São Luis - O governo do Maranhão, por meio de nota, informou que não se
pronunciaria sobre a ação de facções criminosas no complexo
penitenciário de Pedrinhas, o maior do Estado.
"Qualquer tipo de informação que venha a ser veiculada", diz em
resposta, "nada contribui para a resolução de problemas no sistema
penitenciário".
Em relação aos presídios, o governo informou que foram entregues novas
unidades, como as UPRs (Unidades Prisionais de Ressocialização) das
cidades de Santa Inês, Davinópolis, Açailândia, Chapadinha e Bacabal.
Também diz que inaugurou o anexo da UPR de Imperatriz e instalou no
bairro Monte Castelo, em São Luís, um espaço que abriga detentos de
regime semiaberto.
Essas novas unidades, segundo o governo maranhense, em nota, "reforçaram
o serviço já prestado pelas unidades regionais de custódia de Timon,
Pedreiras, Imperatriz e Caxias".
POLICIAMENTO
O governo afirmou também que homens da Polícia Militar e da Força
Nacional de Segurança deverão permanecer no complexo prisional de
Pedrinhas "enquanto for necessário".
O governo do Maranhão não respondeu ao questionamento da Folha sobre a
razão de policiais militares e agentes da Força Nacional não terem sido
acionados antes das 60 mortes que encerraram o ano de 2013 em Pedrinhas
Com Informações da folha
BNC Maranhão
