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9 de outubro de 2013
TJMA implanta percentual de 11,98% nos salários dos servidores
A partir deste mês, todos os servidores do Poder Judiciário do Maranhão terão o percentual de 11,98% decorrentes da URV (Unidade Real de Valor)implantados em seus contracheques, com a conseqüente repercussão nas folhas de novembro, dezembro, 13º salário e Gratificação por Produtividade Judiciária (GPJ).
O anúncio foi feito pelo presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Antonio Guerreiro Júnior, após a publicação do Decreto N° 29.396/2013, no Diário Oficial do Estado do dia 27 de setembro, disponibilizado nesta terça-feira (8).
“É mais uma conquista que serve de estímulo aos servidores da Justiça, mostrando o nível de comprometimento do Tribunal com a sua valorização profissional”, ressalta Guerreiro Júnior.
O Decreto do Estado abriu o crédito suplementar de R$ 12 milhões do orçamento do Poder Judiciário, para reforço das dotações da Lei Orçamentária atual, após o pedido feito pelo presidente do TJMA, para cumprimento de decisão judicial em favor dos servidores.
Guerreiro Junior solicitou a liberação de R$ 32 milhões, valor que seria necessário para realizar o pagamento de todo o exercício de 2013, como já vinha sendo executado para decisões anteriores.
O diretor Financeiro do Tribunal, Luiz Carlos Calvet, ressaltou o esforço do presidente em sensibilizar o Governo e levantar recursos para o pagamento retroativo, porém o valor aberto permite somente a implantação para os meses restantes de 2013, em razão do grande volume envolvido, sob pena de crime de responsabilidade.
Os demais meses de 2013 e os valores anteriores deverão ser cobrados por meio de precatório. “O Tribunal de Justiça poderia pagar todo o exercício de 2013, desde que o orçamento permitisse”, informou Calvet.
Outros dois Decretos do Estado (Nº´s 29.395/13 e 29.397/13) abriram crédito suplementar no valor de R$ 15.762.428,00 do orçamento do Judiciário, utilizáveis exclusivamente para despesas correntes.
BNC Justiça
28 de abril de 2013
Judiciário quer acelerar investigações a deputado acusado de envolvimento no assassinato do jornalista Décio Sá
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| Desembargador Guerreiro Junior |
O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Antônio
Guerreiro Júnior, disse que o pedido para que sejam autorizadas as
investigações do suposto envolvimento do deputado estadual Raimundo
Cutrim (PSD) com o grupo de agiotas, acusado de mandar matar o
jornalista Décio Sá e o empresário Fábio Brasil, devem ser aceleradas.
De acordo com o desembargador, o pedido está sendo apreciado pelo
desembargador José Luís Almeida. “A comunicação veio da juíza [Ariane
Mendes], quando ela pegou nos inquéritos e viu o nome do deputado, ela
encaminhou para a Justiça. E a Justiça, urgentemente, na hora que
recebemos as peças do inquérito, formalizei o processo, autuei, mandei
para a distribuição e hoje está com o desembargador José Luís Almeida”.
Segundo a polícia, as investigações sobre o suposto envolvimento do
parlamentar em esquemas não evoluíram exatamente pela não autorização do
Tribunal de Justiça, até o momento, embora o pedido tenha sido feito em
agosto do ano passado, como mostrou o JMTV 2ª Edição da última
quarta-feira (24).
O presidente do Judiciário maranhense também afirmou que a demora para a
autorização não é uma forma de proteger o parlamentar. Segundo ele, até
o momento não havia provas para isso.
“Tenho certeza de que o Tribunal está tomando as providências de forma
urgente e rápida. Só que em um primeiro momento não havia nada, nenhum
elemento que desse possibilidade de encaminhar o processo para lugar
nenhum, mas agora, sim”, concluiu.
Com informações do G1 MA
BNC Justiça
26 de abril de 2013
Justiça mantém suspensão de reajuste nas contas de água
O
Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por unanimidade de votos, manteve
decisão de primeira instância que suspendeu a segunda parcela de reajuste
tarifário nas contas de água e esgoto cobradas pela Companhia de Saneamento
Ambiental do Maranhão (Caema), previsto para vigorar a partir de 1º de janeiro
deste ano. O escalonamento havia sido incluído em Termo de Ajustamento de
Conduta (TAC), firmado entre a empresa e o Ministério Público estadual.
O
relator do agravo regimental, desembargador Guerreiro Júnior, votou contra o
recurso da Caema, por entender que a companhia, após ver o pedido de suspensão
de liminar indeferido, não conseguiu apontar argumentos capazes de demonstrar a
alegada lesão à ordem pública, além de não ter concluído obras nem realizado
melhorias com as quais se comprometeu no TAC.
O
presidente do TJMA acrescentou que a decisão da Justiça de 1º grau apenas
suspendeu parcialmente a segunda parcela do reajuste, autorizando, entretanto,
o acréscimo decorrente do índice anual de inflação, entre janeiro e dezembro de
2012.
DISPUTA
- A disputa judicial teve início em dezembro passado. O juiz da 2ª Vara da
Fazenda Pública de São Luís, Carlos Henrique Veloso, concedeu tutela antecipada
em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. O órgão argumentou que
a Caema não concluiu nenhuma das obras exigidas no TAC, um ano depois da
assinatura do acordo.
A
Caema, por sua vez, alegou que o TAC não impôs a conclusão das obras, consideradas
pela empresa como de grande complexidade e impossíveis de serem licitadas e
concluídas em apenas nove meses. A companhia disse que a suspensão do reajuste
implicaria em perdas de arrecadação, com consequente paralisação das obras,
lesão a toda a população e possível falência da empresa.
HISTÓRICO
– A Caema diz ter elaborado um estudo que constatou defasagem dos preços em
relação aos cobrados em outros estados. O Ministério Público reconheceu os
valores praticados como um dos menores do Brasil, mas questionou um suposto
reajuste anunciado pela empresa, no segundo semestre de 2011, que seria de
87,36% na primeira faixa de consumo residencial, segundo o órgão.
A
2ª Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor firmou o TAC com a empresa,
utilizando-se de reajuste tarifário aprovado pela Agência Reguladora de
Serviços Públicos do Estado (Arsep). Cláusula do termo estipulou o reajuste em
duas etapas: a primeira em 1º de janeiro de 2012; a segunda em janeiro de 2013.
Segundo
o MP, o acordo previu valor de tarifa de tabela de metro cúbico de R$ 1,33 para
a primeira faixa de consumo residencial (0 a 10), em janeiro de 2012, e de
R$1,84, para a mesma faixa, em janeiro de 2013.
O
magistrado de 1º grau disse que, pelos argumentos iniciais apresentados pelo
MP, em 2012 houve aumento substancial nos valores pagos pelo consumidor por
metro cúbico de água tratada e igualmente por esgoto, o que resultaria em
índice de 52,87%, conforme planilha apresentada pelo órgão.
Pelos
mesmos argumentos, segundo o juiz, metade do valor pago pelo consumidor seria
entregue gratuitamente para a Caema, por não haver coleta e tratamento
adequados de esgotos. Concluiu que o descumprimento do TAC foi evidente, a
partir de análise da documentação juntada.
BNC Justiça
19 de abril de 2013
Pesquisa da AMMA revela dados positivos do Judiciário
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJMA), desembargador
Antonio Guerreiro Júnior, conheceu nesta quinta-feira (18) o conteúdo de
pesquisa realizada pela Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA),
com 147 juízes estaduais, na qual eles avaliaram questões como condições
de trabalho, segurança institucional e a atual gestão do TJMA. Os dados
são bastante positivos para o Judiciário maranhense.
"Magistrados e entidade entendem que o Poder Judiciário do Maranhão está em processo de evolução rápida e no caminho certo", enfatizou o presidente da AMMA, juiz Gervásio Santos, ao entregar cópia do documento ao presidente do TJMA. A coleta de dados abrangeu de 18 de fevereiro a 15 de março deste ano.
De acordo com levantamento da associação, 53,06% dos magistrados consideram adequadas as condições do ambiente de trabalho, contra apenas 25,17% que as apontaram inapropriadas.
Segundo Gervásio Santos, esse dado é considerado um importante avanço. "Em pesquisa semelhante, em 2007, 53,21% dos juízes consideravam impróprias as condições de trabalho, contra 19,27% que as julgavam aceitáveis. Em cinco anos esses percentuais foram invertidos", ressalta.
Outro aspecto importante do levantamento, e nunca questionado em pesquisas anteriores, foi a avaliação da gestão do presidente do TJMA. Mais de 62% dos juízes avaliam entre ótima e boa a administração do presidente do Judiciário. "A contribuição dos juízes, não apenas os auxiliares da presidência, mas de todo Estado, é condição imprescindível para o sucesso do nosso trabalho", respondeu Guerreiro Júnior.
A pesquisa também apontou como principal deficiência na estrutura do Judiciário a falta de segurança. Quando inquiridos sobre medidas a serem tomadas nessa área, 58,92% dos juízes responderam que a segurança automatizada, com a instalação de câmeras, sensores de presença, detector de metais e cercas elétricas, sanaria o problema. Outros 41,07% sugeriram o aumento do número de vigilantes. Guerreiro Júnior prometeu intensificar medidas preventivas nessa área.
"Ao fazermos um balanço, comparando as duas pesquisas, concluímos que o Judiciário maranhense está em processo de rápida evolução", afirmou o presidente da AMMA.
"Magistrados e entidade entendem que o Poder Judiciário do Maranhão está em processo de evolução rápida e no caminho certo", enfatizou o presidente da AMMA, juiz Gervásio Santos, ao entregar cópia do documento ao presidente do TJMA. A coleta de dados abrangeu de 18 de fevereiro a 15 de março deste ano.
De acordo com levantamento da associação, 53,06% dos magistrados consideram adequadas as condições do ambiente de trabalho, contra apenas 25,17% que as apontaram inapropriadas.
Segundo Gervásio Santos, esse dado é considerado um importante avanço. "Em pesquisa semelhante, em 2007, 53,21% dos juízes consideravam impróprias as condições de trabalho, contra 19,27% que as julgavam aceitáveis. Em cinco anos esses percentuais foram invertidos", ressalta.
Outro aspecto importante do levantamento, e nunca questionado em pesquisas anteriores, foi a avaliação da gestão do presidente do TJMA. Mais de 62% dos juízes avaliam entre ótima e boa a administração do presidente do Judiciário. "A contribuição dos juízes, não apenas os auxiliares da presidência, mas de todo Estado, é condição imprescindível para o sucesso do nosso trabalho", respondeu Guerreiro Júnior.
A pesquisa também apontou como principal deficiência na estrutura do Judiciário a falta de segurança. Quando inquiridos sobre medidas a serem tomadas nessa área, 58,92% dos juízes responderam que a segurança automatizada, com a instalação de câmeras, sensores de presença, detector de metais e cercas elétricas, sanaria o problema. Outros 41,07% sugeriram o aumento do número de vigilantes. Guerreiro Júnior prometeu intensificar medidas preventivas nessa área.
"Ao fazermos um balanço, comparando as duas pesquisas, concluímos que o Judiciário maranhense está em processo de rápida evolução", afirmou o presidente da AMMA.
BNC Justiça
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