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13 de maio de 2014

Diálogos inicia programação esta semana em seminário para Mulheres

São Luis -O movimento Diálogos pelo Maranhão – coordenado por Flávio Dino – inicia a programação desta semana reunindo as Mulheres de Imperatriz. O evento será realizado nesta quinta-feira (15), às 19 horas, na Comunidade Evangélica Shalom (Rua Bahia, Entroncamento). A ideia é discutir as propostas de governo voltadas especificamente para as mulheres nas áreas de Educação, Saúde e Segurança.

Em mais de um ano percorrendo o Maranhão, o Movimento Diálogos tem servido de base para a construção do plano de governo do pré-candidato Flávio Dino. Nesse período, já percorreu mais de 100 municípios, ouvindo mais de 30 mil pessoas. Além de Imperatriz, o movimento passará por Açailândia, Campestre e Amarante neste fim de semana.

“Nossas propostas refletem a esperança dos maranhenses. Os Diálogos acontecem em todo o estado, respeitando as singularidades de cada região, ouvindo o que as pessoas têm a dizer, passo fundamental para se ter um diagnóstico real das condições de vida no Maranhão”, explicou Flávio Dino.

Os eventos na região sul maranhense começarão no município de Imperatriz. Na sexta-feira (16), seguirão para Campestre, às 11h, e Amarante, às 19h. No sábado (17), o Movimento estará em Açailândia, às 9h, e em Bom Jesus da Selva, às 15h. Assim como em outras edições do movimento, lideranças comunitárias, sociais, políticas, empresariais e populares estarão reunidas, dialogando sobre alternativas que transformem a realidade social do estado.
 
BNC Eleições 2014

1 de abril de 2014

Prefeitura homenageia mulheres de destaque no município

São Luis - A noite de sexta-feira (28) foi de homenagens e muita emoção para 11 mulheres luminenses e seus familiares, com a realização do I Prêmio Mulheres Extraordinárias, promovido pela Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SEMUPL). O evento premiou mulheres que fizeram a diferença no ano de 2013, e que possuem uma trajetória de vida marcada por lutas, superação e trabalho desenvolvidos nos setores da educação, assistência social, incentivo à cultura, saúde, e no empreendedorismo.

O prefeito Josemar Sobreiro participou da premiação e ressaltou o papel da mulher na sociedade, como uma classe que não se define apenas de desempenhar funções do trato doméstico. "Elas têm, atualmente, representação importante no equilíbrio da economia do país, se destacando a cada dia em profissões que antes, apenas os homens poderiam desempenhar. Em nosso município, a exemplo, a maioria das secretarias são comandadas por mulheres, que estão contribuindo para o desenvolvimento da cidade com positivas intervenções de suas respectivas pastas”, citou.

A secretária da Mulher, Carla Sousa, frisou que o gênero deve ser respeitado em qualquer situação ou circunstância, e que o poder público tem atuado energicamente para que seus direitos sejam reservados. “A secretaria está com apenas 10 meses de atividades, realizando ações preventivas e desenvolvendo políticas de proteção às mulheres luminenes, com a oferta de cursos profissionalizantes e assistência social.”

Homenageadas - Recebeu a honraria, a professora universitária Honorina Maria Simões Carneiro; a professora e secretária de Desenvolvimento Social, Ivone Oliveira; a culinarista e empreendedora, Angela Célia Carvalho Soares; a artesã e educadora, Gdmar Rodrigues Ribeiro; a folclorista, Ana Regina Ferreira Campelo; Delma Lúcia Silva, empreendedora; Maria do Carmo Pereira, agente de saúde; Maria de Fátima Nunes Silva, artesã e empreendedora; Orlete Mafra, vereadora; a secretária da Mulher, Carla Patrícia Oliveira Sousa, e a ex - quebradeira de coco babaçu, a senhora Antônia Ferreira Medeiros, representante os idosos do município.

"A festa foi linda, e a ideia de homenagear as mulheres que se destacaram dentro da nossa cidade foi admirável. Sinto-me valorizada, querida, e estou confiante que meus esforços por um mundo menos machista continuem a conquistar bons resultados para a humanidade”, enfatizou a homenageada Honorina  Carneiro.

BNC Cidade

13 de março de 2014

Câmara Municipal discute políticas públicas para mulheres


São Luis - Na manhã desta quarta-feira, 12 de março, foi debatido na Câmara dos Vereadores de São Luís  o Painel: “O Papel do Parlamento na Construção de uma Política para Mulheres”, de autoria do vereador Ricardo Diniz (PHS).

A proposta do painel surgiu com o intuito de homenagear a mulher e promover uma discussão acerca dos possíveis avanços no padrão de vida das mulheres de São Luís, colocando-as na pauta das discussões políticas.

O painel foi presidida pela Vereadora Rose Sales, em homenagem às mulheres, juntamente com vereadores José Joaquim, Ricardo Diniz e das representantes da Instituições convidadas, entre elas: Secretaria de Estado da Mulher, Conselho Municipal da Condição Feminina e representante da Prefeitura de São Luís.

Após a formação da mesa, o autor da proposta, o vereador Ricardo Diniz, fez a abertura do Painel com um discurso destacando a importância de momentos como esses, em que a mulher tem espaço para ser ouvida no contexto do Brasil, que mesmo com os avanços continua sendo de desigualdades entre homens e mulher. “Ao mesmo tempo em que o governo estabelece novas metas de superação da pobreza e das persistentes desigualdades de gênero, raça e etnia, as mulheres continuam a carregar os fardos da pobreza, da desigualdade e da violência,” finalizou enfatizando a importância do Painel.

Já a Secretária Adjunta de Estado da Mulher, Crisalis Fonseca, destacou o sofrimento das mulheres, principalmente no que diz respeito a violência doméstica e abuso sexual, lembrando que o Maranhão está em 4º lugar em denúncia pelo disque 180. “O papel do parlamento na construção de políticas públicas para mulheres nunca foi tão importante quando hoje”, falou Crisalis.

A presidente do Conselho Municipal da Condição Feminina, Laurinda Maria Carvalho, representante da Prefeitura de São Luís, e trouxe contribuições relevantes na discussão sobre políticas públicas para mulheres. “O governo precisa trabalhar com aportes na construção de melhorias das políticas públicas, visando a qualidade de vida da mulher”, ressaltou ela.

Lourdes de Maria Nunes, Vice-presidente do Conselho Municipal  da Condição Feminina, enfatizou a importância de debater as políticas públicas em conjunto, pois se trata de questões que passam do cidadão comum, ao administrador, ao Poder Legislativo, Judiciário e Executivo, ressaltou também que a mídia desempenha papel fundamental no desenvolvimento de políticas para mulheres em defesa a igualdade de gêneros.

Dos municípios do Maranhão, São Luís foi o 1º a aderir ao Plano de Política Pública para mulheres, assinado em 2005. Questões históricas de desigualdade entre gêneros foram discutidas, causando reflexão sobre as conquistas e avanços obtidos ao longo dos anos, regado com muita luta para que a mulher tivesse voz.

Ao final do Painel, Ricardo Diniz reforçou seu compromisso no combate às desigualdades, enfatizando que “é necessário propor ações que beneficiem a sociedade a longo prazo”. Em seguida parabenizou todas as mulheres presentes e distribuiu rosas.

BNC Parlamento Municipal

27 de janeiro de 2014

Mulheres dos EUA têm pouco entendimento sobre sexo e gravidez, diz estudo

Washington - Quando se trata de fatos básicos sobre sexo, fertilidade, gravidez e sua própria saúde reprodutiva, as mulheres costumam ficar no escuro, concluiu um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Yale com base em uma consulta online feita com 1.000 mulheres com idades entre 18 e 40 anos de todo o país.

Segundo as conclusões publicadas no periódico Fertility and Sterility, apenas uma em cada 10 mulheres sabiam que fazer sexo antes da ovulação e não depois aumentaria as chances de engravidar.

Mais de um terço afirmou pensar que algumas posições sexuais, como erguer os quadris, poderia aumentar as chances de concepção.

Cerca de 40% pensavam que seus ovários produziam novos óvulos continuamente.

"Esta percepção equivocada é particularmente preocupante, especialmente em uma sociedade na qual as mulheres estão cada vez mais retardando a gravidez", afirmou Lubna Pal, co-autor do estudo e professor associado de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas de Yale.

Ainda segundo a pesquisa, cerca da metade das mulheres nunca discutiu sobre sua saúde reprodutiva com um médico.

Além disso, 30% disseram nunca ter feito um check-up de saúde feminina ou o fez menos de uma vez por ano.

No que diz respeito à saúde durante a gestação, a metade ignorava que tomar multivitamínicos ricos em ácido fólico são recomendados para evitar malformações.

Um quinto não sabia que a idade avançada pode causar taxas mais elevadas de aborto natural, infertilidade e anomalias fetais.

"De um lado, este estudo evidencia lacunas no conhecimento das mulheres sobre sua saúde reprodutiva e, de outro, destaca preocupações das mulheres que não costumam ser discutidas com profissionais de saúde", afirmou Jessica Illuzzi, também professora associada de Yale e principal autora do estudo.

"É importante que estas conversas ocorram neste contexto familiar em constante mudança", alertou.

BNC Sexo

23 de dezembro de 2013

CNJ denuncia estupro de mulheres de presos em Pedrinhas

Após visitar o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís/MA, na última sexta-feira (20/12), o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Douglas Martins cobrou providências do governo maranhense para acabar com a violência cometida a familiares de presos durante as visitas íntimas realizadas nos presídios do complexo. Esposas e irmãs de presos estariam sendo obrigadas a ter relações sexuais com líderes das facções criminosas, que ameaçam de morte os presos que se recusam a permitir o estupro das mulheres.

“As parentes de presos sem poder dentro da prisão estão pagando esse preço para que eles não sejam assassinados. É uma grave violação de direitos humanos”, afirmou o juiz, que é coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (DMF) do CNJ. Ele vai incluir a informação no relatório sobre a situação de Pedrinhas que vai entregar ao presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa esta semana. A visita ocorreu após a morte de um detento quinta-feira (19/12). Seria o 58º preso morto este ano no Complexo de Pedrinhas, segundo a imprensa maranhense.

A violência sexual seria facilitada pela falta de espaço adequado para as visitas íntimas, que acontecem em meio aos pavilhões, uma vez que as grades das celas foram depredadas. A lei determina que haja espaço adequado para esse tipo de visita. Sem espaços separados, as galerias abrigam cerca de 250 a 300 detentos que passam dia e noite juntos, o que estimularia brigas e uma rotina de agressões e mortes, segundo o juiz-auxiliar da presidência do CNJ.

“Por exigência dos líderes de facção, a direção da casa autorizou que as visitas íntimas acontecessem no meio das celas. Sou totalmente contrário à prática e pedi providências ao secretário da Justiça e da Administração Penitenciária (Sebastião Uchôa), que prometeu acabar com a prática em Pedrinhas”, disse Douglas Martins.

Rotina – Desde 2011, quando houve o Mutirão Carcerário do CNJ no Maranhão, o Conselho recomenda ao Poder Executivo maranhense a construção de unidades prisionais, especialmente no interior, para acabar com a superlotação do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, o único do estado. Em outubro, após uma rebelião matar 9 detentos em Pedrinhas, o CNJ voltou ao estado para reiterar a necessidade de mudanças urgentes no sistema prisional local. Na ocasião, a governadora Roseana Sarney prometeu construir 11 unidades prisionais, das quais 10 no interior.

A situação, no entanto, segue precária. Segundo o magistrado do CNJ, foi possível visitar todas as unidades do complexo, mas não entrar em todas as áreas dos presídios por falta de segurança. “Como as celas não ficam fechadas, os agentes de segurança recomendaram não entrar porque os líderes das facções não teriam permitido e o acesso às dependências seria muito arriscado”, disse. A governadora do estado, Roseana Sarney, prometeu prestar informações sobre a crise no sistema prisional até terça-feira (24/12) ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias

20 de dezembro de 2013

IBGE: casamentos de mulheres mais velhas com homens mais novos aumentaram no país

Informações sobre casamento divulgadas pelo IBGE Foto: IBGE
Informações sobre casamento divulgadas pelo IBGE IBGE
A brasileira está demorando mais para incluir em sua vida o casamento e a maternidade. Idades mais avançadas também estão relacionadas a outra mudança nas uniões conjugais registradas no país: tem se tornado cada vez mais comum encontrar mulheres mais velhas ao lado de homens mais novos. O fenômeno, ao contrário do que costuma acontecer com vários indicadores sociais, ocorre numa proporção muito similar para todas as regiões do país, com variações mínimas, que vão de 23,3% (Nordeste) para 24,5% (Sudeste). As constatações fazem parte das Estatísticas do Registro Civil 2012, divulgadas nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 O crescimento deste tipo de união formal, no qual a mulher tem idade superior à do homem, tem sido constante desde 2002. De lá para cá, o percentual subiu de 20,7% para 24%, em 2012.

Na última década, aliás, a idade mediana das solteiras na data do casamento passou dos 23 anos, em 2002, para os 25 anos, em 2012. O plano de dividir as escovas fica especialmente para mais tarde no Amapá, estado onde as mulheres casam aos 28 anos. O mesmo ocorre com os homens, que, no caso, põe a aliança no dedo, em média, aos 30 anos.

Embora, em 2012, a maior taxa de nupcialidade legal para as mulheres tenha permanecido no grupo etário de 20 a 24 anos (30 casamentos por 100 mil habitantes), este valor variou pouco na comparação com 2002 (subiu de 28,1 para 30,2). Considerando o mesmo período, houve queda na faixa de 15 a 19 anos e um aumento considerável nos grupos de 25 a 29 anos (21,2 para 29) e 30 a 34 anos (11,5 para 20,2).

No Brasil, considerando os números do IBGE, está mais difícil encontrar solteiros para casar hoje do que há uma década. É que, embora os casamento entre cônjuges permaneçam como os mais usuais no país, houve uma redução de 8,4 pontos percentuais desde 2002, chegando a 78,2% em 2012. Em contrapartida, 1 em cada cinco uniões formalizadas na mesmo ano foram recasamentos. Segundo o IBGE, este crescimento é um dos fatores que têm puxado a alta das taxas de nupcialidade legal e da idade mediana de homens e mulheres na data do casamento.

Assim como o casamento, a maternidade também tem chegado mais tarde para a brasileira. As estatísticas divulgadas pelo IBGE revelam uma elevação dos percentuais de registros de nascimentos no grupo etário de 30 a 34 anos. No Brasil, a alta foi registrada em todas as regiões e, no conjunto do país, a proporção passou de 14,4% para 19%, na última década. No Sul e no Sudeste, o registro nesta faixa etária mais madura foi mais comum do que na faixa entre 15 a 19 anos. No Distrito Federal (11,9%), no Rio Grande do Sul (11,3%) e em São Paulo (11%) foram encontrados os maiores percentuais de registros de nascimentos de mães com idades entre 35 e 39 anos. Situação contrária foi registrada em Alagoas, Pará e Maranhão, onde os nascimentos ocorreram mais entre mulheres com até 24 anos.

Cai proporção de registros de nascimento fora da época
Documento fundamental para o exercício da cidadania, o registro civil de nascimento está mais acessível ao brasileiro. Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE, que traz uma série revisada dos sub-registros de nascimento, ou seja, aqueles não realizados no ano em que ocorreram ou nos primeiros três meses do ano seguinte, revela que, em uma década, o percentual de sub-registros caiu de 20,3% para 6,7%, considerando o período entre 2002 e 2012.

Além disso, no país, a proporção de registros extemporâneos, ou seja, fora da época considerada apropriada, passou de 26,3% para 6,2%, entre 2002 e 2012. O avanço foi particularmente notado no Maranhão, onde a proporção passou de 67,4% para 15,4%, no mesmo período. Desde a aprovação da lei 9.534, de 1997, que instituiu a gratuidade na emissão do documento, uma série de iniciativas governamentais tentam ampliar a cobertura da população registrada em cartórios, dentro dos prazos legais. 

Cláudio Crespo, responsável pela Coordenação de População e Indicadores Sociais, observa que a melhoria no indicador é reflexo de uma série de esforços, como a realização de mutirões de registro de nascimento. 

- É uma informação importante não só para os estudos demográficos, mas também porque representa um número crescente de crianças que são registradas no próprio ano de nascimento. Essa é uma preocupação social, e a década mostrou que houve um esforço significativo, um conjunto de campanhas que vem sendo realizadas continuamente. Há uma ação dos cartórios junto com as maternidades, em especial as públicas, que tem propiciado que pais e mães registrem seus filhos logo nos primeiros dias após o nascimento. É uma importante medida de diagnóstico dos direitos humanos das crianças.

Fonte: O Glogo
BNC Brasil

30 de novembro de 2013

Fundo Fiduciário das Nações Unidas pela Eliminação da Violência contra as Mulheres abre inscrições para projetos

Desde o último dia 25 de novembro o Fundo Fiduciário das Nações Unidas abriu o processo de seleção de candidaturas para sua 18ª edição, solicitando propostas de todo o mundo que abordem e respondam à violência contra mulheres e meninas.
 
As propostas devem ter o valor mínimo de US$ 50 mil e máximo de US$ 1 milhão, para um período de dois a três anos. O prazo de envio de candidaturas vai até o dia 22 de janeiro de 2014.
O edital completo, detalhando critérios, requisitos de elegibilidade e diretrizes de submissão de projetos está disponível em: http://grants.unwomen.org/.
Sobre o Fundo

O Fundo Fiduciário das Nações Unidas de Apoio a Ações pela Eliminação da Violência contra as Mulheres (UN Trust Fund) é o principal mecanismo global multilateral de apoio aos esforços nacionais para eliminar uma das mais difundidas violações aos direitos humanos do mundo. Criado em 1996 pela Resolução 50/166 da Assembleia Geral da ONU, o Fundo Fiduciário da ONU é administrado, em nome do Sistema ONU, pela ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres.

Desde sua criação, o Fundo Fiduciário da ONU vem prestando importante apoio a organizações de base de mulheres, bem como a outras organizações da sociedade civil, fomentando a inovação, catalisando mudanças e mobilizando os principais atores e interessados – desde o nível comunitário até os níveis nacionais e internacionais. Tem contribuído para romper o silêncio, antes quase universal, acerca da violência contra as mulheres, por meio de subsídios para ampliar a consciência, para defender a aprovação e implementação de leis fundamentadas em normas de direitos humanos, promover o acesso a serviços e o desenvolvimento de capacidades sustentáveis para progresso contínuo. 

As/os beneficiárias/os – sejam governos ou organizações não-governamentais – vêm se articulando com grande diversidade de atores, entre eles grupos de mulheres, de homens, de adolescentes e jovens, comunidades indígenas, líderes religiosos e tradicionais, organizações de direitos humanos e a mídia, em ações voltadas ao fim da violência contra mulheres e meninas. O Fundo Fiduciário da ONU já prestou apoio a 368 iniciativas, em 132 países e territórios, num valor superior a US$ 95 milhões.

Informações: Gisele Netto e Thays Prado – ASCOM/ONU Mulheres
BNC Projetos

23 de novembro de 2013

Sinpro-DF: 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

A campanha mundial 16 Dias de Ativismo foi lançada em 1991 pelo Center for Women’s Global Leandership (Centro de Liderança Global de Mulheres), exigindo a eliminação de todas as formas de violência de gênero. No mundo, é mobilizada entre 25 de novembro e 10 de dezembro. No Brasil, a mobilização se antecipa a partir de 20 de novembro, pela importância do dia nacional da consciência negra.
 
Neste ano a OMS – Organização Mundial da Saúde – realizou o primeiro estudo sobre os impactos da violência de gênero no mundo. O relatório apontou que mais de um terço das mulheres no mundo é vítima de violência física ou sexual; quase metade das mulheres que morrem por homicídio é assassinada por atuais ou ex-parceiros; e que as mulheres estão mais expostas ao risco de violência em casa do que na rua. O relatório da OMS conclui que a violência de gênero é uma das causas para problemas de saúde agudos e crônicos, que vão desde lesões imediatas, até DSTs, HIV, depressão e transtornos de saúde mental, representando um problema de saúde global com proporções epidêmicas.
BASTA!

A violência contra as mulheres se estrutura na desigualdade social e na falta de oportunidades sendo, de certa forma, a única hipocritamente permitida na sociedade, pelo bem da ordem machista e patriarcal. Isso tem que acabar! O período da campanha 16 dias de ativismo foi escolhido por apresentar datas simbólicas de movimentos sociais por políticas afirmativas e para as mulheres do mundo inteiro. Por isso a importância do papel de cada mulher e cada homem nessa luta.

momentos históricos que marcam os 16 dias de ativismo
20 de novembro é a celebração do Dia Nacional da Consciência Negra, em memória a Zumbi dos Palmares, ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade, assassinado em 1965. Instituído em 1978, o dia lembra a inserção de negras e negros na sociedade brasileira e sua luta contra a escravidão.
25 de novembro foi escolhido como o Dia Internacional da não violência contra as mulheres, em memória a “Las Mariposas”, as conhecidas mundialmente como irmãs Mirabal, ativistas pela liberdade política da República Dominicana, assassinadas brutalmente pela ditadura daquele país em 1960.
1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate à AIDS, que tem por objetivo estimular a prevenção, diminuir a disseminação do vírus HIV e combater o preconceito contra as pessoas soropositivas. Essa data leva à reflexão sobre o preocupante crescimento dos casos de mulheres contaminadas.
06 de dezembro convoca os homens de todos os países para a Campanha do Laço Branco, em memória às 14 estudantes assassinadas na Escola Politécnica de Montreal, em 1989. O massacre tornou-se símbolo da injustiça contra as mulheres e mostra a importância dos homens no combate à violência de gênero.
10 de dezembro é data comemorativa do Dia Internacional dos Direitos Humanos. Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU, em resposta à violência da Segunda Guerra Mundial, onde seus artigos inspiraram inúmeros tratados e dispositivos voltados à proteção dos direitos fundamentais.
16 dias de ativismo – essa campanha é de cada uma e cada um
 
 Aliar os direitos humanos ao enfrentamento à violência contra as mulheres combina um amplo debate, que nos permite desvendar e desconstruir as amarras da cultura milenar, machista e patriarcal que estruturou e consolidou as desigualdades de gênero. Infelizmente, o foco no debate sobre violência de gênero ainda se encontra nas consequências visíveis, que deixam marcas físicas, mas não consideram a violência moral e psicológica como prejuízo real às mulheres em situação de violência.

Como ação estratégica, a campanha 16 dias de ativismo tem relevante papel na promoção desse debate e propõe dar visibilidade às várias formas de violência contra as mulheres, estimulando o reconhecimento de condutas aparentemente banais e corriqueiras como formas de violência e a adoção de comportamentos críticos, de resistência e de combate a essas condutas.

Por isso a importância da participação de cada uma e cada um nessa construção para a transformação em políticas públicas, movimentos sociais, escolas, comunidades e locais de trabalho. Porque uma vida sem violência é sim direito das mulheres. Comprometa-se. Tome uma atitude. Exija um mundo melhor para todas e todos!

Neliane Cunha – mulher, mãe, feminista, educadora e
diretora do Sinpro na Secretaria de Políticas para as Mulheres.

24 de outubro de 2013

Secretaria da Mulher de Paço do Lumiar participa da adesão ao “Mulher, Viver sem Violência”

A Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres de Paço do Lumiar, Carla Sousa, participou na manhã de ontem (23), no Palácio dos Leões, da solenidade de assinatura de adesão do Maranhão ao programa federal Mulher, Viver sem Violência, que culminou com a entrega de duas unidades móveis adaptadas para circular em áreas rurais, que levarão serviços de segurança e justiça às mulheres camponesas, como forma de fortalecer o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Para Carla Sousa, os órgãos de proteção à mulher têm, a partir de agora, mais um suporte na assistência às mulheres vítimas da violência doméstica. “A aquisição desses ônibus para o nosso Estado facilitará o acesso a essas mulheres, com esclarecimentos sobre a Lei Maria da Penha, orientação jurídica e psicológica necessária”, ressalta.

A ministra Eleonora Menicucci declarou que, pela primeira vez, o Estado brasileiro enfrenta de forma efetiva a violência contra as mulheres na área rural. “O quadro está mudando desde o lançamento da Lei Maria da Penha, mas precisamos aumentar nossa rede de segurança”, destacou.

O evento contou com presença da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), da governadora Roseana Sarney, do prefeito de São Luís, Edvaldo Holanda Jr, autoridades do judiciário e do legislativo, e, ainda, de secretárias da Mulher de vários municípios maranhenses.

Programa - O Maranhão é o décimo estado brasileiro a aderir ao programa “Mulher, Viver sem Violência”, e as unidades móveis adquiridas devem seguir cronograma e itinerário nas áreas rurais do Maranhão. Com orçamento nacional de R$ 305 milhões, o programa propõe articular o atendimento integral das vítimas por meio de serviços públicos de segurança, justiça, saúde, assistência social, acolhimento, abrigamento e orientação para trabalho, emprego e renda na Casa da Mulher Brasileira.

16 de outubro de 2013

Paço do Lumiar: Prefeitura firma parceria para qualificação de mulheres


A Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes), e do Centro de Formação para a Cidadania Akoni, está capacitando cerca de 200 mulheres jovens do município, através do projeto Omó Binrin Ijú Odara (Mulheres com os Olhos voltados para Prosperidade em nosso Município). As ações do projeto, articulado em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher (Semu) e subsidiado com recursos do Fumacop (Fundo de Combate à Pobreza), incluem oficinas de confecção de bolsas e utensílios à base de fibras de bananeira.

A aula inaugural do projeto aconteceu na terça-feira (15), no Convento das Irmãs da Purificação, no Maiobão, e contou com a participação da secretária municipal de Desenvolvimento Social, Ivone Oliveira; da secretária-adjunta da Semu, Crisális Fonseca; da coordenadora do Akoni, Marta Andrade; e da instrutora das oficinas, Maria do Espírito Santo Ferreira do Nascimento.

“Desejamos que o projeto seja um espaço de combate aos preconceitos latentes na sociedade, e, nesse sentido, possa recuperar a autoestima das mulheres impactadas, gerando renda e autonomia financeira”, enfatizou a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Ivone Oliveira.

A pedagoga e artesã, Eloildes Carneiro ressaltou a importância social do projeto. “As oficinas do Akoni  mudam as vidas das mulheres, o que nos deixa muito satisfeitas com o resultado  final  com base no que projetamos”, disse.

Oficinas - Além das oficinas de confecção de bolsas e utensílios em fibra de bananeira, também serão oferecidas  atividades como confecção de móveis e utensílios em bambu, vime, guarimã, serigrafia e estamparia. A instrutora das oficinas, Maria do Espírito Santo Ferreira do Nascimento, disse que o projeto irá possibilitar a igualdade de gênero, além da geração de renda para 200 jovens , a partir de ações e atividades de qualificação social e econômica. O projeto é desenvolvido ainda nos municípios de São Luís, Viana, São José de Ribamar e Cururupu.

16 de setembro de 2013

Aprovação a protestos cai em São Paulo, diz Datafolha

Embora a taxa de aprovação aos protestos de rua em São Paulo continue alta, a parcela dos paulistanos que afirma ser contra as manifestações quase triplicou no intervalo de dez semanas.

Pesquisa Datafolha realizada quarta-feira mostra que 21% da população da capital desaprova os protestos.

Num levantamento similar em 27 e 28 de junho, logo após o auge das grandes passeatas, os que declaravam contrariedade somavam 8%.

A pesquisa atual também mostra um grande sentimento de antipatia pelo uso de máscaras por parte dos manifestantes. Entre os paulistanos, 89% são contra o uso da peça e 9% são a favor.

No sentido inverso, a aprovação aos protestos caiu 15 pontos percentuais. Antes, 89% afirmavam ser a favor dos atos. Agora são 74%.

O índice de opiniões favoráveis é maior entre os homens (77% a 70%); atinge seu pico entre os mais jovens (84% no grupo dos que têm 16 a 24 anos); e cresce conforme aumenta a renda e a escolaridade dos entrevistados.

BNC Notícias

6 de junho de 2013

Mulheres empresárias na internet

Mulheres empresárias, integrantes do Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Maranhão, realizarão nesta quinta-feira, dia 05, o evento Café com Negócios, que trará o jovem empresário, especialista em Marketing Digital, João Silva, para proferir a palestra Momento Zero da Verdade – as mudanças de consumo da Web 2.0. O evento acontecerá a partir das 8h, no auditório da ACM, na praça Benedito Leite, Centro.

De acordo com a presidente do Conselho da Mulher Empresária da ACM, Márcia Nadler, essa foi uma forma encontrada para mostrar à mulher empresária como a internet influencia na vida diária da empresária. “Hoje em dia precisamos estar antenadas com as novas tecnologias. As redes sociais, as ferramentas tecnológicas e as oportunidades na internet são essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional”, relatou a presidente.

O especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), João Silva, que proferirá a palestra, atua há 10 anos no mercado de marketing digital, é sócio da empresa Ecoe Estratégias Digitais e Tocca Sistemas, ocupa o cargo de Coordenador de Inovação na Associação de Jovens Empresários do Maranhão(AJE/MA), além de fazer parte do Grupo de Inovadores da Escola Superior de Propaganda e Marketing(ESPM) nos de Transmidia, Economia Criativa e Mídias Sociais Revoluções.

Segundo João Silva, a internet passou a ser decisiva na tomada de decisões a cerca do consumo de qualquer produto. As redes sociais como facebook, twitter, instagram, whatsapp, youtube, google+, entre outras, democratizaram ainda mais as informações. De acordo com dados do comScore, 90,8 % dos internautas brasileiros acessam as redes sociais e gastam em média 4,9h por mês nestes sites. “No Maranhão, mais de 1 milhão de pessoas estão no facebook”, relatou João.


BNC Cidade

1 de maio de 2013

Paço do Lumiar: Semdes participa da elaboração de políticas para mulheres

O Comitê Maranhense da Marcha Mundial das Mulheres  realizou audiência pública de articulação política voltadas para o gênero, nesta terça-feira (30), no Convento das Irmãs da Purificação, no Maiobão, com a presença de representantes dos municípios da região metropolitana, governo estadual, municipal, e sociedade civil.

A secretária de Desenvolvimento Social, Ivone Oliveira disse que o tema convida a sociedade a fazer uma reflexão sobre a situação de vulnerabilidade de mulheres em situação de violência em Paço do Lumiar, e também, a articulação de meios que combatam às agressões físicas e moral da calasse.

Carla Sousa, secretária municipal de Mulher de Paço do Lumiar apresentou as propostas da pasta, entre elas, a difusão de ações de combate à violência e acompanhamento de mulheres vítimas da violência.

Nova audiência de mobilização e articulação de políticas para mulheres acontecerá no dia 14 de maio, em São José de Ribamar.

BNC Paço