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19 de setembro de 2014

Lobão também foi financiado por empresa incluída na ‘lista suja’ do trabalho escravo

São Luis - O candidato ao Governo do Maranhão pelo Clã Sarney, Edison Lobão Filho, o Edinho (PMDB), deve engolir seco todas as vezes que a revelação feita pelo ATUAL7 é repercutida em sua mídia aliada, de que seu adversário nestas eleições, o candidato pelo PCdoB, Flávio Dino, foi financiado eleitoralmente em 2010 e novamente agora, em 2014, por uma empresa escravista. Como se sabe, Edinho esquenta a cadeira do pai do Senado Federal, desde 2008, apesar de nunca ter obtido sequer o próprio voto.

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Fonte: Atual7
BNC Eleições 2014

30 de maio de 2014

Proposta defendida por Flávio Dino, na Frente Parlamentar contra Trabalho Escravo, é aprovada após uma longa batalha no Congresso

Brasília - O Senado aprovou nesta terça-feira (27), por unanimidade, com 59 votos favoráveis no primeiro turno e 60 no segundo, a PEC do Trabalho Escravo. O texto estabelece a expropriação de terras, rurais ou urbanas, onde for registrada exploração de mão de obra e condições de trabalho análogas à escravidão. Os terrenos serão destinados à reforma agrária e a programas de habitação popular. Além disso, os proprietários não receberão indenização.
A proposta tramitava no Congresso há cerca de 15 anos. Em 2004, a PEC foi aprovada no Senado e seguiu para a Câmara dos Deputados. Em seu mandato como deputado, Flávio Dino (PCdoB) apoiou a proposta, integrando a Frente Parlamentar contra Trabalho Escravo. A PEC sofreu modificações e foi aprovada na Câmara em 2012, retornando para aprovação no Senado, o que ocorreu nesta terça.
Em 2010, quando disputou o governo do Estado pela primeira vez, Flávio Dino assumiu o compromisso com a Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo de apoiar a aprovação da PEC e intensificar o combate a essa chaga, caso eleito governador. Como juiz, Flávio integrou o Conselho Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).
Com 31 casos, o Maranhão ocupa atualmente a 5ª posição entre os estados com maior número de empregadores na lista suja do trabalho escravo, segundo cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A maioria dos infratores são fazendeiros dos municípios de Santa Luzia e Açailândia.
O cadastro nacional tem, atualmente, 579 nomes de empregadores flagrados na prática de submeter trabalhadores a condições análogas à de escravo, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Desse total, o estado do Pará apresenta o maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%).
A PEC segue agora para promulgação. A aplicação da medida de expropriação, no entanto, dependerá ainda de regulamentação em lei específica, depois de aprovação de uma subemenda no Plenário. A expectativa do governo é chegar à Conferência Internacional do Trabalho, que será realizada em junho, com a PEC do Trabalho Escravo promulgada.
BNC Brasília

Bira comemora aprovação da PEC do Trabalho Escravo

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) comemorou a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) do Trabalho Escravo. Após 19 anos tramitando no Senado da República, a PEC foi aprovada nesta terça-feira com 60 votos a favor e nenhum contra.

A PEC prevê o confisco de terras onde for identificada a prática de trabalho escravo no Brasil. O deputado Bira lembrou que a luta pelo direito dos trabalhadores sempre foi uma bandeira de sua vida, militância política e da sua gestão à frente da Delegacia Regional do Trabalho.

“Finalmente, o Congresso Nacional compreendeu a necessidade dessa medida civilizatória, que é o confisco das terras para banir de uma vez por todas o trabalho escravo em todos os rincões desse País”, vibrou Bira.

O parlamentar ressaltou o esforço das organizações engajadas em tentar reverter o quadro perverso de superexploração degradante, e a redução de alguém a condição análoga a de escravo. Bira citou a Comissão Pastoral da Terra, o Centro de Defesa dos Direito Humanos de Açailândia, a ONG Repórter Brasil que acompanha os assuntos relativos a escravidão no país.

“Essa é grande vitória do povo brasileiro. Demorou, mas chegou e agora é uma realidade em nosso país, falta apenas a promulgação e será feita nos próximos dias o que merece por todos nós a comemoração  desse ato, marco importante na história do nosso país”, comemorou Bira. 
 
BNC Parlamento Estadual

11 de fevereiro de 2014

MP discute parceria para combater trabalho escravo no Maranhão

São Luis - Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira, 10, na Procuradoria Geral de Justiça, o Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos (CAOp-DH), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT), deu início à elaboração de um plano de medidas de combate aos trabalhos escravo e infantil em todo o estado.

O objetivo é firmar um termo de cooperação entre as duas instituições e elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a ser assinado pelo governo do estado e pelos municípios. Todos os promotores de justiça que atuam no interior serão mobilizados para atuar na causa.

“Os trabalhos escravo e infantil afetam diretamente a cidadania e os direitos humanos. É uma situação que aflige a dignidade humana. Estamos, portanto, dando apoio ao MPT e vamos conclamar todos os promotores das comarcas do estado a participar deste processo”, disse a promotora de justiça Lana Cristina Barros Pessoa.  
 
BNC Maranhão

31 de dezembro de 2013

'Lista suja' do trabalho escravo é divulgada pelo governo federal

 A atualização semestral da lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo foi divulgada nesta segunda-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram incluídos os nomes de 108 novos empregadores e voltaram à lista outros dois nomes, em razão de determinação judicial. Nesta nova versão, foram excluídos 17 empregadores em decorrência do cumprimento dos requisitos administrativos.

O cadastro tem, atualmente, 579 nomes de empregadores flagrados na prática de submeter trabalhadores a condições análogas à de escravo, sejam pessoas físicas ou jurídicas, cita o MTE. Desse total, o Estado do Pará apresenta o maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%).

A lista está disponível para consulta na internet, no site do MTE. A verificação do nome do empregador na lista se dá por intermédio da simples consulta, por ordem alfabética. O MTE não emite qualquer tipo de certidão relativa ao cadastro. 

BNC Brasil

15 de dezembro de 2013

Eliziane se reúne com presidente da CPI de Combate ao Tráfico de Pessoas


A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Eliziane Gama (PPS/MA) se reuniu nesta quinta-feira (12) em Brasília com o presidente da CPI de Combate ao Tráfico de Pessoas, deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA).

O objetivo do encontro foi tratar sobre os trabalhos da CPI e a possibilidade da vinda da Comissão Parlamentar de Inquérito para o Maranhão. Eliziane Gama enviou ano passado solicitação da inclusão do estado na agenda de trabalhos da CPI.

“Conversaremos com o nosso correligionário do PPS partido sobre os trabalhos da comissão, acredito que será muito importante haver investigação também no Maranhão”, esclareceu Eliziane Gama.  

Durante agenda em Brasília (DF), a deputada Eliziane Gama também participará das atividades do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH) que será realizado até esta sexta-feira (13) e está sendo organizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) em parceria com a sociedade civil.

BNC Cotidiano

13 de junho de 2013

Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil: 140 mil crianças e adolescentes são exploradas no Maranhão

Na sessão desta quarta-feira (12), o deputado estadual Bira do Pindaré (PT) registrou o dia mundial de combate ao trabalho infantil, destacando que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 140 mil crianças e adolescentes são exploradas no Maranhão.

O parlamentar demonstrou que o número informado pelo IBGE representa cerca de 20% da população maranhense na faixa etária de 10 a 17 anos e defendeu que lugar de criança é na escola. Em seguida, citou o ranking das cidades maranhense que exploração esse tipo de trabalho: 1° Paulino Neves, 2° Igarapé Grande, 3° Pedro do Rosário.

Em 2011, Bira apresentou um projeto de lei que proibiria contratos e convênios com empresas que explorassem o trabalho infantil. A proposição foi aprovada pela Assembleia Legislativa e, em 2012, vetada pela Governadora do Maranhão. Na ocasião do veto, ele até questionou “O que a governadora tem contra as crianças? ”.

“A governadora vetou o nosso projeto, inviabilizou o projeto que visava o combate ao trabalho infantil do Estado do Maranhão, que visava impedir a contratação de empresas que exploram o trabalho infantil. Até hoje não consegui compreender por que esse governo se recusou a sancionar uma iniciativa que reforça a luta contra o trabalho infantil. Honestamente não consigo compreender”, protestou o petista mais uma vez.

De acordo com o petista, que foi delegado do trabalho, houve um esforço gigantesco junto com várias instituições e entidades civis na luta contra o trabalho infantil. Pediu, novamente, que a governadora faça uma reflexão sobre a importância da luta contra o trabalho infantil e reveja o posicionamento sobre o projeto que tem como finalidade única somar no combate ao trabalho infantil no Estado do Maranhão.

BNC Parlamento Estadual