo que está posto no momento e se coloca como tal.

O pré-candidato a governador pelo PSOL, diz que do ponto de vista programático há uma necessidade histórica de apresentar a população um cenário de transformações reais e não só de discurso como vem ocorrendo atualmente. 

Pedrosa ainda crítica o método de condução da campanha de Flávio Dino que é amparado por financiamento privado e que no futuro isto trará o custo para o poder público.

Na última eleição o candidato a governador do PSOL, Saulo Arcangeli hoje no PSTU ficou muito distante de obter pelo menos 1%, porém desta vez o partido deve ter um desempenho melhor, por conta do posicionamento do advogado Luís Pedrosa, que promete não se curvar as pressões dos dois grupos políticos.
 
Fonte; Blog do Diego Emir
BNC Eleições 2014

19 de fevereiro de 2014

Rubens Jr. desmente acusações do grupo Sarney contra Flávio Dino

São Luis - O desespero da família Sarney alcançou níveis altíssimos, o que desencadeou uma campanha predatória contra o presidente da Embratur Flávio Dino. Nas duas últimas semanas várias informações inverídicas têm sido plantadas nos veículos manipulados pela governadora.

Durante sessão plenária desta quarta-feira (19), o líder da oposição na assembleia, Rubens Jr. (PCdoB), destacou a tentativa de manchar a imagem de Flávio Dino. “Os veículos controlados pela família Sarney têm acusado Flávio Dino de malversação de dinheiro público durante sua passagem pela EMBRATUR, porém, o julgamento feito pela Controladoria Geral da União durante a passagem do mesmo resultou na aprovação de todas as contas.” Afirmou o deputado.

A prova da distorção dos fatos, segundo Rubens Jr., foi a certidão negativa da CGU, emitida na tarde de ontem (18). “A Controladoria Geral da União jogou uma pá e cal nesta história armada, certificando que não consta em relatórios de auditoria, fiscalizações, processos disciplinares ou quaisquer outros procedimentos da CGU, ao senhor Flávio Dino, no tocante ao período em que exerceu o cargo de presidente da EMBRATUR.”

Para o líder da oposição, a onda de inverdades teria sido motivada pelo crescimento de Flávio Dino, como mostrado na pesquisa Data M/TV Record (n°0004/2014) divulgada na noite de ontem. Na ocasião o candidato do PCdoB aparece com 38,1%, enquanto Eliziane Gama desponta na segunda colocação 17,5% e Luis Fernando Silva 9,4%,. O resultado obrigou o grupo Sarney a colocar a CGU em suspeição

“Não é por que se avizinha o período eleitoral, que iremos permitir o vale tudo fugindo do debate, onde a mentira, as agressões, as intimidações, possam prevalecer sobre a verdade, sobre a boa conduta, sobre a honra pública. Nada justifica essa fuga ao tema, nada justifica os ataques pessoais.” Concluiu Rubens Jr.
 
BNC Parlamento Estadual

27 de janeiro de 2014

Candidatos tradicionais na politica terão dificuldade para se eleger senador, aponta O Globo

Brasília - O senador Fernando Collor (PTB-AL) tentará a reeleição com apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e poderá ter novo embate nas urnas com Heloísa Helena, que foi eleita vereadora em Maceió pelo PSOL, mas sonha em voltar ao Senado. Outro ex-presidente que poderá tentar a reeleição como senador é José Sarney (PMDB-AP), que não definiu ainda se irá se candidatar novamente, a despeito de pressão de parte do PMDB para que ele mantenha a vaga para o partido.

No Ceará, o ex-senador tucano Tasso Jereissati deve voltar a disputar o Senado para dar palanque forte ao candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, atrapalhando os planos do deputado petista José Guimarães (CE). Jereissati poderá formar chapa com o senador Eunício Oliveira (PMDB), que sonha com a vaga ao governo. O PT, por sua vez, idealiza um acordo entre o PROS, dos irmãos Cid e Ciro Gomes, e o PMDB.

A disputa sequer é fácil para alguns governadores, que não poderão se reeleger. Roseana Sarney (PMDB), do Maranhão, antes favorita, pode ter dificuldades contra um candidato forte da oposição, o deputado Roberto Rocha (PSB), que tem o apoio do candidato do PCdoB ao governo do estado, Flávio Dino, além de contar com o empenho de Eduardo Campos. No Piauí, o atual governador Wilson Martins (PSB) disputará com o senador João Vicente Claudino (PTB). Um grande acordo PTB/PP e PT poderá fortalecer Claudino e dificultar a eleição de Martins.

BNC Eleições 2014

23 de dezembro de 2013

OLIGARQUIA E BARBÁRIE

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Franklin Douglas (*)

No Maranhão, o crime organizado está entranhado nos três poderes do Estado, já disse um dos principais líderes da própria oligarquia.
A incapacidade de dar solução à falência do sistema prisional maranhense, aos altos índices de violência e de desbaratar as quadrilhas do crime organizado para o tráfico de drogas evidencia também que o próprio governo estadual está falido.
Parece que chegamos ao ápice da política sob a lógica OLIGARQUIA e BARBÁRIE!
A barbárie que emerge pelos números de mortos em São Luís em menos de um ano: 983; pelo número de homicídios em cadeias no Maranhão: 53; pela superlotação dos presídios, o Maranhão tem a sexta pior situação, com índice de lotação que beira os 90%: há 2.196 presos ocupando um espaço onde deveria haver 1.770 vagas nas prisões.
Quanto mais falido o governo, mais forte o crime organizado, que assassina do moleque que vende o craque e não repassa o apurado ao chefe imediato ao ilustre jornalista da oligarquia, como se viu com Décio Sá.
Tem sido assim desde os tempos dos piratas, nos séculos XVII e XVIII, das máfias chinesas e sicilianas, no século XIX, da máfia de Al Capone nos Estados Unidos dos anos 1920 a 1930, das quadrilhas do Comando Vermelho, de Fernandinho Beira-mar, no Brasil do século XXI, das máfias que disputam entre si o comércio de drogas sob a inércia do governo da oligarquia.
Estruturalmente não há nada de novo!
O que impacta é a facilidade das fotos e vídeos dos decapitados circularem instantaneamente nas redes sociais. É a estética da perversidade que toma conta da sociedade espetacularizada pelo crime.
Estamos lhe dando com algo grande. Estudos da professora Ana Luíza Ferro evidenciam: o crime organizado já movimenta 850 bilhões de dólares no mundo, seria a oitava potência da economia global, é a "economia" que cresce de forma mais sustentada, dobrando seu tamanho a cada dez anos.
E o que caracteriza todas essas organizações criminosas é a estabilidade, a permanência, a estrutura empresarial e hierárquica, o considerável poder de intimidação, a penetração no sistema econômico legal, pelo qual faz a lavagem do dinheiro (das micaretas dos carnavais fora de época, passando pelas catracas do transporte coletivo, às comodities do sistema financeiro), a corrupção e a impunidade, advinda, sobretudo, de sua CONEXÃO COM O PODER, em seus três níveis: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Eis a barbárie maranhense nua e crua.
E a solução para esse caos não virá do governo constituído. Se nos anos 1990, a oligarquia mobilizou o aparato estatal e aniquilou mais 100 criminosos em sua "Operação Tigre", assim como entregou os anéis para preservar os dedos, na "CPI do Crime Organizado", que levou à prisão deputados e aparentados, agora está acuada por que não tem o que fazer. Não pode enfrentar a organização criminosa porque precisa dela para as eleições que se avizinham.
E, nesse cenário, lastimável a oposição consentida que temos, que, para vencer, também já está ficando imobilizada pelas alianças que tem firmado com as dissidências do próprio crime organizado que até agora sustentava diretamente a oligarquia.
Esse seria o momento dos pré-candidatos oposicionistas já definidos ao Governo do Estado, Flávio Dino (PCdoB), Eliziane Gama (PPS) e Luís Antonio Pedrosa (PSOL), e dos demais partidos da oposição, como PSTU, PCB, REDE, PDT, PSB, dentre outros, colocarem A POLÍTICA NA FRENTE DO ELEITORAL e, juntos, convocassem uma grande mobilização social contra o crime e a violência.
E, conjuntamente com as organizações populares da luta pelos direitos humanos (OAB, SMDH, CNBB, Cáritas, CPT, FETAEMA, CIMI, etc.), requeresse ao Procurador-Geral da República o pedido desse junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) de INTERVENÇÃO FEDERAL por parte da União na segurança pública do Governo do Maranhão, conforme determina a Constituição Federal, pois é preciso garantir os "direitos da pessoa humana" e "pôr termo a grave comprometimento da ordem pública" (artigo 34 - incisos III e VIII - alínea "d" da Constituição Federal) a que as organizações criminosas estão submetendo o povo maranhense.
NADA DEVE PARECER IMPOSSÍVEL DE MUDAR. Chegamos ao limite onde ou a sociedade civil se mobiliza para derrotar o crime organizado ou o crime organizado derrota o Maranhão do bem. Aos acham isso impossível, lembrem-se das manifestações de junho! Ou mesmo da frase do líder que se foi, mas deixou sua mensagem: "Sempre parece impossível até que seja feito"(Nelson Mandela, 1918-2013).
Ou impomos essa derrota desde já à máfia oligárquica ou prevalece no Maranhão a BARBÁRIE.

(*) Franklin Douglas -  jornalista e professor, doutorando em Políticas Públicas (UFMA),
BNC Artigo

8 de dezembro de 2013

Sarney, Collor, FHC e Lula irão com Dilma para os funerais de Mandela


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G1 

A presidente Dilma Rousseff viajará  na segunda-feira (9) para a África do Sul – a fim de participar das homenagens a Nelson Mandela – acompanhada dos ex-presidentesJosé Sarney, Fernando Collor de Mello,Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, informou neste sábado (7) o porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, segundo o Blog do Planalto.
Segundo o blog, os ex-presidentes foram convidados por Dilma, e a comitiva presidencial partirá do Rio de Janeiro.
Nesta sexta-feira (6), o Palácio do Planalto informou que a presidente tinha antecipado a viagemao país africano do dia 14 para a próxima terça-feira (10) porque governo sul-africano enviou circular a todas as embaixadas com sede no país informando que esse é o dia reservado aos chefes de Estado. O enterro do líder sul-africano está marcado para dia 15.
Dilma decretou na sexta luto oficial de sete dias no Brasil pela morte de Mandela. Na quinta, dia em que Mandela morreu, Dilma divulgou nota de pesar e afirmou que governo e povo brasileiro “se inclinam diante da memória de Mandela”. A presidente destacou ainda a luta do líder sul-africano contra o apartheid.

“Personalidade maior do século XX, Mandela conduziu com paixão e inteligência um dos mais importantes processos de emancipação do ser humano da história contemporânea – o fim do apartheid na África do Sul”, disse a presidente no comunicado.

Símbolo da luta contra a discriminação racial, Nelson Mandela morreu nesta quinta-feira (5), em Pretória, aos 95 anos. O ex-presidente sul-africano ficou internado de junho a setembro devido a uma infecção pulmonar. Ele deixou o hospital e estava em casa. Morreu às 20h50, no horário local de Pretória – 16h50 do horário brasileiro de verão.

O corpo será enterrado, de acordo com seus desejos, na aldeia de Qunu, localizada na província pobre do Cabo Leste, onde Mandela cresceu. Os restos mortais de três de seus filhos foram sepultados no mesmo lugar, em julho, após ordem judicial.

Conhecido como “Madiba” na África do Sul, Mandela foi considerado um dos maiores heróis da luta dos negros pela igualdade de direitos no país e foi um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista do apartheid, vigente entre 1948 e 1993.

BNC Mundo