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5 de junho de 2014

Max Barros denuncia novo atentado contra filho do prefeito de Viana

MAXBARROSMAIO
São Luis - O deputado estadual Max Barros (PMDB) utilizou a Tribuna da Assembleia para denunciar, nesta quinta-feira (05), que o filho do prefeito de Viana, Chico Gomes (DEM), voltou a ser alvo de um novo atentado a bala no município.

Segundo o parlamentar, Augusto Gomes, que também é secretário de Finanças de Viana, teve sua casa crivada de balas pela terceira vez.

“’E um fato gravíssimo e nós não esperássemos que isso acontecesse. Se fosse uma vez já seria absurdo, mas já sendo a terceira vez é abominável e queremos providências urgente por parte da Secretaria de Segurança do Maranhão”, assegurou Max Barros.

Max Barros salientou ainda que tudo leva a crer que o crime, infelizmente, foi cometido por motivação política.

“Não se pode descartar nenhuma linha de investigação, mas tudo leva a crer que é um crime motivado pela política, um atentado politico”, finalizou.

 BNC Parlamento Estadual

19 de fevereiro de 2014

Deputado Max Barros contesta informações divulgadas por blogueiro

São Luis - O deputado Max Barros (PMDB) repudiou, na manhã desta terça-feira (18), informações segundo ele equivocadas, divulgadas por um blogueiro, sobre seu posicionamento quanto a articulações políticas relacionadas com a sucessão da governadora Roseana Sarney (PMDB).

Max Barros iniciou seu discurso frisando que tem o maior apreço e o maior respeito pela imprensa, mas lamentou que determinados jornalistas usem a profissão para cometer excessos e deslizes desnecessários.

“Assim como políticos e gestores erram, jornalistas erram e, às vezes, até com má fé, como o fato que ocorreu em relação a determinado jornalista que escreve um blog local e que disse inverdades, colocou palavras em minha boca que não são corretas e fatos que não ocorreram”, afirmou o deputado.

Ao manifestar repúdio ao que chamou de “inverdades” publicadas pelo blogueiro, Max Barros assinalou que respeita tanto os jornalistas que têm posição favorável como também aqueles que têm uma postura crítica e enfrentam o governo, mas o fazem com correção.

Quanto à possível realização de uma eleição indireta na Assembleia Legislativa, caso a governadora Roseana Sarney decida renunciar ao cargo para disputar as eleições do próximo mês de outubro, Max Barros explicou que tem uma posição definida quanto a esta possível eleição indireta para escolha do novo governador.

“Todos nós sabemos que é legítimo, que qualquer cidadão que preenche as regras constitucionais e que venha preencher as regras que vão ser colocadas na Resolução Legislativa poderá pleitear o cargo de governador indireto. Isso é legítimo, é um mandato pequeno, um mandato tampão e quanto a isso eu entendo que é o melhor para o Maranhão e é melhor para o nosso projeto político. Mas, em momento algum, tiro a legitimidade de qualquer cidadão que preencha a legislação de vir a postular este cargo”, esclareceu o deputado, na tribuna.

BNC Parlamento Estadual

27 de novembro de 2013

Aprovada emenda de Max Barros a Código de Mineração

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Deputado Max Barros
A Assembleia Legislativa aprovou esta semana emenda de autoria do deputado estadual Max Barros (PMDB) que altera a redação do artigo 38 do Projeto de Lei nº5.807/13 e inclui os chamados “estados corredores” na partilha dos recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CEFM).

A proposta já vinha sendo debatida na Casa desde maio, por iniciativa do peemedebista , quando ele alertou para o fato de que a proposta do Código de Mineração do Governo Federal não contempla o Maranhão, mesmo ele fazendo o transporte dos minérios e a utilização do Porto do Itaqui, causando impactos ambientais e sociais.

“A proposta do Governo Federal foi equivocada e nós podemos corrigir isso no Congresso Nacional, e isso pode representar uma receita substantiva para o nosso Estado, não só para repassar para os municípios que estão ao longo da ferrovia como para o próprio Estado do Maranhão, para alavancar os seus investimentos. E esse é o momento que nós temos de discutir isso”, explicou Barros, lembrando que a receita proveniente desses royalties pode chegar a R$ 400 milhões por ano.

O requerimento propondo emenda a esse projeto vai ser encaminhado diretamente ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ao relator da Comissão Especial, o deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), e ao coordenador da Bancada Federal, Sarney Filho (PV-MA), para mostrar que a Assembleia Legislativa do Maranhão não concorda com essa repartição de recursos.

BNC Parlamento Estadual

11 de novembro de 2013

Indicação de Max Barros beneficia moradores de Balsas e Sambaíba

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Deputado Max Barros
O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Barros, enviou ao secretário de Estado de Infraestrutura, Luis Fernando Silva, ambos do PMDB, indicação solicitando a construção de uma ponte ligando a sede do município de Sambaíba à Ilha de Balsas.
No documento, ele  sugere que, enquanto a ponte não estiver pronta, seja construído um pontão para que seja feita a travessia do Rio Balsas a Sambaíba.
“A construção dessa ponte beneficiará trabalhadores, comerciários, estudantes que necessitam desse acesso para diminuir a distância aos seus locais de trabalho, escola, hospital e unidade básica de saúde”, justificou o parlamentar.
BNC Parlamento Estadual

8 de outubro de 2013

Max Barros defende propostas para Reforma Política no País

O deputado Max Barros (PMDB) declarou, na manhã desta terça-feira (8), que a Assembleia Legislativa do Maranhão agiu acertadamente ao criar a Comissão Especial para Reforma Política, que elaborou um relatório, e o encaminhou como contribuição à discussão do tema no Congresso Nacional. 

Com um longo discurso na tribuna, Max Barros defendeu a ideia de que a discussão dos temas da Reforma Política deve ser aprofundada no Parlamento brasileiro. Ele foi enfático ao afirmar que a Reforma Política é algo que pode aproximar os detentores de mandatos eletivos da população.

“A atual forma de representação não mais representa o povo brasileiro. E eu elenquei alguns temas que eu acho fundamentais, que deveriam compor a Reforma Política não mais para o pleito de 2014, mas para as próximas eleições”, assinalou.

Ele defendeu a proposta de que os mandatos eletivos devem ter uma duração de cinco anos, e sem direito à reeleição, havendo ainda a coincidência das eleições para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador e presidente da República.

“Esta mudança daria transparência programática e ideológica a todos, dariam um tempo suficiente para fazer projetos estruturantes, que seriam um prazo de cinco anos, e não haveria reeleição. É assim na França, na Inglaterra, que é um regime diferente, que é um regime parlamentarista, mas o mandato do primeiro ministro pode ir até cinco anos”, exemplificou.

Max Barros defendeu a manutenção da fidelidade partidária, mas com a ressalva de que deve existir uma ‘janela’ para mudança de partido, quando o detentor do mandato assim o desejar. Ele frisou que é totalmente contra a proposta de lista fechada de candidatos, porque este mecanismo criaria uma casta partidária.

“Eu acho que a lista fechada não se coaduna com a tradição do povo brasileiro, que quer ter o contato direto; o eleitor quer interagir com o seu representante, então não cabe a lista fechada”, afirmou Max Barros.

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA

Quanto à questão do financiamento público de campanha, o deputado defendeu a ideia de que deve continuar o sistema misto: “O governo deve bancar o tempo para a propaganda, o fundo partidário, o que a gente poderia diminuir era a contribuição das empresas, mas a contribuição da pessoa física deve continuar porque isso identifica mais o eleitor com o seu candidato e com o seu partido”, salientou o deputado.

Ao encerrar seu pronunciamento, Max Barros fez questão de dizer que, ao longo dos últimos meses, recebeu convites para mudar de partido, e que chegou a cogitar a filiação em outra legenda, mas, por fim, decidiu permanecer no PMDB, partido da governadora Roseana Sarney.

“Eu sou um homem de grupo, eu já exerci diversos cargos públicos antes do governo Roseana, não nasci na vida pública junto com a governadora Roseana Sarney, mas comecei com ela na política e faço questão na minha vida pessoal de agir sempre com lealdade e ser sempre uma pessoa disciplinada em termos de grupo”, explicou.

Max Barros revelou que conversou sobre o assunto pessoalmente com a governadora Roseana: “Ela é minha amiga e tive com ela em Brasília, coloquei os convites que eu tinha recebido e a minha tendência de seguir esse caminho. Ela ponderou que eu tinha sido seu secretário varias vezes, que eu sou seu amigo, que ela contribuiu e claro que quem me elegeu foram os deputados, mas contribuiu com minha eleição para a vice-presidência e que ela gostaria que eu permanecesse ao lado dela”, frisou.

Por essa razão, Max Barros disse que preferiu permanecer no PMDB: “Eu preferi preservar a lealdade que eu tenho, embora com a independência e acho que os cargos que a Governadora Roseana me convidou e eu correspondi com correção, com lealdade e não existe nenhum esqueleto dentro das secretarias e órgãos, pelos os quais eu passei. Então eu preferi cumprir com meu dever de lealdade e ficar junto com PMDB para este próximo pleito”, ressaltou. 

8 de maio de 2013

Max Barros defende importância do Tribunal de Contas do Estado

O deputado Max Barros (PMDB) defendeu, na manhã desta quarta-feira (8), a importância institucional do Tribunal de Contas do Estado (TCE) como órgão de controle e fiscalização. “O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão vem cumprindo seu papel, vem se aperfeiçoando a cada dia, os servidores que fazem parte deste Tribunal, na sua quase totalidade, são técnicos concursados, preparados, competentes e que fazem o seu papel. E os conselheiros são escolhidos conforme preconiza a Constituição”, afirmou Max Barros.

Ele observou ainda que quem julga os processos em tramitação no TCE não é o presidente do Tribunal de Contas; é o Plenário do Tribunal, baseado nas instruções oriundas de setores técnicos, que atuam com total independência. “No Tribunal de Contas quem decide é o Plenário do Tribunal de Contas, baseado no Ministério Público, que existe lá e nos pareceres técnicos que são feitos pelos profissionais que foram concursados e estão lá trabalhando para isso”, enfatizou Max Barros, salientando que não concorda com nenhuma imputação de responsabilidade ao presidente do TCE, conselheiro Edmar Cutrim.

“O ex-deputado Edmar Cutrim foi escolhido conselheiro daquela Casa, por esta Assembleia Legislativa, e como presidente, ele não relata nenhum processo, ele não interfere na ação do técnico que aponta as irregularidades em contas de gestores públicos. Nós temos é que fortalecer os órgãos de fiscalização, como é o Tribunal de Contas do Estado; se houver alguma falha nós temos que contribuir para que se evitem as falhas e se alguma acusação, alguma falha, irregularidade na prestação de contas que foi detectada, o gestor tem é que apresentar contraprovas, e a documentação para que sejam sanadas as pendências”, ressaltou.


BNC Parlamento Estadual