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7 de janeiro de 2015

Flávio Dino e Eliziane Gama se reúnem para discutir ações em benefício do Maranhão


Flávio Dino e Eliziane Gama com secretários do governo discutindo as ações conjuntas na esfera federal para o Estado

Grande Ilha - A deputada federal eleita Eliziane Gama (PPS) visitou o gabinete do governador Flávio Dino na tarde desta segunda (05) para discutir atuação conjunta com o Governo do Estado na esfera federal. A parlamentar se colocou à disposição para contribuir para o fortalecimento do Maranhão no cenário nacional.

Eliziane Gama afirmou que pretende atuar de maneira conjunta com o Governo do Estado a partir do início dos trabalhos na Câmara Federal em fevereiro deste ano, principalmente em áreas relacionadas aos Direitos Humanos, à defesa da Mulher, ao Desenvolvimento Social e à Cultura.

Os secretários Marcelo Tavares (Casa Civil) e Márcio Jerry Barroso (Articulação Política e Assuntos Federativos) acompanharam a reunião, que discutiu pautas do interesse do Estado que serão defendidas pela bancada maranhense em Brasília.

Flávio Dino reafirmou a importância do trabalho da bancada federal para a melhoria dos indicadores sociais do Estado. Com a presença de deputados federais na defesa dos interesses do Maranhão na esfera nacional, será possível promover mais ações pelo desenvolvimento estadual.

O governador reiterou ainda importância do empenho da deputada na defesa dos interesses do Estado, juntamente aos demais parlamentares. O pedido especial ficou a cargo da defesa das muitas riquezas existentes no Maranhão e que precisam ser fortalecidas através de uma forte atuação política articulada em defesa do Estado.

BNC Política

14 de dezembro de 2014

DEU NA VEJA: Roseana Sarney recebeu R$ 900 mil de propina, diz revista Veja

Capa Veja

Roseana propina

Por Oswaldo Viviane, do Jornal Pequeno

Reportagem publicada na revista Veja desta semana revela que a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney Murad (PMDB) –, que renunciou ao cargo na quarta-feira (10) –, recebeu R$ 900 mil do esquema de corrupção da Petrobras que tinha à frente o doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, em 17 de março passado, no Hotel Luzeiros, em São Luís.

Segundo a Veja, o dinheiro foi entregue em três parcelas de R$ 300 mil, por um dos “homens da mala” (entregadores de dinheiro) de Youssef, Rafael Ângulo Lopez, apelidado de “Véio”, para o ex-chefe da Casa Civil do governo maranhense João Guilherme Abreu, homem de confiança de Roseana Sarney.

O dinheiro faria parte de um acordo, firmado em setembro de 2013, entre o governo do Maranhão e Alberto Youssef, para que Roseana liberasse o pagamento de um precatório (dívida pública) de R$ 120 milhões beneficiando a empresa UTC-Constran.

O precatório se referia a um contrato, feito na metade da década de 1980, para serviços de terraplenagem e pavimentação da BR-230.

O governo do Maranhão teria exigido R$ 6 milhões em propina para pagar o precatório. Youssef receberia R$ 12 milhões das construtoras, caso o acordo fosse cumprido. Dias depois do acordo, o precatório, que era o quinto na ordem de pagamentos de precatórios do governo maranhense, “furou a fila” e foi liberado em 24 parcelas.

Esse caso do precatório da UTC-Constran e da suposta propina paga a Roseana já havia aparecido no começo da Operação Lava Jato, que investiga o escândalo do “petrolão” – pagamento de propinas a diretores da Petrobras e políticos, envolvendo doleiros.

Na ocasião, em agosto passado, Roseana Sarney e o mesmo João Abreu também foram citados pela contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Bonfim da Silva Poza, em depoimentos à Polícia Federal e à CPMI da Petrobras.

Poza afirmou que uma das remessas da propina de R$ 6 milhões a Roseana foi levada, também ao Palácio dos Leões, em São Luís, por outro “mala” de Alberto Youssef, segundo a Polícia Federal: Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte. O valor foi de R$ 300 mil.

A pessoa que recebeu o dinheiro teria reclamado da quantia e consultado a governadora Roseana para saber se o montante deveria ser recebido.

“Adarico esteve no meu escritório depois da prisão do Alberto. Ele disse que foi ao Maranhão levar o dinheiro e que a pessoa afirmou que era pouco. Ela então teria entrado em contato com a governadora para saber se ela concordaria em receber os R$ 300 mil, e ela teria concordado”, disse Meire Poza.

Roseana Sarney ainda é citada como beneficiária de propina no depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que foi preso na “Lava Jato” e fez acordo de delação premiada com a Justiça.

Na época das denúncias, Roseana Sarney se disse “indignada” e negou qualquer envolvimento com recebimento de propinas.

Também agora, por intermédio de sua assessoria, Roseana Sarney negou à Veja qualquer ligação com o esquema de propinas abrigado na Petrobras. Ela informou, ainda, que entrou em contato com João Abreu e que este também “negou veementemente que tivesse recebido dinheiro do doleiro Youssef”.

Veja dois dos destinatários da propina que Rafael Ângulo Lopez transportava.
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Outros ‘clientes ilustres’ – Além de Roseana Sarney, segundo a Veja, Rafael Ângulo Lopez – que, ainda de acordo com a revista, costumava transportar grandes “boladas” enroladas no próprio corpo e, por ter dupla cidadania, brasileira e espanhola, usava, nos aeroportos, o passaporte europeu, para não despertar suspeitas – tinha outros clientes ilustres.

A Veja apontou que Lopez entregou, em 2012, duas malas, que carregavam um total de R$ 500 mil, ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Ele teve nessa “missão”, segundo a publicação, a companhia de José Alberto Piva Campana, executivo da Toshiba Infraestrutura.

Outro nome ilustre que teria recebido visita de Ângulo Lopez foi o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL), afirmou a revista. O atual senador por Alagoas teria sido beneficiado com R$ 50 mil, recebidos em seu apartamento na Rua dos Ingleses, na capital paulista.

O “homem da mala” de Alberto Youssef ainda teria levado R$ 150 mil, mandados pelo doleiro, a Mário Negromonte (PP), ministro das Cidades no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff e irmão do também “mula” de Youssef Adarico Negromonte.

Já o deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA) teria recebido R$ 600 mil das mãos de Lopez, e outro deputado, Nelson Meurer (PP-PR), teria sido beneficiado com R$ 200 mil, revela a Veja.

Para completar a lista, aponta a Veja, André Vargas (PT), que teve o cargo de deputado federal cassado na última semana, teria levado R$ 150 mil de propina.

De acordo com a revista, Rafael Ângulo Lopez – condenado na Operação Curaçao, da PF (que em 2009 apurou crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro) e investigado no mensalão – já se ofereceu para fazer acordo de delação premiada. Para a Veja, Ângulo Lopez, que “tinha uma característica que poucos sabiam, a organização, pois anotava e guardava comprovantes de todas as suas operações clandestinas”, é considerado, por isso, uma testemunha capaz de “ajudar a fisgar em definitivo alguns figurões envolvidos no escândalo da Petrobras”.

Veja a matéria da revista Veja:

BNC Política

27 de outubro de 2014

Em entrevista, Flávio Dino avalia trabalho de transição

São Luis - Flávio Dino falou sobre a formação de sua equipe de governo e também sobre os trabalhos da transição neste primeiro mês desde que foi eleito governador do Maranhão. “Estamos cumprindo o que o povo espera de nós, compondo a nossa equipe segundo critérios políticos e técnicos”, disse, ao anunciar que todos os cargos de secretários, presidentes e diretores de órgãos da administração estadual serão divulgados até o dia 15 de novembro. A agilidade na indicação dos nomes tem como objetivo o planejamento de ações já para no dia 1º de janeiro iniciar o cumprimento do Programa de Governo e atender as expectativas do povo.


Ainda sobre o trabalho da Equipe de Transição, Flávio disse esperar que nos próximos dias as solicitações feitas à atual Chefe da Casa Civil, Anna Graziella, sejam respondidas. Em reunião no dia 14 de outubro, foi entregue pedido formal de informações que ajudarão o próximo governo a conhecer a máquina pública e fazer com que os serviços públicos cheguem a toda a população desde o primeiro dia.


Na lista de solicitações, estão informações orçamentárias; tamanho da folha de pagamento do Estado; relatório da Lei de Responsabilidade Fiscal de 2014; demonstrativo das obras em andamento; Dívida Pública do Estado; resumo dos principais programas executados por cada Secretaria; e, relatório com informações detalhadas sobre hospitais em funcionamento, não entregues ou não concluídos.



Secretariado e gastos públicos


Anunciando convocar entrevista coletiva após o anúncio total da equipe de Governo, Flávio Dino disse que continuará utilizando a sua conta pessoal no twitter para indicação de secretários e presidentes de órgãos. Novos nomes foram prometidos já para esta semana.  Outro pedido do governador eleito à atual administração é de que seja mantida a capacidade de investimentos do Estado até o dia 31 de dezembro.


“Que novos gastos não sejam executados de modo não planejado de forma que venha comprometer o saneamento das finanças públicas e a capacidade de investimento a partir de 1º de janeiro. Espero o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal para que possa começar o Governo cumprindo os compromissos que o povo elegeu no dia 5 de outubro”, disse.


Entre as ações para esta semana, também está a visita à cidade de Imperatriz para agradecer a votação recebida da população do segundo maior colégio eleitoral do estado. Flávio visitará o município na próxima quinta-feira (30), onde 84% do eleitorado o escolheu para governar o estado.

BNC Política

1 de maio de 2013

Dirceu pede redução de pena e que Barbosa não seja relator de recurso no STF

A defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu apresentou recursos nesta quarta-feira (1º) no STF (Supremo Tribunal Federal) em que pede a redução da sua pena. Dirceu foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha. O acórdão do julgamento aponta que Dirceu comandou o esquema, considerado o maior escândalo de corrupção do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

No documento de 46 páginas, o advogado José Luís de Oliveira Lima pede que o relator do recurso não seja o mesmo da ação penal, no caso, o ministro Joaquim Barbosa, presidente da Corte.

O advogado observa que diversos trechos do acórdão, documento que traz os votos dos ministros e as sentenças de cada réu, foram suprimidos e pede que sejam publicados também.

Ele justifica a sua reivindicação dizendo que "o cancelamento das manifestações do Exmos. ministros impede a plena publicidade de todos os fundamentos que sustentaram o acórdão", ferindo, assim, um princípio constitucional.

Quanto ao crime de formação de quadrilha, a defesa alega que a pena estabelecida para José Dirceu foi aumentada em dois momentos diferentes com base no mesmo fundamento, o que, segundo o advogado, é "inadmissível e viola entendimento" do STF.

Oliveira Lima argumenta o mesmo quanto ao crime de formação de quadrilha. Diz que, em seu voto, o ministro Joaquim Barbosa considerou que José Dirceu "organizava a distribuição de valores" a serem pagos a parlamentares e promovia "reuniões com instituições financeiras" que injetaram dinheiro no esquema e, por isso, exacerbou a pena duas vezes pelo mesmo fundamento.
 
BNC Brasilia