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1 de junho de 2015

Jefferson Portela: “estão mandando me bater por prevenção”

Jefferson Portela
Grande Ilha - A segurança pública foi o principal debate da sociedade maranhense na última semana. Com a problemática no centro da discussão, o secretário estadual de segurança, Jefferson Portela, concedeu entrevista com exclusividade aos Blogs Marrapá e Clodoaldo Corrêa e falou de todas as polêmicas envolvendo a pasta.
Portela admite que a segurança pública é o maior problema do Maranhão mas afirma que não se modifica a realidade de imediato, como ato de vontade do novo governo, mas que está sendo modificada pelas ações. Ele elencou as ações da pasta e lembrou que os números estão melhorando. O secretário atribui as críticas, em parte, à justa necessidade de segurança das pessoas, e por outro lado, “tem gente sofrendo por antecipação”, mandando “bater” por prevenção para tentar desanimá-lo na investigação da agiotagem.
O secretário fez uma grave revelação. R$ 300 milhões do empréstimo do BNDES destinados à segurança pública, não foram aplicados mesmo tendo sido liberados. Ele prometeu auditoria em todos os possíveis casos de desvio na pasta para que os responsáveis sejam punidos.
Sobre a possível reabertura do Caso Décio Sá, Portela disse não existir a possibilidade por parte da secretaria, pois foi concluído no âmbito da SSP ainda no governo anterior e já está no Judiciário. Mas qualquer cidadão que tenha algum fato novo, pode solicitar a reabertura ao Ministério Público.
O titular da SSP anunciou em primeira mão o investimento de R$ 3 milhões para comprar novas armas para as polícias do Maranhão e a descentralização das delegacias de São Luís. 
JeffersonOlho1A segurança pública foi o ‘calcanhar de Aquiles’ do governo passado. Quais as principais dificuldades que o senhor encontrou ao assumir a pasta?
A primeira de ordem financeira, que interfere no conjunto de atividades que a gente desenvolve na política de segurança. A nossa gestão foi iniciada em 2 de janeiro e nós tivemos que pagar diárias atrasadas desde maio de 2014, atrasos no aluguel de helicópteros, dívidas do combustível das aeronaves, combustíveis das viaturas comuns, meses de atrasos no pagamento do telefone etc. É um passivo muito ruim, pois a gente já começa a fazer pagamentos no dia seguinte à posse, referentes ao exercício de 2014. Eram mais de R$ 12 milhões em débitos na Polícia Militar, R$ 28 milhões na SSP, R$ 4 milhões na Polícia Civil, além dos débitos no Corpo de Bombeiros. Um outro aspecto é que nós já no deparamos no início da gestão com um problema de pessoal. Um concurso em andamento em que não houve um chamamento. Nós tivemos que correr para fazer a convocação de um edital de 2012, sendo que a cada quatro convocados que fazem os testes de aptidão, três ficam reprovados. Nós queríamos formar 1000 pessoas para a academia de polícia, mas ainda não foi possível. A sociedade tem que saber que houve algo grave no Maranhão: pegaram um número de policiais, fizeram uma solenidade de incorporação à tropa, as pessoas foram fardadas e armadas, e colocadas nas ruas da capital para prestar serviço policial. Depois de alguns meses, essas pessoas foram mandadas embora, porque não foram nomeadas. É um fato grave que vou comunicar à Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Maranhão. Colocaram fardas em pessoas que não eram policiais.
A segurança pública tem sido muito criticada nos últimos dias. Este é o maior problema do governo Flávio?
Esse é o maior problema do Maranhão. Alguns críticos ‘esquecem’ de alguns números. Em novembro de 2014, a região metropolitana de São Luís bateu o recorde nacional de homicídios, com mais de 150 mortes. Não acontecia isso há 20 anos. A realidade dos anos passados não poderia ser suprimida em um mês, como ato de vontade do novo governo. Essa realidade será mudada com trabalho. Hoje se fala em crise na segurança, mas as facções criminosas que executam pessoas e realizam assaltos não chegaram ao Maranhão em janeiro de 2015. Temos problemas, mas não são de hoje. Está sendo feito um grande esforço para ajustar a política de segurança. O governo Roseana contraiu um empréstimo de R$ 3,2 bilhões do BNDES para obras em 217 municípios. A SSP dispensou a equipe técnica encarregada de acompanhar as obras com estes recursos. A informação é que não se sabe onde foram aplicados R$ 300 milhões destinados a investimentos na Secretaria de Segurança. Eles foram destinados, mas não foram investidos na execução de obras. Contrataram um projeto para a construção da nova sede do IML por R$ 300 mil, que seria construída em cima de duas pistas da Universidade Federal do Maranhão. Como nós vamos dar andamento a uma obra que vai interditar a UFMA?! Existem obras de quarteis do interior que foram prorrogadas por quase 35 vezes, embora pagas quase que integralmente e os prédios ainda estejam no chão. Nós vamos auditar todos esses casos pela Secretaria de Transparência do Estado. Alguém tem que responder por isso.
Ao que o senhor atribui, então, as críticas e a sensação de insegurança que tem tomado os noticiários locais?
As críticas eu atribuo à democracia. As críticas das pessoas que estão em risco são legítimas e tem que ser atendidas pelo Estado. Trabalho três turnos por dia para atendê-las. Agora, uma crítica não tem credibilidade alguma: a daqueles que servem ao modelo anterior, que querem atacar a gente a qualquer custo. Coisa absurdas. Digo uma coisa e eles divulgam outra. Um determinado repórter me perguntou sobre o caso do Panaquatira. Depois, ele muda o conteúdo para o caso de confronto entre policiais e bandidos. Dei uma explicação técnica da doutrina polícia, não me referindo à situação do Panaquatira. Pegaram um trecho e disseram que a gente estava criticando o policial assassinado, criando uma onda de revolta na sociedade, injusta. Isso é desonestidade! Outra crítica injusta é não reconhecer o nosso trabalho dentro das condições que temos. Desde janeiro de 2015 apreendemos uma grande quantidade de drogas. Isso enfraquece financeiramente a marginalidade, que migra suas ações para adquirir recursos. Então, houve uma migração para os assaltos à ônibus, pois que ganhava dinheiro com drogas está tendo prejuízos.
Qual sua avaliação do pedido de intervenção federal proposto pelo deputado estadual Adriano Sarney?
Uma aberração jurídica. Isso é inexistente. Qual o fundamento jurídico da intervenção? É uma questão de certeza jurídica ou tem motivação política? É para tirar o governador do cargo? Agora é outra cassação no estado do Maranhão, com vestimentas de intervenção federal? A onda de crimes justifica? As estatísticas abertas na Secretaria de Segurança apontam para uma redução de muitos crimes no nosso estado. Claro que aconteceu um acirramento em outros aspectos que nós temos que analisar e combater. Já sabemos onde devemos focar o olhar, e vamos intervir. Há um império de comunicação que nos ataca diariamente de modo radical.
JeffersonOlho2E qual a sua avaliação sobre as críticas relacionadas às operações de combate à agiotagem?
Nós prendemos uma quadrilha que desviou R$ 34 milhões do cofre da Universidade Virtual do Maranhão e a indagação é porque não prendemos todos os outros. Ora, apresentamos uma quadrilha que lesou o estado do Maranhão de forma muito grave. O montante de recursos desviados corresponde a um terço do valor destinado à formação através da Univima. Sabe o impacto social de uma ação dessa?! Não se vai dar importância à prisão destes bandido?! Na agiotagem, nós apresentamos os criminosos que agiram em determinadas cidades. Ao invés de perguntarem sobre os danos, querem saber por que todos os demais não estão presos. Cada pessoa é presa dentro de um determinado procedimento. Se é apurada a agiotagem em Dom Pedro, claro que nós vamos atuar sobre os envolvidos na cidade. Fazem de tudo para desviar a atenção da população e fazer parecer que tais ações não são importantes. Nós sabemos da importância de tirar das ruas os marginais que desviam recursos da merenda escolar, dos medicamentos, da moradia, surrupiando a qualidade de vida das pessoas do interior do estado.
Na semana passada, o ex-secretário Ricardo Murad acusou o senhor de “tocar o terror” nos vereadores de São Luís a mando do governador Flávio Dino. Como está o andamento do inquérito que investiga as suspeitas de agiotagem na câmara da capital?
Esse inquérito foi distribuído para uma vara do Poder Judiciário com um pedido de diligências. O procedimento está lá. Não sei como um cidadão desse pode dizer que a gente está ‘tocando terror’, pois não existe uma manifestação minha sobre isso. Tudo que for crime e estiver na esfera de conhecimento policial será investigado. Autoridade pública não ‘toca terror’ e nem têm medo de terrorista. Sou imune a tentativas de fazer medo. Quem não cometeu crime não vai ter medo de terror. Quem não cometeu crime na Câmara de São Luís, ou em qualquer lugar, certamente não teme. Se alguém cometeu, é acusado pela própria consciência.
E as contradições do caso que investiga a execução do jornalista Décio Sá? Há a possibilidade de reabertura do caso, como defende o ex-secretário de Segurança Raimundo Cutrim?
O caso Décio foi dado por encerrado na gestão anterior. O inquérito policial foi concluído antes da nossa chegada ao sistema. Não há elementos para reabrir um processo que já está no Judiciário. Qual o fundamento para isso? Qualquer um pode solicitar ao Ministério Público, comunicando fato novo que justifique a reabertura do caso. Qualquer um pode falar, mas oficialmente não recebi pedidos de reabertura do caso Décio.
Um dos grandes problemas de Pedrinhas no ano passado eram as facções criminosas que mandavam no sistema prisional do estado. Nunca mais se ouviu falar a respeito delas. Que medidas foram tomadas para conter a ação desses grupos?
Houve uma correção muito forte. Muitos presos estavam nos pátios da penitenciária, com celas sem grades. Os presos estavam presos e soltos ao mesmo tempo. Isso contraria a lógica do sistema prisional. Hoje estão todos nas celas. Isso foi importante para a contenção da violência interna e externa. A sociedade tem sentido isso.
JeffersonOlho3Em sua opinião, as investigações sobre os inquéritos de agiotagem não andavam no governo passado?
Tem gente sofrendo por antecipação. Mandando me bater por prevenção para tentar me desanimar. Estes processos são de 2012, vinculados à morte do Décio Sá. Então, a pergunta é: eles andaram ou não andaram? Foram retomados neste governo e nós temos o objetivo de finalizar todos estes procedimentos. Há algo grave por trás disso. Nós tínhamos a eleição de 2012, não é isso?! Grande parte dos cheques apreendidos com agiotas eram de prefeituras. Na ocasião, seria interessante que as pessoas daqueles municípios tomassem conhecimento que o seu gestor estava dando cheques para agiotas antes da eleição, para que a população pudesse fazer juízo eleitoral e decidir quem deveria ou não permanecer no cargo por conta desse desvio de recursos. Mas não deram andamento aos inquéritos. Por quê? Agora sou eu quem faço a pergunta.
Haveria a proposta de desarmar todos os policiais no período de folga?
Fiquei sabendo dessa informação por meio do que foi divulgado. É interessante como esses telepatas atribuíram isso à minha pessoa. Nunca ninguém falou disso comigo e eu nunca falei disso com ninguém. Tem até uma nota de repúdio me condenando por mandar desarmar os policiais, ao mesmo tempo em que eu estou comprando R$ 3 milhões em novas armas para as polícias do Maranhão. Esta foi a minha determinação. Como eu poderia, então, mandar desarmar a polícia? É uma crítica risível.
Quais as suas metas e investimentos previstos para a segurança pública?
Não podemos ter policiais trabalhando em prédios indignos. Aqui no Maranhão corrigiram isso do modo mais estranho possível. Fecharam várias delegacias que funcionavam em prédios públicos. Ao invés de se gastar o recurso mantendo a qualidade do prédio público, deixavam o prédio público cair para tirar a delegacia de dentro. Hoje existem casas alugadas por preços exorbitantes onde funcionam três delegacias ao mesmo tempo. Vamos descentralizar as delegacias. Vamos modernizar a nossa frota, com viaturas compatíveis às nossas necessidades. Precisamos de carros fortes, não de carros de passeios pintados de viaturas. Vamos modernizar nossos equipamentos, revolucionando a comunicação policial do estado. Estamos implantando a comunicação digital, com controle em tempo real da localização da viatura. Em agosto, toda a região metropolitana de São Luís será coberta pela comunicação digital. Queremos criar um condomínio projetado para os nossos policiais, tirando estes das áreas de risco. Logo também teremos uma lei de promoções na Polícia Militar do Maranhão. São medidas para ajustar o sistema.
BNC Entrevista

27 de março de 2015

Jefferson Portela participa de debate com estudantes de Direito na capital

Grande Ilha - O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, foi um dos palestrantes, na noite de quarta-feira (25), da 5ª edição do projeto Ágora, promovido por estudantes do curso de Direito de uma unidade de ensino superior particular da capital. O encontro abordou as questões da desmilitarização da Polícia Militar e dos movimentos sociais.

Jefferson Portela enfatizou que essas indagações devem ser analisadas dentro de um todo. “As polícias existem porque os primeiros grupamentos humanos exerceram uma coisa chamada poder, e o poder gera a autoridade. A polícia não exerce poder, a polícia se encaixa numa sociedade, assim como se encaixa uma série de instituições e a sociedade civil como um todo. Militarizar ou desmilitarizar é o essencial da história ou o exercício do poder que é o essencial?”, questionou.

O secretário prosseguiu o discurso destacando além do policial (instituição) tem um estímulo e um comando. Ele elencou que a polícia é agente da autoridade, ela não é a autoridade. A polícia vai agir de acordo com o poder estabelecido, constituído pelo Estado, que de fato é a autoridade. O essencial para Portela é que as polícias sejam regidas pelo regime democrático e atendam bem o cidadão.

“O importante é que a polícia esteja a serviço da democracia. O essencial é o estado democrático de direito que faça a igualdade econômica, social, política e moral do cidadão. Uma polícia boa se encaixa dentro desse estado”, enfatizou o secretário.

No encontro, o secretário mencionou as polícias de outros países que alçaram resultados muito bons com o investimento forte do Estado no meio social. Ele citou o exemplo da Colômbia que já teve três cidades como as mais violentas do mundo, mas apresentou uma mudança radical com a implantação do programa Segurança Cidadã, da Organização das Nações Unidas.

Após o término da exposição dos palestrantes da noite, foi aberta uma roda de debate com os estudantes, que abordaram dentre os temas propostos, as ações do Governo do Maranhão para o fortalecimento do sistema de segurança. Jefferson Portela expôs as medidas e as propostas para melhorar e ampliar as ações de Segurança Pública no estado.

BNC Cidade

24 de março de 2015

Jefferson Portela destaca a importância do GGI e a integração das forças policiais

Grande Ilha - O sistema de segurança pública tem atuado de forma firme e alcançado resultados expressivos com ações pontuais, preventivas e repressivas em todo o estado do Maranhão. Essa produtividade é o reflexo da unidade entre as forças que compõem o sistema e das ações de promoção da paz determinadas pelo governador Flávio Dino.

Para o secretário Jefferson Portela, a articulação existente, atualmente, entre as Polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros vai da área dos comandos até as linhas de trabalho nas ruas. “Nós alcançamos um nível de integração muito mais rápido do que eu imaginava. Vimos uma integração muito forte, inclusive avançando para outras instituições”, ressaltou o secretário.

Uma das ferramentas da atual gestão para o fortalecimento da segurança com demais órgãos é o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que consiste em um fórum deliberativo e executivo formado por representantes dos vários setores ligados à segurança pública, focado em desencadear ações enérgicas em todo o estado. O GGI é regido por portaria emitida pelo Ministério da Justiça.

A primeira reunião do Gabinete de Gestão Integrada aconteceu, dia 12 de março, no Palácio dos Leões. O encontro foi presidido pelo governador Flávio Dino, que destacou o GGI como poderosa arma no combate à violência, com atuação forte das polícias integradas.

A reunião contou com representantes das três esferas do poder, que compartilharam ações de inteligência para garantir a efetividade no combate ao crime organizado e no enfrentamento à violência.  As medidas articuladas visam à promoção da paz, combate intenso contra o tráfico de drogas e à criminalidade.  Na ocasião, o governador encaminhou a criação de uma comissão temática formada por movimentos sociais, igrejas e sociedade civil.

Segundo Jefferson Portela, os componentes do GGI vão agir de modo integrado na identificação, no planejamento, na execução e monitoramento dos índices de violência no estado do Maranhão. “O foco do Gabinete de Gestão Integrado é articular instituições federais, estaduais e municipais, com meta em resultados, como a redução da prática de crimes e de violência de qualquer natureza”, frisou.

O secretário destacou que o órgão tem por finalidade integrar o Poder Público e a sociedade em medidas de prevenção da criminalidade. Jefferson Portela ressaltou ainda que o GGI priorizará a integração e o planejamento das ações.

O Gabinete de Gestão Integrada é formado por Conselheiros Tutelares, Polícias Militar, Civil e Federal, Guarda Municipal, Poder Judiciário, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, entre outros.

BNC Polícia

4 de março de 2015

Francisca Primo cobra elucidação do assassinato do secretário de Bom Jesus

Grande Ilha - A deputada Francisca Primo (PT) apresentou, na sessão desta terça-feira (3), requerimento de pesar pelo trágico homicídio do professor Luís Costa, secretário de Meio Ambiente do município de Bom Jesus das Selvas.

Francisca Primo, que cobrou do secretário de Segurança Pública, Jeferson Portela, mais agilidade nas investigações do assassinato, disse que até o momento a política não tem nenhuma pista de quem cometeu aquele crime. Após dois dias de desaparecimento, o corpo do secretário foi encontrado no interior de sua residência com várias perfurações de faca e sinais de tortura.

Luís Costa exerceu o cargo de vereador por dois mandatos: de 1997-2000 e de 2004-2008; foi presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus das Selvas e, atualmente, exercia o cago de secretário de Meio Ambiente, daquele município.  Ele também teve relevante serviço prestado à população como professor.

“Quero expressar meus sentimentos ao companheiro e amigo que tive o prazer de conhecer e que muito contribuiu para o desenvolvimento do município”, frisou Francisca Primo.

A parlamentar solicitou também do secretário Jeferson Portela equipamentos para a delegacia de Bom Jesus das Selvas que, apesar de ter sido inaugurada em dezembro de 2014, encontra-se fechada.  Além disso, pediu ao governador Flávio Dino (PCdoB) que seja destinado um delegado de carreira, bem como o aumento do efetivo policial daquele município que, segundo a deputada, vive em constante insegurança.

BNC Política

16 de dezembro de 2014

Jefferson Portela diz que coroneis não devem se ausentar durante maior crise de Segurança do Estado

iGrande Ilha - Indicado para comandar a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão durante o governo de Flávio Dino, o delegado Jefferson Portela posicionou-se na manhã desta terça (16) sobre a polêmica acerca do curso de treinamento para coronéis da Polícia Militar do Maranhão a partir de 2015.
Trata-se de um edital publicado no site da PM no fim do governo Roseana Sarney que pretende que, a partir de 2015, metade dos coronéis da PM se afastem por 2 anos de suas atividades para fazer um curso de treinamento fora do Maranhão.
“No momento em que o sistema está em crise, nós não podemos prescindir de 50% do comando policial”, disse Jefferson Portela – e completou: “Nós precisamos é de mais policiais no comando, no planejamento, na execução das operações de segurança”.
O caso foi tratado na tribuna da Assembleia Legislativa pelo deputado Marcelo Tavares – que afirmou ser preciso ter bom senso para a realização dos cursos de aprimoramento, visto que metade do contingente policial não pode deixar o Estado ao mesmo tempo.
Os índices de insegurança no Maranhão aumentaram nos últimos anos. Segundo o Observatório da Violência, o número de homicídios aumentou 400% nos últimos 12 anos, ou seja, é cinco vezes maior que em 1992.
Segundo as informações da Equipe de Transição do atual governo, dos 24 coronéis do Maranhão, 12 estão inscritos no curso de férias que deve durar até 2 anos. O próximo secretário da pasta antecipou ainda que nesta terça o Coronel Alves (futuro comandante da Polícia Militar) solicitou conversa com o atual comando (Coronel Zanoni) para tratar formalmente sobre o caso.
“O Maranhão vive a pior crise de Segurança da sua história e precisamos de colaboração para trazer paz para o nosso estado. Na área de Segurança Pública, cada homem afastado faz falta,” afirmou Portela.
BNC Polícia

28 de outubro de 2014

Flávio Dino anuncia delegado Jefferson Portela como próximo Secretário de Segurança Pública

São Luis - Em entrevista à rádio Educadora AM, Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda (27) o próximo secretário de Segurança Pública do Maranhão. O delegado Jefferson Portela comandará a pasta a partir de 1º de janeiro, durante a administração de Flávio Dino à frente do Poder Executivo.

À frente da pasta, Jefferson será responsável pela implantação de políticas para prevenção de crimes, combate ao tráfico e à criminalidade no Maranhão. Em seu programa de Governo, Flávio Dino apresentou como proposta para a área a implantação do programa Pacto pela Vida – com a articulação de políticas de Estado entre todos os poderes para reduzir os índices de criminalidade no estado.
BNC Política