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9 de abril de 2015

Senador Roberto Rocha começa bem e se destaca na bancada maranhense

vamoscoparar2 (2)
Brasília - O candidato a senador, Roberto Rocha, fez questão de reiterar, durante sua campanha, que, caso fosse eleito, o Maranhão finalmente saberia para que serve um senador. A julgar pelos dois primeiros meses de mandato, Roberto Rocha está mesmo disposto a fazer diferença no Senado.
Uma rápida consulta ao site do Senado revela que nesse início de mandato a produção legislativa do novo senador pelo Maranhão supera com folga a soma dos dois outros senadores, João Alberto e Edison Lobão.
Até o momento foram 20 proposições legislativas apresentadas por seu gabinete, contra apenas duas de Lobão e João Alberto. Foram duas propostas de emenda constitucional; seis projetos de lei; um projeto de resolução; uma proposta de fiscalização e controle; sete requerimentos e três projetos de Lei recuperados da Câmara, ao tempo em que foi deputado federal.
Chama atenção ainda o fato de que Lobão, que assumiu uma cadeira senatorial em 1987, e João Alberto, em 1999, terem até o momento aprovado apenas 4 projetos de Lei, ao longo de tantos anos de mandato. Lobão, por exemplo, teve uma Lei aprovada em 1989 (PLS 182/89), outra dez anos depois (PLS 281/99) e finalmente uma terceira Lei, o PLS 29/2006 batizando de Roberto Marinho o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio.
O processo legislativo é tortuoso e lento. Ainda é cedo para saber qual será o desempenho do novo senador maranhense. Mas o começo tem sido extremamente promissor, demonstrando que finalmente o Maranhão tem um senador que representa o Estado e não apenas um grupo político.

Blog John Cutrim
BNC Política

27 de junho de 2014

Despedida: Roseana diz que não disputará mais eleições

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), disse que vai sair da vida pública
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), disse que vai sair da vida pública

Aliny Gama
Do UOL, no Recife

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), assumiu que vai deixar a vida pública para cuidar da saúde e se dedicar mais à família. A decisão de Roseana ocorreu cinco dias após o pai dela, o senador José Sarney (PMDB-AP), informar que se aposentaria, aos 84 anos.

O senador disse que não vai mais tentar ser reeleito devido ao estado de saúde da mulher dele, Marly, e também salientou a necessidade de se dedicar à família.

“Essa decisão já estava tomada, comuniquei isso ao meu partido na semana passada. Entendo que é chegada a hora de parar um pouco com esse ritmo de vida pública que consumiu quase 60 anos de minha vida e afastou-me muito do convívio familiar”, afirmou Sarney, por meio de nota, divulgada na última segunda-feira (23)

Segundo a assessoria de Roseana Sarney, a decisão de que ela não disputaria mais nenhum cargo público foi tomada desde o mês de abril quando a governadora do Maranhão desistiu de tentar uma vaga no Senado Federal, na eleição de outubro.

O anúncio ocorreu no dia 4 de abril. Na época, Roseana não entrou em detalhes sobre a decisão e informou que em um outro momento conversaria com a imprensa.

“Chegou a hora. Já fui tudo o que eu podia ser. Não quero mais disputar eleição. Não quero saber mais de mandato. Vou sempre ajudar o Maranhão. Mas, agora, quero cuidar da minha vida”, desabafou a governadora.

Ela também demostrou contrariedade com ataques políticos sofridos nos últimos anos. “Eu estou perdendo toda a minha biografia. Estava virando apenas a filha de Sarney. Eu tenho uma vida política própria. Fui a primeira mulher governadora do país. Sempre tive uma forte atuação na luta das mulheres”, disse Roseana ao blog do Camarotti.

“Vou deixar a política partidária, mas nunca o trabalho que ao longo dos anos realizo pelo Maranhão. Agora estamos nos despedindo e passando a liderança do nosso grupo ao Lobão Filho, com plena convicção na continuidade desse grande trabalho que sempre realizamos”, garantiu Roseana durante a convenção do PMDB do Maranhão que oficializou nesta sexta-feira a candidatura de Lobão Filho ao governo do estado.

Roseana Sarney tem 61 anos, completados no último dia 1º, e 24 anos de vida pública. Em 2010, foi reeleita governadora do Maranhão com 50,08% dos votos em 2010.
Saúde frágil

Roseana tem a saúde frágil e já se submeteu a 21 cirurgias.

Aos 19 anos, ela foi operada pela primeira vez, quando foram retirados o apêndice e um cisto no ovário. Aos 24 anos, em 1977, entrou engravidar e se submeteu a segunda cirurgia no ovário. Dois anos depois, durante o tratamento para ter filhos, se submeteu a um terceiro procedimento cirúrgico.

A mais recente cirurgia a que Roseana foi submetida ocorreu em 2009 para correção de um aneurisma cerebral. A cirurgia ocorreu no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e não deixou sequelas.

Vida pública
Roseana ingressou na política em 1990 como deputada federal pelo PFL. Foi eleita governadora do Maranhão em 1994 e reeleita em 1998.

Em 2002, entrou para o Senado Federal depois de desistir da candidatura à Presidência da República. A disputa dela ocorreu em meio a denúncias de corrupção. A PF (Polícia Federal) apreendeu R$ 1,3 milhão não declarado nos cofres da empresa do marido dela, Jorge Murad Junior.

Em 2006, Roseana disputou pela terceira vez o cargo de governadora do Maranhão, mas foi derrotada por Jackson Lago (PDT). No mesmo ano, ela foi expulsa do PFL por ter participado de um comício com o então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na cidade de Timon.

Em 2009, ela voltou ao governo do Maranhão depois que Jackson Lago e o vice dele, Luís Porto (PPS), terem os mandatos cassados por abuso de poder econômico.

BNC Eleições 2014

17 de junho de 2014

SE ROSEANA NÃO “CONTRIBUIR”, EDINHO LOBÃO GOVERNADOR, SÓ EM 2018

Roseana Sarney


Não adiantará em nada toda essa correria do candidato Edinho Lobão rumo ao Palácio dos Leões se a governadora Roseana Sarney não entrar em campo agora.

As reuniões e os compromissos de campanha que o candidato do PMDB vem fazendo ao longo de suas viagens pelo estado estão caindo no descrédito. Quando os líderes políticos e os prefeitos batem nas portas das secretarias não sentem a mesma firmeza passada pelo suposto candidato do governo.

Todos sabem que Edinho não foi uma escolha de Roseana. Mas sim, uma escolha do grupo político onde nomes de peso assinaram embaixo. José Sarney, João Alberto, Edson Lobão e tantos outros que acreditam no projeto. É de conhecimento também que, se os prefeitos não forem incentivados, e acima de tudo, motivados economicamente, nenhum deles irá as ruas.

Campanha é ter um bom candidato, uma boa mensagem e dinheiro (muito dinheiro). Nesse jogo não existe outra regra. Está na hora de algum destes grandes encarar a governadora e falar para ela que prefeito não é palhaço; vai se fazer de palhaço e cruzar os braços durante a campanha olhando a vaca, ou melhor, o lobo ir para o brejo. O recado está dado.

Fonte: Blog Do Ninardi
BNC Eleições 2014

9 de abril de 2014

Edinho Lobão admite que João Alberto pode ser o candidato

lobao

Por Cristian Klein | Valor Econômico

A eleição para governador no Maranhão está em meio a uma reviravolta. Aposta da governadora Roseana Sarney (PMDB) para sucedê-la, o ex-secretário estadual de Infraestrutura, Luís Fernando Silva (PMDB), desistiu nesta segunda-feira de participar da disputa. Quem deverá substituí-lo é o senador Lobão Filho (PMDB), que exerce o mandato no lugar do pai, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB).

Lobão Filho, de 49 anos, recupera-se de uma cirurgia de hérnia de hiato, que duraria apenas duas horas e acabou levando dez horas, depois que os médicos descobriram que seu estômago estava fundindo-se com o pulmão. O parlamentar fez a cirurgia para não ter problemas de saúde durante a campanha eleitoral e se preparava para concorrer ao Senado. Ainda no hospital, recebeu a ligação de Roseana, lhe informando sobre a desistência de Luís Fernando Silva.

“Foi com surpresa que recebi a ligação dela, dizendo que todo o grupo político estava indicando o m eu nome. Eu disse que aceitaria com muito prazer e que iríamos iniciar as conversas com o grupo político, que é muito grande. E que, havendo consenso, teria muita honra. Estou preso em casa, me recuperando. Na segunda-feira, começo a batalha”, contou ao Valor PRO, serviços de notícias em tempo real do Valor, lembrando que, segundo os médicos, teve sorte em fazer logo a cirurgia, pois, do contrário, lhe restaria apenas mais dois ou três meses de vida.

O senador só não é enfático em assumir a condição de pré-candidato — ao citar a necessidade de conversas com o grupo político — porque o senador João Alberto (PMDB) também teria demonstrado interesse em concorrer. “O João Alberto já foi governador, senador, prefeito, tem imensa experiência política. Tem todo o direito de ser. Ficarei feliz, se ele for. Se não, preciso da presença dele na minha campanha”, diz.

Lobão Filho afirma que um de seus primeiros compromissos, caso eleito, será o de pôr abaixo o complexo prisional de Pedrinhas, mas “não com os presidiários dentro”, ressalta. O local foi palco de cenas de barbárie no início do ano, quando presos mataram e degolaram outros presidiários, numa crise de segurança que também levou a ataques de postos de polícia e ônibus queimados.

O senador afirmou não saber as razões da desistência de Luís Fernando Silva em concorrer ao governo. Mas reconheceu que fazia parte da estratégia dele ser eleito governador, indiretamente, pela Assembleia Legislativa, para se tornar mais conhecido da população, durante um mandato-tampão, e ser reeleito com mais facilidade em outubro — o que não foi possível.

Ex-prefeito de São José de Ribamar, Silva iniciou o governo Roseana como secretário da Casa Civil e depois assumiu a pasta de Infraestrutura numa estratégia para ganhar mais visibilidade. Passou a inaugurar obras por todo o Estado, com o objetivo de aumentar as intenções de voto nas pesquisas eleitorais, o que vinha ocorrendo de maneira muito lenta.

O ex-presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), pré-candidato que foi derrotado por Roseana em 2010, lidera a corrida para o Palácio dos Leões, com quase 50% das preferências.

O fator mais importante para Luís Fernando Silva abandonar a disputa, no entanto, foi a decisão da governadora, anunciada na sexta-feira, de permanecer no cargo até o fim do mandato e não concorrer ao Senado.

Silva esperava que as duas candidaturas, em dobradinha, pudessem alavancá-lo. Além disso, contava que a governadora levasse adiante o projeto de elegê-lo governador indireta e antecipadamente pela Assembleia. O plano começou a ser posto em prática, no ano passado, quando o vice-governador, o então petista Washington Oliveira, foi indicado ao Tribunal de Contas do Estado, numa manobra criticada pela oposição.

Sem o vice, a ideia era que Roseana se desincompatibilizasse para concorrer à vaga ao Senado. Isso forçaria a realização de uma eleição, pelos 42 deputados estaduais, para a escolha de alguém que assumisse o mandato até o fim do ano. A intenção era que Luís Fernando Silva fosse o escolhido e disputasse a reeleição em outubro em condições mais favoráveis, no controle da máquina administrativa e com maior exposição.

O problema é que o presidente da Assembleia, Arnaldo Melo (PMDB), também manifestou vontade de concorrer à eleição indireta e se tornou um obstáculo para os planos de Roseana e de seu ex-secretário, que saiu do governo na sexta-feira.

BNC Eleições 2014

14 de fevereiro de 2014

ELEIÇÃO INDIRETA: reunião do PMDB define Arnaldo Melo como candidato do grupo para assumir o Governo do Maranhão com a saída de Roseana Sarney

São Luis - O PMDB maranhense esteve reunido na casa do presidente estadual  do partido, Remy Ribeiro, na Reserva do Itapiracó. O almoço tinha como cardápio a eleição indireta para o Governo do Estado. O convidado especial foi o presidente da Assembleia Legislativa Arnaldo Melo(PMDB).

João Alberto foi levar a mensagem oficial do senador José Sarney(PMDB) que o candidato para assumir os Leões, com a saída de Roseana Sarney(PMDB) é mesmo o presidente da Assembleia. 

O velho cacique fez uma avaliação que se Luís Fernando Silva  fosse  eleito governador de forma indireta  chamaria atenção  de forma negativa  toda mídia nacional. E o desgaste seria inevitável.

Fonte: Blog do Varão
BNC Eleições 2014

15 de setembro de 2013

Senador João Alberto fala a coluna Sexta - Feira Quente, sobre varias questões, inclusive porquê o maranhense gosta de morar em casa de palha entre tantos outros assuntos.

Confira na Coluna do blogueiro Robert Lobato intitulado Sexta -Feira Quente onde o Senador João Alberto 90% honesto concedeu entrevista e repercutimos na integra para você leitor

Sen. João Alberto: “não sou pautada pelas ruas e pela imprensa”

O senador recebeu o blogueiro no seu escritório político no bairro do São Francisco, na manhã desta sexta-feira (13), e falou sobre assuntos polêmicos, como o caso de seu voto contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna imediata a perda de mandato de congressistas condenados de forma definitiva por algumas modalidades de improbidade administrativa e por crimes com pena superior a quatro anos de cadeia.

A proposta foi aprovada pelo plenário do Senado em dois turnos por 61 votos, mas ainda precisa passar pelo Câmara para entrar em vigor. A PEC foi apelidada pela grande imprensa de “PEC do Mensaleiros”.
O senador falou ainda sobre a questão do voto aberto – ele é contra -, relação PMDB/PT no estado, sucessão de Roseana Sarney, oposição, manifestações de rua e também sobre algumas das suas frases polêmicas tipo “90% honesto” e que o povo do Maranhão “gosta de morar em casas de palha”.
Casado há quarenta anos, pai de três filhos, João Alberto foi eleito senador da República em 2010 numa dobradinha com Edison Lobão sendo o segundo candidato mais bem votado do estado com 1.546.298 votos (29,74% dos votos). É também presidente estadual do PMDB e presidente do Conselho de Ética da Casa.

A seguir os principais pontos da entrevista com João Alberto na nossa “Sexta-feira Quente”.

VOTO CONTRA A “PEC DOS MENSALEIROS”
Não me arrependo de ter votado contra essa PEC porque votei com a minha consciência e com a minha convicção de que apenas ao Congresso Nacional cabe cassar mandato de deputados e de senadores. Se a justiça condena algum congressista à prisão, o procedimento correto é que a Câmara ou Senado acione a Comissão de Ética e comece o processo de cassação. Ora, claro que um parlamentar condenado à prisão será cassado automaticamente, até porque uma vez preso não poderá ir às sessões e será cassado de uma forma ou de outra, ainda que seja por falta, como determina o regimento.

Ocorre que os políticos preferem ficar refém aos protestos das ruas e da imprensa a assumirem o que de fato pensam. Muitos que votaram a favor da PEC do senador Jarbas Vasconcelos votaram contra suas convicções, pois é mais fácil ser simpático às ruas e à imprensa do que a dizer no que realmente acreditam e pensam. Comigo não funciona assim. Prefiro ser criticado pelo voto que dei contra essa PEC a dormir com a consciência pesada por ter votado em algo que não concordo apenas para agradar a opinião pública.

VOTO ABERTO
Defendo que a modalidade de votação no Congresso Nacional continue como é hoje. Voto aberto não é garantia de avanço, até porque mesmo com o voto secreto já cassamos vários deputados e senadores de alto clero. O deputado José Dirceu foi cassado pelo voto secreto, o mesmo ocorreu como os senadores Luis Estevão e Demóstenes Torres, ambos foram cassados no sistema de voto secreto. E os ex-senadores Jader Barbalho [hoje deputado federal pelo PMDB do Pará] e Antônio Carlos Magalhães [senador pelo estado da Bahia, já falecido] só não foram cassados porque renunciaram aos seus mandatos. As pessoas precisam entender que o voto secreto resguarda o votante e também o votado, ou seja o voto secreto é favor ou contra uma pessoa. Imagine votar abertamente os vetos presidenciais? Ou votar abertamente contra indicação de um ministro para um tribunal superior e este acabar sendo indicado para o cargo? Se for para liberar o voto aberto amplo, geral e irrestrito, então que o voto dos cidadãos durante as eleições sejam abertos também.

FRASES POLÊMICAS
“90% honesto” – Nunca disse que era 90% por cento honesto ou que fiz um governo 90% honesto. Isso foi um engano, diria até uma injustiça que o jornalista Walter Rodrigues [já falecido] faz comigo. O que eu disse ao jornalista foi que ao assumir o governo do Maranhão combati 90% os casos de corrupção que encontrei, pois é impossível você combater 100%, ainda mais nas circunstância que assumi. Mas o que foi possível fazer eu fiz. Demiti diretores de estatais, ocupantes de cargos importantes no primeiro escalão e combati o crime organizado, tanto que fui também foi muito criticado quando afirmei que o crime estava instaladas nos três poderes no estado. Mas eu estava certo naquela época.

“O maranhense gosta de morar em casa de palha” – Veja bem, Robert Lobato. Também fui mal compreendido neste episódio. Não afirmei que os maranhenses gostam de morar em casa de palha no sentido de optarem por casas de palhas e não pelas cobertas de telha. Falei numa questão cultural das antigas gerações que realmente se sentem à vontade com as suas casas de palha, principalmente nas épocas de chuva. É cultural. Em muitos casos eles até resistem em cobrir as casas com telhas de barro. Sei disso porque vivencio essa realidade na prática quando tento ajudar centenas de pessoas pelo interior, onde muitos resistem à mudança do telhado de palha para outro tipo.

PATRIMÔNIO
Não sou um homem detentor de patrimônios ou um homem rico. Tenho apenas uma boa casa em São Luis, um terreno na Ponta D’Areia, um apartamento em Brasília. Meu dinheiro deve ser “macho” porque ele não dá luz a mais dinheiro. Tem político que o dinheiro parece ser fêmea, pois vive reproduzindo mais dinheiro. Fui bancário em São Paulo, militei no movimento sindical e no partido comunista, Fui perseguido pelos militares e tive que lutar muito para chegar aonde cheguei.

ELEIÇÕES 2014
Aliança PMDB/PT – Essa aliança é nacional e tem dado certo para o país. O ex-presidente Lula me disse que é uma aliança douradora e deve continuar por muito mais tempo. Logo, no Maranhão ela deve ser mantida. Política é conversa e entendimento, da nossa parte queremos a manutenção da aliança tanto em nível nacional quanto em nível local. Mas ainda é cedo para definir chapas. Mas, entendo que Roseana tenha que disputar o Senado e o governo seja assumido pelo vice-governador Washington ou pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo.

PSDB –  Defendo que o PSDB venha para a nossa aliança aqui no Maranhão. É partido forte e muitos dos seus integrantes já foram do nosso grupo, e não haveria qualquer problema de voltarem a compor conosco. As questões nacionais a gente conversa e trata lá em cima [Brasília].

Luis Fernando – É o melhor candidato do nosso grupo. Jovem, competente, sério, trabalhador e demonstrou ser um ótimo gestor em todos os cargos que já exerceu. Luis Fernando não é uma aventura, já foi testado e aprovado. Foi um excelente prefeito de Ribamar e atualmente está fazendo um brilhante trabalho na Secretaria de Infraestrutura. Enfim, Luis Fernando tem serviço prestado para os maranhenses ao contrário de outros aí que querem ser governador.

Oposição – A oposição não tem projeto para o Maranhão. Passa o tempo todo na capital e só vai ao interior do estado em véspera de eleição. A oposição é urbana, não gosta do interior, por isso só aparece em época de eleição ou próxima dela. Flávio Dino é despreparado para o governo e seria um desastre para o Maranhão caso chegasse a ser governador do estado.

Grupo Sarney – Nosso grupo é forte e unido. Demonstramos isso em todas as eleições e em 2010 mostramos mais uma vez a nossa força ao eleger Roseana Sarney no primeiro turno e os dois senadores, enquanto a oposição batia cabeça. Temos divergências em alguns pontos, mas sempre chegamos aos entendimentos necessários porque sabemos o que queremos; temos várias lideranças que se entendem em nome do nosso projeto comum, como agora, onde o Luis Fernando é o representante da renovação do nosso grupo.
BNC Política