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21 de maio de 2015

Os Sarney temem delação premiada de João Abreu sobre precatório da Constran

Por Jorge Vieira


Grande Ilha - Embora o deputado Adriano Sarney (PV) tenha afirmado aos blog’s Marrapá e Clodoaldo Corrêa, no último final de semana, que a ex-governadora Roseana Sarney, enrolada até o pescoço no esquema de corrupção da Petrobras, sairá ilesa do processo que já levou para a cadeia o chamado “Clube do Bilhão”, uma outra preocupação ronda o núcleo da família Sarney: a possibilidade de uma deleção premiada do ex-chefe da Casa Civil, João Guilherme Abreu.

O medo da família Sarney é que João Abre, abandonado após o escândalo,  para aliviar sua situação no processo que investiga o pagamento da propina pelo pagamento do precatório da empreiteira Constran, resolva falar tudo que sabe e entregar a ex-governadora suspeita de ter embolsado a grana na reta final do seu desastroso mandato. Comentam nos bastidores da política, por exemplo, que Abreu não estaria disposto a pagar o preço do silêncio e arcar sozinho com as consequências.  

A ex-governadora, além de ter sido citada nos depoimentos do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef, como beneficiária do roubo de R$ 88 bilhões que quase quebrou a estatal do petróleo, pesa também contra ela o fato do secretário Chefe da Casa Civil, João Abreu, ser acusado pelo doleiro de ter recebido R$ 4 milhões de propina como pagamento pela liberação de um precatório da Constran, no valor de R$ 120 milhões.

Preso na operação Lava Jato, Youssef, afirmou em delação premiada que o pagamento da propina foi feito em três parcelas. Uma delas, no valor de R$ 1,4 milhão, teria sido paga pelo próprio doleiro no dia em que foi preso pela Polícia Federal, em março de 2014, em um hotel da orla de São Luís. Á polícia, o doleiro confessou que entregou o dinheiro a João Abreu e que o Chefe da Casa Civil agia em nome da ex-governadora.

A situação da João Abreu após o final do governo Roseana parece não ser das melhores. Diante da nova realidade reabriu o Armazém Abreu no shopping em que é sócio de Jorge Murad, no Jaracaty. Conforme colheu o blog, ele teme ser preso toda vez que algum empreiteiro concorda em abrir o jogo e informar como funcionava o propinoduto. E por conta desta real possibilidade passou a dormir no apartamento 202 do Flat Number One, na Ponta D’areia.

BNC Política

6 de abril de 2015

A marcha a ré de Sarney


Cunha Santos

Grande Ilha - Tem alguma coisa de insondável no insípido artigo de Sarney “O Maranhão engatou a marcha a ré”. Engatou. E já faz tempo, o que ele não disse. O Maranhão vinha de ré, descendo a ladeira do atraso e da miséria, quando Sarney surgiu, tomou o volante nas mãos, pisou no acelerador achando que era o freio e provocou um histórico desastre.

A Alumar está demitindo porque Roseana Sarney e companhia fizeram a economia do Maranhão completamente instável e insustentável, para qualquer empresa, por mais rica e poderosa que fosse. Aliás, a Alumar é o que sobrou de uma modelo econômico que privilegiou os ratos emplumados e sacrificou os trabalhadores, porque o resto do “parque industrial” afundou no aterro bilionário da Refinaria Premium I.

Pelo que se percebe, Sarney é um péssimo motorista, não tem noção de tempo, nem de espaço, dirige realmente muito mal. Parece até que recebeu a carteira de habilitação em troca de terceirizações no Detran. Flávio Dino, ao contrário, tem se mostrado um verdadeiro piloto de fórmula 1 nas escuderias Justiça Social e Combate à Corrupção.

Se a Ferrogusa demitiu 500 trabalhadores e a Ferromar e a Gusa Nordeste também estão demitindo, louve-se o governo Roseana Sarney que encerrou totalmente despreocupado de desenvolvimento e totalmente preocupado com envolvimento. Na Operação Lava Jato.

Ele diz que as vendas no comércio caíram 10 %. Caíram mesmo. Caíram muito mais. Principalmente no comércio de publicidade oficial com o Sistema Mirante de Comunicação. Lamenta que o Maranhão tenha perdido lugar tão importante quanto o Ministério das Minas e Energias. Quanto às minas ninguém sabe para que paraíso fiscal eles levaram, mas as energias estão sendo economizadas para escapar da Justiça Federal.

Sarney conta como recebeu o Estado no longínquo 1965. Sem universidades, apenas um navio no porto por semana, nenhum quilômetro de asfalto etc., mas não conta como deixou: campeão de analfabetismo, campeão de mortalidade infantil, campeão de pobreza absoluta, de desnutrição funcional, só para citar apenas algumas obras.

No final, confessa porque está tão decepcionado. Fecharam a Fundação da Memória Republicana Dele, (80 % de inflação e popularidade abaixo de um dígito) paga com dinheiro público e tiraram de uma escola o nome de seu guru: Emílio Garrastazu Medici, o mais provável indicado brasileiro ao Prêmio Nobel de Tortura e Desaparecimentos, se esse prêmio houvesse.

E eu, que também creio, peço a Deus por minha gente: Sarney, nunca mais!


11 de março de 2015

Roseana Sarney será a primeira a ser ouvida pela polícia federal

Brasília - A Polícia Federal começa a receber nesta terça-feira (10) os primeiros pedidos de diligências relacionados aos 25 inquéritos abertos contra políticos. O primeiro a chegar deve ser o da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).

Segundo o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Roseana recebeu R$ 2 milhões para sua campanha eleitoral de 2010, a pedido de Lobão, então ministro da Minas e Energia. Lobão e Roseana são investigados de forma conjunta em um inquérito por suposta prática de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro.

Para que as investigações do caso sejam feitas, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que a polícia colha depoimentos de Julio Camargo, da Toyo Setal, além de ouvir Roseana e Lobão. O procurador quer também imagens da entrada do Hotel Blue Tree, em São Paulo, no ano de 2010, onde o doleiro Alberto Youssef disse ter feito um pagamento a beneficiário desconhecido no valor de R$ 2 milhões.

Também foram solicitados os registros de viagens de Paulo Roberto Costa, pela Petrobras, ao Maranhão, para verificar os encontros com Roseana Sarney; os registros de reuniões do governo do Estado na época; e a agenda de reuniões de Lobão de 2010 além das entradas no Ministério de Minas e Energia.

Com informações da Globo e Estadão
BNC Brasília 

23 de fevereiro de 2015

ROSEANA SARNEY A RAINHA DOS GASTOS PÚBLICOS

jatinho
A foto política do Maranhão

Por Leandro Mazzini UOL

Grande Ilha - Num Estado que figura entre os lanternas do País no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com escolas de ‘barro e palha’ nos rincões, revela o governador, Flávio Dino está estupefato com a lista de gastos desnecessários que herdou da antecessora Roseana Sarney.

Além de colocar à venda uma casa de praia, palco de banquetes para empresários e políticos, o governo acaba de cancelar um contrato com táxi aéreo que, só em 2014, consumiu R$ 15 milhões dos cofres públicos.

O jatinho era usado pela ex-governadora e o primeiro escalão para viagens – investiga-se se todas a trabalho.

‘Eu viajo de avião comercial, neste momento. Depois faremos contrato em outros termos, que não consuma R$ 15 milhões’, explica o governador.

LUPA
Na esteira de revisão de contratos com terceirizados no Estado, o do Detran com empresas caiu de R$ 20 milhões para R$ 6 milhões. E continua funcionando.

Dino enviou a Brasília equipe para escolher no MEC modelo de alfabetização que se adapte ao Maranhão. Aumentou salário dos professores, vai contratar mais mil professores e construir escolas.

BNC Política

16 de dezembro de 2014

Rubens Jr. exige punição para Roseana Sarney

Grande Ilha - O deputado estadual Rubens Jr. ocupou a tribuna para fazer uma análise dos recentes acontecimentos que envolvem a ex-governadora Roseana Sarney. “Na ultima quarta-feira aconteceu a renuncia da governadora, deixando o governo alegando motivos pessoais, mas a verdade é que ela já sabia da tempestade que vinha”. Identificou a conduta da ex-governadora o líder da oposição.

No último fim de semana a revista Veja trouxe uma matéria com relatos da contadora Meire Poza. Em depoimento confirmou que a governadora do estado havia recebido o valor de 900 mil reais, entregues nas dependências do Palácio dos Leões. Propina que era paga pelo doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, em São Luís.

O deputado Rubens Jr. cobrou explicação e punição dos envolvidos que usaram do dinheiro público para promover suas falcatruas, utilizando os seus cargos no governo. Em vez de a governadora explicar as denuncias que ela diz ser mentirosas, ela renunciou ao governo do estado do Maranhão de forma inédita, inaugurando a sua própria operação “Renuncia a Jato” ou “Fuga a Jato”, explicitou o parlamentar na tribuna.

Todas essas práticas proporcionou à governadora Roseana Sarney uma das maiores rejeições política do país, uma vez que o governador eleito Flavio Dino teve a segunda maior em votação percentual.  O recado dado pela população é que o Maranhão não quer mais esses atos criminosos, utilizando o poder político.

BNC Política

14 de dezembro de 2014

DEU NA VEJA: Roseana Sarney recebeu R$ 900 mil de propina, diz revista Veja

Capa Veja

Roseana propina

Por Oswaldo Viviane, do Jornal Pequeno

Reportagem publicada na revista Veja desta semana revela que a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney Murad (PMDB) –, que renunciou ao cargo na quarta-feira (10) –, recebeu R$ 900 mil do esquema de corrupção da Petrobras que tinha à frente o doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, em 17 de março passado, no Hotel Luzeiros, em São Luís.

Segundo a Veja, o dinheiro foi entregue em três parcelas de R$ 300 mil, por um dos “homens da mala” (entregadores de dinheiro) de Youssef, Rafael Ângulo Lopez, apelidado de “Véio”, para o ex-chefe da Casa Civil do governo maranhense João Guilherme Abreu, homem de confiança de Roseana Sarney.

O dinheiro faria parte de um acordo, firmado em setembro de 2013, entre o governo do Maranhão e Alberto Youssef, para que Roseana liberasse o pagamento de um precatório (dívida pública) de R$ 120 milhões beneficiando a empresa UTC-Constran.

O precatório se referia a um contrato, feito na metade da década de 1980, para serviços de terraplenagem e pavimentação da BR-230.

O governo do Maranhão teria exigido R$ 6 milhões em propina para pagar o precatório. Youssef receberia R$ 12 milhões das construtoras, caso o acordo fosse cumprido. Dias depois do acordo, o precatório, que era o quinto na ordem de pagamentos de precatórios do governo maranhense, “furou a fila” e foi liberado em 24 parcelas.

Esse caso do precatório da UTC-Constran e da suposta propina paga a Roseana já havia aparecido no começo da Operação Lava Jato, que investiga o escândalo do “petrolão” – pagamento de propinas a diretores da Petrobras e políticos, envolvendo doleiros.

Na ocasião, em agosto passado, Roseana Sarney e o mesmo João Abreu também foram citados pela contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Bonfim da Silva Poza, em depoimentos à Polícia Federal e à CPMI da Petrobras.

Poza afirmou que uma das remessas da propina de R$ 6 milhões a Roseana foi levada, também ao Palácio dos Leões, em São Luís, por outro “mala” de Alberto Youssef, segundo a Polícia Federal: Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte. O valor foi de R$ 300 mil.

A pessoa que recebeu o dinheiro teria reclamado da quantia e consultado a governadora Roseana para saber se o montante deveria ser recebido.

“Adarico esteve no meu escritório depois da prisão do Alberto. Ele disse que foi ao Maranhão levar o dinheiro e que a pessoa afirmou que era pouco. Ela então teria entrado em contato com a governadora para saber se ela concordaria em receber os R$ 300 mil, e ela teria concordado”, disse Meire Poza.

Roseana Sarney ainda é citada como beneficiária de propina no depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que foi preso na “Lava Jato” e fez acordo de delação premiada com a Justiça.

Na época das denúncias, Roseana Sarney se disse “indignada” e negou qualquer envolvimento com recebimento de propinas.

Também agora, por intermédio de sua assessoria, Roseana Sarney negou à Veja qualquer ligação com o esquema de propinas abrigado na Petrobras. Ela informou, ainda, que entrou em contato com João Abreu e que este também “negou veementemente que tivesse recebido dinheiro do doleiro Youssef”.

Veja dois dos destinatários da propina que Rafael Ângulo Lopez transportava.
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Outros ‘clientes ilustres’ – Além de Roseana Sarney, segundo a Veja, Rafael Ângulo Lopez – que, ainda de acordo com a revista, costumava transportar grandes “boladas” enroladas no próprio corpo e, por ter dupla cidadania, brasileira e espanhola, usava, nos aeroportos, o passaporte europeu, para não despertar suspeitas – tinha outros clientes ilustres.

A Veja apontou que Lopez entregou, em 2012, duas malas, que carregavam um total de R$ 500 mil, ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Ele teve nessa “missão”, segundo a publicação, a companhia de José Alberto Piva Campana, executivo da Toshiba Infraestrutura.

Outro nome ilustre que teria recebido visita de Ângulo Lopez foi o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL), afirmou a revista. O atual senador por Alagoas teria sido beneficiado com R$ 50 mil, recebidos em seu apartamento na Rua dos Ingleses, na capital paulista.

O “homem da mala” de Alberto Youssef ainda teria levado R$ 150 mil, mandados pelo doleiro, a Mário Negromonte (PP), ministro das Cidades no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff e irmão do também “mula” de Youssef Adarico Negromonte.

Já o deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA) teria recebido R$ 600 mil das mãos de Lopez, e outro deputado, Nelson Meurer (PP-PR), teria sido beneficiado com R$ 200 mil, revela a Veja.

Para completar a lista, aponta a Veja, André Vargas (PT), que teve o cargo de deputado federal cassado na última semana, teria levado R$ 150 mil de propina.

De acordo com a revista, Rafael Ângulo Lopez – condenado na Operação Curaçao, da PF (que em 2009 apurou crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro) e investigado no mensalão – já se ofereceu para fazer acordo de delação premiada. Para a Veja, Ângulo Lopez, que “tinha uma característica que poucos sabiam, a organização, pois anotava e guardava comprovantes de todas as suas operações clandestinas”, é considerado, por isso, uma testemunha capaz de “ajudar a fisgar em definitivo alguns figurões envolvidos no escândalo da Petrobras”.

Veja a matéria da revista Veja:

BNC Política

10 de dezembro de 2014

Roseana e Ricardo deixam os cargos e não pagam contratados da saúde

 Blog Luis Cardoso

Grande Ilha - O governador Arnaldo Melo, que é médico, vai enfrentar o primeiro problema a partir de amanhã quando receberá um aviso de mais de 10 mil trabalhadores da área de saúde que não receberam os salários do mês de novembro e podem entrar em greve. Será um colapso total.

Eles são médicos, enfermeiros, operadores de equipamentos hospitalares, atendentes, administrativos, dentre outros. E estão empregados com a certeira assinada pelas ONG ICN e Bem Viver.

O governador eleito Flávio Dino alertou para o perigo do calote que seria deixado pelo governo e apelou para Roseana Sarney que pagasse as contas do setor de Saúde do estado, bem como para as obras inacabadas na mesma área, convênios e emendas.

Foi exatamente o que aconteceu. Roseana e o cunhado Ricardo Murad saíram sem pagar vários prestadores de serviços e fornecedores na Saúde, sem contar com obras já executadas em outras áreas.

O pior é que o governador Arnaldo Melo pegou um abacaxi difícil de ser descascado. Não existem recursos suficientes para pagamentos das dívidas deixadas pela governadora e pelo cunhado.

Além disso, as ONGs terão problemas com os repasses dos tributos trabalhistas do mês passado, aumentando mais ainda o volume de débitos com seus funcionários.

Aguardem novas bombas sobre outras dívidas deixadas por Roseana Sarney.

Abaixo, veja a despedida de Ricardo na sua página pessoal do Facebook e os comentários negativos de trabalhadores que estão sem receber.

A história secreta da renúncia de Roseana e algumas comparações

 
 
JM Cunha Santos
Grande Ilha - Todas as especulações em torno da renúncia da governadora Roseana Sarney já foram feitas. Tantas que é melhor observar o fato à luz da História.

O Papa São Ponciano, por exemplo, renunciou ao perceber que jamais poderia voltar ao posto. Roseana deve ter percebido que, pelo menos nos próximos 50 anos ninguém de sua família ou qualquer descendente seu, voltará a ocupar o cargo de governador do Maranhão.

Ao renunciar, D. Pedro I aplicou o Golpe da Maioridade e decretou a maioridade de seu filho, D. Pedro II que passou a governar o Brasil a partir dos 5 anos e 4 meses de idade. Mesmo assim, ainda governou melhor que Roseana Sarney.

O Papa Celestino V renunciou no mesmo ano de sua eleição - o que se Roseana, que nem foi eleita, tivesse feito, seria bem melhor para o povo do Maranhão – ao perceber que não estava preparado para o exercício do cargo. Roseana, depois de quatro tentativas desastradas, finalmente descobriu que não está preparada para governar.

Celestino V, assim como Roseana, alegou problemas de saúde e depois de capturado por seu sucessor, Bento Gaetani, passou a viver numa cela, o que, pelo andar da carruagem, pode a acontecer também com a governadora do Maranhão.

O Papa Gregório XII renunciou diante de um Concílio que pretendeu acabar com as disputas de poder dentro da igreja. Havia tantos grupos se estaponando por poder no governo Roseana que ela, para o bem de todos e felicidade do Maranhão, bem que poderia ter seguido o exemplo de São Gregório há mais tempo.

Vigésimo segundo presidente do Brasil, que também renunciou no primeiro ano de mandato, Jânio Quadros se elegeu cantando uma musiquinha chata que dizia: “Varre, varre, varre vassourinha, varre a corrupção”. Roseana varreu, mas para dentro de casa.

O símbolo do governo Jânio Quadros era uma vassoura, o símbolo do governo Roseana era uma lagosta, o que nos leva a deduzir que nenhum dos dois nunca quis fazer nada.

Quando renunciou, Getúlio Vargas tinha contra ele grande parte da população, jovens sequiosos por democracia e liberdade e o próprio exército. Roseana renunciou com a população contra ela, pois seu candidato foi fragorosamente derrotado ainda no primeiro turno, uma juventude que não suportava mais a oligarquia e quase todo mundo nas polícias civil e militar.

O Papa Bento XVI renunciou em meio à corrupção na Igreja Católica, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, luta entre facções e lavagem de dinheiro. Quer coisa mais parecida com o governo do Maranhão.

A propósito da renúncia de Bento XVI, Filhipe Portier disse que o Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios.

Quer coisa mais parecida com o governo de Roseana Sarney no Maranhão?
BNC Política

ESTOU INDO EMBORA: Roseana Sarney renuncia e Arnaldo Melo assume

Estou indo embora
Grande Ilha - A governadora Roseana Sarney, após fazer um balanço do Maranhão virtual, se despediu, nesta manhã de quarta-feira (10), do Palácio dos Leões, desejando ao sucessor, presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), que tenha êxito no restante do mandato. 
 
Ao receber o governo do estado, o governador interino observou que tem a responsabilidade e a consciência dos desafios que tem pela frente e prometeu se esforçar para concluir obras inacabadas.
 Em seu mundo tudo perfeito, quando os maranhenses olham para traz vê o grande atraso que é o estado do Maranhão, e apesar do próximo governo não ser a salvação o pouco que fizer será o suficiente pra o estado avançar.
Em sua reta final de governo, inaugurou varias obras inacabadas, demonstrando assim o quanto foi incompetente e o quanto não tinha compromisso com o seu estado, fala de melhor governo da vida dela, pode até ser mas para os maranhenses com certeza foi o pior da história da república.
A governadora pouco fez e colocou culpa no crescimento do estado para a escalada da violência, que desculpa mais esfarrapada, mostrando assim a sua total incompetência no jeito de governar e por ai vai o que foi esse governo. O fim da dinastia está sendo melancólico e covarde, sem dizer as diversas patacoadas que foram feitas neste governo.
BNC Política

7 de dezembro de 2014

Governadora do Maranhão inaugura obra inacabada na capital, e ainda é questionada sobre a operação Lava Jato

Grande Ilha - Acusada de ter recebido R$ 6 milhões em propina para liberar precatórios da Constran, a governadora Roseana Sarney se recusou, na tarde desta sexta-feira, a responder sobre a possibilidade de indiciamento na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Questionada diversas vezes por repórteres, ela fez cara feia e preferiu não comentar as acusações do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Em clima de despedida, Roseana inaugurou parte da Avenida IV Centenário e foi alvo de protestos de moradores dos bairros da Liberdade, Camboa, Alemanha e Fé em Deus.

A governadora afirmou que a obra seria uma espécie de homenagem ao ex-governador Jackson Lago, mas ouviu reclamações de populares que criticavam o fato da obra estar às escuras e inacabada.

No ato, ela também oficializou o anúncio da sua renúncia ao governo do Maranhão.

“Quero aproveitar esse final de ano para dizer que vou, de cabeça erguida, sair do governo. Sei que fiz o melhor governo da minha vida. Dei estradas, hospitais, UPAs, avenidas… Tudo o que pude fazer foi feito”, afirmou.

Roseana Sarney entrega a também inacabada Via Expressa. Em seguida, entrega a carta de renúncia à Assembleia Legislativa do Maranhão, sendo sucedida pelo presidente do legislativo, Arnaldo Melo, que também compareceu ao evento, assim como o João Alberto senador ausente no parlamento e o senador sem voto Edinho Lobão.
 
 Blog Marrapá).
BNC Política

1 de dezembro de 2014

SINAL DE ALERTA É LIGADAO: Arnaldo Melo deve assumir o governo na segunda

São Luis - O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), confirmou, na tarde de hoje, ao titular do blog, que a governadora Roseana Sarney (PMDB) vai renunciar ao mandato na próxima segunda-feira (8) e lhe entregar o comando do Estado.  

Logo nas primeiras da manhã de hoje um assessor do governo havia informado ao blog que a chefe do Executivo estadual estaria acelerando as obras da Via Expressa para entregar à população na próxima sexta-feira e preparar sua despedida. 

Após a sessão desta tarde, perguntei ao presidente Arnaldo Melo se ele assumiria o cargo de governador na próxima segunda-feira e ele respondeu que sim. “A governadora Roseana vai me passar o comando do estado dia 8 de dezembro”, respondeu Melo.

Pelo semblante tranquilo do presidente, tudo indica que, desta vez, a renúncia da governadora será pra valer, embora ela ainda não tenha vindo a público confirmar se renuncia ou não ao mandato.   
Com informações do Blog Jorge Vieira
BNC Política 

12 de novembro de 2014

Bira do Pindaré questiona interesses de possível renúncia da Governadora

São Luis - A sessão plenária desta terça-feira (11) da Assembleia Legislativa do Maranhão pautou a possibilidade de renúncia de mandato da atual Governadora ainda no mês de dezembro e seus desdobramentos.

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) se posicionou de forma contraria a aprovação de dois projetos, a PEC assinada pelo deputado Carlos Milhomem (PSD) e o projeto de lei do deputado Alexandre Almeida (PTN) que tratam ambos sobre a questão sucessória do Maranhão.

O parlamentar afirmou que os projetos estão absolutamente respaldados num casuísmo sem tamanho, ele questiona se o resultado da eleição fosse outro, os projetos estariam sendo debatidos na Assembleia. Bira questionou os motivos desta alteração na Constituição Estadual no final de um mandato.

Bira citou o Artigo 45 das disposições transitórias da Constituição do Maranhão que diz o seguinte: Cessada investidura no cargo de governador do Estado o ex-governador que tem exercido o cargo em caráter permanente, fará jus a título de representação e desde que não tenha sofrido suspensão nos direitos políticos, há um subsidio mensal e vitalício igual aos vencimentos do cargo de desembargador.  

Portanto a Constituição do Maranhão ainda define que se alguém assume como titular o governo do Maranhão, ainda que seja por um dia, ele ganha o direito a uma aposentadoria, a um subsídio vitalício. O Presidente da Assembleia, Arnaldo Melo (PMDB), afirmou que as razões desse debate não é o interesse dele na aposentadoria.

“Se não há interesse na aposentadoria, por que então mudar a Legislação? Por que mudar a Constituição? Por que esta lei proposta pelo deputado Alexandre Almeida? Por que não deixar como está já que ausência da governadora assumirá o presidente da Casa?”, questionou Bira.

O socialista lembrou que os próprios parlamentares alteraram recentemente a legislação estadual, mudando o prazo para 30 dias depois de ausência no cargo da Governadora e do Vice-governador e criticou o fato de se querer alterar novamente reduzindo para 10 dias, ou mesmo nomeando o governador sem eleição. 

“A proposição, eu falo sem medo de errar é absolutamente uma tentativa de golpe contra a democracia, por que esta defendendo que um governador assuma como titular do cargo sem ser eleito por ninguém, absolutamente ninguém. E a Constituição diz que o Poder emana do Povo. É o povo quem confere o Poder a quem assume uma representação eletiva”, defendeu Bira.

O Deputado também questionou a Governadora, para que ela explique qual a razão da sua renúncia. Bira afirmou não acreditar que a Governadora seja tão mesquinha ao ponto de não querer entregar a faixa governamental para Flávio Dino. Ele questionou quais acordos estão por trás dessa renúncia e quais são interesses que estão por trás desta manobra que querem fazer na Assembleia do Maranhão.

“Se não há fundamento para essa manobra que querem fazer no Maranhão, todos nós temos direito de desconfiar. Todos nós temos direito de duvidar e de questionar o que está por trás. Não é por razões de interesse público. Certamente é movido por interesses absolutamente incompreensíveis à luz dos nossos próprios olhos.”, protestou Bira.

Bira concluiu seu posicionamento destacando que nada impede que o Presidente da Assembleia assuma o Governo do Estado caso a Governadora renuncie. O socialista ressaltou que o novo Governador terá plenos poderes durante os dias que se manter no cargo. “Portanto, não há nada nenhum argumento que me convença da necessidade dessa manobra”, considerou.

BNC Parlamento Estadual

11 de novembro de 2014

PCdoB de Vargem Grande quer filiar sarneysta para ser candidato a prefeito

Na ordem: ex-prefeito Miguel Fernandes, Hildo Rocha,  prefeito Edvaldo Nascimento e Jorges Fortes. Grupo Sarney tenta se manter no poder em Vargem Grande pela oposição
Na ordem: ex-prefeito Miguel Fernandes, Hildo Rocha, prefeito Edvaldo Nascimento e Jorge Fortes. Grupo Sarney tenta se manter no poder em Vargem Grande pela oposição
Vargem Grande - O presidente do PCdoB de Vargem Grande, Clécio Coelho, está tentando filiar na legenda comunista o presidente da Agerp ( Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão), Jorge Fortes, para ser candidato a prefeito do município pela legenda. O convite oficial foi feito na última sexta-feira (7).
Jorge Fortes, que ainda está filiado ao PMDB, se aproxima da oposição e tenta continuar na presidência da Agerp e se cacifar para disputar a prefeitura de vargem Grande pelo grupo dinista. Apesar disso, fez campanha para Edinho Lobão (governador), Gastão Vieira (senador), Hildo Rocha (deputado federal) e Fábio Braga (deputado estadual).
Na cidade, quem fez campanha para Flávio Dino e Roberto Rocha foi o grupo de Wellington Leite (PSDB), que irá se filiar ao PSB a convite de Rocha.
O aliado de Fortes, Antônio Aurélio (PRB), foi eleito presidente da Câmara Municipal de vargem Grande na última sexta-feira (7). Na articulação liderada pelo presidente da Agerp, Aurélio conseguiu votos dos quatro vereadores de oposição, dos quais três ficaram na Mesa Diretora.
Outro lado
O blog transcreve a versão de Jorge Fortes, embora ele diga que está no governo Roseana como técnico, as imagens demonstram que participou ativamente da campanha dos candidatos do grupo Sarney e de Miguel Fernandes.
Devo informar ao blogueiro, que desde outubro de 2013, ou seja, a mais de um ano deixei minha filiação no PMDB, exatamente por divergências, com o dirigente do partido em Vargem Grande (Miguel Fernandes). Não faço parte de nenhuma oligarquia e muito menos de grupo que manda no Maranhão. Ocupo sim um cargo no governo, por capacidade técnica e não por indicação política. Sou servidor público do Estado com currículo respeitado e grande experiência na área que atuo, isto é que me faz estar onde estou. Honro como filho de Vargem Grande, esta cidade, inclusive com os trabalhos que tenho prestado.


Jorge Fortes

Fonte: Blog do Clodoaldo Corrêa
BNC Política

10 de novembro de 2014

Arnaldo Melo confirma saída antecipada da governadora Roseana

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Arnaldo Melo governador
São Luis - O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), confirmou oficialmente na Sessão Ordinária desta segunda-feira (10), que a governadora Roseana Sarney (PMDB) deixará o Governo do Maranhão antes do fim do seu mandato, ou seja, 31 de dezembro.
Segundo Arnaldo Melo, foi a própria governadora que oficializou a decisão e confirmou que sairá no dia 05 de dezembro.
“A decisão da governadora foi uma decisão de cunho pessoal, eu nunca tratei desse assunto com ela, ela falou isso comigo há meses, antes mesmo até da eleição, que ela precisava sair e agora me comunicou que pretende realmente sair no dia 05 de dezembro por questões pessoais, inclusive, e até para tratamento de saúde”, assegurou Arnaldo Melo.
O presidente da Assembleia afirmou ainda que jamais torceu ou trabalhou, para que a governadora saia do governo antes do fim do mandato para ele assumir.
“Jamais torci para que um governador saia do governo para que eu preencha a vaga. Nunca tive a vocação de usurpador nos cargos e mandatos dos outros. Com a saída da governadora eu assumo o governo e volto no dia primeiro de janeiro como presidente desta Casa, vinte e cinco dias depois. Porque a Constituição prevê eleição indireta no trigésimo dia e eu entrando no dia 5 de dezembro, no dia 1º de janeiro ainda estaremos com vinte e cinco, vinte e seis dias”, finalizou.
No entanto, vale lembrar que vai tramitando na Assembleia um Projeto de Lei do deputado estadual Alexandre Almeida (PTN) que trata de eleição indireta. A proposição coloca a possibilidade de o presidente da Assembleia assumir o cargo de governador sem a necessidade de eleição.
“Parágrafo único. Não se fará eleição indireta se a última vaga ocorrer a menos de trinta dias do fim do mandato governamental, hipótese em que ocorrerá sucessão imediata, na ordem prevista no art. 60 da Constituição Estadual”.
Ou seja, exatamente como deve acontecer, mas para que essa regra seja efetiva, antes o Projeto de Lei precisa ser aprovado no parlamento maranhense, o que não deseja a Oposição e que será governo a partir de janeiro de 2015.
O receio da Oposição é que essa mudança de governador possa influenciar na eleição da Assembleia e atrapalhar os planos de eleger o deputado Humberto Coutinho (PDT) como no presidente do parlamento maranhense para o biênio 2015/2016.
Fonte: Blog Jorge Aragão
BNC Política

29 de outubro de 2014

Equipe de Transição do governo Flávio Dino se reúne para fazer avaliação do Processo

São Luis - Flávio Dino e Carlos Brandão reuniram-se nesta terça-feira (28) com secretários e presidentes de órgãos que integrarão a equipe já escolhida para a administração estadual a partir de 1° de janeiro. Na pauta do encontro, o planejamento de ações para os primeiros dias da nova gestão.

A equipe de transição de Flávio Dino ainda aguarda as respostas às solicitações feitas ao governo Roseana Sarney, em reunião no dia 14 de outubro. Por enquanto, os membros do próximo governo utilizam dados disponíveis em diários oficiais e documentos publicados para organizar ações e fazer com que os serviços públicos cheguem a toda população logo nos primeiros dias. No entanto, Dino reforçou publicamente o pedido ao atual governo para fornecimento de dados oficiais e colaboração na transição.

A reunião serviu para alinhar as ideias e acima de tudo colocar em pratica nos primeiros de seu governo aquilo proposto durante a sua campanha. Ainda segundo a equipe, eles ainda não tiveram um retorno esperado das informações solicitadas.

BNC Política

16 de outubro de 2014

Equipe de Transição de Flávio Dino requisita informações à Casa Civil de Roseana Sarney

São Luis - Flávio Dino enviou nesta terça (14) ofício endereçado à governadora Roseana Sarney oficializando os nomes que farão parte de sua equipe de transição. Ao lado de Marcelo Tavares e Márcio Jerry (que haviam sido anunciados pelas redes sociais como secretários do novo Governo), atuarão os advogados Carlos Eduardo Lula e Rodrigo Lago e a jornalista Aline Louise. À medida que os nomes indicados para as Secretarias do novo Governo forem anunciados, estes também auxiliarão na transição nas respectivas pastas.

No primeiro ato, a Equipe de Transição visitou o Palácio dos Leões (sede do Governo do Estado) e conversou com a coordenadora designada por Roseana Sarney para conduzir a transição por parte do Governo que finda em 31 de dezembro deste ano.

A equipe de Flávio Dino entregou em mãos à atual chefe da Casa Civil, Anna Graziella, o pedido formal de informações que ajudarão o próximo governo a planejar os primeiros dias, para que a população não seja prejudicada com a troca de governos.

Ao final da reunião, Marcelo Tavares declarou que outras reuniões devem acontecer para reunir as informações requisitadas ao Governo do Estado, entre elas o andamento do Programa Viva Maranhão, cujo financiamento é feito pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Entre os principais pedidos do primeiro ofício da equipe de transição de Flávio Dino estão:

  • Informações orçamentárias de 2013 e 2014;
  • Tamanho da folha de pagamento do Estado;
  • Relatório da Lei de Responsabilidade Fiscal de 2014;
  • Demonstrativo das obras em andamento;
  • Dívida Pública do Estado;
  • Resumo dos principais programas executados por cada Secretaria;
  • Relatório com informações detalhadas sobre hospitais em funcionamento, não entregues ou não concluídos.