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9 de março de 2015

Prefeitura convoca 1500 famílias para atualização cadastral do Bolsa Família

Grande Ilha - Cerca de 1500 famílias que deixaram de fazer o recadastramento do Bolsa Família e tiveram o benefício bloqueado em fevereiro deste ano devem procurar a Prefeitura de São Luís, através da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), para atualizar seus dados cadastrais e regularizar pagamento.

A atualização cadastral é uma ação periódica do Bolsa Família, que verifica se as famílias beneficiárias continuam com perfil para receber o benefício. Qualquer alteração no endereço, na renda, na composição familiar ou na localização da escola dos filhos para acompanhamento da frequência escolar deve ser comunicada à gestão municipal e registrada no cadastro da família.

De acordo com o coordenador de Renda e Cidadania da Semcas, Cristiano Pereira, os usuários do programa devem ficar atentos às atualizações cadastrais que são informadas nos extratos do pagamento. "Ocorre que quem não fez a atualização no prazo ofertado sofre o bloqueio de até dois meses pelo sistema do Ministério do Desenvolvimento. Situações como início do ano letivo nas escolas públicas não geram bloqueio", afirmou.

O acompanhamento e constatação da frequência escolar é condicionalidade para pagamento do Bolsa Família. Crianças de 7 a 15 anos devem ter 85% da participação na escola confirmada. Os adolescentes de 16 e 17 anos precisam confirmar o mínimo de 75% na frequência. A cada mudança de escola, os dados precisam ser atualizados na Central de Atendimento da Semcas, no São Francisco.

Para realizar a atualização cadastral é importante levar documentos como a Carteira de Identidade, o CPF, o título de eleitor, a certidão de nascimento das crianças, um comprovante de residência e a declaração de matrícula das crianças na escola.

BNC Cidade

14 de janeiro de 2015

Segurança: Secretário Jeferson Portela estabelece diálogo com entidades sindicais

Grande Ilha - Em conformidade com o modelo de gestão estabelecido pelo governador Flávio Dino, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) está dialogando com os diversos setores ligados à área da segurança, incluindo entidades sindicais.
 O secretário da SSP, Jefferson Portela, discutiu assuntos ligados à segurança com o Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol) e da Associação da Polícia Técnica Científica (Apotec).

O encontro integra um conjunto de medidas que visa fortalecer alianças dentro do setor de segurança e construir ações integradas para reverter o índice de criminalidade no estado. Na pauta foram discutidas questões como a estrutura funcional da polícia civil, reformulação do estatuto dos servidores e a chamada dos excedentes do último concurso.

“É de grande importância a aproximação das entidades da classe com o aparelho de segurança para que medidas viáveis na área de segurança sejam colocadas em prática, reproduzindo resultados benéficos em prol da sociedade”, explicou o secretário durante a reunião.

Para o presidente do Sinpol, Heleudo Moreira, o primeiro encontro deixou a sensação de esperança e satisfação. “Obtivemos total atenção do secretário para as reivindicações e ficou visível o comprometimento com a categoria”, disse.

BNC  Polícia

2 de outubro de 2014

É 13 123! Zé Inácio o Deputado da Baixada

Baixadeiro do município de Bequimão, o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) participou de duas carreatas na região da baixada maranhense no último fim de semana. Faltando menos de uma semana para as eleições de 2014, o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) fez questão de se fazer presente na Região da qual é naturalizado. 
Prestigiado e apoiado por prefeitos, correligionários e lideranças políticas da Região da Baixada, o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) fez questão de participar de dois grandes eventos nos municípios de Cururupu e em Mirinzal.  
 
No município de Cururupu, a carreata percorreu as principais ruas da cidade e levaram várias pessoas para as portas de suas casas, prestigiando os candidatos, Zé Inácio (Deputado Estadual) e Fábio Gondin (deputado federal), ambos do Partido dos Trabalhadores. O movimento foi uma realização do vereador Robert Freitas e Ozmundo Neves, relevante liderança local. 
 
Após carreta em frente ao Comitê de apoio dos candidatos, ouve discurso das principais lideranças da cidade e dos candidatos. O vereador Robert Freitas, falou do comprometimento do candidato a deputado estadual Zé Inácio com a baixada. “Este homem filho da terra sempre trouxe melhorias para a nossa região e após eleito tenho a certeza que ele nos beneficiará com muito mais ações”, disse o vereador. 
 
Já Ozmundo Neves liderança local ressaltou que a candidatura de Zé Inácio a deputado estadual é uma conquista dos baixadeiros. “Há anos a Baixada foi esquecida pelos governantes e agora o povo irá ter um representante legitimo, que irá fazer por nós muito mais do quê falsas promessas”, acrescentou Ozmundo Nevez.  
No município de Mirinzal, o prefeito Amaury Almeida liderou a maior carreata já ocorrida na cidade, mostrando a sua força política. 
Acompanhado de secretários, vereadores, lideranças locais e dos candidatos Zé Inácio (Deputado Estadual PT) e Sarney Filho (Deputado federal PV).  A  carreata teve inicio no portal da cidade e percorreu as principais vias de acesso do município. O pós carreata aconteceu um comício em um clube local, com a presença de centenas de pessoas que prestigiaram a presença dos candidatos apoiados pelo prefeito, Amaury Almeida. 
Mais uma vez  prefeito Amaury Almeida fez questão de ressaltar a empatia que tem ao candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT). “Jovem e cheio de garra, Zé Inácio tem uma carreira política brilhante e promissora porque ele é comprometido com o que faz e é um homem do povo. E Zé Inácio demonstrou isso enquanto esteve como gestor púbico ”, comenta o prefeito de Mirinzal.  
 
Uma das bandeiras do candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) é a construção da ponte que irá ligar as cidades de Bequimão e Central, ponte está que irá facilitar a vida de milhares de baixadeiros desses municípios e adjacentes como é o caro de Cururupu e Mirinzal. Vale ressaltar que o projeto de construção da ponte já foi elaborado por técnicos da Codevasf à pedido do candidato a governo do estado, Lobão Filho (PMDB). “A ponte é um dos meus compromissos políticos que tenho com a minha querida Baixada Maranhense. Quando deputado estadual irei lutar para tirar a nossa Baixada do descaso que dura há anos”, declarou Zé Inácio. 
É de Luta, É da Terra! – no período em que esteve como delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) realizou ações como a construção da Casa Familiar Rural, beneficiando jovens de Bequimão, Alcântara e Peri Mirim. Também neste período o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) foi membro do Comitê Gestor do Programa Luz para Todos no Estado, na oportunidade incluiu a sua terra natal. Ainda no MDA, o candidato a deputado estadual Zé Inácio (PT) criou o Território da Cidadania na Baixada Maranhense, o que proporcionou o recebimento de equipamentos como patrol, retorescavaeira, caçamba e carro pipa para Bequimão e todos os municípios da região.
Durante o período em que Zé Inácio ((PT) esteve como superintendente do Instituto de Colonização e Reforma Agrária – Incra, várias ações foram realizadas, beneficiando a população da região da Baixada Maranhense. Dentre estas ações está a construção de 230 casas beneficiando famílias dos povoados de Balandro, Centrilho, Floresta e Santana.

30 de julho de 2014

Prefeitura debate implantação da campanha Cidades Resilientes nas escolas

São Luis - A Prefeitura de São Luís, através da Secretaria de Segurança com Cidadania (Semusc) e da Secretaria de Educação (Semed), debateu na terça-feira (29) parceria com a Plan International Brasil para desenvolvimento da Campanha Construindo Cidades Resilientes em escolas da rede municipal. Com o foco redirecionado para o público infanto-juvenil, o projeto foi nomeado como Crianças Construindo Cidades Resilientes (CCCR).

Segundo a superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros, a parceria está alinhada com a política de governo do prefeito Edivaldo. O objetivo é conscientizar educadores, pais e, especialmente, os estudantes da rede municipal sobre a importância da preservação ambiental para evitar desastres em áreas de risco. A parceria possibilitará a união da expertise da Semusc na preparação das comunidades para o enfrentamento das problemáticas em áreas de risco com a experiência da Plan International em projetos e campanhas direcionadas a crianças e adolescentes.

“É um trabalho de prevenção, e o cuidado deve começar pelas crianças, porque elas representam o futuro. A ideia é conscientizar educadores, pais e alunos para que, daqui a algum tempo, tenham consciência de preservação ambiental, e consequentemente, maior segurança para suas famílias”, comentou Elitânia Barros.

O projeto conta com o apoio dos municípios de Paço do Lumiar e São José de Ribamar através das Secretarias Municipais de Educação, o que permitirá a extensão das ações a escolas dessas cidades. Em São Luís, serão beneficiadas as comunidades do Gapara, Salina do Sacavém e José Reinaldo Tavares com o desenvolvimento do projeto nas escolas João do Vale, Darcy Ribeiro e Cidade Olímpica, respectivamente.

Mais uma reunião será realizada no dia 5 de agosto entre a Semed, Semusc e Plan para discutir a metodologia das oficinas que serão realizadas a partir da implantação do CCCR. O promotor comunitário da Plan, Afonso Barros, afirmou que a reunião consolida um importante projeto da Plan com a Defesa Civil.

“O Projeto ‘Crianças Construindo Cidades Resilientes’ (CCCR) objetiva trabalhar de uma forma mais pedagógica os próprios riscos que a comunidade enfrenta, como alagamentos, diminuir a vulnerabilidade das meninas frente a situações de emergência e fortalecer os agentes comunitários para a implementação de ações de prevenção a desastres e respostas a emergências”, destacou Afonso Barros.

CIDADES RESILIENTES
A Campanha Construindo Cidades Resilientes consiste na sensibilização de governos e cidadãos para a redução dos riscos de desastres por meio da implementação de 10 passos para construir cidades resilientes, que possuem capacidade de recuperação de forma eficiente e organizada em casos de desastres. A Campanha é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) e, no Brasil, é desenvolvida pelo Ministério da Integração Nacional através da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) com a atuação das Defesas Civis Estaduais e Municipais.

BNC Cidade

20 de maio de 2014

Cidadania constrangida


Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco

Já há algum tempo tenho feito críticas sobre a arrogância, a omissão, a negligência, a completa ausência de compromisso social e a falta de transparência da Celpe (Companhia Energética de Pernambuco).

A operação desastrosa de privatização dessa empresa trouxe enormes prejuízos à população pernambucana. Quer do ponto de vista financeiro, pelas tarifas exorbitantes que são cobradas, quer pelo tratamento de desprezo, ou pelo desrespeito que é dispensado ao consumidor, enfim ao cidadão, que, além do dever de pagar a conta mensal (ai de quem não pagar!!!), têm seus direitos sonegados, principalmente pela péssima qualidade dos serviços oferecidos.

Não sou o único a criticar esse grupo econômico que desembarcou em Pernambuco (e em outros estados), e que tanto infortúnio tem trazido. O descontentamento é geral. Basta acompanhar os editoriais dos principais jornais, dos articulistas, dos “blogs”, das redes sociais, das cartas dos leitores nos jornais dos depoimentos nas rádios da população desesperada, que não tem mais a quem recorrer.

Apesar de todos os transtornos causados pelas recorrentes interrupções no fornecimento de energia elétrica, a falta de transparência da Celpe nos esclarecimentos é notória. Quando se justifica é por meio de notas oficiais protocolares, enviadas aos meios de comunicação, afirmando que foi um galho de árvore que rompeu a fiação, responsabilizando uma ligação irregular, etc, etc. Por outro lado, contrapondo as críticas, a companhia anuncia todo ano investimentos milionários em obras de ampliação da rede, construções de subestações, manutenção e modernização do sistema elétrico. Só que esses investimentos não são percebidos. Assim, o cidadão/consumidor é duplamente penalizado: paga mensalmente uma alta conta de energia e vê a alta da inflação corroer seu poder de compra, pois o comercio e a indústria repassam os custos da energia nos serviços prestados e produtos confeccionados.

É evidente que o serviço fornecido pela Celpe tem se deteriorado rapidamente nos últimos anos. Essa situação é vivenciada na necessidade de energia elétrica para o bem estar das pessoas, o uso no comercio e na produção. Os dados sobre a qualidade de energia distribuída, mostrados na conta mensal via indicadores de desempenho, despencaram nos últimos anos. A evidência da má qualidade não influencia os reajustes estratosféricos da tarifa. O máximo que ocorre são multas irrisórias aplicadas à Companhia que, com o corpo de advogados de que dispõe, dificilmente são pagas.

Outra situação absurda é a rotina de tragédias causadas pela fiação elétrica. Somente neste ano foram oito óbitos. Recentemente, houve o indiciamento criminal da Celpe e da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) pela morte de um cidadão, eletrocutado por um fio solto. Pernambuco hoje detém o triste recorde de possuir os maiores índices nacionais de óbitos por choques elétricos. Obviamente, não se pode culpabilizar a empresa por todos esses acidentes.

E a pergunta que não quer calar é como o poder público se comporta diante desse constrangimento da cidadania? Bem, no nível municipal, a Câmara de Vereadores do Recife promoveu audiências públicas para discutir a baixa prestação de serviços pela Celpe sem que consequências concretas ocorressem. No final de 2013, Projeto de Lei obrigando o embutimento da fiação (medida que melhoraria muito a atual situação de fornecimento e de segurança) foi sancionado pelo chefe do executivo. Infelizmente, vetou o artigo que definia o prazo para o enterramento da fiação. Hoje não existe prazo para acontecer.

Do ponto de vista Estadual, a Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arpe), vinculada diretamente ao gabinete do governador, não cumpre seu papel fiscalizador. A ela caberei fiscalizar as ações e a qualidade dos serviços elétricos oferecidos à população. Mas, talvez pelo fato da Celpe ser o maior contribuinte do ICMS do Estado, não existe interesse em fazer valer o que lhe cabe institucionalmente.

Ao nível Federal, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) delegou, por meio de convenio com a Arpe, o papel de fiscalização. Todavia, as atribuições dessa Agência Reguladora são inquestionáveis, e omite ao não cobrar da Arpe uma efetiva fiscalização, e punir a distribuidora. É conivente.

Enfim, a situação do cidadão frente ao descaso nos leva a duvidar se vivemos em um Estado de Direito pleno. Cabe a indagação: a quem interessa esta aliança com uma Companhia privada e a omissão do setor público?

BNC Artigo

5 de janeiro de 2014

Fiação subterrânea, poder público e cidadania.

Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco


Mais um ano se vai. De triste lembrança para os pernambucanos, marcados pelos pesadelos causados pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). Um alento à população foi o Projeto de Lei nº 99/2013, aprovado pela Câmara de Vereadores em 11/12/2013, dispondo sobre a substituição e instalação subterrânea de toda fiação aérea na cidade do Recife. Hoje, quem provoca o caos da fiação aérea, vista por toda cidade do Recife e em outras metrópoles, são os fios e cabos que distribuem a energia, as linhas telefônicas, os canais de televisão a cabo, a internet e o que mais houver.

A iniciativa é uma medida de interesse público almejada por toda sociedade. Do ponto de vista da segurança, sem dúvida a fiação elétrica embutida contribuirá drasticamente na redução, ou mesmo na supressão, de tragédias fatais. Segundo a Agencia de Regulação de Pernambuco (Arpe), dez (10) pessoas perderam a vida por choque elétrico causados pela rede de fiação até setembro de 2013 e outras 31 (trinta e uma) em 2012.

O emaranhado de fios nos postes é de responsabilidade de quem é proprietária e aluga o espaço: a Celpe. A companhia alega que 95% do dinheiro arrecadado no aluguel serve para reduzir a tarifa dos clientes/usuários (?) e os restantes 5% seriam usados na manutenção e serviços da empresa. Pura falácia: as tarifas são exorbitantes e a manutenção é péssima, vistas as constantes interrupções, justificadas sempre pela Celpe como decorrentes de “galhos de arvores que rompem a fiação”. Como se vivêssemos em plena floresta amazônica...

O real problema que dificulta a decisão de embutir toda a fiação é que, após o a sanção da lei pelo Chefe do Executivo Municipal, o que implicará vetos a algumas disposições ali mal elaboradas, deverá ainda ser regulamentada. Sem esta, a lei será letra morta. Mais uma que não vai “pegar”.  E ai, se o Poder Público não agir, os interesses econômicos falarão mais alto que a vida e o bem-estar das pessoas. Pois a companhia postula que quem pague a conta de enterrar toda (sua) fiação seja o consumidor/usuário. Direta ou indiretamente, através de recursos que o Poder Público arrecada de todos nós via impostos e tarifas.

Cálculo realizado em algumas cidades brasileiras estima que o quilômetro da fiação subterrânea chega a ser até quatro vezes mais caro do que a aérea (de 3 a 5 milhões/km). Mas isso depende de cada caso, que tem que ser estudado. O óbvio é que este custo deve ser dividido entre as concessionárias de energia, telefonia, internet e outros que a gente nem sabe. E, porque não, a maior parte da contribuição ser da Celpe, que ganha rios de dinheiro conforme demonstram seus balanços contábeis, cobrando as tarifas mais caras do planeta Terra.

Bem, a questão fundamental está ai. A Celpe deseja que os custos de instalação (enterramento de fios) de equipamentos que pertencerão à própria companhia sejam bancados/repassados aos consumidores, o que poderá representar no quádruplo do valor da tarifa que se paga hoje. Aqui em Pernambuco, sabemos muito bem o quanto o poder publico contemporiza com as infrações constantes da Celpe, violando até mesmo o contrato de concessão. Portanto, será ingenuidade esperar que os gestores estadual e municipal se confrontem com a companhia, que, diga-se de passagem, esta no topo de arrecadação do ICMS. Ou seja, é a empresa que mais recolhe imposto. E, por outro lado, oferece um serviço cada vez pior aos seus clientes (nós).

Portanto, sabemos que não podemos contar com o Poder Publico, que empurra com a barriga esse problema. Na verdade, ilude a população com a criação de comissões que não chegam a nada, com a aplicação de multas que quase nunca são pagas, etc. Mas na realidade “enrola” o cidadão e posterga medidas mitigadoras e urgentes a serem tomadas.

O PLO nº 99/2013 votado e aprovado pela Câmara de Vereadores do Recife está longe de virar realidade. Daí que não há solução que dispense a mobilização da sociedade, a pressão popular.

Unamo-nos, então. Em 2014, vem pra rua você também, e assim teremos a chance de um dia ver efetivado o enterramento dos fios e o fim das mortes anunciadas de tantos recifenses/pernambucanos por descarga elétrica causadas por fiações impróprias. Para o bem estar do cidadão.
BNC Artigo

4 de maio de 2013

Consumidores podem fazer acordos com a Caema

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Tribunal de Justiça do Estado, instalado no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, promove, nos dias 6, 8, 10 e 13 deste mês, das 8 às 18h, 73 audiências com pauta específica sobre ações de cobrança da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema). O objetivo é resolver impasses judiciais envolvendo consumidores e a concessionária de serviços.

A pauta específica irá permitir que a empresa demandada faça o levantamento de processos passíveis de solução conciliatória por meio de propostas de acordos, que depois de efetivados, serão homologados pelos juízes responsáveis pelas unidades judiciárias de origem dos processos.


O agendamento pelos interessados deve ser feito por intermédio do Telejudiciário (0800-707-1581), pelo site do TJMA (www.tjma.jus.br), na página dos Centros de Conciliação, ou diretamente no Cejusc.


“Além de resolver litígios com empresas de forma mais célere para as partes, as pautas específicas ajudam a difundir a cultura de conciliação. É uma maneira de concretizar o verdadeiro ideal da Justiça”, afirma o presidente do Núcleo de Solução de Conflitos do Poder Judiciário, desembargador José Luiz Almeida.


De acordo com o coordenador do Núcleo de Solução de Conflitos do Judiciário, juiz Alexandre Abreu, por criar mais chances de êxito nos acordos entre empresas e consumidores, o projeto envolverá outras prestadoras de serviços, com análise prévia de possibilidade de conciliação entre as partes.


“A conciliação ainda é a melhor forma de resolver conflitos, pois é fruto de uma ação democrática e respeita as posições das partes envolvidas", ressalta o magistrado.

BNC Justiça