Arame - O Ministério Público Eleitoral ingressou junto ao TRE, no dia 24 de
janeiro, com recurso contra decisão do juiz da 104ª Zona Eleitoral que
julgou improcedente Ação de Impugnação de Mandato Eletivo contra o
prefeito e o vice-prefeito de Arame, respectivamente, Marcelo Lima de
Farias e Paulino Barbosa Rodrigues.
Na avaliação do MP, a cassação dos mandatos deveria ocorrer porque os
dois candidatos teriam se utilizado de fraude, corrupção ou abuso do
poder econômico na eleição municipal de 2012.
Na sentença, o juiz
considerou que a ação de impugnação apresentou como prova apurada apenas
depoimentos testemunhais e que “a prova material não teria passado pelo
crivo do contraditório”. No caso da prova material questionada,
tratam-se de imagens, gravadas em telefones celulares, que mostrariam os
candidatos tentando convencer eleitores a votar neles.
O
Ministério Público, por meio do promotor de justiça Carlos Róstão
Martins Freitas, discordou da sentença judicial, por isso, recorreu ao
TRE. Citando decisões tomadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e
outros tribunais regionais, o promotor argumenta que “a prova
testemunhal apresentada, pela sua fartura e contundência, como qualquer
outra prova judicial, apresenta-se, sim, como perfeitamente admissível
para lastrear o pleito contido na ação de impugnação de mandato
eletivo”.
O membro do MP defende a validade dos depoimentos
prestados, pela coerência e riqueza de detalhes que revelam os abusos
cometidos pelos então candidatos e apoiadores, consistentes na entrega
de telhas cerâmicas, aparelho ortodôntico, distribuição de carnes e
comida, oferecidos nos dias que precederam o pleito eleitoral e mesmo na
data da eleição.
BNC Justiça
A
Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e o Conselho Federal
da OAB ajuizaram nesta quarta-feira, 29, ação civil pública contra o
Estado do Maranhão para garantir a melhoria no sistema prisional
maranhense. A medida visa, ainda, assegurar a indenização tanto das
famílias das vítimas dos atentados a ônibus ocorridos em São Luís no dia
3 de janeiro quanto dos presos mortos no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas entre o ano de 2013 e janeiro de 2014.
O documento foi protocolado na Justiça
Federal do Maranhão após ter sido aprovado durante reunião
extraordinária do Conselho Seccional, que contou com a presença do
presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, do vice-presidente
Cláudio Pratres Lamchia, além de presidentes das Subseções maranhenses,
de outras seccionais e de representantes dos poderes judiciário e
executivo e do Ministério Público.
A OAB requer que o Estado do Maranhão
adote medidas efetivas para que sejam imediatamente abertas novas vagas
no sistema prisional, com a conseqüente construção de novas unidades
prisionais. Também requer que sejam reformadas ou se procedam as
modificações necessárias nas unidades prisionais de modo a preservar o
direito à integridade física e moral dos detentos. Outro item da ação
diz respeito à necessidade de separar presos provisórios dos presos com
condenação definitiva. E ainda que seja realizado concurso público para
agentes penitenciário.
A ação pede, ainda, que seja concedida
indenização por danos morais em valor não inferior a R$ 100 mil, por
vítima, acrescido do pagamento de pensão vitalícia não inferior a um
salário mínimo por mês, atualizados anualmente de acordo com os valores
aplicados ao salário mínimo nacional. A OAB requer, também, que o Estado
seja condenado a pagar aos familiares dos 64 presos mortos entre 2013 e
janeiro de 2014 no interior das unidades prisionais, conforme relação a
ser fornecida pela Secretaria de Estado de Justiça e Administração
Penitenciária, indenização por danos materiais e morais.
O presidente da OAB/MA, Mário Macieira,
disse que a ação proposta tem por objetivo contribuir para a melhoria do
sistema prisional. Ele considerou a reunião bastante representativa e
afirmou que a OAB está unida para enfrentar, de forma coletiva, a crise
no sistema carcerário brasileiro de um modo geral e no Maranhão,
particularmente. Mário disse ainda que as medidas propostas visam
alcançar todo o estado maranhense.
O presidente nacional da OAB, Marcus
Vinicius Furtado, disse que além de responsabilizar o Estado do Maranhão
e requerer que medidas efetivas sejam adotadas para melhor o sistema
prisional maranhense, a ação visa formalizar junto ao Poder Judiciário
denúncia da Ordem dos Advogados contra a grave crise do sistema
carcerário. Marcus Vinicius disse que a entidade exigirá atitudes
concretas para solucionar a crise na área prisional do estado. “Não
aceitamos promessas. É necessário que os gestores dêem ênfase à questão
prisional porque hoje há um descaso dos governantes com o sistema
carcerário”, disse.
Presente à reunião, o presidente da
Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, classificou o
quadro maranhense como peculiar. “Acredito que seja o quadro mais
trágico do Brasil e que precisa ser enfrentado de forma estrutural”,
pontuou.
Compuseram a mesa da reunião, além do
presidente da OAB/MA, Mário Macieira, o presidente nacional da OAB,
Marcus Vinicius Furtado, o vice-presidente Cláudio Lamchia, o presidente
da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, o presidente da
Seccional de Pernambuco, Pedro Henrique Alves, a representante do MP,
Elizabeth Albuquerque, o presidente da Associação dos Membros do
Ministério Público (AMPEM), José Augusto Cutrim, o presidente da
Associação dos Magistrados Maranhenses (AMMA), Gervásio Protásio, o juiz
Fernando Mendonça, o desembargador José Ribamar Froz Sobrinho, a
procuradora do Estado, Helena Haickel, o presidente da Seccional de MG,
Luís Cláudio Chaves, o secretário geral adjunto Ulisses Martins, o
secretário geral Carlos Couto e o diretor tesoureiro Marco Lara.
- See more at: http://www.jeisael.com/#sthash.hBateGDv.dpuf
A
Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e o Conselho Federal
da OAB ajuizaram nesta quarta-feira, 29, ação civil pública contra o
Estado do Maranhão para garantir a melhoria no sistema prisional
maranhense. A medida visa, ainda, assegurar a indenização tanto das
famílias das vítimas dos atentados a ônibus ocorridos em São Luís no dia
3 de janeiro quanto dos presos mortos no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas entre o ano de 2013 e janeiro de 2014.
O documento foi protocolado na Justiça
Federal do Maranhão após ter sido aprovado durante reunião
extraordinária do Conselho Seccional, que contou com a presença do
presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, do vice-presidente
Cláudio Pratres Lamchia, além de presidentes das Subseções maranhenses,
de outras seccionais e de representantes dos poderes judiciário e
executivo e do Ministério Público.
A OAB requer que o Estado do Maranhão
adote medidas efetivas para que sejam imediatamente abertas novas vagas
no sistema prisional, com a conseqüente construção de novas unidades
prisionais. Também requer que sejam reformadas ou se procedam as
modificações necessárias nas unidades prisionais de modo a preservar o
direito à integridade física e moral dos detentos. Outro item da ação
diz respeito à necessidade de separar presos provisórios dos presos com
condenação definitiva. E ainda que seja realizado concurso público para
agentes penitenciário.
A ação pede, ainda, que seja concedida
indenização por danos morais em valor não inferior a R$ 100 mil, por
vítima, acrescido do pagamento de pensão vitalícia não inferior a um
salário mínimo por mês, atualizados anualmente de acordo com os valores
aplicados ao salário mínimo nacional. A OAB requer, também, que o Estado
seja condenado a pagar aos familiares dos 64 presos mortos entre 2013 e
janeiro de 2014 no interior das unidades prisionais, conforme relação a
ser fornecida pela Secretaria de Estado de Justiça e Administração
Penitenciária, indenização por danos materiais e morais.
O presidente da OAB/MA, Mário Macieira,
disse que a ação proposta tem por objetivo contribuir para a melhoria do
sistema prisional. Ele considerou a reunião bastante representativa e
afirmou que a OAB está unida para enfrentar, de forma coletiva, a crise
no sistema carcerário brasileiro de um modo geral e no Maranhão,
particularmente. Mário disse ainda que as medidas propostas visam
alcançar todo o estado maranhense.
O presidente nacional da OAB, Marcus
Vinicius Furtado, disse que além de responsabilizar o Estado do Maranhão
e requerer que medidas efetivas sejam adotadas para melhor o sistema
prisional maranhense, a ação visa formalizar junto ao Poder Judiciário
denúncia da Ordem dos Advogados contra a grave crise do sistema
carcerário. Marcus Vinicius disse que a entidade exigirá atitudes
concretas para solucionar a crise na área prisional do estado. “Não
aceitamos promessas. É necessário que os gestores dêem ênfase à questão
prisional porque hoje há um descaso dos governantes com o sistema
carcerário”, disse.
Presente à reunião, o presidente da
Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, classificou o
quadro maranhense como peculiar. “Acredito que seja o quadro mais
trágico do Brasil e que precisa ser enfrentado de forma estrutural”,
pontuou.
Compuseram a mesa da reunião, além do
presidente da OAB/MA, Mário Macieira, o presidente nacional da OAB,
Marcus Vinicius Furtado, o vice-presidente Cláudio Lamchia, o presidente
da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, o presidente da
Seccional de Pernambuco, Pedro Henrique Alves, a representante do MP,
Elizabeth Albuquerque, o presidente da Associação dos Membros do
Ministério Público (AMPEM), José Augusto Cutrim, o presidente da
Associação dos Magistrados Maranhenses (AMMA), Gervásio Protásio, o juiz
Fernando Mendonça, o desembargador José Ribamar Froz Sobrinho, a
procuradora do Estado, Helena Haickel, o presidente da Seccional de MG,
Luís Cláudio Chaves, o secretário geral adjunto Ulisses Martins, o
secretário geral Carlos Couto e o diretor tesoureiro Marco Lara.
- See more at: http://www.jeisael.com/#sthash.hBateGDv.dpuf
A
Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e o Conselho Federal
da OAB ajuizaram nesta quarta-feira, 29, ação civil pública contra o
Estado do Maranhão para garantir a melhoria no sistema prisional
maranhense. A medida visa, ainda, assegurar a indenização tanto das
famílias das vítimas dos atentados a ônibus ocorridos em São Luís no dia
3 de janeiro quanto dos presos mortos no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas entre o ano de 2013 e janeiro de 2014.
O documento foi protocolado na Justiça
Federal do Maranhão após ter sido aprovado durante reunião
extraordinária do Conselho Seccional, que contou com a presença do
presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, do vice-presidente
Cláudio Pratres Lamchia, além de presidentes das Subseções maranhenses,
de outras seccionais e de representantes dos poderes judiciário e
executivo e do Ministério Público.
A OAB requer que o Estado do Maranhão
adote medidas efetivas para que sejam imediatamente abertas novas vagas
no sistema prisional, com a conseqüente construção de novas unidades
prisionais. Também requer que sejam reformadas ou se procedam as
modificações necessárias nas unidades prisionais de modo a preservar o
direito à integridade física e moral dos detentos. Outro item da ação
diz respeito à necessidade de separar presos provisórios dos presos com
condenação definitiva. E ainda que seja realizado concurso público para
agentes penitenciário.
A ação pede, ainda, que seja concedida
indenização por danos morais em valor não inferior a R$ 100 mil, por
vítima, acrescido do pagamento de pensão vitalícia não inferior a um
salário mínimo por mês, atualizados anualmente de acordo com os valores
aplicados ao salário mínimo nacional. A OAB requer, também, que o Estado
seja condenado a pagar aos familiares dos 64 presos mortos entre 2013 e
janeiro de 2014 no interior das unidades prisionais, conforme relação a
ser fornecida pela Secretaria de Estado de Justiça e Administração
Penitenciária, indenização por danos materiais e morais.
O presidente da OAB/MA, Mário Macieira,
disse que a ação proposta tem por objetivo contribuir para a melhoria do
sistema prisional. Ele considerou a reunião bastante representativa e
afirmou que a OAB está unida para enfrentar, de forma coletiva, a crise
no sistema carcerário brasileiro de um modo geral e no Maranhão,
particularmente. Mário disse ainda que as medidas propostas visam
alcançar todo o estado maranhense.
O presidente nacional da OAB, Marcus
Vinicius Furtado, disse que além de responsabilizar o Estado do Maranhão
e requerer que medidas efetivas sejam adotadas para melhor o sistema
prisional maranhense, a ação visa formalizar junto ao Poder Judiciário
denúncia da Ordem dos Advogados contra a grave crise do sistema
carcerário. Marcus Vinicius disse que a entidade exigirá atitudes
concretas para solucionar a crise na área prisional do estado. “Não
aceitamos promessas. É necessário que os gestores dêem ênfase à questão
prisional porque hoje há um descaso dos governantes com o sistema
carcerário”, disse.
Presente à reunião, o presidente da
Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, classificou o
quadro maranhense como peculiar. “Acredito que seja o quadro mais
trágico do Brasil e que precisa ser enfrentado de forma estrutural”,
pontuou.
Compuseram a mesa da reunião, além do
presidente da OAB/MA, Mário Macieira, o presidente nacional da OAB,
Marcus Vinicius Furtado, o vice-presidente Cláudio Lamchia, o presidente
da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, o presidente da
Seccional de Pernambuco, Pedro Henrique Alves, a representante do MP,
Elizabeth Albuquerque, o presidente da Associação dos Membros do
Ministério Público (AMPEM), José Augusto Cutrim, o presidente da
Associação dos Magistrados Maranhenses (AMMA), Gervásio Protásio, o juiz
Fernando Mendonça, o desembargador José Ribamar Froz Sobrinho, a
procuradora do Estado, Helena Haickel, o presidente da Seccional de MG,
Luís Cláudio Chaves, o secretário geral adjunto Ulisses Martins, o
secretário geral Carlos Couto e o diretor tesoureiro Marco Lara.
- See more at: http://www.jeisael.com/#sthash.hBateGDv.dpuf
A
Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e o Conselho Federal
da OAB ajuizaram nesta quarta-feira, 29, ação civil pública contra o
Estado do Maranhão para garantir a melhoria no sistema prisional
maranhense. A medida visa, ainda, assegurar a indenização tanto das
famílias das vítimas dos atentados a ônibus ocorridos em São Luís no dia
3 de janeiro quanto dos presos mortos no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas entre o ano de 2013 e janeiro de 2014.
O documento foi protocolado na Justiça
Federal do Maranhão após ter sido aprovado durante reunião
extraordinária do Conselho Seccional, que contou com a presença do
presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, do vice-presidente
Cláudio Pratres Lamchia, além de presidentes das Subseções maranhenses,
de outras seccionais e de representantes dos poderes judiciário e
executivo e do Ministério Público.
A OAB requer que o Estado do Maranhão
adote medidas efetivas para que sejam imediatamente abertas novas vagas
no sistema prisional, com a conseqüente construção de novas unidades
prisionais. Também requer que sejam reformadas ou se procedam as
modificações necessárias nas unidades prisionais de modo a preservar o
direito à integridade física e moral dos detentos. Outro item da ação
diz respeito à necessidade de separar presos provisórios dos presos com
condenação definitiva. E ainda que seja realizado concurso público para
agentes penitenciário.
A ação pede, ainda, que seja concedida
indenização por danos morais em valor não inferior a R$ 100 mil, por
vítima, acrescido do pagamento de pensão vitalícia não inferior a um
salário mínimo por mês, atualizados anualmente de acordo com os valores
aplicados ao salário mínimo nacional. A OAB requer, também, que o Estado
seja condenado a pagar aos familiares dos 64 presos mortos entre 2013 e
janeiro de 2014 no interior das unidades prisionais, conforme relação a
ser fornecida pela Secretaria de Estado de Justiça e Administração
Penitenciária, indenização por danos materiais e morais.
O presidente da OAB/MA, Mário Macieira,
disse que a ação proposta tem por objetivo contribuir para a melhoria do
sistema prisional. Ele considerou a reunião bastante representativa e
afirmou que a OAB está unida para enfrentar, de forma coletiva, a crise
no sistema carcerário brasileiro de um modo geral e no Maranhão,
particularmente. Mário disse ainda que as medidas propostas visam
alcançar todo o estado maranhense.
O presidente nacional da OAB, Marcus
Vinicius Furtado, disse que além de responsabilizar o Estado do Maranhão
e requerer que medidas efetivas sejam adotadas para melhor o sistema
prisional maranhense, a ação visa formalizar junto ao Poder Judiciário
denúncia da Ordem dos Advogados contra a grave crise do sistema
carcerário. Marcus Vinicius disse que a entidade exigirá atitudes
concretas para solucionar a crise na área prisional do estado. “Não
aceitamos promessas. É necessário que os gestores dêem ênfase à questão
prisional porque hoje há um descaso dos governantes com o sistema
carcerário”, disse.
Presente à reunião, o presidente da
Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, classificou o
quadro maranhense como peculiar. “Acredito que seja o quadro mais
trágico do Brasil e que precisa ser enfrentado de forma estrutural”,
pontuou.
Compuseram a mesa da reunião, além do
presidente da OAB/MA, Mário Macieira, o presidente nacional da OAB,
Marcus Vinicius Furtado, o vice-presidente Cláudio Lamchia, o presidente
da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Wadih Damous, o presidente da
Seccional de Pernambuco, Pedro Henrique Alves, a representante do MP,
Elizabeth Albuquerque, o presidente da Associação dos Membros do
Ministério Público (AMPEM), José Augusto Cutrim, o presidente da
Associação dos Magistrados Maranhenses (AMMA), Gervásio Protásio, o juiz
Fernando Mendonça, o desembargador José Ribamar Froz Sobrinho, a
procuradora do Estado, Helena Haickel, o presidente da Seccional de MG,
Luís Cláudio Chaves, o secretário geral adjunto Ulisses Martins, o
secretário geral Carlos Couto e o diretor tesoureiro Marco Lara.
- See more at: http://www.jeisael.com/#sthash.hBateGDv.dpuf